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A dica de literatura desta semana trata-se de um clássico para o planejamento financeiro, que foi lido por mais de 1.500.000 leitores nos Estados Unidos e inspirou vários autores de outros livros como Pai Rico, Pai Pobre e A Energia do Dinheiro.
O livro traz parábolas ambientadas na antiga Babilônia (um dos povos mais ricos de toda a história). Na Babilônia, foram desenvolvidos muitos princípios básicos de finanças agora reconhecidos e usados no mundo inteiro.
O livro traz soluções sábias e bem atuais de como podemos evitar a falta de dinheiro.
Vamos mencionar “As cinco leis de ouro”:
1. O ouro vem de bom grado e numa quantidade crescente para todo homem que separa não menos de um décimo de seus ganhos, a fim de criar um fundo para seu futuro e o de sua família;
2. O ouro trabalha diligente e satisfatoriamente para o homem prudente que, possuindo-o, encontra para ele (para o ouro) um emprego lucrativo, multiplicando-o como os flocos de algodão no campo;
3. O ouro busca a proteção do proprietário cauteloso que o investe de acordo com os conselhos de homens mais experimentados em seu manuseio;
4. O ouro foge do homem que o emprega em negócios ou propósitos com que não está familiarizado ou que não contam com a aprovação daqueles que sabem poupá-lo;
5. O ouro escapa ao homem que o força a ganhos impossíveis ou que dá ouvidos aos conselhos enganosos de trapaceiros e fraudadores ou que confia em sua própria inexperiência e desejos românticos na hora de investi-lo.


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