“As pessoas que optam por trabalhar um pouco menos e viver de forma mais rica estão simplesmente optando pela inteligência”. A conclusão é do professor Ladislau Dowbor, doutor em ciências econômicas pela Escola Central de Planejamento e Estatística de Varsóvia e professor titular da PUC – São Paulo, e está no capítulo “Consumo inteligente” do livro Desafios do Consumo, lançado pela Editora Vozes.
Dowbor analisa uma série de estudos que têm sido realizados no mundo nos últimos anos e diz: “É bastante evidente que se matar de trabalho para comprar coisas inúteis, e depois trabalhar mais pelo endividamento gerado por essas compras, é de uma racionalidade corporativa perfeitamente compreensível, mas de uma idiotice lamentável do ponto de vista do cidadão, dos resultados que a economia deveria visar, que é a prosaica qualidade de vida das pessoas”.
Qualidade de vida é um tema muito interessante e tem chamado atenção de pesquisadores por boa parte do mundo acadêmico. A razão é simples, ter qualidade de vida é imperativo para passar bem os longos anos que a humanidade conquistou. Caso contrário você estará sacando contra o futuro.
Continua em CBN Blog - Mara Luquet
Dowbor analisa uma série de estudos que têm sido realizados no mundo nos últimos anos e diz: “É bastante evidente que se matar de trabalho para comprar coisas inúteis, e depois trabalhar mais pelo endividamento gerado por essas compras, é de uma racionalidade corporativa perfeitamente compreensível, mas de uma idiotice lamentável do ponto de vista do cidadão, dos resultados que a economia deveria visar, que é a prosaica qualidade de vida das pessoas”.
Qualidade de vida é um tema muito interessante e tem chamado atenção de pesquisadores por boa parte do mundo acadêmico. A razão é simples, ter qualidade de vida é imperativo para passar bem os longos anos que a humanidade conquistou. Caso contrário você estará sacando contra o futuro.
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