Agora há pouco, eu estava almoçando em um restaurante e, quando olhei pra cima, ali no teto, uma câmera me filmava: sorria! Foi a primeira vez que eu me senti prisioneiro da modernidade. Pôxa, almoçando, se fosse entrando em um banco, tudo bem, mas almoçando! Na mesma hora eu pensei, um cara que coloque um restaurante de bambu e sapê lá no meio de uma ilha virgem, vai faturar! Sem câmera, claro!
Deixa pra lá. Nesse post, é o que está lá no título o que eu vou fazer, já que economeditar é uma das poucas coisas livres ainda, eu vou sair de Wall Street como numa máquina do tempo e vou cair lá na casa de Adam Smith, em 1776. Pra começar estou em Wall Street ainda, ou em qualquer Bolsa de Valores do mundo, quem é que não gostaria de saber como se determina o preço de uma ação, até eu! As histórias são muitas, todo mundo tem uma fórmula, ou um conjunto de mecanismos, sistemas, para se chegar a isso. Alexander Elder, em seu famoso livro “Trading for a Living”, observa que o mercado vive de criar gurus, já foi Edson Gould, Granville, Elliot, Prechter(que ressuscitou as Ondas de Elliot), Bernstein, Steidlmayer(do market profile), Gann, e muitos outros. Todo mundo tem a solução, mas a solução é coisa séria, significa entender o que é o preço de um ativo. Quem sabe isso?
Continua em Economeditando
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