O dia amanheceu bem, subindo na Ásia e subindo na Europa apesar de um enorme rombo de U$ 7 bi no banco francês Societe Generale.
Houve algumas notícias boas inesperadas. Por exemplo: a confiança do empresário da Alemanha (foram sete mil empresários ouvidos) está na maior alta em dois anos. Isso atenua o medo de que a recessão americana chegue em outros países. Os dados da China também animaram. O país cresceu ao ritmo de 11% no último trimestre do ano. É bem verdade que a inflação está em 6,5%, o dobro da meta. E este ponto é preocupante.
Mas o que melhorou mesmo o ânimo foi o pacote de socorro financeiro de US$ 15 bilhões as seguradoras. Essa área do seguro era considerada a nova e assustadora frente de prejuízos, rombos e quebras. Nos jornais americanos, como o Wall Street Journal, já se discute até que ponto os juros americanos podem ganhar com segurança? Esse é o dilema de sempre: cair muito os juros pode ser o melhor caminho para alimentar a inflação.

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