
Aparentemente passado o pior momento da crise provocada pelo estouro da chamada Bolha Imobiliária, motivada sobretudo pela grande alavancagem financeira de Cias. de crédito imobiliário norte-americanas com lastro em empréstimos de baixa qualidade, os "Sub-prime", a poeira começa a baixar e os estragos começam a ser contabilizados, na Revista Istoé Dinheiro que vai às bancas esta semana - uma reportagem intitulada: "Trevas no Mercado" dá conta de que os prejuízos ao redor do globo podem ter ultrapassado US$ 300 bilhões. Até que ponto isto é real não se sabe, são estimativas que dificilmente serão concluídas com precisão, mas os números assustam. Assustam pelo impacto da intempestividade, pela rapidez e aceleração dos movimentos e, sobretudo, porque ninguém gosta de perder!
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