1 - O grupo da Odebrecht, que foi quem fez o estudo inicial com Furnas, aparece firme e forte, junto com Andrade Gutierrez. Nesse mesmo pool, 20% são fundos de investimento. Furnas é a maior acionista sozinha, com 39%.
2 - A Camargo Correa, outra construtora interessada, que vinha fazendo enorme pressão até agora, equivale a apenas 0,9% do grupo que integra. Ela vai entrar no leilão junto com a Chesf, que tem 49%.
3 - Eletronorte vai disputar sozinha. Algo muito estranho, aliás. De todas as empresas do sistema elétrico, ela é a que dá mais prejuízo. Na outra ponta, está o grupo da Alusa, que entra sem nenhuma empresa pública. Ambos, a princípio, já parecem ter poucas chances.
4 - A Suez entra com 51%; junto, apenas, com a Eletrosul.
Com o governo tendo decidido participar do leilão com suas empresas, fica difícil imaginar que algum grupo possa ganhar a construção da usina sem a participação grande de uma estatal. Eletrosul está entrando com 39%, Furnas também com 39% e Chesf com 49%. Só se espera que isso não faça com que o preço final aumente, como sempre aconteceu na história das grandes construções.

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