Algumas questões relevantes levantadas por Delfim, e que sempre estiveram no pano de fundo das críticas que faço aos cabeças-de-planilha:
“É uma questão óbvia que o avanço do PIB depende: 1) do aumento da quantidade e qualidade dos fatores de produção disponíveis, isto é, do seu capital humano e do seu capital físico; e 2) da forma pela qual eles se combinam, ou seja, de como o capital humano manipula o capital físico para produzir o PIB”.
“(...) O "capital físico" é o trabalho morto, inerte: só adquire vida quando a recebe do "capital humano" que o utiliza, o que significa que sua medida no processo produtivo (mesmo se existisse) não seria independente dessa interação. Em particular, da ação da reduzida (mas importantíssima e indispensável) parte da "força de trabalho" constituída pelos empresários, que os macroeconomistas também teimam em ignorar”.
Continua em Luis Nassif Online

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