E o valor de mercado da Vale superou o da Petrobras!
Ou seria PTbras???
Não dá para comparar a eficiência entre as duas, quando a Petro, além de suas atribuições nas atividades-fim, tem que ficar submetida aos caprichos e desdobramentos políticos.
Mas alguém pode falar que suas ações estão altamente valorizadas! E como elas estariam se a empresa fosse melhor e imparcialmente gerida? Não bastasse o affair com a Bolívia, as disputas com a PDVSA do Hugo Chaves, o descompasso com o Mercosul original, agora ainda nomeiam a volta de José Eduardo Dutra, desta vez como presidente da BR Distribuidora (ele que presidiu a Petrobras de 2003 a 2005, quando renunciou para candidatar-se ao Senado pelo PT de Sergipe, e não foi eleito).
Enquanto isso, a Light (LIGT3), depois de privatizada - com controle de um grupo formado pela Andrade Gutierrez, Cemig e Pactual - anuncia que vai pagar dividendos de R$ 518 bi (correspondentes a 71% do lucro no 1º trimestre) e assume o compromisso de distribuir, pelo menos, a metade do lucro líquido em períodos semestrais ou anuais. Nada que uma boa política na gestão não possa fazer, e, com o ingresso da companhia no Novo Mercado, sua maior transparência em relação aos acionistas minoritários faz com que alcance elevados níveis de governança corporativa.
Continua em Seagull Trading
Ou seria PTbras???
Não dá para comparar a eficiência entre as duas, quando a Petro, além de suas atribuições nas atividades-fim, tem que ficar submetida aos caprichos e desdobramentos políticos.
Mas alguém pode falar que suas ações estão altamente valorizadas! E como elas estariam se a empresa fosse melhor e imparcialmente gerida? Não bastasse o affair com a Bolívia, as disputas com a PDVSA do Hugo Chaves, o descompasso com o Mercosul original, agora ainda nomeiam a volta de José Eduardo Dutra, desta vez como presidente da BR Distribuidora (ele que presidiu a Petrobras de 2003 a 2005, quando renunciou para candidatar-se ao Senado pelo PT de Sergipe, e não foi eleito).
Enquanto isso, a Light (LIGT3), depois de privatizada - com controle de um grupo formado pela Andrade Gutierrez, Cemig e Pactual - anuncia que vai pagar dividendos de R$ 518 bi (correspondentes a 71% do lucro no 1º trimestre) e assume o compromisso de distribuir, pelo menos, a metade do lucro líquido em períodos semestrais ou anuais. Nada que uma boa política na gestão não possa fazer, e, com o ingresso da companhia no Novo Mercado, sua maior transparência em relação aos acionistas minoritários faz com que alcance elevados níveis de governança corporativa.
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