- Segundo as finanças comportamentais, tendemos a separar nosso patrimônio em partes e, então, tomar decisões de forma individual, isto é, decisões que não fariam sentido se olhássemos o patrimônio como um todo. Este processo de separação de patrimônio em compartimentos mentais diferentes é chamado de contabilidade mental - explica professor de finanças comportamentais da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e autor do livro A Árvore do Dinheiro, Jurandir Sell Macedo.
A contabilidade mental pode ser positiva, como na separação de uma parte do orçamento a cada início do mês para comprar uma casa, formar uma reserva para a aposentadoria, estudo dos filhos ou as próximas férias. Porém, algumas vezes faz com que as pessoas paguem juros altos tomando empréstimos só para não mexer na poupança.
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