Na Coluna Econômica de ontem coloquei a versão dos candidatos à aquisição da Brasil Telecom.
Na Argentina, se resolveu rapidamente. No caso brasileiro, não. Hoje em dia a Vivo (na qual a Telefonica tem 50%) possui 32% dos celulares; a TIM outros 30%. A ANATEL (Agência Nacional de Telecomunicações) soltou um documento colocando 28 restrições a uma posição fusão das operações de ambas. O primeiro ponto é que as operações de ambas deveriam ser totalmente independentes.
Vamos, agora, à posição da TIM.
Em meio a essa enxurrada de especulações, a TIM se atém ao que diz a lei. A mudança de controle da Telecom Italia atrasou seis meses porque uma das condições dos bancos italianos e da Telefonica é que fossem resolvidas as questões regulatórias naqueles países onde houvesse posições concorrentes entre empresas controladas -- especialmente no Brasil e na Argentina.Na Argentina, se resolveu rapidamente. No caso brasileiro, não. Hoje em dia a Vivo (na qual a Telefonica tem 50%) possui 32% dos celulares; a TIM outros 30%. A ANATEL (Agência Nacional de Telecomunicações) soltou um documento colocando 28 restrições a uma posição fusão das operações de ambas. O primeiro ponto é que as operações de ambas deveriam ser totalmente independentes.
Recentemente vieram ao Brasil o CEO e o chairman da Telecom Italia. Estiveram na ANATEL, no CADE (Conselho Administrativo de Direito Econômico) e com o presidente da República. E reafirmaram a decisão de manter independentes as operações de ambas as empresas.
O que pode acontecer pela frente, não se sabe. Na telefonia há muito boato, questões regulatórias intrincadas e decisões que precisam ser tomadas rapidamente.
Mas, na visão da TIM, o quadro atual é esse que foi relatado.
enviada por Luis Nassif

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