Está em início de gestação na Secretaria do Tesouro Nacional uma medida que tem potencial para revolucionar a forma como o pequeno investidor brasileiro cuida de suas economias: a venda de títulos do Tesouro em casas lotéricas e por meio do Banco Postal.
Para viabilizar a venda ao público varejista, os técnicos do Tesouro estudam a formatação de um produto mais simples do que hoje é ofertado na internet por meio do Tesouro Direto. A idéia é ter um título prefixado, sem cupom e com prazo de vencimento de um ano e meio. O objetivo é facilitar o entendimento do produto pelo pequeno investidor e aumentar o alcance do Tesouro a esse grande público.
A venda de títulos pela internet, que hoje é feita pelo site www.tesourodireto.gov.br, tem crescido, mas o Tesouro ainda se ressente da falta do conhecimento do produto pelo grande público. Dados mostram que o pequeno investidor, em setembro de 2007, continuou a aparecer no sistema e houve um elevado volume de vendas por faixa de aplicação até R$ 5 mil, cuja participação concentrou 66,0% das aplicações no mês. Mas, ainda assim, as vendas de títulos via Tesouro Direto representam uma parte ínfima da dívida pública, de cerca de 0,1%. O potencial de crescimento é, portanto, grande.
O principal entrave para que o brasileiro tenha acesso ao produto Tesouro Direto são os canais de distribuição. As redes de bancos varejistas não têm interesse que seus clientes conheçam o produto. Para eles, este é um forte concorrente aos seus fundos de investimento em renda fixa, CDB e outros produtos, como a caderneta de poupança e os títulos de capitalização.
Continua em CBN Blog -Mara Luquet
Para viabilizar a venda ao público varejista, os técnicos do Tesouro estudam a formatação de um produto mais simples do que hoje é ofertado na internet por meio do Tesouro Direto. A idéia é ter um título prefixado, sem cupom e com prazo de vencimento de um ano e meio. O objetivo é facilitar o entendimento do produto pelo pequeno investidor e aumentar o alcance do Tesouro a esse grande público.
A venda de títulos pela internet, que hoje é feita pelo site www.tesourodireto.gov.br, tem crescido, mas o Tesouro ainda se ressente da falta do conhecimento do produto pelo grande público. Dados mostram que o pequeno investidor, em setembro de 2007, continuou a aparecer no sistema e houve um elevado volume de vendas por faixa de aplicação até R$ 5 mil, cuja participação concentrou 66,0% das aplicações no mês. Mas, ainda assim, as vendas de títulos via Tesouro Direto representam uma parte ínfima da dívida pública, de cerca de 0,1%. O potencial de crescimento é, portanto, grande.
O principal entrave para que o brasileiro tenha acesso ao produto Tesouro Direto são os canais de distribuição. As redes de bancos varejistas não têm interesse que seus clientes conheçam o produto. Para eles, este é um forte concorrente aos seus fundos de investimento em renda fixa, CDB e outros produtos, como a caderneta de poupança e os títulos de capitalização.
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