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quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Métodos e Histórias

Não há nada que inspire mais confiança em alguém do que aquilo que é falado com conhecimento de causa. A experiência não é apenas função do tempo em que ingressamos no mercado. A efetividade e envolvimento ao qual nos submetemos nesta lida, representa muito mais do que os anos que se passaram. O meu amigo CHRistian é que gosta destas histórias...

Mas eu quero antes falar de novo sobre as ferramentas. Muitos preferem os gráficos, outros só tomam decisões fundamentadas em números e no histórico das empresas, há quem diga que opera "apenas" baseado na matemática, ainda tem os seguidores de tendência que executam o que mandam seus trading-systems. O importante é encontrar um método que funcione. Pode até ser mais de um, desde que não sejam conflitantes e, de preferência, que não se apliquem simultaneamente. Quem ainda não encontrou seu método opera às cegas, e os que dizem possuir vários (muitos) métodos, talvez não tenha nenhum. É praticamente impossível ser bem sucedido na bolsa lutando contra participantes extremamente bem preparados. Não dá para fazermos de nós mesmos nossos maiores adversários! E o que falar dos grandes players, se nem sabemos quem eles são afinal?

No tempo das boletas manuscritas, os players tinham rostos. Executei muita ordem para o Nagi, Leo Kris, Alfredo Grumser, tanto pela mesa como diretamente no pregão. Ainda tinham os que operavam por outras pontas como Matias Macline, Pedro Conde, os (na época) operadores - depois donos - do Garantia, era uma loucura. Aliás, geralmente eles mandavam ordens por várias instituições ao mesmo tempo, não existia essa de cliente exclusivo. Dois telefones, um em cada ouvido e outro em cima da mesa de olho no que o "maestro" do time orientava a execução das ordens.

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Continua em Seagull Trading

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