Se o governo queria encarecer o crédito, já conseguiu: as taxas de juros voltaram a subir em fevereiro, depois de alta forte em janeiro. Isso é consequência direta do aumento de impostos aplicado no início de janeiro. Subiram o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para os empréstimos às pessoas físicas e a Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) paga pelos bancos.
Esses aumentos viram custo de crédito e foram repassados para o spread bancário – a diferença entre o juro de captação, o que os bancos pegam pelo dinheiro, a taxa de empréstimo. Note-se: o spread voltou a subir em ponto porcentual, enquanto a caía a taxa de captação média dos bancos, para 12,1%.
Mesmo assim, a concessão de empréstimos manteve o forte ritmo de expansão em fevereiro – na casa dos 27% de aumento na comparação inter-anual.
E a taxa de inadimplência caiu. Ou seja, o pessoal tomou mais empréstimo, pagou em dia e pagou um pouco mais caro, por conta de mais impostos.
O governo não esfriou a demanda, mas recolheu mais uns trocados.
Esses aumentos viram custo de crédito e foram repassados para o spread bancário – a diferença entre o juro de captação, o que os bancos pegam pelo dinheiro, a taxa de empréstimo. Note-se: o spread voltou a subir em ponto porcentual, enquanto a caía a taxa de captação média dos bancos, para 12,1%.
Mesmo assim, a concessão de empréstimos manteve o forte ritmo de expansão em fevereiro – na casa dos 27% de aumento na comparação inter-anual.
E a taxa de inadimplência caiu. Ou seja, o pessoal tomou mais empréstimo, pagou em dia e pagou um pouco mais caro, por conta de mais impostos.
O governo não esfriou a demanda, mas recolheu mais uns trocados.

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