Tem um ótimo artigo de Ilan Goldfajn, em O Globo de hoje, página 5, mostrando a importância da educação para o crescimento do país. Mão de obra qualificada é mais produtiva e, assim, eleva a capacidade de expansão do produto nacional. Dá para medir isso.
E agora, na primeira página deste G1, a triste notícia de que alunos brasileiros ficaram, de novo, com os piores lugares na provas do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), elaborado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e divulgado a cada três anos.
É aquela história que já comentamos aqui: se compararmos a educação brasileira de hoje com a educação brasileira de alguns anos atrás, a situação melhorou. Mas melhorou burocraticamente, a cada ano avança um pouco, como se fosse por inércia.
Comparando-se o Brasil com outros países, os alunos brasileiros vão mal. E, pior, não melhoram suas posições relativas. Ou seja, as políticas educacionais no Brasil não fazem diferença, não dão saltos.
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