O Brasil nunca recebeu tanto capital externo como hoje. Dados do Banco Central sinalizam que o volume de investimento não-financeiro destinado à produção e serviços deve encerrar o ano em patamar superior ao dos recordes do fim dos anos 90, período das privatizações. Analistas dizem que o dinheiro vem ao país de olho na expansão da economia e também pela expectativa de o país obter o “grau de investimento”.
De janeiro a agosto, o investimento estrangeiro direto somou US$ 26,488 bilhões. O valor é 161% maior que o visto em igual período de 2006 e já é 41% superior a todo o volume do ano passado. Diante desse desempenho expressivo, o BC refez as contas e passou a apostar que o ano deve terminar com a entrada de US$ 32 bilhões, ante US$ 25 bilhões da previsão anterior. “E não será surpresa se o número for ainda maior”, diz o chefe do Departamento Econômico do BC, Altamir Lopes.
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De janeiro a agosto, o investimento estrangeiro direto somou US$ 26,488 bilhões. O valor é 161% maior que o visto em igual período de 2006 e já é 41% superior a todo o volume do ano passado. Diante desse desempenho expressivo, o BC refez as contas e passou a apostar que o ano deve terminar com a entrada de US$ 32 bilhões, ante US$ 25 bilhões da previsão anterior. “E não será surpresa se o número for ainda maior”, diz o chefe do Departamento Econômico do BC, Altamir Lopes.
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