Plus500

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Caridade com dinheiro alheio termina no fim do mês

Por anos o PSDB e, mais recentemente, o PT, adotaram uma postura muito típica da filantropia política: praticar atos de caridade com o dinheiro de todos, menos o próprio. Porém, ontem, um capítulo dessa história parece ter chegado ao fim com o cancelamento da até então 'provisória-permanente' CPMF.

A choradeira de que a continuação da caridade está ameaçada já se faz presente. A solução é muito simples: os descontentes podem endereçar ao fim de cada mês os 0,38% sobre sua movimentação bancária ao Planalto, solicitando que o Governo faça o uso que julgar adequado para tal recurso.

Essa noção de 'Estado de bem-social' é um conceito tão antiquado quanto ineficaz. Retirar recursos de quem os mereceu para sustentar uma imensa massa de 'caridades' não só não promove igualdade, como alimenta uma ampla gama de distorções, além de desestimular o desenvolvimento dos que das 'caridades' se beneficiam. Ainda mais quando não se exige nenhuma contrapartida produtiva dos que recebem, que é exatamente o que o governo atual promove em muitos de seus 'programas sociais'.

Leia mais em Cinco Pesos de Dois Quilos

Nenhum comentário: