Em dez meses, o Senado já pagou R$ 781,5 mil de salário extra para um seleto grupo de funcionários. A justificativa para o gasto é que esses servidores recebem uma espécie de bônus para que desempenhem atividades específicas para a Casa.
A gratificação é concedida aos que participam de comissões especiais responsáveis por temas diversos, que vão do controle de compras até a organização de eventos, como os 200 anos da chegada de D. João 6º.
A Folha apurou que alguns nomeados recebem a mais, nos seus salários, até R$ 4.000 sobre os valores brutos. A folha de pagamento "paralela" tecnicamente não é computada como salário, o que permite elevar acima do teto definido pela Constituição (de R$ 24.500) os vencimentos de servidores, que ainda acumulam horas extras, computadas depois das 18h30 em dias de sessões deliberativas, além de outras gratificações previstas em lei.
Continua em Touro Louco
A gratificação é concedida aos que participam de comissões especiais responsáveis por temas diversos, que vão do controle de compras até a organização de eventos, como os 200 anos da chegada de D. João 6º.
A Folha apurou que alguns nomeados recebem a mais, nos seus salários, até R$ 4.000 sobre os valores brutos. A folha de pagamento "paralela" tecnicamente não é computada como salário, o que permite elevar acima do teto definido pela Constituição (de R$ 24.500) os vencimentos de servidores, que ainda acumulam horas extras, computadas depois das 18h30 em dias de sessões deliberativas, além de outras gratificações previstas em lei.
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