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terça-feira, 9 de outubro de 2007

As taxas de retorno dos bons negócios e as bolsas de valores

Nesta época de histeria ambiental, quando tudo é causado pelo “efeito estufa”, parece que as Bolsas de Valores também já entraram na onda e se acostumaram com tudo que está acontecendo: estamos bem ou estamos mal, não interessa, o que interessa é que continua subindo, procurando descobrir o “ciclo vital”.

A turma viu que as malas, as cuecas e os bolsos dos políticos estão super estufados sem nenhum risco, que a prosperidade só provoca o caos aéreo dos tupiniquins e daí concluiu que nada vai afetar os recordes diários de pontos e de lucros.

Interprete-se como trocadilho, ou não, o dicionário Houaiss, ao explicar o uso do termo “estufar” até cita: “ (...) com tantos papéis, a bolsa estufou”. E dizemos nós, nesta época de Bolsas em alta: até os lucros de atividades agropecuárias estufaram demais conseguindo índice P/L=1,5. Esse é o significado da rentabilidade de 60% ao ano, ou seja, no período de um ano e meio acontece o retorno do investimento!

Que nos desculpem os internautas que não convivem com as manhas das Bolsas de Valores, mas é que esses conceitos relativos aos dados fundamentalistas dos balanços das Empresas interessam muito aos investidores. Mesmo para aqueles macacos velhos que já estão saindo da euforia para dar espaço para os que só agora ouviram falar em ações e Bolsas de Valores.

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Continua em Sua Grana

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