Essa semana chegou pelo correio o meu presente de aniversário atrasado: “The Bastiat Collection”. Dois volumes contendo todos os textos desse blogueiro francês do século XIX. Bastiat é um dos meus economistas favoritos. Apesar de, segundo alguns, não ter sido um grande teórico, ele conseguia expressar os princípios econômicos de maneira que: (1) irritava os “pterodoxos” da época, (2) irritavam os políticos da época (é incrivel como políticos sempre estão do lado dos pterodoxos) e (3), talvez o feito mais importante, conseguia explicar para as pessoas leigas, de maneira clara e convincente, os benefícios da liberdade comercial.
Esse post serve para comentar um excelente artigo do Caplan, entitulado “The 4 Boneheaded Biases of Stupid Voters” que descobri através do De Gustibus. O meu viés favorito é, sem dúvida, o viés contra estrangeiros. A idéia de que o comércio internacional pode ser prejuducial é tão idiota que é inacreditavel como existem pessoas que a defendem.
Mas não adianta ficar reclamando. Somente explicando pessoa por pessoa é que podemos mudar esse viés contra estrangeiros. Bastiat entendia que um economista era o sujeito que percebia a tolice desse viés (e dos outros também). Ele nem fazia distinção entre economistas liberais e internvencionistas. Todo economista decente deveria saber que o livre comércio é sempre bom. Portanto, como economistas que somos (ou seremos um dia), precisamos esclarecer para as pessoas o que é e o que não verdade a respeito do comércio internacional.
Continua em Rabiscos Econômicos
Esse post serve para comentar um excelente artigo do Caplan, entitulado “The 4 Boneheaded Biases of Stupid Voters” que descobri através do De Gustibus. O meu viés favorito é, sem dúvida, o viés contra estrangeiros. A idéia de que o comércio internacional pode ser prejuducial é tão idiota que é inacreditavel como existem pessoas que a defendem.
Mas não adianta ficar reclamando. Somente explicando pessoa por pessoa é que podemos mudar esse viés contra estrangeiros. Bastiat entendia que um economista era o sujeito que percebia a tolice desse viés (e dos outros também). Ele nem fazia distinção entre economistas liberais e internvencionistas. Todo economista decente deveria saber que o livre comércio é sempre bom. Portanto, como economistas que somos (ou seremos um dia), precisamos esclarecer para as pessoas o que é e o que não verdade a respeito do comércio internacional.
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