Plus500

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

O mapa da crise

Bom material de Assis Moreira, correspondente do “Valor” em Genebra, sobre a crise mundial. (clique aqui)

O montante das perdas

Malcolm Knigth, diretor-geral do Banco de Compensações Internacionais (BIS), espécie de BC dos bancos centrais, alertou que a exposição aos créditos hipotecários de alto risco ("subprime") globalmente varia de US$ 250 bilhões a US$ 600 bilhões, muito além do montante até agora revelado pelas principais instituições financeiras.

Falha de regulação.

O Federal Reserve (o banco central americano), principalmente, continuou no centro dos ataques de personagens como o megainvestidor Georges Soros, por ter deixado as instituições financeiras criarem instrumentos que a própria autoridade monetária não compreendia. (...) No médio e longo prazo, a regulação bancária vai endurecer. Um xerife global para as finanças está fora de cogitação. Mas o Brasil, por intermédio de Meirelles, foi o primeiro a defender revisão do Basiléia 2, o acordo que regulamenta as necessidades adicionais de capital próprio de instituições financeiras para suportar futuras perdas.

Como o “subprime” afetou os bancos

Deveremos ter regras mais duras para ativos de securitização. Um ponto de revisão deve envolver linhas de crédito comprometidas e não usadas, no centro da crise atual. Os bancos comprometiam linhas de crédito para garantir emissões de títulos lastreados em receitas como os pagamentos de hipotecas de alto risco. Essas linhas eram utilizadas quando as hipotecas começavam a ter calote e o emissor do bônus não tinha como honrá-lo, de forma que o banco acabou com um crédito podre.

enviada por Luis Nassif

Nenhum comentário: