
Este problema da volta da inflação, desequilíbrio nas contas externas, causando desaceleração no crescimento (ué, e o PAC?) estão mexendo com a cabeça dos economistas no governo, ainda viúvos da CPMF, que não ajustaram os gastos públicos na medida da perda da receita.A campanha eleitoral já está nas ruas, e o Serra aparece liderando as pesquisas. Como a Dilma parece não emplacar, o fantasma do tercerio mandato anda pairando pelo ar. Tudo escamoteadamente, sem a presença direta do presidente, que atua pelos partidos menores da base aliada, e continua mantendo sua pose de estadista. Seus holofotes agora estão para a Rodada de Doha, já que o embargo da carne brasileira foi suspenso, a briga será contra os subsídios agrícolas - para dar mais condições de competir no mercado de grãos.
Mas as commodities também arrefeceram. Com o problema, ou não da Nigéria, a escalada do preço do óleo deu uma trégua. Com isso a Petro tem prazo para definir sua situação nos blocos de exploração e a Vale, de compradora da Xstrata (depois das dificuldades com o níquel da Inco) agora volta a cogitar desfazer-se de sua participação na Usiminas.
Após o rompimento dos topos, a Petro caminha para o reteste do mesmo como suporte, e a nossa mineradora já passou direto para baixo. Esperar um outro bom ponto de recompra ou ainda há tempo para apropriar o lucro desta pernada de fartura?
Cada um sabe bem o que faz! ^v^
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