segunda-feira, 31 de março de 2008

Telemarota


E suas projeções de expansões no gráfico de 60 min (LOG) .
Ao lado... um zoom para melhor visualização do candle na tentativa de rompimento da resistência...
Suportes intra na região dos 46,08 e 44,70 ...
Abcs


Daytrade em opções - trading system




As opções do jogo chegaram próximas aos seus objetivos intradiários. PETRD80 já abriu "comprada" em GAP após romper a LTB com o cruzamento das médias. Resistência imediata em R$1,10 sugere realização do trade para reavaliação da continuação ou inversão da tendência.A VALED52, também confirmou a compra na abertura e já indicou o ponto de realização. Nova entrada, nesta situação, apenas com o rompimento de R$1,25. Por enquanto ainda não definiu o próximo movimento.Continuamos acompanhando! Abs ^v^

Enquetes

A Vale do Rio Doce venceu a nossa última enquête. Metade dos que votaram acham que o setor será o melhor investimento de 2008. Continuo com minha visão de que os bancos serão os grandes ganhadores do ano, mas a Vale é sem dúvida um investimento interessante. Quando analisamos a Bovespa, dentro do universo das Blue Chips, temos basicamente quatro setores: petróleo, mineração, siderurgia e bancos, este último por ser o mais ligado ao mercado interno é o que tem a minha preferência. Dos outros a Vale, por estar fortemente ligada ao desenvolvimento dos paises emergentes (China e Índia) é a minha segunda opção.
Minha carteira de ações hoje é composta basicamente de bancos (Itaú, Bradesco) e Vale do Rio Doce, na proporção 65%/35% respectivamente, e esse montante em ações representa 40% do meu portfolio atual, de janeiro para cá venho aumentando aos poucos esta parcela, estou quase nos 50% em ações, que considero um portfolio moderado.Vote na nova enquete! Qual o principal gargalo da economia brasileira?

Dreams come true (parte 3)

A) NAFTACom o crescimento acelerado, o Brasil poderia participar, ou melhor ainda, ser convidado a participar da NAFTA (North Atlantic Free Trade Association) composta por Canadá, Estados Unidos e México. Com o ingresso do Brasil, a organização seria renomeada simplesmente de Atlantic Free Trade Association. Os países sócios podem exportar/importar bens e serviços livremente sem cobrança de tarifas, impostos ou outros ônus. O livre comércio entre si criaria mais progresso e prosperidade para os associados, e inveja para os excluídos. No exemplo da European Union, os excluídos têm que trabalhar bastante para reformar suas economias para atingir os requisitos do clube. Quanto mais sócios o clube tiver, mais aspirantes procuram se admitidos. O ciclo virtuoso cria mais progresso e prosperidade para todo mundo - “The wealth of nations”, visionado por Adam Smith.
B) G - 7Os chefes dos sete países (Estados Unidos, Reino Unido, Itália, Canadá, Japão, França e Alemanha) mais ricos encontram-se anualmente para discutir o destino do mundo. A Rússia é convidada como observadora (G - 8). A China ainda não foi convidada. Nenhum país da América Latina ou do continente africano é representado. Os temas de discussão variam: recessão, taxas de juro, protecionismo do comércio e tarifas, Iraque, Tibet, ou qualquer assunto do momento.O Brasil está na lista de espera. Após o investment grade, OPEC ou não, sonhamos que um dia o Brasil passará a integrar o grupo.
C) Real com moeda mundialPor quê não? Do jeito que o real se valorizou contra as moedas do mundo. Por enquanto o mundo dos investimentos procura o real para ganhar taxa de juro. Sonhamos que logo o real se torne a moeda universal. Não precisaríamos mais converter real para dólar para as viagens. Comprar passagens aéreas internacionais com real; fazer “cruzeiros” * pagando em real ao invés de dólar; tomar caipirinha de cachaça a bordo do navio e assinar a nota de consumo em real; em vez de comprar dólar, carregaríamos real no bolso para gastar nas viagens. Os países da OPEC aceitariam real para pagamento do petróleo (já que o Irã não aceita dólar). As construtoras de Miami venderiam as casas em reais (já que não conseguiram vender as casas em dólar).A imaginação não tem limites! Desejamos um bom sonho a todos.

Realidade e ficção comunista

Aos poucos os "devaneios" elaborados nesse espaço ganham ares de realidade, muito embora ainda soem como ficção.
Já foi discutido aqui que a orientação das políticas econômicas atuais são nitidamente influenciadas pelos ensinamentos do planejamento central do comunismo soviético. E essa ações estão, aos poucos, acabando com a idéia de um livre mercado que remunera o bom investimento e pune ações estúpidas.
Não canso de repetir que um dos grandes responsáveis pela crise atual são os bancos centrais, em especial o Federal Reserve americano. No caso do FED, foram diretamente responsáveis por manter as taxas de juros artificialmente baixas por um período longo e também por terem, na figura do ex-presidente do FED, Allan Greenspam, recomendado a realização de hipotecas reajustáveis, pouco antes de iniciarem um processo de elevação nas taxas de juros.
Porém, o que se tem visto desde que a "crise contida" se conteve a praticamente todo o sistema de crédito, é que os burocratas se eximem da culpa, como se não tivessem nada a ver com os acontecimentos recentes. Além disso, estão convenientemente tratando de ganhar mais controle e poder.
Foi com esse sentido em mente que o secretário do Tesouro americano, Henry Paulson, ex-manda chuva do banco Goldman Sachs, anunciou a intenção de dar ao Federal Reserve mais poder.O plano por ele anunciado hoje, dispõe, dentre outras diretrizes, tornar o banco central americano em uma espécie de dono do campo e também da bola: sem autorização, ninguém vai jogar.
Basicamente o que Paulson está solicitando é que o governo conceda ao FED poderes para examinar os aspectos financeiros de QUALQUER INSTITUIÇÃO, não apenas dos bancos, bem como também obter meios para quebrar sigilos e tomar ações corretivas, quando julgar necessário.
Stalin não faria melhor.
Particularmente, sigo insistindo com os próximos "devaneios": ainda veremos um banco central global único, com uma moeda mundial única. A minha única dúvida é sob que tipo de governo esses acontecimentos se tornarão menos ficcionais.

Um cenário de cuidado com a inflação

Uma hora tinha de acontecer. Desde 2003 a economia mundial cresce de modo acelerado, com forte aumento global do consumo. A produção, claro, também aumentou por toda parte, mas parece que o consumo anda mais depressa. Em resumo, depois de anos de crescimento sem inflação, parece que agora a velha senhora se apresenta quase em toda parte.
A começar pela China. Tradicional exportadora de produtores baratos, a China agora passa por uma inflação que alcança mais de 8% a ano, inflação de demanda. Os salários estão subindo, seguindo a lógica: começa com uuma economia exportadora, aa base de mão de obra muito barata. A produção para exportação gera riqueza interna, mercado local e novos consumidores, seguindo-se logo a elevação dos salários. Igualzinho aconteceu no Japão e na Coréia do Sul.
Por outro lado, preços de comodities, matérias primas em geral e, muito especialmente, alimentos estivarem em alta forte no atacado, dado o aumento do consumo. Mas agora esses preços estão chegando ao varejo. Há uma inflação mundial de alimentos.
A boa notícia é que os bancos centrais aprenderam a combater a inflação.
Considere o caso do Brasil - estamos discutindo uma alta de inflação de alguns poucos pontos depois da vírgula.
De todo modo, tem um custo - o Brasil vai crescer menos para poder continuar crescendo sem inflação. O mundo também.

Investmaniacos

Em períodos de grande volatilidade e nervosismo, devemos olhar para gráficos com períodos maiores, como os semanais. Nestes gráficos, cada candle representa a oscilação dos pregões de toda a semana. Desta maneira, podemos visualizar as tendências de longo prazo.

O gráfico semanal acima mostra o comportamento do Ibovespa desde Outubro de 2003.

Temos no gráfico duas linhas de tendência de alta: a primeira com um ângulo de aproximadamente 65º (iniciada em Outubro de 2006) e a segunda com um ângulo próximo a 45º. Estas são linhas de suporte de longo prazo. Elas claramente mostram a forte alta apresentada pelo Ibovespa desde o final de 2003.

O suporte inicial está na faixa dos 55.000 pontos (primeira linha) e o segundo na faixa dos 45.000 ( segunda linha).

Olhando para as últimas semanas, visualizamos o Ibovespa em congestão, passando por uma acumulação. As oscilações de preços estão entre os 66.000 pontos (resistência recente do índice) e os 56.000 pontos (suporte).

Se juntarmos a resistência dos 66.000 e a primeira linha suporte , observamos um triângulo de alta. Isso reforça o que falamos anteriormente: o Ibovespa pode estar ganhando força para uma alta mais expressiva.

Para as próximas semanas acreditamos na continuidade desta acumulação, com os preços oscilando nos níveis citados acima. Isso é saudável para o Ibovespa porque, segundo a análise gráfica, quanto maior o período de acumulação, maior será o período de alta após ultrapassar a resistência.

Veremos


Ibovespa no longo prazo, o que esperar ????


Em períodos de grande volatilidade e nervosismo, devemos olhar para gráficos com períodos maiores, como os semanais. Nestes gráficos, cada candle representa a oscilação dos pregões de toda a semana. Desta maneira, podemos visualizar as tendências de longo prazo.

O gráfico semanal acima mostra o comportamento do Ibovespa desde Outubro de 2003.

Temos no gráfico duas linhas de tendência de alta: a primeira com um ângulo de aproximadamente 65º (iniciada em Outubro de 2006) e a segunda com um ângulo próximo a 45º. Estas são linhas de suporte de longo prazo. Elas claramente mostram a forte alta apresentada pelo Ibovespa desde o final de 2003.

O suporte inicial está na faixa dos 55.000 pontos (primeira linha) e o segundo na faixa dos 45.000 ( segunda linha).

Olhando para as últimas semanas, visualizamos o Ibovespa em congestão, passando por uma acumulação. As oscilações de preços estão entre os 66.000 pontos (resistência recente do índice) e os 56.000 pontos (suporte).

Se juntarmos a resistência dos 66.000 e a primeira linha suporte , observamos um triângulo de alta. Isso reforça o que falamos anteriormente: o Ibovespa pode estar ganhando força para uma alta mais expressiva.

Para as próximas semanas acreditamos na continuidade desta acumulação, com os preços oscilando nos níveis citados acima. Isso é saudável para o Ibovespa porque, segundo a análise gráfica, quanto maior o período de acumulação, maior será o período de alta após ultrapassar a resistência.

Veremos


Dow Jones, ainda no canal de baixa


Assim como fizemos para o Ibovespa, vamos olhar para o gráfico semanal do Dow Jones.

Podemos visualizar nele a linha de tendência de alta, iniciada em Outubro de 2003.

Nas últimas quedas, o suporte em 11.650 pontos está praticamente sobre reta de suporte de alta. Isso mostra que a tendência de longo prazo (tendência primária) está mantida.

Nas últimas semanas o Dow está oscilando dentro do canal de baixa. Aparentemente achou fundo dos 11.650.

A grande resistência está na faixa dos 12.800 pontos. Passando este nível, poderemos ter uma efetiva melhora do Índice, o que pode levar a bolsa brasileira a uma nova máxima histórica.

Por hora na visualizamos uma reversão da tendência de baixa, mas o gráfico mostra que nem tudo está perdido. Ainda há uma luz no fim do túnel. Será????

Veremos...

Investmaniacos (por e-mail)

CESP6 - gap de exaustão


Passou direto pelo meu stop, pois abriu em GAP e não houve negociação nessa faixa de preço.Pode ser um possível GAP de Exaustão do movimento de queda.Agora é aguardar, não tem jeito !


LREN3 dando entrada

Rompeu a máxima de 6ª feira.

Longwave

efeito CSI

Segundo um relatório do Case-Shiller, sobre preço de imóvel, os valores em Las Vegas e Miami declinaram 19,3%. Coincidência? Ambas cidades possuem a "franquia" do CSI. O preço nas três cidades onde passa esta série cairam em 14,8% em 12 meses, comparado com uma redução de 8,7% de outras 17 cidades. Fazendo uma regressão com uma variável binária para CSI tem-se um p-value de 15,1%. Fonte: Aqui

Avaliação de empresas

Triple Screen (estratégia para operações)


Resolvi postar hoje uma coisa importante que muitas pessoas não tem….E se não tiverem uma, não serão bem sucedidas no mercado de ações.Não precisa ser o TRIPLE SCREEN, eu não utilizo mais, porém foi de bastante importância quando resolvi aplicar em ações.
O TRIPLE SCREEN consiste em analisar os gráficos em várias escalas temporais,sendo um para cinco.Ex:semanal e diário, vinte cinco minutos e cinco minutos.Aqui no exemplo vou utilizar semanal e diário.
TELA 1:MACD (semanal).Aqui nos dá a informação se deveremos ficar compra, vendidos ou de fora.Cada tick para cima ou para baixo no MACD nos da a informação se deveremos comprar ou vender.(para cima compra e para baixo venda)
TELA 2:ESTOCASTICO diário.Se na tela um temos uma informação de compra passamos para tela dois para olhar o estocastico.Quando o estocastico está sobre vendido e sua linha cruza a media móvel para cima indica compra.
TELA3.Entrada apenas olhando os preços.Comprar na máxima do dia anterior.Com stop na mínima desse dia, ou do dia anterior a compra.
Existe alguma diferença da técnica inicial desenvolvida por Alexander Elder.mas estou colocando da maneira que eu utilizava.
Exemplo:LREN3 MACD indicou compra(o TICK mais recente está mais alto que o anterior)estocastico diário está na area de sobrevendido e cruzou para cima.Esse papel vai dar compra se segunda-feira ela ultrapassar os $32,24(máxima de sexta).Compra em 32,24 com stop em $30,77(mínima de sexta-feira)
Preocupação não é doença, mas sinal de saúde.Quem não está preocupado, não está arriscando o bastante.MAX GUNTHER

domingo, 30 de março de 2008

New Century é a Enron da KPMG?

"Mensagens de e-mails descobertas pela investigação mostrou que alguns auditores da KPMG levantaram bandeiras vermelhas sobre as práticas contábeis da New Century, mas que os sócios da KPMG rejeitaram tais preocupações com medo de perder o cliente." New York Times

Petrobras 28/03/2008


Petrobrás está cobrindo um gap, sem ter saído da tendência de baixa. Ponto positivo foi a recuperação do fan. O suporte de R$ 72,50 foi testado na sexta-feira e mantido. A retomada da alta depende da superação da resistência dos R$ 76,00; No médio e longo prazo a tendência é neutra, seguindo numa congestão que pode durar alguns meses.

Banestes BEES3 - Governo do Estado confirma proposta do Banco do Brasil

A edição de hoje do Jornal A Gazeta, um dos maiores aqui do ES, apresentou uma manchete na primeira página em que o Governo do Estado, controlador do BANESTES, admitiu que o Banco do Brasil pretende comprar o nosso banco.
Aparentemente, uma notícia que poderia trazer grande impacto aos papéis da empresa. Mas alguns pontos desta notícia merecem reflexão:
A declaração do Governo do Estado se deu em meio à solenidade do lançamento do cartão de crédito próprio do BANESTES, o Banescard. Era, portanto, um momento de analtecimento dos feitos do banco, e conseqüentemente, do próprio Paulo Hartung;
A declaração dele, de acordo com o jornal, foi que o "Banco do Brasil, todo dia, bate à nossa porta querendo comprar o banco (Banestes) por causa do bom desempenho". Em nenhum momento o governador afirmou que pretende vender o banco. E a afirmação ainda dá margem para entender que estes contatos são antigos. Ainda de acordo com a matéria, o governador foi procurado, mas não quis se pronunciar sobre a oferta;
O Banco possui uma comissão para estudar uma nova oferta de ações do banco. Atualmente o Governo detém 92% das ações. A oferta só foi suspensa em função do momento de grande instabilidade nas bolsas de todo o mundo.
Diante de tudo isto, não acredito que a venda do BANESTES esteja próxima de acontecer. Mesmo assim, é provável que na segunda feira as ações do BANESTES tenham uma forte variação em função destas discussões. Afinal, quando houve a proposta de aquisição do BESC, as ações do banco foram fortemente afetadas. Agora que a especulação é com o próprio banco, o impacto deve ser igualmente forte, mas sem muito fundamento.
Independente destas especulações, acredito que o papel seja interessante para acumulação, como já falei em post anterior. Seu P/L é muito baixo (7,9 - de acordo com o Lafis) e o banco vem melhorando seus resultados ano após ano.
Obs: Um agradecimento ao amigo Agson, que foi quem me avisou sobre a matéria publicada no jornal.

sábado, 29 de março de 2008

Análise semanal 29/03

Fechamento semanal das principais bolsas no mundo:

Ibov
2,48%
DAX
3,80%
Dow Jones
-1,17%
FTSE
3,60%
S&P500
-1,07%
Nikkei
2,71%
Nasdaq
0,14%
Shangai
-5,70%


Olhando a tabela acima é fácil de enteder porque o rumo dos mercados financeiros mundiais está indefinido. Os investidores pelo jeito, ainda não chegaram a um consenso sobre a gravidade e a extensão da crise americana.
E os indicadores nos EUA, durante a semana, não nos ajudaram muito. Acompanhe as notícias positivas e negativas da economia americana:

Positivas:

- Revende de casas nos EUA sobe 2,9% em Fevereiro
- Volume do pedido de hipotecas nos EUA cresceu 48,1% na semana passada
- Gasto do consumidor sobe 0,1% em Fevereiro; rendimento cresce 0,5%
- Núcleo do PCE sobe 0,1%, fica dentro das expectativas, e deixa a impressão de a inflação "ainda" estar sob controle
- Pedidos de seguro-desemprego recuaram em 9 mil na semana passada
Negativas:

- Preços de casas nos EUA continua caindo, segundo a Standard & Poor’s
- Vendas de casas novas recuam 1,8% em Fevereiro
- Encomenda de bens duráveis caem 1,7% em Fevereiro
- O PIB do última trimestre de 2007 ficou em apenas 0,6%
- Índice de confiança do americano é o pior dos últimos 16 anos.

E você… consegue concluir algo ? É possível através destes indicadores fazer alguma previsão ou ter algum indício do que nos espera nos próximos meses ?
Comente, quero saber sua opinião.
mais em CHR Investor

Sobre o cofre de porquinho

Tudo começou apenas como uma tradição. Para os povos antigos, ter alguns porcos no quintal era uma forma de "poupança". Comiam apenas os restos da comida da casa, viviam bastante e, em épocas de aperto, poderiam ser vendidos ou até mesmo servi-los a mesa. Uma família que possuísse alguns porcos em seu quintal era uma família precavida. Quando o uso de dinheiro começou a ficar mais forte, as famílias perceberam que poderiam, ao invés de guardar o porquinho, vendê-lo e guardar o dinheiro. Na época, era comum as pessoas guardarem seus pertences pessoais em potes de cerâmica. Foi quando, então, surgiram os primeiros potes de cerâmica em formato de porquinho (piggy banks), que serviam para guardar dinheiro.Hoje em dia, o cofre de porquinho é bastante utilizado principalmente na educação financeira de crianças. As crianças aprendem conceitos básicos como poupar e dar valor ao dinheiro, ou até mesmo coisas mais elaboradas, como estratégias para consumo no longo prazo.O uso dos porquinhos em formato de cofre ficou tão popular, que hoje é possível até ver por aí letras de música e casos de polícia envolvendo a figura. Confiram este porquinho com design ultra-moderno, por exemplo, que permite que você direcione suas poupanças para doações, investimentos, ou outras coisas.Mas há quem critique esta cultura de reter o dinheiro em porquinhos, para estourá-lo e gastar tudo no final. O Banco Central do Brasil fez uma pesquisa no ano passado e descobriu que, em todas as classes sociais, há o costume de se guardar moedas em casa usando-se cofrinhos ou similares. Ou seja, tanto pobres quanto ricos são fãs de um porquinho. Porém, o problema é que, atualmente, cerca de metade das moedas em circulação no país não estão sendo efetivamente usadas. São seis bilhões de moedas que foram colocadas em cofrinhos – ou estão esquecidas em cantos da casa, em bolsas ou porta-níqueis. Para o país, isso é um tremendo prejuízo. Isso porque dinheiro custa dinheiro. Ao fazer uma moeda de um real, por exemplo, gastam-se 26 centavos. E quando não há moedas suficientes em circulação, é preciso produzir mais, gastando-se dinheiro. Sem falar que a escassez de moedas dificulta o troco, gerando problemas para o comércio.Por isso, se você tem filhos maiores de 10 anos, o indicado é que ensine-os a começar a mexer com contas poupança, de bancos de verdade. Ou caso decida ter um porquinho em casa, não exagere no tamanho dele, ok?

sexta-feira, 28 de março de 2008

Bovespa + BM&F = Nova Bolsa

Nova Bolsa é o nome provisório para a união, anunciada esta semana, da Bovespa Holding com a Bolsa de Mercados e Futuros. A negociação havia começado no dia 19 de fevereiro.
Ela será, com isso, a terceira maior bolsa de valores do mundo, a segunda das Américas e a maior da América Latina, em valor de mercado.
O que muda pra você?
Se você participou das IPOs da Bovespa Holding ou da BM&F e mantém em sua carteira ações dessas empresas, não precisa se preocupar. Você receberá uma ação da Nova Bolsa para cada ação que detêm hoje.
Como o valor de mercado da Bovespa é superior ao da BM&F, os acionistas da bolsa paulista receberão um adicional em dinheiro de 1,24 bilhão de reais.
Porém, um comitê de transição só estará em pleno funcionamento lá pelo final de 2008. Depois disso, há um prazo de dois meses para a indicação do novo presidente do conselho de administração e do novo diretor-geral da Nova Bolsa. Até 2010 todas essas mudanças devem representar uma economia de 25% em custos operacionais.

Teoria do caos no seu dia-a-ia

Li esses dias no portal do Estadão: “Pequenos obstáculos provocam grandes lentidões em vias de SP - Ônibus fora de corredores e falta de manutenção de semáforos são principais problemas, dizem especialistas.”
De certa forma o jornalista obteve uma epifania ao detectar a presença de um princípio básico da Teoria do Caos: a sensibilidade às condições iniciais, conhecido como SCI. Os problemas de congestionamento, tão freqüentes em São Paulo derivam de causas múltiplas, porém é interessante observar que mesmo sem se aprofundar no assunto, a reportagem cita, intuitivamente, que a presença de pequenas causas iniciais podem ocasionar grande modificações futuras, o trânsito é um ótimo exemplo. Há outros como as mudanças climáticas e até uma torneira gotejando.
Leis simples podem ocasionar comportamentos muito complexos, como uma vez citou Benjamin Franklin: ” As pequenas causas têm, às vezes, grandes efeitos: a falta de um prego perdeu a ferradura, a falta da ferradura perdeu a montaria, a falta da montaria perdeu o cavaleiro…”
Por trás dos mercados existem um grande composição, leis simples e complexas coexistindo em diferentes proporções com passar do tempo, o grande desafio é detectar as proporções e qual o regime simples de leis está vigente, dessa forma é possível amparar as operações em um método estatisticamente confiável.

Questão chave: consumidor americano vai ao shopping


Ha duas ameaças rondando a economia americana e, pois, mundial.
A primeira tem a ver com a extensão da crise financeira e bancária, ou seja, com a saúde dos bancos e o funcionamento, hoje travado, do sistema de crédito.
A segunda tem a ver com a economia real, digamos assim. Já se sabe que há uma descaleração forte da atividade econômica, talvez uma recessão. Não se sabe ainda o tamanho e a duração desse quadro.
Mas a variável chave é o comportamento do consumidor americano: continuará indo às compras ou se retrairá? Anote: o consumo move quase 70% de uma economia que equivale a 22% da PIB mundial. Grosso modo, portanto, pode-se dizer que, indo ao shopping, o consumidor americano movimenta algo como 15% da economia mundial. É coisa.
O consumo depende de dinheiro no bolso e expectativa em relação ao desempenho da economia geral. Se o cara perde o emprego ou acha que seu emprego está ameaçado pela recessão, faz economia e consume menos. Se a inflação aumenta, ele perde renda e gasta menos.
Por isso, são tão importantes os dados sobre renda pessoal, consumo e inflação do consumidor nos EUA. E esses dados vieram bons hoje, conforme você vê na notícia publicada ao meio dia, “Apesar de dados positivos nos EUA, Bovespa tem dia instável “.

Ibovespa 27/03/2008


A alta no Ibovespa perdeu força e ameaça entrar num processo corretivo. Há uma dificuldade em superar a LTB e a queda no volume negociado indica o momento de indefinição. Assim, a tendência é de início de uma acumulação, com o mercado ganhado forças para poder retormar posteriormente a alta. Os suportes estão nos 59.500 e 58.000 pontos.

Daytrade com opções

Selecione as opções com maior liquidez em Vale e Petro. Geralmente elas ficam com o prêmio na faixa entre 0,90 e 1,30...Este é apenas um exemplo de como a técnica pode ser utilizada para fazer daytrade, mas recomendo aos que ainda não estão familiarizados com o mercado de derivativos que simulem bastante as operações antes de arriscar seu dinheiro de verdade. O chamado "paper trading".Enquanto eu escrevo o mercado ainda pode mudar (até porque vou atender um telefonema importante de fora), mas quando "fotografei" o gráfico de 5 minutos a situação era esta. No caso, tomamos duas médias móveis de períodos diferentes. Pode ser a de 3 barras com a de 20, a de 5 com 25, à escolha do freguês. Traçamos as linhas de tendência de curto prazo. Quando acontecer simultaneamente o cruzamento da média menor com a outra, aliado ao rompimento da LT, é o ponto para entrar no trade (o gatilho = trigger). Reparem nos círculos verdes e vermelhos como isto de fato ocorreu.Mas como saber a hora de realizar ou inverter a mão? Para isso podemos usar os números da relação de Fibonacci, aplicando uma técnica muito utilizada pelo nosso amigo Bancotário. Ela projeta o alvo, suportes ou resistências, onde a posição deve ser desfeita. E ainda temos a virada na curva da média menor que pode indicar a saturação do movimento.Vou parar por aqui, para ficar apenas no exemplo. Como o Marco Aurélio traça suas fibos faz parte do trading system que ele desenvolveu e não estou autorizado a falar em seu nome. Mas que funciona, eu já testei e não tenho dúvidas. Quem sabe não será assunto para um próximo curso de análise técnica ministrado por ele? ;- )OBS: Reforço que não é para sair fazendo isso desvairadamente. Testem bem antes e, caso o resultado da simulação seja satisfatório a ponto de fazer o operador se sentir confortável, aplique inicialmente pouco dinheiro, porque lidar com opções envolve grandes riscos e ninguém vai se responsabilizar pelos seus resultados.
^v^

VALE5 - ainda ficou na resistência dos 50,00

Parece até brincadeira, mas a VALE5 fecha o pregão de hoje cravada nos 50,00. Mesmo sem fechar o negócio da Xstrata e ficar (pelo menos nos próximos 6 meses) com $90 bi no caixa, o papel parou na primeira resistência que apareceu. Numa primeira análise, eu acreditava que essa faixa de 50,00 seria facilmente rompida e que a resistência mais forte ficaria na casa dos 52,30, mas, pelo visto, me enganei.
continua em Seagull Trading

A bolsa da China sangrando...

Sem dúvida nenhuma o país (e a bolsa) dos chamados BRICs (Brasil, Russia, Índia e China) que mais vem sofrendo com a crise americana é a China.
Apesar de a primeira vista, a desaceleração da economia americana e a consequentemente redução da demanda poderia até parecer útil à China, podendo desta forma conter o acelerado crescimento do país e afastar o fantasma do superaquecimento, na prática, o cenário parece ser outro.
A crise subprime já vem afetando diretamente o consumo do americano, que representa o principal mercado para as exportações da China.
Além disso, o sistema bancário chinês vem sendo muito questionado. Os bancos chineses sempre foram vistos como fornecedores de créditos fáceis. Períodos de forte crescimento do PIB, podem mascarar eventuais empréstimos podres. Mas agora com várias instituições financeiras no mundo apresentando balanços desastrosos, muitos analistas já acenderam a luz amarela para o risco de uma crise atingir o país.
Coincidência ou não, o índice da bolsa de Shangai, vem mostrando uma forte desvalorização nas últimas semanas. O atual patamar dos 3400 pontos é o mesmo de Março de 2007. Se olharmos para o Ibov, o mesmo período, apresentou uma valorização de aproximadamente 20%.

quarta-feira, 26 de março de 2008

Privatização fracassada


O governo paulista deu as razões para o fracasso do leilão de privatização da Cesp:
- momento inoportuno – grandes instituições financeiras internacionais ainda sofrem ou estão ameaçadas ou desconfiadas com a crise do crédito nos EUA; assim, só entram em negócio muito bom;
- preço caro – quem comprasse a Cesp teria de pagar seis bilhões e uns quebrados para o governo paulista e gastar mais uns 17 bilhões para comprar ações de minoritários e assumir dívidas das companhias;
- a incerteza em relação a duas usinas que representam 40% da capacidade de geração da Cesp e cujas concessões vencem em 2015, sem que se saiba qual a regra de renovação.
Tudo considerado, o governo paulista tentou cobrar preço de primeira classe para um ativo de segunda.
Reparem a questão do financiamento: está claro que o momento é ruim, mas têm saído grandes negócios mundo afora e mesmo aqui no Brasil. Não há problemas de financiamento para as usinas do rio Madeira.
Mas há problema para um financiamento de R$ 23 bilhões (ou US$ 13 bilhões, dinheiro grande em qualquer país do mundo) para uma empresa que tem receita garantida por apenas sete anos. É evidente que isso derruba o preço.
Ou seja, um processo de privatização mal conduzido. Não adianta o governador Serra dizer que resistiu e não vendeu na bacia das almas, como queriam as grandes companhias de energia. Como aquele vendedor que diz que seu carro vale 50 paus, mas nunca encontra comprador.
Empresas privadas não podem jogar fora o dinheiro de seus acionistas. Se o produto não é bom…




Ontem (25/03) o Ibovespa rompeu o canal de baixa (linha rosa) que vem desde o topo histórico. Porém o fraco movimento de hoje (26/03) ainda não sinaliza que a barreira foi totalmente superada. Caso o índice não volte a trabalhar abaixo dos 61150, é muito provavel que retomemos a tendência de alta no curto prazo e sigamos para um novo teste na máxima histórica. Vale a pena notar que o OBV já alcançou esse objetivo no gráfico diário.
A pequena alta de hoje de 0,30%, foi sustentada praticamente pela Petrobras e pela Vale. Afinal de contas das 100 ações do IBX100, 65 caíram.
A valorização de PETR4 (1,63%) e da VALE5 (4,56%) são reflexo de boas notícias. Respectivamente, a descoberta de um novo campo de petróleo para a Petrobras e o término das negociações (sem êxito) da Vale com a Xstrata.

O último fundo dos 58200, além de representar um possível segundo ombro e configurar um OCOI (ombro-cabeça-ombro-invertido), ele ocorreu exatamente na retração de 61,8% de Fibonacci. O que nos permite projetar um objetivo, caso o Ibov vença o seu topo histórico, de 73900 pontos. Coincidindo com a banda superior do canal de alta.
Vamos observar, com especial atenção para o movimento das commodities lá fora. Hoje o petróleo e o CRB voltaram a se valorizar forte. Respectivamente 4,86% e 2,03%.
.O último fundo dos 58200, além de representar um possível segundo ombro e configurar um OCOI (ombro-cabeça-ombro-invertido), ele ocorreu exatamente na retração de 61,8% de Fibonacci. O que nos permite projetar um objetivo, caso o Ibov vença o seu topo histórico, de 73900 pontos. Coincidindo com a banda superior do canal de alta.
Vamos observar, com especial atenção para o movimento das commodities lá fora. Hoje o petróleo e o CRB voltaram a se valorizar forte. Respectivamente 4,86% e 2,03%.


CHR Investor

Gráficos e tela de cotações


Observem no meio da tela o gráfico intra de 15 minutos da Vale com o GAP da abertura, e no canto superior direito o desenho da "asa de gaivota" na opção D54. Isso ainda pode voar alto e, apesar da derrubada no prêmio após o início dos negócios, a tendência parece querer firmar. Garantindo o lucro no bolso, como ficar fora dessa?

Vale e fusão das bolsas segurando as pontas

Nos demais mercados, com exceção da Ásia que fechou bem positiva, os índices apresentam quedas na Europa, ainda que moderadas. Nos EUA o número das vendas de casas novas em fevereiro foi de 590 mil, pouco acima das expectativas, mas, ainda assim, o pior dos últimos três anos. Dow Jones opera abaixo de 12.500 e a Nasdaq cai mais de 1%.Mas o anúncio do fim das negociações de compra da Xstrata impulsionaram os papéis da Vale. Foi como eu imaginava: abertura em GAP, pulando a primeria resistência na faixa dos 50 (fazendo máxima em 51,30) para chamar vendas e as coisas se assentarem melhor na briga pelo patamar da "meia centena", ops!Concorre favoravelmente o encaminhamento da fusão da Bovespa com a BM&F, que valorizam bem na sessão de hoje, e a Petrobras que também se recupera de uma abertura fraca, movida por boatos (?) e desmentidos sobre a descoberta de outros poços (olha eles aí), desta vez no Maranhão - terra de Sarney e Lobão, o ministro da (falta de) energia.Nessa onda de fracassos e frustrações, quem capitulou de vez foi a Cesp, enterrando o sonho de José Serra encher os cofres de SP (ou do PSDB?) com o dinheiro que não vai entrar pelo cancelamento da privatização da empresa. A briga política é tão grande, que até seu correligionário, e velho companheiro, "Geraaaaldo" ficou feliz com a derrota que baixou o cacife do governador. Mas a Eletrobrás também vai precisar de uma mudança na lei que permita renovar as concessões de suas subsidiárias. Abafa...Melhor deixar as coisas que dependem da política de lado e nos concentrarmos no mercado, onde mesmo sendo imprevisível, conseguimos tirar uns trocados!Bons negócios! ^v^

Média de 200 dias como setup

Encontrei no Gioco Piano Trading:
Foram apenas 125 ocasiões onde a Bovespa cruzou com sua média de 200 dias (em qualquer direção) e dessas ocasiões o viés é geralmente positivo nos prazos mais longos conseguindo gerar resultados superiores à média da Bovespa.
Leia o artigo completo
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Média de 200 dias como setup

Fura-teto e Fura-chão

Se você é como eu e não tem paciência, tempo e, por outro lado, tem coisas mais divertidas a fazer que ficar de hora em hora olhando as cotações, pode preferir operar gráficos de periodicidade maior, como o semanal.
Veja minha última operação usando o gráfico semanal: você vai entender melhor do que estou falando
Porém, surge um problema. No gráfico semanal, os candles representam uma congestão dos últimos cinco pregões. Para se ter certeza se uma máxima ou uma mínima semanal realmente foi rompidas é preciso entender o conceito de fura-teto e fura-chão.
Ainda não sabe o que é um candle?
Basicamente: a máxima e a mínima semanais foram com certeza ultrapassadas quando foram rompidas para um pouquinho além. Mas há um cálculo para saber objetivamente quanto é esse pouquinho.
Aprenda esse cálculo e domine melhor esse conceito de fura-teto e fura-chão no site da Leandro & Stormer (para acessar é preciso se cadastrar, mas é gratuito)
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Um investidor iniciante na bolsa

Vale tem novidade. Petrobras, expectativa. E juros, IPCA-15

... O dia começa com duas notícias de ontem à noite, afeitas aos interesses da Bovespa. Para começar, a VALE comunicou, no final da tarde, que encerrou as negociações para a compra da XSTRATA, já que não conseguiu acordo para sua última proposta, de pagamento em dinheiro e ações.. É difícil saber como o mercado reagirá, quando parecia estar gostando da operação, ao contrário da resistência que os investidores tinham no princípio. A outra informação pega só de raspão... Um diretor da PETROBRAS disse que “desconhecia” a descoberta de novo campo no Maranhão. Mas isso não foi oficial.

... Para os juros futuros, a informação também chega cedo, às 9h, quando sai o IPCA-15 de março, que deve ajudar nas apostas para a taxa SELIC. Pesquisa do AE Projeções apurou previsões de um resultado entre 0,19% (piso) e 0,30% (teto), mediana em 0,27%. Segundo anotou no Broadcast a jornalista Denise Abarca, um número mais próximo de 0,25% pode determinar um ajuste em baixa dos juros do DI.

... Ainda de acordo com o levantamento da AE, o núcleo por exclusão deverá fechar com variação de 0,25% a 0,33%, representando uma significativa desaceleração sobre o core do IPCA-15 de fevereiro (0,69%) e do IPCA fechado (0,75%).

... Antes, às 7h, terceira prévia de março do IPC-FIPE a abre o dia, com estimativas entre 0,19% (piso) e 0,28% (teto), com a mediana em 0,25%.

... Sejam quais forem os resultados desses índices de inflação, porém, o mercado deverá aguardar pelo Relatório Trimestral de Inflação, a ser divulgado amanhã (5ªF), pelo BC antes de entrar com apostas mais firmes na BM&F... Há muitas dúvidas, inclusive sobre o COPOM de abril, depois que a Fazenda recuou na disposição de atacar o crédito.

... Também está na pauta desta quarta-feira a divulgação dos dados da DÍVIDA PÚBLICA mobiliária e do Mercado Aberto em fevereiro, às 10h30, pelo Banco Central.

... No mercado CAMBIAL, o BC confirmou para hoje o leilão de rolagem de US$ 2 bilhões em contratos de SWAP REVERSO, no dia 1º de abril.

... Nos EUA, as vendas de IMÓVEIS NOVOS nos EUA, em fevereiro, 11h, talvez voltem a animar WALL STREET, se mostrarem um desempenho tranquilo, como mostraram as vendas de imóveis usados, na segunda-feira. Com as “houses” no centro da crise, o mais importante é que essa bolha não estoure de uma vez. A previsão é de novo recuo nas vendas, 2,2% sobre janeiro (-2,8%)... Ontem, as bolsas não sustentaram o entusiasmo da véspera, ressabiadas com os indicadores fracos do dia (leia abaixo).

... Além das vendas de imóveis novos, são destaques em NY as encomendas dos BENS DURÁVEIS, às 9h30, com estimativa de +0,8% em fevereiro, após a queda de 5,1% em março. Às 11h30, saem os ESTOQUES DE PETRÓLEO, gasolina e derivados.

... Já o DÓLAR pode iniciar os negócios sob o impacto do depoimento do presidente do BCE, Jean-Claude TRICHET, no Parlamento Europeu (Bruxelas), a partir das 6h30.

... Ainda na EUROPA, o BC da República Checa anuncia (8h) a sua decisão para a taxa de juro, que deverá ser mantida em 3,75%. Às 9h30, é a vez do BC da Polônia. Neste caso, a expectativa é de uma nova elevação do juro em mais 25 pontos-base, a 5,75%.

Continua em Bom Dia Mercado

Ibovespa 25/03/2008


Ainda está no canal de baixa.

Dow Jones parece anêmico


O volume financeiro cada vez menor, ou seja, abaixo da média e parece mostrar claramente exaustão de suas forças, desde os 11740 pontos.Está precisando de um empurraozinho para continuar a subida, mas se não tiver, pode voltar daí mesmo e com isso, vai arrastar para baixo nosso índice.

terça-feira, 25 de março de 2008

Ficou para o governo

Se o governo queria encarecer o crédito, já conseguiu: as taxas de juros voltaram a subir em fevereiro, depois de alta forte em janeiro. Isso é consequência direta do aumento de impostos aplicado no início de janeiro. Subiram o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para os empréstimos às pessoas físicas e a Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) paga pelos bancos.
Esses aumentos viram custo de crédito e foram repassados para o spread bancário – a diferença entre o juro de captação, o que os bancos pegam pelo dinheiro, a taxa de empréstimo. Note-se: o spread voltou a subir em ponto porcentual, enquanto a caía a taxa de captação média dos bancos, para 12,1%.
Mesmo assim, a concessão de empréstimos manteve o forte ritmo de expansão em fevereiro – na casa dos 27% de aumento na comparação inter-anual.
E a taxa de inadimplência caiu. Ou seja, o pessoal tomou mais empréstimo, pagou em dia e pagou um pouco mais caro, por conta de mais impostos.
O governo não esfriou a demanda, mas recolheu mais uns trocados.

Balanço, SOX e auditoria

Recentemente tive a oportunidade de falar sobre um dos meus assuntos favoritos para um público diversificado, infelizmente valendo só nota - ao invés de dinheiro (ficar sem emprego me deixa pensando mais em dinheiro do que de costume). Pude explicar para leigos do que se trata o SOX, ou a Lei Sarbanes-Oxley para uma aula que curso este trimestre no MBA.
Então, para aproveitar o assunto e esclarecer para alguns leitores os meus motivos de apreciar uma boa auditoria, segue abaixo a apresentação em si. Infelizmente o conteúdo que meu colega e eu falamos durante a apresentação não foi gravado, assim o assunto pode ficar defasado, mas se alguém precisar discutir a respeito, fique a vontade para me contatar.

View

Lembrando que trata-se de demonstrar a um grupo que não trabalha na área financeira o conceito, as causas e as consequências e, em alguns casos, muitos somente ouviram falar a respeito durante alguma conversa nos meios corporativos.
Quanto a nota que recebi, ainda não foi divulgada. Pelo menos os feedbacks dos colegas foram bons. Concordo que somente um estudo de caso é pouco, mas não obtive autorização para divulgar o processo do SOX na Bayer do Brasil - empresa na qual eu tive a experiência diária com os testes, controles, auditores e afins.
Espero que apreciem.

Mercado e Malagueta

Turtle soup

Essa é uma estratégia técnica de curto prazo, criada por Laurence Connors e Linda Bradford, e publicada no livro Street Smarts, que procura identificar um ponto de reversão nos gráficos.
Antes de mostrar a técnica, acho conveniente falar um pouco sobre a história que originou esse "pattern".

Nos anos 80, um grupo de traders conhecido come os Turtles (os tartarugas) utilizava um sistema que se baseava no breakout de preço dos últimos 20 dias. Ou seja, assim que os preços formassem uma nova máxima nos últimos 20 dias, eles compravam. Da mesma forma, uma nova mínima dentro deste período disparava a venda.
Essa estratégia se mostrou bastante eficaz (principalmente no longo prazo), tanto que "os tartarugas" ganharam muita notoriedade. O sistema pretendia capturar algum evento especial, que levasse os preços a novas máximas.
Com a evolução do trade eletrônico, se tornou muito comum os falsos breakouts. Ou seja, os rompimentos não são confirmados e os preços voltam a trabalhar dentro da zona de congestão.
E é pensando neste cenário, que Connors e Bradford, desenvolveram a estratégia Turtle Soup.

O setup é o seguinte:
1- Hoje encontramos uma nova mínima dos últimos 20 dias (quanto mais baixo, melhor).
2- A mínima anterior deve ter ocorrido, pelo menos 4 barras antes desta atual.
3- É colocada uma ordem start de compra, um pouco acima da mínima anterior. A compra é válida apenas para o dia de hoje.
4- Se a ordem for executada, colocar imediatamente uma ordem de stop loss um pouco abaixo da mínima de hoje.
5- Se o trade caminhar a nosso favor, usar alguma estratégia de trailing stop (Parabolic ou Hilo, por exemplo) afim de garantir os lucros.
Continua em CHR Investor

Commodities e indicadores conferem a euforia em Wall Street

.... O desempenho das bolsas em NY, hoje, pode ser importante para devolver confiança aos investidores sobre uma tendência de recuperação. Nas agências internacionais, traders evitavam maior entusiasmo, mesmo após as fortes altas desta segunda-feira.. Já viram outros pregões animados acabarem vencidos pelo pessimismo no dia seguinte. Podem ajudar a definir esse cenário os indicadores da agenda e a negociação das commodities em Londres (LME), na volta dos mercados europeus do feriado da Páscoa.

... Ontem, WALL STREET se empolgou com as vendas dos imóveis residenciais usados acima do esperado e a nova oferta do JP Morgan pelo BEAR Stearns, cinco vezes superior à proposta inicial (abaixo).. Hoje, os dados estão previstos para às 11h, quando serão divulgados a Confiança do Consumidor do Conference Board, de março (deve cair para 73, de 75 em fevereiro), e a atividade industrial regional do FED de Richmond.

... Na EUROPA, não há indicadores previstos... É feriado na Grécia.. O BC da Eslováquia anuncia às 8h a decisão para a taxa de juros, que deverá ser mantida em 4,25%. O BCE leiloa 15 bilhões de euros em recursos a termo para as instituições financeiras.

... AQUI, BOVESPA torce para que Nova York sustente o alto astral do início da semana, que levou o índice, de novo, para perto dos 60 mil pontos (com a ajuda de VALE). Já o DÓLAR teve um dia de correção, em sintonia com a valorização da moeda nos mercados internacionais, enquanto os JUROS FUTUROS tiveram um dia de sobe-e-desce, com os investidores meio perdidos sobre o que o governo pretende para o CRÉDITO.

... Na BM&F, as taxas dos contratos DI de curto prazo iniciaram o pregão em baixa, mas terminaram o dia estáveis, depois que o ministro MANTEGA mudou um pouquinho a conversa do fim de semana. Em novas declarações aos jornalistas, ele esclareceu que a Fazenda não pensa em fixar limites para financiamentos, e que não vê riscos para a inflação nem neste ano, nem em 2009 ou 2010. A restrição ao crédito, interpretada pelos operadores de mercado como alternativa à alta da SELIC, recebeu muitas críticas.

... A idéia foi considerada “intervencionista”, sem que se tivesse certeza dos resultados, como anotou no Broadcast a jornalista Lucinda Pinto. Alguns economistas, entre eles Alexandre SCHWARTSMAN (do ABN AMRO) defenderam uma resposta fiscal, com o corte de gastos públicos para aumentar os investimentos. Mas nem ele e nem ninguém acredita que uma tal solução possa ser adotada pelo governo.

... Esse debate aumentou a expectativa pelos dados de CRÉDITO de fevereiro, a serem divulgados pelo Banco Central, 10h30, na nota de Política Monetária e Operações de Crédito. É o único indicador da agenda doméstica, hoje. Na BOVESPA, a divulgação de balanços de 2007 chega na reta final... Estão na lista da quinta-feira a USIMINAS e COELCE. A semana termina com SABESP, FRIBOI e CELESC. TAM encerra dia 31/3.

SWAP REVERSO. O mercado já estava fechado quando o BC comunicou que realizará, hoje, após o fechamento, pesquisa de demanda para um leilão de contratos de swap cambial reverso. A oferta visa a rolagem de US$ 2 bilhões que vencem no dia 1º de abril.

A força de VALE

... Durante boa parte do dia, a BOVESPA caminhou com firmeza para reduzir as perdas acumuladas no mês. Aproveitando o clima positivo no exterior, a bolsa iniciou o dia desbancando máximas, buscou os 61 mil pontos, até atingir o ganho de 3,55%, em seu melhor momento. Mas faltou força, e o índice escorregou, de novo, para baixo de 60 mil pontos. Ainda assim, fechou com valorização de 1,40%, aos 59.812,5 pontos.

... No mês, a BOVESPA ainda acumula perda de 5,79% e, no ano, de 6,38%. O volume financeiro, modesto, foi de R$ 4,836 bilhões, o menor de março.

... Quem sustentou a alta da bolsa paulista ontem foi VALE PNA (4,75%) e ON (5,16%), seguindo a recuperação das commodities em NY, após as pesadas vendas da semana passada. Além disso, o GOLDMAN SACHS reforçou a recomendação de compra das ações da mineradora, afirmando que a recente queda deixou os papéis “razoavelmente baratos”, sem refletir o poder de ganho da companhia, sob fortes fundamentos dos mercados de minério de ferro e de carvão, com a expectativa da compra da XSTRATA.

... Segundo especialistas consultados por Natalia Gómez, do Empresas e Setores, se o cenário de desaquecimento da economia mundial se confirmar, a VALE poderá ser parcialmente protegida pelo minério de ferro, “que vive um grande descompasso entre a oferta e a demanda”, o que compensaria uma queda dos metais não-ferrosos.

Continua em Bom Dia Mercado

Ibovespa 24/03/2008


O martelo do pregão anterior foi sucedido por uma alta expressiva, mas que não superou algumas barreiras. No intraday, a alta parou nos 61k, onde se localizam os 38,2% do fibo e a 50MM. Para que essa alta tenha consistência, é preciso romper essas barreiras, mais a LTB. Sem isso, o mercado permanece no canal de baixa, podendo testar novamente os 58k pontos.

segunda-feira, 24 de março de 2008

Ibovespa cede no final


Chegou a valorizar 3,30%, mas acabou cedendo.Tem resistência intermediária em 62300 e principal nos 63000 pontos.Dos ativos analisados :BBDC4 ( + 0,51% )NETC4 ( + 6,67% )PETR4 ( + 0,86% )PRGA3 ( + 1,21% )POSI3 ( + 1,14% )VALE5 ( + 4,75% )Lembrem sempre da gestão financeira e também das realizações parciais e não deixem o lucro ser revertido em prejuízo, em um trade que está vencendo.


Dow Jones próximo doas 12.800


Conseguiu romper a Linha de Retorno do Canal de Baixa de médio prazo e tem resistência principal em 12800. O volume foi abaixo da média, apesar da valorização de 1,52%.


Que papelão!!! (Ibovespa)


Depois de uma semana difícil, o Ibovespa abre a semana 13 de 2008 demonstrando certo otimismo.

A poucos instantes, o Ibovespa estava cotado em 60.560 pontos, com 2,67% de alta.

O gráfico diário acima mostra que o Índice está formando um triângulo de alta. É uma figura de confirmação da tendência primária de alta.

Em dias de volatilidade extremas, tentar prever o comportamento da bolsa é complicado, mas estamos confiantes que em breve o Ibovespa irá subir.

Continuamos otimistas para 2008, mesmo este sendo o pior trimestre para a bolsa brasileira dos últimos anos.

E vocês, o que acham?!?!!? Estamos muito otimistas?!?!

Aguardamos os comentários dos leitores.

Investmaníacos

Sobrevida ao paciente... (Dow Jones)


Após alguns pregões de indecisão, parece que o Dow Jones irá buscar sua maior resistência, na faixa dos 12.700 - 13.000 pontos (linha superior do canal de baixa).

Hoje está rompendo a linha intermediária do canal, cotada há instantes em 12.588 pontos, alta de 1,84 %

O gráfico diário acima mostra bem o comportamento do índice, iniciado em Outubro de 2007, configurando quase 6 meses de baixa.

Quem sabe esta semana o Dow engrena (se não tivermos mais notícias bombásticas), e ajuda a melhorar o Ibovespa.

Veremos...

Investmaníacos

A Fazenda e os automóveis

Discussão da semana: a idéia do Ministério da Fazenda de restringir a concessão de crédito para restringir o consumo, diminuir o consumo das famílias e assim, espera-se, reduzir a pressão inflacionária.

Primeira observação: não faz muito tempo, Lula e Mantega comemoravam o consumo das famílias, que havia impulsionado o PIB de 2008, e o presidente, em especial, comemorava a ampliação do crédito, dizendo como as prestações menores haviam permitido que muitas pessoas comprassem seu carrinho.

Pois agora o Ministério da Fazenda quer limitar o número de prestações a 36 meses, no caso da venda de automóveis, se não houver acordo com bancos, montadoras e concessionárias.

Por que?

Porque, como diz o próprio presidente Lula, se o consumo excede a produção, vem desgraça da inflação.

Tudo considerado, Lula e Mantega estão dando razão ao Banco Central que desde o final do ano passado vem dizendo que a demanda está exageradamente aquecida. Observa que os investimentos estão crescendo, mas aparentemente em ritmo não suficiente para evitar gargalos na produção.

A receita do BC para essas situações é uma só: aumentar os juros e esfriar a demanda geral.

A Fazenda não aceita esse caminho e procura a alternativa, como essa de intervir em alguns setores mais aquecidos (automóveis, em especial).

Funciona?

Se o aquecimento e a ameaça de inflação fossem apenas no setor dos automóveis, funcionaria.
Mas o aquecimento é geral. Decorre de ganhos de renda, mais empregos e sobretudo mais crédito para toda a sociedade.

Isso exige como resposta uma ação geral, como a elevação dos juros. Qualquer outra coisa é tentativa de mágica, que não funciona.

Carlos Alberto Sardenberg

Os preços das commodities continuarão fortes


Na semana passada a Bovespa foi duramente castigada devido à queda nos preços das commodities, tanto Petrobrás quanto Vale derrubaram nosso índice preocupando muitos investidores. Isso gerou um descolamento inverso ao que estamos acostumados: o Dow Jones, como previmos aqui, resistiu bravamente e subiu enquanto a bolsa brasileira teve forte queda. A correção que estamos vendo no pregão de hoje (segunda-feira) vem de encontro com nossa visão de que não a razão para pânico.

Primeiro porque tanto a Vale quanto a Petro não são diretamente afetadas por esta correção técnica e saudável nos preços das commodities. A Vale já corrigiu seus preços em 65% para os próximos 12 meses e a Petro, como bem sabemos, não reajusta o seu principal produto que é a gasolina de acordo com as flutuações do petróleo.

Resta então analisar a tendência de longo preço destes preços, e é justamente ai que mora a tranqüilidade. China, Índia e mais um punhado de paises emergentes ainda estão no meio do caminho no que diz respeito ao desenvolvimento de seus mercados. Isso gera um crescimento na demanda tão forte que anula com certa folga o efeito da crise americana. Crise esta que ainda é grave e deve continuar adicionando volatilidade, é necessário acompanhar de perto a situação e o fluxo de notícias, os EUA continuam sendo o principal risco para nós e não as commodities.

Sobre consitência, risco e probabilidades

Muito interessante este texto. Vale a leitura.
Por Matheus Dini

Embora para muitos a bolsa de valores pareça uma mina com pedraspreciosas muito fáceis de agarrar, e consequentemente traga um enriquecimentorápido, apenas o tempo, para aqueles que sobrevivem, mostra que a histórianão é bem assim, e com certeza muito diferente disso.A consistência deveria ser o primeiro objetivo dos operadores, mas ao contrário disso,busca-se ferramentas ou dicas milagrosas, que façam um montante qualquer crescerexponencialmente em questãode semanas ou meses. Geralmente o que realmente acontece éo fracasso absoluto e sem volta. O grande aventureiro sai extremamente machucado domercado e nunca mais retorna, e acaba por não conhecer o verdadeiro jogo de operar.

Digo jogo, pois na realidade o mercado é simplesmente um jogo de probabilidades,e nele necessitamos de apenas três coisas: aceitar um risco calculado,uma estratégia de operação onde a probabilidade esteja a nosso favor, e um controle dasemoções.Ninguém necessita saber qual o movimento o mercado vai fazer amanhã para operar. Um dia sobe, outro desce, e isso pode acontecer por qualquer motivo que não importa... além do que a interpretação de todos os fatos é extremamente árdua e imprecisa.

Enfim, o mercado pode fazer qualquer coisa, e não adianta torcer.A única coisa que podemos fazer é analisar uma determinada ação e operar com aprobabilidade a nosso favor, e cortar rapidamente as perdas em caso dos preços dadeterminada ação se voltarem contra o nosso objetivo, sem hesitação.Cada operação é única, e é uma sequência razoável de número de operações que irá trazeressa consistência e resultados positivos.

Podemos usar a análise técnica, e é claro que quanto mais dominarmos essa técnica melhor,mas que tenhamos sempre em mente que ela não é a verdade absoluta, e que vamos errarmuito, e uma sequência de operações positivas não quer dizer que dominamos o jogo domercado, bem como uma sequência negativa não pode nos tirar o verdadeiro foco, demanter a disciplina, a consistência e o constante aprendizado.

Portanto, por mais brilhantes analistas que sejamos, por mais ferramentas que utilizemos,se não entendermos a palavra consistência, aceitar o risco de verdade e entender que cadaoperação é única e a sequência delas nos trará o sucesso no mercado, vamos cada vezprocurar um novo modelo, um novo indicador ou guru para nos guiar no jogo do mercado,tentando descobrir em vão qual vai ser o próximo movimento.

Infelizmente a maioria dos operadores parte para o caminho mais difícil, que é de a cadasequência de operações erradas trocar os indicadores acreditando ser esse o problema.Essa troca pode levar a algumas operações positivas, mas logo retornando novamente a nãofuncionar e a busca por outro indicador.Apenas analisando a tendência do ativo e seus suportes e resistências, podemos facilmentejogar com a probabilidade a nosso favor. Calculando nosso risco/benefício, e esse tendouma proporção de um para três, levamos mais vantagem ainda... Não precisa acertar todas...

Eu diria que nem metade, para auferir lucro consistente em uma sequência de operações.MACD, Elliot, Fibonacci... pode servir para alguns... mas com certeza o escrito acima deveservir para todos!

Bibliografia Básica-----------------------
Trading for a Living, Alexander Elder
Coming in to my Trading Room, Alexander Elder
Trading in the Zone, Mark Douglas
A Mathematician Plays the Stock Market, John Allen Paulos
Technical Analyses of the Financial Markets, John Murphy

Ondas Financeiras

O papel dos controladores


A esta altura, e com a baixa liquidez nos negócios, a AT não diz nada. Mais fácil tentar ler alguma coisa no gráfico da Cesp PNB.

Entretanto, a CESP3 ficou por 0,10 de fechar o GAP (eu ainda deixei uma ordem mais abaixo que não foi atendida), bateu na M200 e voltou para dentro do caixote fazendo um martelo de dimensões consideráveis - seria uma picareta? Quando a Geração Futuro entrou vendendo seus lotes não apareceu comprador para tudo aquilo que ela ofereceu. Os interessados em ficar com ela querem forçar o preço para baixo, e os partidos de esquerda (agora junto com a CUT) acham que a empresa vale muito mais do que os R$6,6 bi que o governo de SP pode arrecadar com a privatização. Vai ficar o suspense até o dia do leilão - se ele de fato vier a ocorrer!

Seagull Trading

Vale 5 - Tendências


Para termos uma idéia de como vem se comportando o ativo, e ilustrar as tendências predominantes de acordo com o timeframe adotado nas operações: nestes últimos dias, quando o papel fez mínimas na casa dos 44, ele estava de fato testando sua LTA de longo prazo, que define a tendência principal (PRIMÁRIA) de alta.
Voltando um pouco atrás, em outubro do ano passado - quando foi registrado o topo acima de 56, uma tendência SECUNDÁRIA de baixa passou a prevalecer, tocando a LTA em 23/01. Mas durante esta correção, a Vale repicou algumas vezes (onde eu destaquei o canal verde como exemplo de uma tendência TERCIÁRIA).
Agora estamos presenciando uma recuperação após a ação testar novamente a base de seu canal de alta. A retomada do movimento só poderá seu confirmada com o rompimento da primeira LTB da nova tendência TERCIÁRIA, para depois superar a linha de tendência de baixa vermelha de pouca inclinação e, aí sim, buscar o teste do TH.
Como observamos, a situação não é das melhores. Mas trouxe algum alento o fato da LTA primária ter suportado a queda, não deixando as cotações seguirem em direção aos R$40. Vamos ver daqui para frente: a próxima resistência está em 47,80 e ainda há algum espaço para chegar até lá!
Hoje, a VALE sobe mais de 4%, estando no momento pelas suas máximas do dia, brigando agora para superar o nível de 46! Com o Ibovespa retomando o patamar de 60k, as esperanças se renovam... mas ainda não devemos deixar a cautela de lado! ;-)

Possibilidade de restrição ao crédito deve influenciar juro

... Uma notícia do final de semana prolongado deve repercutir no mercado de JUROS na volta do feriado da PÁSCOA. A confirmação, pela Fazenda, de que estão em estudo medidas para conter o CRÉDITO, em particular para o setor automobilístico, pode mexer com as expectativas da política monetária. Ainda que a iniciativa não elimine o risco de uma alta da SELIC neste ano, deve enfraquecer as apostas para uma elevação do juro já em abril, aliviando o desenho da CURVA DO DI na ponta mais curta (abaixo).

... No cenário externo, as COMMODITIES ainda são a questão de fundo... Após dois dias de intensa liquidação, o que todo mundo quer saber é se esse movimento nos METAIS e no PETRÓLEO continuará, despontando uma nova tendência para o DÓLAR, ou se o ajuste acabou. Um sinal de que as coisas podem estar se acomodando, e que não tem o “estouro da bolha” foi a recuperação parcial dos preços, no fechamento de quinta-feira.

... No noticiário da crise, informações do Financial Times de sábado, revelando suposta ação para aquisição em massa de securitizações lastreadas em hipotecas pelos bancos centrais dos EUA e Europa, foram desmentidas pelo FED e por autoridades inglesas. Na sexta-feira da Paixão, um jornal nova-iorquino informou que o GOLDMAN SACHS pensa em reduzir até 15% sua força de trabalho. Na véspera, o CITIGROUP anunciara a demissão de mais de dois mil funcionários (incluindo executivos) até o final deste mês.

... A agenda em NY tem muitos focos de VOLATILIDADE. Depois que o STATEMENT do FOMC advertiu sobre a INFLAÇÃO, na semana passada, cresce a expectativa pelo PCE de fevereiro, favorito do FED para medir os preços. Sai na sexta-feira, junto com o sentimento final do consumidor de Michigan de março. Hoje, às 9h30, tem a atividade do FED de Chicago e, às 11h, são importantes as vendas de casas USADAS em fevereiro (previsão: -0,5%). O indicador de residências NOVAS sairá na quarta-feira... Já a revisão final do PIB do quarto trimestre vem na quinta-feira. Leia mais abaixo!

... Na EUROPA, as bolsas permanecem fechadas nesta segunda-feira para o feriado. Ao longo da semana, três bancos centrais decidem sobre juro: o da Eslováquia, que deve manter a taxa inalterada amanhã, e o da República Checa e Polônia, ambos quarta-feira.

... AQUI, a INFLAÇÃO domina o calendário da semana, que é importante para o cenário dos JUROS e deverá compor com a possibilidade de medidas para inibir o CRÉDITO. Mais quatro índices de preços serão conhecidos, entre os quais, o IPCA-15 de março, na quarta-feira, junto com o terceiro IPC-FIPE... Na sexta-feira, sai o IGP-M de março e hoje, o terceiro IPC-S do mês, com estimativas entre 0,12% e 0,23%, e mediana em 0,21%, segundo o AE Projeções.. Ainda sem data definida, o Relatório Trimestral de Inflação do primeiro trimestre, a ser divulgado pelo BC, é a maior expectativa.

... As CONTAS PÚBLICAS de fevereiro também movimentam esta semana: setor externo (hoje), política monetária e operações de crédito (terça-feira), dívida pública mobiliária e mercado aberto (quarta-feira) e contas do Governo Central (sexta-feira)... Na quinta-feira, tem reunião do CMN para decidir a TJLP do segundo trimestre.

CESP. Todo o suspense é para o leilão, programado para a quarta-feira. Ouvido pela AE antes do final de semana prolongado, o secretário da Fazenda de São Paulo, Mauro Ricardo COSTA, confirmou a data, afirmando que o cronograma não foi afetado em nada, apesar da carta do ministro LOBÃO ao governador José SERRA, que não garante a renovação das usinas hidrelétricas da geradora, cujas concessões vencem em 2011, de Três Irmãos, e 2015 (Jupiá e Ilha Solteira). Mais companhias abertas no Em tempo no Bom Dia Mercado...

domingo, 23 de março de 2008

O estágio crítico



“Sguendo um etduso da Uvnidridase de Cmarbridge, não iprotma a odrem na que as ltreas etsão eriscats, a úicna csioa que iprotma é que a pmeriira e a útimla ltrea ejastem eriscats na pisçoão crotrea. O rseto pedom etsar tatonelmete mal e msemo aissm pedroá ser lido sem prebloams. Itso é prouqe não lmoes cdaa ltrea por se msema, mas sim a plaavra cmoo um tdoo.”Cssurioo? E funciona independentemente da língua...O estágio atual nos mercados pode parecer, em sua primeira leitura, tão confuso como a frase acima. Porem, não foge do padrão de instabilidade e volatilidade de crises anteriores.Para os historiadores cada evento é único. Para os economistas, existe um padrão em eventos particulares, dos quais pode-se esperar e induzir respostas similares.Lord Overstone, identificou cinco estágios de euforia antes de que aconteça uma crise financeira:

1.Quietude,
2.Melhoria,
3.Confiança,
4.Prosperidade,
5.Emoção,
6.Crash (Crise Financeira ou Convulsão),
7.Estagnação,
9.Final e... Volta à Quietude.



Você pode tentar identificar (no gráfico da Bovespa acima) os estágios pelos quais fomos atravessando e concluir em qual estágio nos encontramos atualmente.Pode fazer o intento sem temor de cometer algum erro. A interpretação dos fatos vai depender do analise de cada investidor... Ou de cada político... Até mesmo de cada economista, ainda mais se pertencem a diferentes escolas.


Federal Reserve sem reservas

Nesta crise do sistema financeiro, o Fed não tem medido esforços em atender as exigências do mercado e, com a ajuda emergencial aos bancos em apuros, já detonou metade do valor de suas reservas totais.Em ampla reportagem no caderno de economia do Globo deste domingo, o riscos do problema se tornar uma ameaça global é destacado e está ficando mais latente. Em cada intervenção de salvamento a quantidade de dinheiro vai diminuindo, e dos U$800 bilhões iniciais resta apenas a metade deste valor. O maior perigo é, no caso de novas instituições precisarem de socorro, as reservas do BC americano não serem suficientes para preservar a liquidez e eles tenham que acionar a fábrica de moedas (Bureau of Engravement and Printing) para emitir mais dinheiro - o que vai acelerar ainda mais as pressões inflacionárias, com sérias possibilidades de descontrole nos números.A esta altura o comando da crise já não está mais preocupado com o aumento dos preços, e a prioridade é segurar a recessão mesmo que através de medidas desesperadas para incentivar o consumo, como as baixas taxas de financiamento que fizeram os juros praticados atingirem níveis reais negativos.Dinheiro fácil e barato para quem levantar a mão pode trazer consequências drásticas. Mas a possibilidade de levarem calotes também já deve estar contabilizada. O buraco é mais embaixo e o tamanho do rombo não pára de alargar. A paranóia de perdeu suas economias é intensa na população e uma nova corrida para saques pode gerar um efeito cascata com dimensões inimagináveis. A garantia aos depósitos dos investidores se restringe a 100 mil dolares por banco, e como a credibilidade no sitema anda baixa, quanto menos instituições saudáveis, menor as alternativas de diversificarem suas aplicações.

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Lucrando na Bolsa

sábado, 22 de março de 2008

Feliz Páscoa


Até o Coelhindo de Páscoa está ligado no computador para saber se depois dos feriados o mercado vai melhorar e voltar a subir... :-)Vamos aproveitar para relaxar, e na segunda-feira retomamos os trabalhos nas bolsas de valores. E olha que chegamos a um ponto interessante na Bovespa, próximo do suporte nos 58k, bem perto de onde passa uma linha de tendência de alta que já vem de longa data.O Domingo de Páscoa simboliza a ressurreição de Cristo. Quem sabe não inspira os investidores a entrarem comprando novamente para levantar as ações e índices tão castigados nos últimos dias. A oportunidade vai ser boa, e a chance de haver um repique é grande.Ter esperança não ajuda muito - até atrapalha, mas tomar decisões baseadas na técnica, e providas de mecanismos de defesa (stops) para evitar surpresas, pode trazer bons resultados neste momento.Boa Páscoa e muito sucesso semana que vem na volta ao mercado!


Seagull ^v^


Postado em Seagull Trading

Quebra e compra

Numa dessas peregrinações pré-Páscoa a um dos muitos supermercados do milagre econômico do endividamento, no qual se compram ovos de chocolate em 24 parcelas, pude perceber in loco a ocorrência de uma estratégia milenar: o quebra antes para comprar mais barato depois.Trata-se do caso de uma senhora, cuja identidade mesmo que soubesse, não revelaria (sigilo jornalístico). Enquanto as atendentes das empresas de chocolate compenetravam-se em auxiliar um cidadão a encontrar o ovo do Batman, aparentemente derivado de um morcego não mamífero, a senhora dessa pequena história discretamente apertava um dos embrulhos pascais, comentando à boca pequena para sua acompanhante, a essa hora cúmplice: "segunda-feira virei aqui novamente e comprarei esse ovo quebrado por menos da metade do preço".Talvez sem saber, essa cruel esmagadora de ovos de chocolate estava realizando exatamente o mesmo que o Federal Reserve e o JP Morgan efetuaram nessa semana que passou na ocasião da "compra" do banco Bear Stearns. Que por sua vez é exatamente o mesmo que já ocorreu inúmeras vezes na história financeira da humanidade, e que, assim sendo, devemos esperar que continue acontecendo enquanto as pessoas forem assim como foram ontem e continuam sendo hoje.
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sexta-feira, 21 de março de 2008

Ibovespa 20/03/2008


Tivemos uma quinta-feira impressionante, com as cotações do Ibovespa caindo até parar no 61,8% fibo. Em seguida, reagiu, fechando acima dos 200MM, terminando com um típico martelo. O martelo é uma típica figura de reversão, mas dependente do pregão seguinte. Na segunda-feira saberemos se o martelo é um sinal de esgotamento da baixa ou apenas uma correção.Detalhe: o Ibovespa está novamente descolado de NY. Lá a tendência no curto-prazo é alto, ao contrário do que aqui ocorre.Como o Ibovespa não teve uma queda acentuada como o DJI, estamos agora compensando.


Dow Jones pode estar preparando uma reação


Posso estar enganado, mas depois do movimento de hoje e com esse volume acima da média. o índice norte americano pode estar preparando uma reação, ou seja, talvez esteja juntando forças para romper a Linha de Tendência de Baixa ( LTB ), com objetivo por volta dos 12800, caso venha a romper essa região dos 12400.Se isso ocorrer, trará alento aos que perderam muito nesses dias e corajosamente seguraram suas posições.Como a alta foi considerável hoje, amanhã sendo 6ª feira, poderá andar de lado e permanecer nesse range, o que no meu entendimento seria altamente positivo, lembrando apenas que se vier a subir nos próximos dias, não significa uma mudança de tendência, apenas uma folga para descanso da queda.


Ibovespa respeitou o suporte mais uma vez


Essa faixa dos 58000 pontos vem se mostrando excelente referência de entrada desse trading-range que se alonga desde setembro de 2007.No intraday, visualizo padrões gráficos interessantes para próxima semana . Caso o Dow Jones também siga o programado, apesar da volatilidade, enxergo com otimismo a última semana de março.


Calma, pessoal

O ambiente esteve obviamente mais calmo nesta quinta-feira. Pouco antes das 17hs, o índice Dow Jones da Bolsa de Nova York subia quase 2%, uma boa recuperação.
Em especial, as ações dos grandes conglomerados estavam em forte alta. Citigroup, por exemplo, subia quase 10%. As principais bolsas da Europa (Londres, Frankfurt re Paris) fecharam em baixa, mas moderada.
Alguns comentários e interpetações, aqui e lá fora:. a queda nos preços das comodities e matérias-primas em geral pode ser um fator positivo, pois afasta ou reduz ameaças de inflação;
. está sendo retirado no momento o componente especulativo embutido no preço das comodities, matérias-primas e petróleo;
. para o petróleo, por exemplo, comentava-se hoje que o preço “normal”, aquele ditado pela relação entre consumo e produção, ficaria entre 80 e 90 dólares o barril;
. está caindo fortemente o preço nos mercados financeiros, o que não afeta contratos de venda física já assinados;
. a Vale, por exemplo, faz contratos anuais com seus clientes (e, aliás, conseguiu reajustes de preços entre 65% e 71%);
. se, entretanto, os preços caírem muito, vão empurrar para baixo valores dos próximos contratos, o que diminuiria a renda de exportação de países como o Brasil, Austrália, Nova Zelândia, Canadá, Argentina;
. o mercado de comodities e matérias-primas não vai desabar; a China, maior consumidora desses itens, vai desacelerar seu crescimento, atualmente em 11,5% ao ano, mas não vai para baixo;
. sobre os EUA, veio um dado ruim, aumento maior dos pedidos de auxilio de desemprego, e um mais ou menos, indicando que a desaceleração econômica é menor que o esperado.
O feriadão de sexta é uma parada que veio a calhar.

Carlos Alberto Sardenberg

quinta-feira, 20 de março de 2008

Histórias da crise


Um bom exemplo: o principal executivo do Credit Suisse, Brady Dougan, teve um corte de 40% em seus salários de 2007. Em 2006, ano de vacas gordas, ele havia recebido algo como US$ 37 milhões. No ano passado, “só” 23 milhões. O próprio executivo havia anunciado a redução, quando informou sobre as perdas do banco no ano passado.

Tudo isso está em comunicado divulgado hoje, no qual o Credit Suisse informa que provavelmente não terá lucro no primeiro trimestre deste ano. Diz ainda que os lucros do ano passado foram inferiores aos que haviam sido publicados.
A causa: a crise e “erros intencionais” de alguns operadores.

Guia Completo de Investimentos


Recebi esta newsletter da Editora Abril e considero que vale a pena compartilhar com os leitores por tratar-se de um guia completo sobre investimentos de uma forma geral, e não apenas explicando como continuar "Lucrando na Bolsa", apresentando um conteúdo bastante abrangente em uma linguagem muito simples e acessível.

Continua em LB . Lucrando na Bolsa

Commodities são a maior expectativa nesta véspera do feriado

... Alguns mercados americanos fecham mais cedo hoje, porque graças a Deus é feriado também em NY, nesta Sexta-Feira Santa. As BOLSAS de valores operam em horário habitual, mas podem apresentar liquidez reduzida sem os TREASURIES, que fecham às 15h. De todo modo, há tempo para muito jogo... E, do jeito que as coisas andam, você ainda poderá ter muito trabalho antes de pôr o pé na estrada.. A maior expectativa do dia fica com o desempenho das COMMODITIES, após a pesada liquidação de ontem.

... À noite, depois do banho de sangue nas bolsas (inclusive na BOVESPA), especialistas não mostravam uma opinião de consenso sobre a tendência desse mercado, que é tão importante para os países EMERGENTES... Mas, já pareciam concordar sobre as razões que levaram investidores globais a se desfazerem das posições em metais e petróleo.

... A “culpa” foi do FED. Com a decisão de cortar o juro em 75 pontos, abaixo do previsto pelo mercado (100 pontos-base), referindo-se a preocupações com a INFLAÇÃO no STATEMENT, o Comitê de BERNANKE sinalizou que, a partir de agora, pode ser menos agressivo no desaperto monetário do que WALL STREET apostava, até então. Essa novidade teria dado o START para uma ampla cobertura de posições vendidas em dólar.

... Se as COMMODITIES foram a grande fuga do DÓLAR fraco, enquanto o FED deixava muito clara a sua disposição de derrubar o JURO, colocando de lado a questão da INFLAÇÃO, então, é natural que esses investidores desfaçam posições em commodities para voltar ao dólar... Só que não parece razoável acreditar que todo o dinheiro que foi para as COMMODITIES voltará para o DÓLAR. Não dá pra falar em uma nova tendência, nem para o DÓLAR, nem para as COMMODITIES. A crise, afinal (dos EUA), continua aí.

... O mais provável é que essa liquidação das COMMODITIES tenha sido um forte ajuste ao comunicado do FED (embora, nem mesmo o FED pode ser capaz de jurar que não será necessário entrar no JURO NEGATIVO). Por mais violento na sua fase inicial, esse movimento das commodities tende a se acomodar. E então o mundo respirará de novo.

... A agenda é fraca, tanto nos EUA como aqui. Lá, prevê apenas auxílio-desemprego, às 9h30, e a atividade do FED de Filadélfia, 11h. Em Brasília, a Receita pode divulgar a arrecadação federal de fevereiro, que deve ficar em torno de R$ 49,350 bilhões, apurou a pesquisa do AE Projeções. Para os indicadores americanos, a estimativa é de um crescimento de três mil pedidos de auxílio-desemprego e recuo da atividade de Filadélfia em 19,5 em março. Em fevereiro, o índice já havia recuado 24,0 e em dezembro, 20,9.

ÁSIA. Vários países do continente tiveram feriados nesta quinta-feira, 20 de março, data do aniversário do profeta MAOMÉ. Não funcionaram os mercados da Índia, Indonésia, Malásia e Paquistão... Nas Filipinas, a quinta-feira santa fechou os mercados e no Japão, o feriado foi devido ao Equinócio. Leia abaixo mais sobre os mercados internacionais!

Desceu do salto

... A queda das commodities no mundo arrastou também o IBOVESPA, composto em grande parte por papéis de empresas produtoras desse tipo de matéria-prima. Apenas no pregão de ontem, a bolsa perdeu 3 mil pontos de uma vez só, furando o suporte dos 59 mil pontos, depois de despencar 5,01%, para os 58.827,4 pontos, na segunda maior baixa de 2008. O volume financeiro expressivo, de R$ 6,862 bilhões, deu consistência à queda.

... PETROBRAS PN liderou o giro, com R$ 1,273 bilhão. O papel desabou 7,40%, terceira maior queda do índice. A ação ON caiu 6,90%. Também a VALE foi destaque na baixa, empurrada pelo enfraquecimento dos METAIS no exterior. O papel ON derreteu 6,87% e o PNA, -7,21%, com giro de R$ 777,094 milhões. Mas quem liderou as perdas do índice foi BRADESPAR PN (-7,84%), que tem as ações da mineradora entre seus investimentos. Apenas dois papéis do IBOVESPA resistiram em alta: TAM PN (0,61%) e ARCELORMITTAL INOX (ex-ACESITA) PN, que teve valorização de 0,55%.

... Reagindo ao noticiário local, CESP PNB caiu 5,55%. As incertezas sobre a renovação das concessões das hidrelétricas de Ilha Solteira e Jupiá, além das liminares do PT e do PSOL, pressionam os papel na proximidade da data do leilão de privatização, na semana que vem (26, quarta-feira). Ontem foi o último dia para os interessados entregarem as garantias para participar da disputa. A CPFL já confirmou que fará o depósito, no entanto, sua entrada no leilão dependerá da renovação das concessões das duas usinas.

... Foi perceptível ontem o movimento de debandada do capital externo, buscando cobrir posições em outros lugares do mundo e reduzir exposição a risco. Segundo a BOVESPA, o fluxo de capital estrangeiro está negativo no mês em R$ 3,075 bilhões e, no ano, tem saída recorde de R$ 6,941 bilhões. Só na segunda-feira, quando a bolsa teve aquele dia de cão (-3,19%), saíram R$ 965,853 milhões, com a venda maciça de ações de empresas produtoras de commodities e também de bancos por parte do investidor estrangeiro.

Continua em Bom Dia Mercado

Desempenho do Ibovespa em 2008 - opinião dos analistas

Muito interessante a reportagem do site Infomoney, com as opiniões de 10 analistas sobre o desempenho do Ibovespa para 2008.

É consenso entre os analistas que o Ibovespa terminará 2008 no campo positivo, com ganhos ente 15 e 25%. A melhora do do cenário ocorrerá no segundo semestre. E, como não podia deixar de ser, todos comentam a crise americana.

Nós acreditamos que será um ano volátil, cheio de sobe e desce, como temos visto atualmente, com ganhos próximos a 15%. Isso significa um Ibovespa próximo de 72.500 pontos.

Acesse a reportagem completa clicando aqui.

E os Investidores, o que pensam ?!?!? Muito otimismo dos analistas?!?!?!?

Veremos...

Investmaniacos

Bovespa insinua quebra do range

Há 2 dias, rompeu a variação que era dos 60000 aos 63000 pontos e hoje fechou em 58827. Próximo suporte em 58000.Caso perca esse patamar, suporte realmente muito forte e que deve gerar excelente ponto de compra será lá na Linha de Tendência de Alta( LTA ) de longo prazo, por volta dos 54000 pontos,mas como hoje o mercado está muito esticado para baixo no intraday, amanhã podemos ter uma compensação dessa queda, mesmo porque, quem está vendendo forte para fazer caixa das bobagens que vêm fazendo lá fora ( gringos ), não vai querer assustar o camarada que acha que está " barato " para comprar agora que as comodities caíram.Lembrem-se do que venho falando aqui nesse espaço, ou seja, objetivos mais curtos, realizações parciais e pouca exposição ao mercado, pois a volatilidade tem pego muita gente boa, com operações lucrativas, sendo perdidas e revertidas, ou por ganância, ou excesso de confiança ou mesmo por falta de manejo de trade.

Dow Jones - 2 anos


De novo, nos 12 mil pontos. Na marca do penalti... e agora, alguém pode supor para que lado vai andar? Salvo algumas espetadas fora (para baixo) ele está dentro dessa congestão entre 12 e 13k desde o início do ano, e uma hora vai ter que decidir para onde ir. Por enquanto na base do caixote, objetivo do OCO, mas o buraco ainda pode ser mais profundo. Será que nem com dinheiro grátis?


Sábias palavras....E que não emergem de gurus financeiros

Um excelente texto que demonstra a fraqueza dos mais confiáveis especialistas de finanças e economia. Uma demonstração clara de que "gurus" acertam somente nos momentos e que qualquer um com mínimos conhecimentos de economia e finanças, e que tenha coragem de se expressar, também acertaria.
O que é o mercado de ações e finanças de risco? A melhor resposta que eu teria seria tempo, ou seja, quanto menor o tempo de aplicação e quão melhor forem as empresas escolhidas ante a saúde contábel, inovação e inserção de consumo, maior será a probabilidade, eu disse: probabilidade! De sucesso.

Commodities carregam o Ibov




Hoje as commodities estão apresentando forte desvalorização no mercado. O Petróleo no momento cai mais de 4% e o CRB encosta nos 395 pontos, baixa de 2,26%.



Petroleo

O anúncio feito pelo Departamento de Energia norte-americano (DoE) de que os estoques da commodity nos Estados Unidos subiram 0,1%, ou em 133 mil barris, para 311,75 milhões de barris na semana encerrada em 14 de março, contribuiu para reverter as altas acumuladas pela commodity ontem.
E assim como ocorreu na valorização, o índice brasileiro acompanha o pessimismo das commodities. No momento, apesar de uma leve alta no DJI, de 0,10%, o Ibov cai 1,85%. A PETR4 e a VALE5, que possuem um grande peso no índice, caem repectivamente 4,5% e 3,56%.
Interessante notar mais uma vez esse decoupling (desacoplamento) entre as bolsas brasileira e americana. Abaixo postei gráficos de 5 minutos do Dow Jones e do Indice Futuro brasileiro negociado na BMF. Normalmente eles andam juntos, apresentando uma forte correlação.


Cenário do medo

Hoje, caiu a seguinte ficha nos mercados globais: e se o mundo estiver caminhando para uma combinação de recessão, a partir dos EUA, com inflação, espalhada por diversos países importantes, inclusive a China, em meio a uma crise do sistema financeiro?
É o pior cenário.
Todos esses temas estavam por aí. Mas até aqui se entendia que, apesar da crise americana, a economia mundial, puxada especialmente pela China, continuaria num ritmo de crescimento mais do que razoável, inclusive em diversos setores dos EUA.
Nesse caso, os produtos agrícolas, minérios, metais e combustíveis, petróleo, principalmente, continuariam sendo demandados, de novo sobretudo pela China. Logo, um porto seguro era comprar esses produtos diretamente, e mais o ouro, e também as ações das companhias que produzem essas coisas, como a Vale. Quem fazia isso? Consumidores, investidores querendo proteger seu patrimônio e fundos especuladores, claro.
Fazia sentido. Desde o início da atual crise, em agosto do ano passado, as commodities passavam ao largo. O índice da revista “Economist” desta semana, por exemplo, mostrou que os preços, em 11 de março, estavam 40,7% mais altos que um ano atrás e 10% acima do registrado um mês atrás.
A China continuava consumindo absurdamente. (Sabiam que os chineses comem mais da metade da carne de porco produzida no mundo?) Há poucas semanas, a Vale fechou contratos com siderúrgicas do mundo todo prevendo reajustes de 65% a 71% no preço de seu minério de ferro. Principais fregueses, os chineses consomem um terço do aço mundial.
Hoje, ações da Vale caíram quase 7%; as da Petrobrás, mais de 7%. Desabaram preços de ouro, do petróleo, de todos os metais básicos (como cobre, alumínio, níquel, chumbo, zinco e estanho), em resumo, de tudo que parecia um porto seguro.

Rumores

O órgão regulador do mercado financeiro de Londres (FSA, de Financial Services Authority) desconfiou da forte volatilidade nos negócios nos últimos dias. Pela primeira vez em sua história, hoje um diretor desse órgão comunicou formalmente a abertura de investigação para tentar identificar quem espalhou os rumores que colocaram na berlinda bancos e outras instituições financeiras.
O FSA advertiu ainda que não toleraria especulações, a montagem de posições de curtíssimo prazo, vinculadas a esses rumores.
O problema não é apenas britânico. Há rumores desse tipo pelo mundo todo, inclusive no Brasil. Já circulam emails falando de saques em bancos.
Grave situação, porque há uma base real. Grandes bancos internacionais de fato passam por maus momentos. Há crise de crédito, de confiança e de solvência, conforme o setor e conforme o banco. Além disso, há um precedente: os rumores sobre o Bear Stearns eram verdadeiros.
Mas ocorre – e aí vem o maior problema – que é possível que os rumores tenham dado o golpe final no Bear Stearns. Ou seja, nesse negócio de dinheiro, confiança é a questão chave. Quebrada, está aberto o caminho para ações desesperadas de puro medo ou de especulação. Uma corrida contra um banco sempre tem os dois motivos.
As pessoas que têm seu dinheiro nos bancos precisam demonstrar enorme sangue-frio e forte atenção. As autoridades, além de sangue-frio, precisam ser capazes de severa vigilância.
Não é fácil.

Carlos Alberto Sardenberg

terça-feira, 18 de março de 2008

Realizações parciais


Cuidado com a euforia, pois nessa hora que os profissionais iniciam sua estrategia.Não deixe um trade vencedor ser revertido em perdedor. Sugiro realização parcial de lucro. Se continuar a subir,ótimo, mas e se cair ?Mesmo porque amanha, depois dessa alta toda, vai chamar venda.O risco tem que ser controlado, senao vira jogador12300 e resistencia

Abs

Long


46,00.... Número cabalístico (VALE5)


O gráfico diário acima descreve bem a situação da Vale PNA (VALE5).
O papel está andando "de lado", entre as faixas de preços ali mostradas.
O interessante é que ao testar os R$ 46,00, o papel reage e não perde o suporte. Porém, se perdido este nível, a casa cai e temos suporte apenas nos R$ 40,00. Portanto, cuidado !!!
Esta semana a ação promete algumas emoções, visto que dia 21/03/08, sexta-feira, feriado no Brasil, a Vale deverá apresentar uma proposta concreta pela Xstrata.
Esta proposta pode trazer alegria ou tristeza para o papel...ou melhor, para os investidores.

Prós e contras na crise dos EUA

O primeiro lance do dia foi feito – e saiu bom. Dois grandes bancos de investimentos dos EUA, Goldman Sachs e Lehman Brothers, apresentaram balanços do primeiro trimestre com desempenho melhor que o esperado. Suas ações entraram em alta.

Detalhe importantíssimo: os mesmos rumores que, na semana passada, abalaram a confiança no Bear Stearns, que virou pó, apontavam para o Lehman Brothers.

Executivos do Lehman Brothers têm feito um esforço enorme para dissipar os rumores e assegurar que o banco de investimentos continua sólido. Mas, lembram os jornais, uma semana atrás o chefão do Bear Stearns estava em rede nacional na tevê dizendo que no geral as contas de sua instituição não haviam se enfraquecido.

Mas se os números de hoje trouxeram alívio para o mercado do momento, olhando a médio prazo se verifica o tamanho da crise bancária. A receita líquida do Lehman Brothers caiu 31% quando se compara o primeiro trimestre/08 com o mesmo período do ano passado. O lucro líquido caiu mais ainda, 57%. Para o Goldman Sachs, os mesmos números são queda de 52% e de 53%.

O Lehman Brothers informou ter contabilizado prejuízos de US$ 1,8 bilhão. (Créditos cancelados).

De sua parte, o Goldman Sachs relatou perdas de US$ 1 bilhão com hipotecas residenciais e outro bilhão com produtos de crédito vinculados.

Ou seja, os bancos continuavam carregando perdas.

Ainda continuam? – tal é a desconfiança.
Continua em

Bear Stearns update


Pessoal, vejam que surreal este gráfico intraday de 3 dias do Bear Stearns. Já estão rolando boatos que os shareholders vão entrar na justiça para reverter a compra feita pelo J.P. Morgan. O motivo é que se fosse decretada a falência, os shareholders teriam ganhado mais.

Fechamento de capital

Vem aí uma nova onda no mercado: a recompra de ações.
Depois das IPOs, as OPAs!
EPA, EPA, EPA!!!
Muita calma nessa hora!Muitas empresas que fizeram IPOs recentemente, colocando seus papéis no mercado com preços nas alturas, e assim financiaram seu crescimento a custos baratos, estão agora estudando uma oferta para recomprarem seus papéis. Algumas podem até fechar seu capital.
O argumento para isso é que as cotações dos ativos em mercado ficaram muito aquém das expectativas e não refletem o potencial de geração de lucros das empresas. Pode ser...
Mas alguns casos chegam a ser espantosos. Vejam a GOL: quem lembra a quanto saiu sua oferta primária. A ação ainda valorizou bastante pela procura inicial dos papéis e chegou a sair acima de R$70. Agora na casa dos R$20, os seus controladores pensam em reavê-los. Que operação fantástica!
E não fica só neste exemplo. Tem muito mais por ai, basta pesquisar!

Atualizando o FED... 16:00h

O Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC) do Federal Reserve (Fed) anunciou, há pouco, a decisão de reduzir a taxa básica de juros nos Estados Unidos 0,75 ponto percentual para 2,25% ao ano, alertando que a perspectiva para a economia enfraqueceu ainda mais desde sua última reunião.

Mostrando uma preocupação com os dados apresentados sobre o trabalho recentemente, o Fed, afirmou que o estresse no mercado continua e a concessão de crédito se mantém demasiadamente restrita.

O FOMC, voltou a destacar que continua de olho nas pressões inflacionárias, mesmo considerando que os indicadores devem apresentar um abrandamento, refletindo a perspectiva de um nivelamento da alta recente das commodities.

No resultado da reunião, que começou hoje as 9h30 (horário de Brasília), votaram a favor da decisão o chairman do Fed Ben S. Bernanke, o vice-chairman Timothy F. Geithner, e os membros Donald L. Kohn, Randall S. Kroszner, Frederic S. Mishkin, Sandra Pianalto, Gary H. Stern e Kevin M. Warsh. Já o presidente do Federal Reserve Bank de Dallas, Richard W. Fisher, e o presidente do Fed Filadélfia, Charles Plosser, votaram por uma "ação menos agressiva" neste encontro. Já a decisão de reduzir a taxa de redesconto em 0,75 ponto percentual para 2,5% ao ano foi unânime.

Fonte: CMA

CHR Investor

CRB by Credit Suisse


Eu continuo não recomendando...


Eu continuo não recomendando a compra e muito menos ficar comprado nas ações das ESCs, muito pelo contrário, existiu uma possibilidade com JHSF, mas foi indicação falsa, "dou o braço a torcer", por sinal já estopada sem prejuízo, quando saiu o balanço o papel deu uma subida de 3,4%, dando uma saída boa, estratégia é tudo de bom.

Pelo meu sistema CEACIOM viemos de uma alta iniciada (ponto de compra) no dia 28 de janeiro de 2008 e no momento estamos em baixa desde 29 de fevereiro de 2008 (ponto de venda).

Fique fora das compras para médio e longo prazos, ou faça como eu nesses momentos, fique operando opções (principalmente "day-trade"), concentrando em Vale, tudo curtinho mesmo. Nesse ambiente de incerteza, ainda mais com cada gráfico assustador (indicando baixa forte, mas sem confirmação ainda)...

Por exemplo se General Shopping Brasil perder o nível de R$ 12,50, vai direto nos R$ 8,50. E por aí vai...

Conforme havia alertado no dia 21 de Dezembro de 2007 aqui no Blog (Os contratos de DI Futuro sairam do canal de baixa) as taxas de juros longas iam se elevar.


Mais em Shopping Center Bursátil

O Conflito da China com o Tibet

Oriente reproduzindo o pior do Ocidente

Mapa Oriente. Imagem: Folha Online

Desde a semana passada, um conflito entre a China e o Tibet tem repercutido na mídia internacional e também na mídia brasileira. Diariamente tem sido publicadas matérias nos grandes veículos de comunicação brasileiros.

Na busca (talvez vã) por uma pretensa verdade imparcial e pela transparência dos fatos, parte da mídia brasileira tem se esforçado para conseguir informações, e repassá-las aos leitores. Na Folha Online, por exemplo, está publicada uma matéria hoje (18) sobre o interesse chinês em manter seu domínio sobre o Tibet. Além da matéria, uma entrevista com o vice-diretor da divisão para o Tibete da Radio Free Asia –ONG que transmite informações em nove línguas da Ásia, Karma Dorjee (leia a entrevista clicando no nome).

Continua em Acerto de Contas

Ibovespa 17/03/2008

Nenhum suporte foi perdido, mas a queda dessa segunda-feira teve um volume acentuado. Não aparece no candle, mas, novamente, houve um gap na abertura, não coberto. O mercado continua indefinido


FMI e o FIM


Análise Diária

Prezados,

A semana começou extremamente nervosa nos mercados financeiros. Após medida emergencial no final de semana, onde o FED cortou em 0,25% a taxa de redesconto bancaria, os mercados abriram em forte queda motivados pelos problemas com o banco Bear Stearns, a queda do dólar frente a diversas divisas e a alta do petróleo.


O pregão foi de muita instabilidade nesta segunda-feira (17), com forte abertura em baixa, recuperações fortes durante o pregão, onde muitos ativos entraram no campo positivo, mas que no final tornou a ceder, e a maioria dos papeis do Ibov fecharam em baixa.

No DJI houve uma boa recuperação no final da tarde e o índice ainda fechou em alta em meio a toda a turbulência.

Durante a madrugada tivemos recuperação em Tóquio com alta de 1,50% e em Xangai na China baixa de quase 4%.

Hoje teremos a reunião do FED para mais uma decisão sobre a taxa de juros. O anuncio sai no período da tarde. A expectativa do mercado mediante ao agravamento da situação, é que a taxa seja cortada em 0,5% para 2,5% a.a.

No momento as bolsas Européias têm ganhos superiores a 1,20% em média, e os futuros americanos sobem acima de 1%.

No mercado local, tivemos diversos ativos que atingiram pontos importantes como PETR4, ao qual deixou um candle interessante no gráfico diário, o qual poderia servir como entrada para swing traders (traders que negociam no curto prazo).

Porém a volatilidade do mercado está altíssima, pois o mesmo não consegue manter uma única trajetória durante a maior parte do pregão, oscilando do território negativo ao positivo, e vice-versa, diversas vezes ao dia. Isto pode ser interessante para trades curtíssimos e rápidos.

Bons negócios!
TR3 Invest

VIX


Pessoal, não sei se conhecem o índice VIX. É um índice que mede a volatilidade do mercado. Reparem que cada topo do VIX está associado a um fundo do Dow Jones. Ou seja, toda vez que a volatilidade do mercado aumenta, os preços caem. Portanto muita atenção para a relação Risco x Retorno. Principalmente aquelas pessoas que gostam de tomar mais risco em busca de maiores retornos. O gráfico mostra que quando o risco do mercado aumenta, os retornos diminuem.

Fantasma do Bear assombra NY e eleva suspense com FED

... “NY vive o último estágio da crise, que começou no SUBPRIME e chegou aos grandes bancos... Não quer dizer que (a crise) está acabando, não dá para saber quanto tempo essa fase vai durar, a sua magnitude e o estrago que causará na economia dos EUA e do resto do mundo. O BEAR assustou porque foi o primeiro (grande). Outros podem quebrar e é contra isso que os investidores estão se prevenindo hoje. Mas esse saneamento é inevitável. Não há como encerrar essa história sem passar por isso”, disse fonte do BDM.

... O comentário foi feito no fim da tarde de ontem, mais um dia de cão para os mercados globais. Os índices em WALL STREET até melhoraram no fechamento. Mas, aqui, a BOVESPA foi nocauteada pela liquidação das COMMODITIES.. Com exceção do OURO, reserva histórica de valor, todos os demais metais caíram, assim como o petróleo.

... HOJE, os mercados devem abrir na expectativa da reunião do FOMC, para reduzir de novo o juro básico americano em 75 pontos-base ou 100 pontos, de 3% para 2%. O veredicto será anunciado às 15h15, em ponto, o que significa que os mercados terão um tempo ainda para reagir a surpresas. É muito improvável, porém, que o Comitê de BERNANKE se arrisque a contrariar as expectativas de um mercado já tão machucado.

... É bem verdade que WALL STREET já começa a se perguntar o que o FED fará depois que já não tiver mais esse instrumento de política monetária para tentar evitar a RECESSÃO. Mais um pouco e os EUA estarão com juro real negativo, o CUPOM ZERO. Seja como for, a inflação parece estar ajudando, até aqui, apesar do petróleo caro.

... Os dados do PPI, às 9h30, não causam maiores preocupações, após a estabilidade do índice ao consumidor (CPI), na semana passada. As estimativas para os preços ao produtor são de +0,3% para o índice cheio e +0,2% para o núcleo. No mesmo horário, as licenças para construção de novas residências têm previsão de -0,2%. Mas, mais do que os indicadores, os balanços dos bancos (e os boatos) devem movimentar os mercados.

... O resultado do BEAR STEARNS, previsto para ontem à noite, foi adiado depois que a instituição foi comprada pelo JP MORGAN. Mas está confirmada a divulgação dos números do GOLDMAN SACHS e do LEHMAN BROTHERS, para hoje, e do MORGAN STANLEY para amanhã, quarta-feira... A previsão é de pesadas baixas contábeis, enquanto as ações dos bancos de investimentos operam sob forte pressão nas bolsas. Leia mais abaixo sobre os mercados internacionais nesta segunda-feira!

Na Bovespa...

... A pior onda de vendas dos estrangeiros já parece ter passado. A fonte da coluna disse que os “papéis de gringos” (dos IPO, construção civil, por exemplo), derreteram com a zeragem de posição para fazer caixa. “Alguns papéis apresentam boa oportunidade, mas 60 mil está caro em relação a Nova York. Se você considerar só o Brasil, vale 80 mil. Se considerar só NY, vale 40 mil. Está na metade do caminho”, disse.

... Ontem, o medo de crise sistêmica nos EUA somou-se à realização das commodities para definir um pregão difícil e de pouca racionalidade. O IBOVESPA chegou a voltar aos 59 mil pontos no pior momento do dia (-4,27%, 59.342 pontos), mas fechou em baixa de 3,19%, aos 60.011,8 pontos. Com esse resultado, a bolsa brasileira passou a acumular a perda de 6,06% neste ano. O volume financeiro foi de R$ 6,9 bilhões, sendo que desse total R$ 581 milhões foram referentes ao exercício de OPÇÕES sobre ações.

... As duas principais blue chips operaram em sintonia com o movimento de queda das commodities. A maior queda do índice foi de VALE ON (-6,06%). VALE PNA perdeu 4,34%... PETROBRAS ON caiu 5,30%, enquanto a PETROBRAS PN recuou 3,79%. As ações da BOVESPA Holding (-7,27%) caíram mais forte do que a média do mercado.

... No pregão da quinta-feira passada, dia 13, a BOVESPA registrou nova saída de capital externo, de R$ 20,8 milhões, elevando para R$ 2,052 bilhões as saídas no mês.

... Em parte pressionado pelo fluxo financeiro negativo, o DÓLAR subiu pelo terceiro dia consecutivo, mas com ganho bem modesto, de 0,53%, a R$ 1,723.

... Nos JUROS, não teve repercussão o comentário do ministro Guido MANTEGA, para quem não há necessidade de aumento do juro no Brasil, por conta da crise externa.

... Na BM&F, as taxas dos contratos de DI subiram com força, refletindo movimentos de STOP LOSS e de ajuste de posições globais. No final do dia, reduziram a alta, mas seguem sujeitos a muita volatilidade. O DI janeiro de 2010 subiu de 13,09% para 13,12%, e o DI janeiro de 2009 ficou em 12,26%, de 12,25% na sexta-feira.

... O noticiário local ficou em segundo plano. Mas, se o investidor decidisse olhar para os dados domésticos, não encontraria motivos para bom humor. O IGP-10 de março, em +0,61%, superou as expectativas; o IPC-S voltou a acelerar-se (+0,14%); e a pesquisa FOCUS mostrou nova rodada de alta das projeções de inflação para este ano. A mediana das estimativas para o IPCA avançou de 4,42% para 4,44%.

... Em sintonia com o sentimento de aversão ao risco, o Global-40 caiu 0,26%, cotado no fechamento a 132,65 cents (máxima), com o risco Brasil em 302 pontos-base.

Continua em Bom Dia Mercado

segunda-feira, 17 de março de 2008

Vale, Xstrata e Glencore revisam proposta de aquisição

As mineradoras Vale e Xstrata, juntamente com a trading Glencore, principal investidora da mineradora anglo-suíça, estão trabalhando em novas propostas para o plano de aquisição da Xstrata após o fracasso de reuniões ocorridas no Brasil na semana passada, informou uma fonte familiar ao assunto na segunda-feira. 'As idéias estão sendo trabalhadas para verificar se há um novo modo de olhar as coisas', disse a fonte. 'Há disposição dos três lados para se encontrar um caminho.
O preço que a mineradora brasileira Vale ofereceria pela Xstrata ainda era um empecilho nas negociações, assim como uma disputa entre a Glencore e a Vale por direitos de comercialização de produtos, segundo a fonte.
Fontes disseram anteriormente que a Glencore havia exigido um acordo de 10 anos para vender a produção da nova empresa, com exceção do minério de ferro. A Vale, no entanto, estaria preparada para garantir apenas um acordo de 5 anos, que excluiria minério de ferro e níquel.

Tendência do dólar: pelo jeito chega a R$ 1,50


Quem, como eu, recebe seus trocados de anúncios do Google Adsense - ou de outras fontes - pode fazer suas apostas. A ilustração acima é o gráfico semanal do preço do dólar em reais desde outubro de 2004 (Fonte: Investmaníacos; veja em melhor qualidade).
Considerando a periodicidade e o tamanho do período, é uma tendência de queda bem forte. A linha de tendência de baixa traçada, por exemplo - bem como a linha de retorno do canal - vem desde junho de 2005.
Nesse cenário, é mais fácil o dólar chegar a R$ 1,50 que retomar patamares mais elevados antes disso.
Algo que pode mudar o cenários são algumas medidas que o governo vai tomar para beneficiar os exportadores. Porém, tendência é tendência e essa é bem forte.
Resta saber onde é o fundo.


Dreams come true (Parte 1)/"Investment Grade" for Brazil


Antes de o Presidente Lula tomar posse em 2003, as agências de “rating” cortaram a classificação de dívidas do Brasil (down grade), com medo de que o novo governo fosse se endividar mais para gastar mais, o que colocaria o país novamente em default.Hoje, com a economia em ascensão, o Brasil está a um passo de obter “investment grade” nas suas dívidas, atraindo, potencialmente, bilhões dos investidores. O Brasil pagou as suas dívidas para o IMF e as suas reservas internacionais superam as dívidas internacionais.Ao mesmo tempo o Brasil se beneficia do “boom” global das commodities: minério de ferro, açúcar, etanol e soja. É a combinação de sorte com uma boa administração: “Temos um Brasil novo”, comentou o diretor sênior da Fitch Ratings.O novo “rating” abrirá as portas para os investidores, especialmente para os grandes “endowments“(doações), fundos de pensão e companhias de seguros que são proibidos de comprar os “junk bonds”. Após Rússia, México, África do Sul e Chile conseguirem o “investment grade”, o dinheiro dos investidores estrangeiros aumentou de 79% para 354% em dois anos. O Brasil pode ganhar um extra de 21 bilhões de dólares anualmente se conseguir o “investment grade rating”, elevando o mercado acionário e a moeda ainda mais. Lembre-se que a bolsa sobe não quando o país é efetivamente declarado de “investment grade”; a bolsa já sobe com a perspectiva de caminhar para o mesmo.Mais importante ainda, o melhor rating baixa o custo dos empréstimos que o país necessita para melhorar a sua infraestrutura. “Precisamos das condições para um período de crescimento sustentado”, disse Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central.Todo mundo está investindo no Brasil, como na China há 30 anos atrás.


Spreads Petro


Reparem como o spread entre a PETR3 e a PETR4 está crescendo ultimamente. E o engraçado é que a PETR4 é a que tem mais liquidez. Talvez seja por causa das opções. Mas pra quem não usa opções, acho que o gráfico é um bom indicador de uma possível troca de ativos na carteira.


Nem tudo está perdido


Um ponto positivo nos mercados financeiros: houve medo, mas não pânico. Este, a rigor, se caracteriza quando há uma venda generalizada de ações, não importam as companhias. Wall Street até abriu mais ou menos assim, mas foi mudando ao longo do dia, com os investidores selecionando papéis.

Por exemplo, as ações dos bancos caíram, mas as do JP Morgan subiram. Isso porque o JP Morgan comprou o combalido Bear Stearns. Ora, pensaram os acionistas, se o Fed permitiu e até ajudou no negócio, isso significa que o JP Morgan está em boa situação.

Inversamente, uma desconfiança: e os outros bancos que não apareceram para comprar o Bear Stearns? Simplesmente não se interessaram pelo negócio ou não tiveram condições de entrar?
Por outro lado, em N. York, houve compras de ações de empresas de ponta não-financeiras, como Merck, de medicamentos, Verizon e AT&T, da área de telefonia, HP, tecnologia da informação e General Eletric, eletroeletrônicos.

O Índice Dow Jones terminou o dia no azul, um milagre considerando como começou.
Qual é a informação que vale outro?

Saber onde está o fundo do poço do sistema financeiro.

Quando bater lá, será o sinal de que todos os problemas e prejuízos terão sido expostos e administrados.

Lembrete: o pessoal achava que o fundo estava próximo quando o Bear Stearns naufragou…

Mudanças no UBS Pactual

O mercado financeiro começou a semana tomado por boatos de troca-troca de executivos. O principal deles é a esperada saída de um grupo de executivos do UBS Pactual para o americano Merrill Lynch. É dado como certo que o grupo de dissidentes será liderado por Alexandre Bettamio, hoje co-responsável pela área de investment banking do UBS Pactual. Um reforço e tanto para o Merrill Lynch, que há anos não tem no Brasil o mesmo desempenho obtido nos Estados Unidos nos rankings de assessoria a fusões e aquisições e emissões de ações.

Por Dentro das Empresas

Crise no mercado global está maior, diz diretor-gerente do FMI


O diretor-gerente do FMI, Dominique Strauss-Kahn, afirmou nesta segunda-feira que a crise no mercado financeiro global está piorando e que o risco de contágio está aumentando.

Em conferência de imprensa em Paris, ele elogiou as medidas emergenciais tomadas pelo Federal Reserve no domingo.

Strauss-Kahn afirmou ainda que o Banco Central Europeu e o Fed estavam administrando bem as turbulências relativas à liquidez do mercado de crédito, e que a situação nos mercados monetários, mesmo que tensa, não exigia intervenção dos bancos centrais, em sua visão.

O iuan e o iene parecem fracos, o euro está super-valorizado que o dólar está em algum ponto entre eles, pontuou Strauss-Kahn, em conferência de imprensa com o presidente da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), Angel Gurria.

O Fundo Monetário Internacional deve reduzir suas previsões de crescimento econômico nas próximas semanas, incluindo para os Estados Unidos, acrescentou.

Gurria afirmou que mais dinheiro público pode ser necessário para solucionar o problema e que mais afrouxamentos na política monetária são necessários, principalmente nos Estados Unidos.

Com a Reuters

Bolsas asiáticas abrem em baixa

Algumas das principais bolsas asiáticas abriram em forte baixa nesta segunda-feira.

O índice Hang Seng da Bolsa de Valores de Hong Kong abriu em forte baixa de 919,11 pontos (4,13%), aos 21.318.

O seletivo Straits Times da Bolsa de Valores de Cingapura abriu em baixa de 72,21 pontos (2,54%), aos 2.766,48.

O índice KCLI da Bolsa de Valores de Kuala Lumpur abriu em baixa de 11,51 pontos (0,96%), aos 1.183,33.

O indicador PSEI da Bolsa de Valores de Manila, nas Filipinas, caiu na abertura 39,54 pontos (1,41%), para 2.866,99.

O índice JKSE da Bolsa de Valores de Jacarta, na Indonésia, abriu em forte baixa de 79,17 pontos (3,32%), aos 2.304,25.

O índice SET da Bolsa de Valores de Bangcoc, na Tailândia, abriu em baixa de 3,73 pontos (0,46%), aos 818,04.

O índice Kospi da Bolsa de Valores de Seul abriu em forte baixa de 34,06 pontos (2,13%), aos 1.556,20


Palpite Ações

Commodities desabam por fuga de ativos

Os preços das commodities estão desabando e puxam para baixo as ações da Petrobras e da Vale. A explicação é a falta de liquidez na economia americana e a fuga de capitais dos mercados futuros. O petróleo recuou 3,84% caindo para para US$ 105,98%, o cobre perdeu 3,68%. As maiores perdas aconteceram com o café (-10,4%) e o açúcar (-10,2%). (veja aqui como estão as bolsas pelo mundo)

Se a queda das commodities se caracterizar como uma tendência, isso pode virar um problema para o Brasil. Boa parte das nossas exportações está focada justamente nesses produtos. O normal, com a economia americana em crise, seria que os preços já estivessem caindo, com a diminuição da demanda da maior a economia do mundo. Mas a demanda chinesa e a especulação nos mercados têm impulsionado os preços para cima.

Miriam Leitão.com

Banco por 1,99

Foi o preço que o Fed (ven)deu o Bear Stears para o JP Morgan: U$ 2!

E o futuro (negro) do Ibovespa opera em queda de 3,30% nesta pré-abertura, ameaçando novamente o patamar de 60K!!! Balança, balança...

No resto do mundo a coisa não é diferente: na Ásia o Hang Seng perdeu mais de 5%, na Europa as bolsas caem em torno de 3% e os minicontratos americanos reforçam a tese de que a recessão já chegou e o império desmorona. E ainda cortaram 0,25 na taxa de redesconto. Além de banco, os EUA logo vão passar a dar dinheiro de graça para sua população consumir...

What a hell!

Cuidado!!!IBOV (diário e semanal)

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Ao que parece as tendências serão bem curtas,então olho vivo e sempre alerta.No IBOV diário o estocástico deu uma quebra para baixo o que pode ser um aviso para sair do mercado.Lembrando que isso ainda não se confirmou.O IBOV semanal mostra que a tendencia de medio prazo virou para baixo.

Vamos ficar de olho vivo essa semana pois é uma semana bem importante, que pode confirmar essas tendências.Então todo mundo ligado essa semana.

“quando o barco começar a afundar, não reze. Abandoneo-o” Max Gunther

Bons Trades

Mensalinho

Some of My Favorite Quotes

Frases de profissionais consagrados em seu campo de atuação têm um grande poder de convencimento. Segue abaixo uma pequena seleção feita rapidamente*. Algumas não esqueço nem quando estou dormindo**...Divirtam-se:

  • "Win or lose, everybody gets what they want out of the market. Some people seem like to lose, so they win by losing." (Ed Seykota, commodities trader)
  • "Everyone has the brainpower to make money in stocks. Not everyone has the stomach. If you are susceptible to selling everything in a panic, you ought to avoid stocks and stock mutual funds altogether." (Peter Lynch)
  • "Anyone can be a trend-follower. The big money is made in reversals." (Jon Markman)
  • "Why risk everything on a trade? Why not make your life a pursuit of happiness rather than pain? I decided that I had to learn discipline and money management." (Paul Tudor Jones)
  • "The really valuable thing is intuition. There are no logical paths to these laws, only intuition resting on sympathetic understanding of experience can reach them." (Albert Einstein)
  • "I think one of my strenghts is that I view anything that has happened up to the present point in time as history. I really don't care about the mistake I made three seconds ago in the market." (Paul Tudor Jones)
* Preferi deixar alguns quotes de Buffett e Livermore de fora por serem bastante conhecidos;
** Desculpem-me pela versão original em inglês. Foram retirados in natura de suas fontes.

" Call " para GOLL4 , NETC4 e BTOW3




Trabalham em patamares bem interessantes para trades contra-tendencia, caso rompam as maximas de hoje e fechem assim

Corretoras internacionais, às 14:45 h


Quase todos na venda, especialmente Morgan Stanley e Credit Suisse, saldo de R$ 560 MM vendedor, para um saldo acumulado em março, até dia 12, de cerca de R$ 2 bilhões, vendedor.

BTOW3, água ou Submarino ?!?!?!

Em virtude das dúvidas do Investidor Jefferson, estamos publicando uma análise de ação B2W ON (BTOW3).

Como mostra o gráfico diário acima, o papel esboçou uma reação, ao sair do canal de baixa formado desde Novembro de 2007.Porém, ao testar a resistência próxima aos R$ 80,00, voltou a ceder.

No curto prazo deverá buscar o suporte de longo prazo (mesmo fundo de Agosto de 2007), nos R$ 59,50.

O interessante deste gráfico é que tem um gap em R$ 46,12, aberto desde Novembro de 2006, quando a empresa Submarino anunciou sua fusão com a Amercicanas.com, dando origem a atual B2W.

Além disso, seu balanço, divulgado na semana passada, saiu abaixo das expectativas do mercado, o que penalizou a ação.

Continua sendo uma boa opção de investimento para o médio / longo prazo, visto que a empresa tem bons fundamentos.
A poucos instantes a ação estava caindo 4,51%, cotado a R$ 62,41.

Veremos...

Investmaniacos

EUA tem novo período de juros reais negativos

O mercado financeiro americano está operando com juros reais negativos. Com uma expectativa de novo corte de juros do Fed amanhã, os juros reais (taxa de juros descontada a inflação) pode chegar a -1,6%, caso o corte seja de 1 ponto percentual, segundo cálculos da Link Corretora.

O objetivo do Fed é injetar liquidez no mercado e estimular o consumo. O risco, segundo a economista Marianna Costa, da Link, é que como estamos lidando com uma crise financeira, não há garantias de que os bancos vão repassar o crédito barato para os consumidores.

- No Japão aonde a taxa de poupança é alta, taxas de juros a zero não conseguiram fazer o consumo subir, deixando o país na famosa “armadilha de liquidez”. Nos EUA, a história é diferente, dado que a taxa de poupança é baixa. Talvez o efeito seja positivo sobre o consumo, mas infelizmente não conseguimos afirmar nada agora. Vivemos um crise financeira e os bancos não estão passando o dinheiro para frente - disse Marianna.

O efeito disso tudo é uma pressão maior sobre a inflação. No curto prazo os preços das commodities podem subir porque o mercado financeiro vai buscar aplicações mais rentáveis com os títulos dos Tesouro americano valendo tão pouco. No médio prazo, e se a política de Bernanke der certo, teríamos uma inflação pautada pelo consumo das famílias, o que mostraria recuperação do economia. Esse cenário permitira o Fed a voltar a subir os juros.

Miriam Leitao

Investidor Informado


Risk takers

Escrito por wise_guy e arquivado como Atitudes, English

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Another one from Jessica. She’s outstanding. More on her site.

Be wise.

Em busca do primeiro Milhão

Tríplice Coroa em Zona de Teste...


Dolar, Indice e Risco Brasil...


Dia de sangue nas finanças globais


Alguns números dão o tamanho da crise do crédito: o Bear Stearns, quinto maior banco americano, foi vendido por US$ 240 milhões, a dois dólares a ação, preço de banana. Um ano e dois meses atrás, em janeiro 08, a ação valia US$ 169. Esse é o tamanho do prejuízo dos acionistas.

O Bear Stearns foi vendido para o JP Morgan numa operação promovida e financiada pelo Federal Reserve, Fed, o banco central dos EUA. Uma operação de salvamento, portanto. Notem, porém, trata-se de salvamento do banco, dos seus clientes e do sistema financeiro, não do dinheiro dos acionistas, inclusive os donos, que tiveram de entregar suas ações na bacia das almas.

Dólar abaixo - Outro número de agora cedo no mercado mundial, a desvalorização do dólar. No recorde de baixa, hoje cedo o dólar comprava apenas 95,77 ienes. Teve época em que comprava 160.

Dólar barato derruba as ações das grandes empresas japonesas exportadoras para os EUA. Também derruba ações de bancos, todos sob suspeita.

Confiança ou desconfiança? – O Fed age agressivamente. Coloca montanhas de dólares para financiar os bancos, promove o salvamento do Bear Stearns, reduz a taxa de empréstimo aos bancos no domingo à noite. Demonstra estar no comando da situação, o que deveria gerar uma sensação de conforto.

Mas gera o pavor. Se o Fed está fazendo isso, imagine o que ele sabe que a gente não sabe?

Reparem: amanhã, terça, tem reunião normal do Fed. Se eles não puderam esperar nem dois dias para reduzir os juros bancários, imagine o que pode estar acontecendo. Outros bancos em dificuldades?

Aliás, nesta semana saem balanços de grandes bancos americanos, referentes ao primeiro trimestre. Terão se recuperado ou piorado mais?

Bolsas desabam no mundo todo.

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Os números da segunda e o susto do Fed

O Federal Reserve, o banco central norte-americano, anunciou na noite do domingo que vai reduzir a taxa de redesconto em 0,25%, para 3,25% ao ano. A medida foi anunciada de surpresa e já vale para a manhã desta segunda-feira, dia 17. Mau sinal. Não por acaso, a Bolsa de São Paulo abriu com uma baixa de 4%.

Banqueiros centrais são as pessoas mais discretas que existem. A maneira mais garantida de conseguir uma entrevista sem notícias é falar com um banqueiro central: por dever de ofício ele não pode elocubrar, especular, achar, concordar ou discordar. Por isso, quando eles falam, é bom prestar atenção. O fato de o Fed ter rompido o protocolo e tomado uma decisão em pleno domingo mostra que a situação dos bancos nos Estados Unidos está bem pior do que se imaginava. Não interessa que eles tenham declarado que o sistema é sólido: o fato de terem tomado essa decisão prova que o sistema não está sólido.

A decisão vem dois dias antes da reunião ordinária para discutir a taxa de juros, e as expectativas são de um novo corte no custo do dinheiro nos Estados Unidos. A preocupação, agora, é até quando os juros americanos precisam baixar para estimular uma economia que está em recessão. Em um determinado momento, a política monetária perde efeito, algo que Keynes definiu como "armadilha da liquidez" - as expectativas são tão ruins que a economia não se aquece, mesmo com juros muito baixos. FOi mais ou menos o que ocorreu no Japão ao longo de toda a década de 90.

Leia Mais em Blog do Investidor

Direito e Economia




Um campo de estudo que cresce é a relação entre direito e economia. Este tipo de estudo faz comparações entre diferentes instituições jurídicas e o crescimento da economia. A idéia é de que os países com melhores estruturas legais terão melhores condições de ter um crescimento de longo prazo. O termo em inglês é “rule-of-law” e os estudos são recentes (década de 1990 em diante, quando o Banco Mundial passou a ter indicadores da estrutura de governança dos países mundiais).

Para os estudiosos, quanto melhor as leis, mais rica será a nação. O gráfico mostra isto, mas existem algumas importantes exceções: Itália, Grécia e China. Entretanto, mesmo entre os especialistas, não existe um consenso sobre a melhor definição de rule-of-law. Alguns associam esta idéia a questão dos direitos individuais, incluindo a democracia. Outros a estabilidade das leis, incluindo o direito a propriedade.

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Crise econômica vai se agravar


bolha especulativa

Na semana passada aconteceu o inevitável: a primeira crise de liquidez em um grande banco de investimento americano, o Bear Stearns.

Sem dinheiro para repassar aos seus correntistas, o banco não teve outra opção, a não ser declarar sua incapacidade de pagamento e recorrer ao FED, que está articulando sua venda ao JPMorgan.

O JPMorgan, por sua vez, está assumindo o banco por apenas US$ 2 por ação, em um negócio que na verdade visa muito mais dar tranquilidade ao mercado do que se colocar numa posição de avanço no mercado.

O que estamos vendo desta vez é o próprio mercado financeiro se organizando para cobrir os furos deixados por eles mesmos. Isso é que realmente podemos chamar de “economia de mercado”.

Nada comparado ao que vivemos com o PROER, onde a população foi obrigada a pagar as dívidas provenientes do “sopapo” financeiro que os bancos tiveram com o fim da inflação.

O FED preferiu deixar os bancos à míngua do que incorrer em moral hazard (risco moral), onde os bancos centrais ajudam entidades financeiras em dificuldades, incentivando o comportamento de risco assumido por elas.

De certo mesmo só a certeza que outros fundos de investimento deverão enfrentar problemas nos próximos meses. Seria de bom tom se os bancos se antecipassem a esses anúncios, realizando fusões antes da quebra de confiança no mercado.

No Brasil o reflexo vem na Bovespa, que agora opera em forte baixa, de mais de 3%, apenas seguindo os péssimos resultados no mundo todo.

Acerto de Contas

FED baixa taxa de redesconto e JP Morgan compra Bear Stearns

... O Federal Reserve cortou, neste domingo, sua taxa de redesconto em 25 pontos-base, para 3,25% aa. A taxa é utilizada numa linha especial de crédito ao mercado, com o objetivo de socorrer instituições em dificuldades. O sentido de urgência que revestiu essa decisão espelha a gravidade da crise nos EUA. O FED não apenas se reuniu extraordinariamente no final de semana, o que já seria suficiente pra sinalizar que a coisa é brava, como decidiu não esperar pelo encontro formal do FOMC, amanhã.

... Outra notícia de ontem nas agências internacionais diz respeito à crise em Wall Street. Confirmando rumores, o JP MORGAN comprou o BEAR STEARNS, o primeiro grande banco norte-americano derrubado pela crise do SUBPRIME. A transação foi realizada por TROCA de ações. Cada título do BEAR entrou por apenas US$ 2 (dois dólares), muito abaixo do valor da ação na sexta-feira (US$ 30). Resta esperar pela reação do mercado. As investidas não resolvem, mas ajudam a administrar a crise no dia-a-dia.

... Cresceu (e muito) o suspense em NY às vésperas da reunião do FOMC, amanhã... Até então tido como teto, um corte de 75 pontos-base no juro americano, para 2,5%, agora tem tudo para desanimar feio, porque o mercado está pedindo mais. Depois que o CPI de fevereiro surpreendeu, na sexta-feira, com estabilidade no núcleo e no índice, traders e analistas em WALL STREET acham que o resultado da inflação abriu espaço para um desaperto mais firme. Muita gente está defendendo redução de até 1,0 ponto porcentual.

... Com a RECESSÃO no topo da pauta, está pesando o medo de uma quebradeira geral dos bancos, depois de o BEAR STEARNS ter puxado a fila. Na sexta-feira, bateu tão fundo a percepção da crise que, na agência DJ, o economista Tony CRESCENZI (Miller Tabak) disse que o resgate relembra os dias da Grande Depressão dos anos 1930.

... A semana poderá também ser sacudida por resultados corporativos de bancos pesos pesados. No olho do furacão, o BEAR antecipou de quinta-feira para hoje à noite a divulgação do balanço do primeiro trimestre fiscal.... Analistas esperam baixas contábeis de US$ 15 bilhões. Amanhã, é a vez GOLDMAN SACHS e do LEHMAN BROTHERS soltaram seus números... O momento tem sido definido pelos especialistas como “o mais sombrio” para ambos os bancos de investimento desde que lançaram suas ações em bolsa, em 1999 e 1994, respectivamente. Quarta-feira é a vez do MORGAN STANLEY.

... Abreviada pelo feriado da PÁSCOA, já na quinta-feira alguns mercados em NY fecham mais cedo nesta semana, nem por isso a agenda de indicadores é menos eletrizante. Amanhã (terça-feira), o PPI (preços ao produtor) perde um pouco do status, depois que a inflação ao consumidor tranqüilizou. Mas HOJE tem uma bateria de dados importantes. O dia começa às 9h30, com o índice de atividade EMPIRE STATE (previsão: -8 em março), além do déficit em conta corrente no quarto trimestre (-US$ 184 bilhões). Às 10h15, sai a PRODUÇÃO INDUSTRIAL de fevereiro. À tarde, sai a atividade do meio-oeste em janeiro (13h), além do índice de atividade em construção de moradias em março, às 14h.

... Na EUROPA, o BC turco realiza decisão de política monetária nesta quarta-feira, com expectativa de que reduza o juro em 25 pontos, para 15%.

... Na ÁSIA, é esperada uma solução para o impasse relacionado à indicação do próximo presidente do BOJ, já que o mandato de Toshihiko FUKUI termina na quarta-feira.

... AQUI, o calendário é mais fraco, nesta semana, limitando-se a índices preliminares de inflação, cinco no total. HOJE, sai a segunda prévia de março do IPC-S (8h), com estimativas de 0,11% a 0,16%, mediana em 0,12%, apurou o AE Projeções. Também às 8h, a FGV divulga outro indicador, o IGP-10 de março, que deverá subir entre 0,37% e 0,55%, mediana em 0,49%.. Amanhã, sai o IPC-S das capitais na semana até o dia 18, e na quarta-feira as duas segundas prévias de março do IPC-FIPE e IGP-M.

... A temporada dos BALANÇOS prossegue HOJE com COPEL, KLABIN SEGALL, PDG REALTY e SARAIVA. Mas é quarta-feira o dia forte: ELETROBRÁS e ELETROPAULO.

O juro vai subir

... O PIB do quarto trimestre de 2007, a Ata do COPOM, a taxação do capital externo em renda fixa e as vendas no varejo de janeiro devem se traduzir em uma alta da projeção para a taxa SELIC na pesquisa FOCUS que sai daqui a pouco, às 8h30... Essas notícias aumentaram significativamente a chance de um aumento de juros, já na reunião de abril. Esse ajuste no cenário deve se refletir na mediana das previsões do mercado.. Na curva do DI, a nova aposta é de uma elevação mais radical, de 50 pontos-base.

... As VENDAS NO VAREJO, divulgadas na sexta-feira pelo IBGE, só confirmaram o que havia antecipado a ATA, que o consumo segue em ritmo acelerado neste início de ano, e de forma surpreendente. As vendas subiram 1,8% sobre dezembro, que já é um mês tradicionalmente forte para o comércio por causa do Natal. O dado superou a mediana de 1,45% do intervalo das previsões dos analistas (0,7% a 2,2%). Em relação a janeiro de 2007, o avanço foi de 11,8%, perto do teto das estimativas (12,0%), fazendo deste janeiro o melhor da série histórica. A média móvel trimestral, considerado o principal indicador de tendência, registrou crescimento de 1,3% no trimestre encerrado em janeiro.

... Em reação ao resultado das vendas e ao nervosismo no exterior, o DI janeiro de 2009 avançou a 12,25%, de 12,17% na quinta-feira, com máxima de 12,29%... O DI janeiro de 2010 fechou em 13,09%, com máxima de 13,17%, de 12,98%.

... Em sintonia com a mensagem dura da ATA, o presidente LULA advertiu para os riscos do (forte) crescimento da economia, afirmando que é preciso que a oferta acompanhe, senão, a “doença desgraçada da inflação” volta. Se alguém precisava saber pra que lado está jogando o Planalto, não tem mais dúvidas. O sinal está verde para o BC.

... O IOF sobre o capital estrangeiro para aplicações em renda fixa e para títulos públicos, que começa a ser cobrado a partir de hoje, também pesou sobre o mercado de JUROS. Para Mauro LEOS (MOODY´s), a cobrança “talvez possa ter impacto sobre o sentimento do investidor”. Em relação à classificação soberana, no entanto, LEOS disse que “o importante é o quadro geral do País”, embora tenha admitido que “o risco é relevante” se novas medidas no front fiscal vierem a ser decididas. Ele também considerou “muito importante” que o Banco Central e o Ministério da Fazenda atuem de forma coordenada. “Ou as coisas podem ficar mais complicadas do que teriam que ser”.

... O DÓLAR teve um dia de forte volatilidade. A alta americana oscilou entre a mínima de R$ 1,676 (-1,0%) e a máxima de R$ 1,724 (+1,83%), para fechar em R$ 1,714 (+1,24%).

... BOVESPA seguiu NY durante quase todo o pregão, mas, perto do fechamento reduziu as perdas, amparada principalmente pelos papéis de VALE, para fechar em baixa de 0,46%, aos 61.991 pontos, com volume de R$ 5,888 bilhões. As ações da ON mineradora subiram 2,26% e PNA, +0,12%, com novos rumores de que estaria perto de fechar a negociação de compra da anglo-suíça XSTRATA. Também PETROBRAS ON diminuiu a baixa, para 0,56%, após a atuação pesada de uma instituição na compra, segundo o jornalista Téo Takar (Empresas e Setores). PETRO PN fechou em baixa maior, -1,97%.

... No mercado da DÍVIDA externa, o Global-40 fechou a 133,00 cents (estável), enquanto o risco Brasil estava em 289 pontos-base, queda de 4 pontos, no final da tarde.

A era do gelo

... Feito bola de neve, a crise do SUBPRIME (e do crédito) vai se espalhando aqui e ali, e com tanta força e rapidez, que já leva analistas na City londrina ao prognóstico de uma nova etapa nos negócios: a FASE DAS FALÊNCIAS, como eles têm chamado, em que a dúvida passa a ser agora quem serão as próximas vítimas da avalanche. “É claro que o BEAR STEARNS não está sozinho”, afirmou um economista baseado em Londres para a correspondente Daniela Milanese (AE). Tudo fica ainda pior, quando os investidores começam a pôr em xeque as limitações do FED, que não vai poder derrubar o juro para sempre. “Daqui a pouco acabam as balas” de BERNANKE, advertiu um analista.

... Fontes avaliaram à jornalista que há dois pontos centrais para serem atacados: 1) os problemas de capital dos bancos e 2) as HIPOTECAS podres nas mãos dos consumidores. Nos dois casos, poderá ser necessário o uso de dinheiro público, ou uma espécie de PROER americano, definiu Wilber COLMERAUER, consultoria LIABILITIES SOLUTIONS.. O que complica é que esta é uma decisão política, em pleno ano eleitoral.

Continua em Bom Dia Mercado

Bear Sterns quebra, é hora de monitorar o Dow

O índice futuro Dow Jones, que é negociado 24h, já bate 11.715. Quinta-feira falamos da importância deste número, pois abaixo disso fica configurada uma dinâmica muito negativa, o bear market ganha força e todo o cenário de tranqüilidade que traçamos vai por água abaixo. Tudo vai depender da abertura do mercado em NY, por aqui a Bovespa deverá abrir com forte gap, mas se o Dow resistir acima dos 11.700 não vejo razão para pânico. A única coisa certa é que teremos muita volatilidade, é besteira tentar “pegar a faca no ar quando ela está caindo”, nessas horas o melhor a fazer é ficar fora do mercado, e resista à tentação de comprar na baixa, caso o Dow rompa essa barreira o fundo do poço pode ser muito mais em baixo.

domingo, 16 de março de 2008

Apenas um deslize pode ser fatal

Quando o assunto é dinheiro, o erro de estratégia é prejuízo certo. Quem já se enganou com um investimento não se esquece da lição

Se você é um investidor assíduo, do tipo que no mínimo uma vez por mês estuda estratégias para aplicar os seus recursos, com certeza já sofreu por causa de um erro no portfólio. E perdeu. Viu o dinheiro descer pelo ralo. Até mesmo alguns milionários conhecidos como ditadores de tendência do mercado financeiro americano, como Paul Allen, fundador da Microsoft, já se enganou. Apostou US$ 1,65 bilhão na RCN, empresa de telecomunicações, em fevereiro de 2000. Hoje, a sua participação no negócio vale meros US$ 100 milhões. Mesmo sem mensurar números grandiosos, a dura experiência, no entanto, sempre vira um marco nas finanças pessoais. Grandes e pequenos aplicadores se lembram de alguma decisão errada que resultou em prejuízo. Afinal, da falha da gestão dos recursos fica uma lição para as próximas investidas.

Continua em Conexão Dinheiro

IBOV - Análise da Semana: 10 a 14/03

Mercados Agitados
A semana nos mercados foi bem agitada com o Ibovespa registrando uma volatilidade alta. O índice oscilou em média 2.000 pontos por dia no decorrer da semana, o que representa mais de 3% do seu valor atual (61.990 pontos). O último dia da semana foi marcado por notícias preocupantes nos EUA.

Continua em Dalton Vieira

Goldman Sachs recomenda comprar ações do BB

Prezados,

Segundo o Goldman Sachs, as ações do Banco do Brasil (BBAS3) são a melhor opção, entre as instituições financeiras brasileiras, para quem quer aproveitar a expansão da demanda por empréstimos e a sofisticação das condições de crédito na América Latina, afirmou nesta sexta-feira (14/03) (veja abaixo a tabela com as recomendações de compra ).

Mesmo reduzindo sua expectativa de crescimento para os papéis do Banco do Brasil em 3%, a área de corretagem do Goldman Sachs nos Estados Unidos elevou de “venda” para “compra” sua avaliação quanto às ações da empresa brasileira. Os papéis da companhia devem chegar a 32 reais por unidade, na avaliação dos analistas, um aumento de 24% em relação à cotação do início do pregão desta sexta-feira, de 25,77 reais.

Bear Stearns está perto de anunciar venda ao JPMorgan

O Bear Stearns está perto de anunciar um acordo para ser vendido ao JPMorgan Chase, afirmou uma fonte próxima da situação no domingo.

Em um momento em que o quinto maior banco de investimentos dos Estados Unidos busca se salvar, o Wall Street Journal publicou neste domingo que o Bear Stearns poderia ser vendido por cerca de 2,2 bilhões de dólares, ou menos de 20 dólares por ação.

O preço baixo da venda, equivalente a cerca de dois terços do valor de fechamento da ação do banco na sexta-feira, sinaliza o quão grave é a situação da instituição financeira fundada há 85 anos.

O Bear Stearns informou na sexta-feira que assegurou um financiamento de emergência junto ao Federal Reserve depois de passar por uma corrida de correntistas ao banco.

O acordo com o JPMorgan Chase ainda não foi assinado, informou a fonte, que pediu para não ser identificada.


Reuters

MMX (2a. Linha) - Mineração

Não se fala muito dessa empresa no mercado financeiro, visto que o setor de mineração no Brasil, na maior parte do tempo, tem a Vale como foco. tem a Vale como foco. Ressalte-se que não só a Vale, mas o mercado de mineração cresceu muito com as altas dos mínerios nos últimos 2 anos. Fato este que impressiona o histórico de rendimentos no longo prazo das empresas ligadas ao setor.

As cotações da MMX em jan/2007 estavam em R$230,00. Hoje, o papel bate nos R$950,00 (mais de 310% em 15 meses). Apesar do passado louros, o papel possui poucos negócios (quando comparado a outras empresas com maior liquidez). Outra característica da MMX é a de que para arrematar 1 lote de 100 ações da empresa, o desembolso é de R$95.000,00 (mais um fator que limita a quantidade de negócios). Abaixo o gráfico semanal no período de 1 ano.

A crise aumenta

Por Marcos

Nassif, você está acompanhando o caso do Bear Stearns? bem, o 'ursão' quebrou e foi doado para o JP Morgan pela mixaria de US$ 236 milhões, o FED baixou os juros para 3,25% ao ano nesta noite de Domingo e criou um Banco que irá emprestar dinheiro para os bancos privados em dificuldades pelos próximos 6 meses.

A coisa tá feia..


enviada por Luis Nassif

Standard & Poor's

Foi muito conveniente a S&P lançar a notícia de que a crise financeira está chegando ao fim em um dia de péssimos indicadores, DJI estava caindo -1,80%, agora com esta manobra subiu aos +0,70%.

Quem pode com isso?

Vamos tapeando e seguindo em frente porque o mercado é assim, cruel, cheio de "pegadinhas".

Gol Contra...


Gráfico Semanal LOG com as expansões de queda...

Verdades e Mentiras da Bolsa

Já está disponível em Verdades e Mentiras da Bolsa , a Edição 382 desta carta semanal de investimentos, com os seguintes assuntos:

"Anatomia de mais um susto", sobre os acontecimentos da semana;
"Grandes bancos", na seção de análise técnica.

Mais em GHITNICK

A Recessão segundo Fortunato.

“Tem muita gente que diz que as coisas estão dando certo no Brasil porque o Lula tem sorte. Obviamente, eu prefiro ser Lula com sorte do que Lula sem sorte, porque não há na vida nada que acontece se a gente não tem um pouco de sorte.” - (Presidente Luis Ignácio “Lula” da Silva, fragmentos do discurso publicado no Jornal O Estado de São Paulo, Sábado 15 de Março, ver aqui).

O Ministro da Fazenda Guido Mantega anunciou na quinta-feira um pacote de medidas para tentar conter a constante desvalorização do Real frente ao Dólar. (Escutar o pacote anunciado por Mantega).

Na sexta-feira o Banco Central (Meirelles) divulgou a ata da reunião do COPOM onde claramente o COPOM observa pressões inflacionarias e adverte que pode agir em conseqüência, tentando conter estas pressões (ver ata do copom, item 17). Estas medidas não neutralizam de algum forma o pacote anunciado por Mantega?

Ainda na sexta-feira o Presidente Lula, em discurso diz que a economia esta robusta e resistente, que as medidas adotadas pelo governo para conter o Dolar vão beneficiar as exportações do Brasil e que as ações do Banco Central continuaram em linha resguardando aos Brasileiros da ameaça da inflação...

Continua em Stock Buster

O IMPONDERÁVEL DE NOVO


Confesso que fiquei surpreso com a queda de sexta feira. Tudo parecia se encaminhar para uma alta curta e previsível. Aí surgiu o problema com um grande Banco americano, e o pânico tirou sua capa preta e apareceu na Brodway. Loucura geral. Bernank, mostrou a cara e demonstrou sua insegurança. "Ô Greenspan vem dar uá mãozinha pro rapaz!".

O Dow Jones caiu bastante e depois recuperou um pouco. A esperança...

Nos gráficos acima temos as seguintes situação:

1- Diário- Ocorreu uma inflexão no Estocástico como um alerta de possível baixa; não confirmou queda. Ainda tem chão para subir um pouco mais, apesar de estar em um Canal de Baixa Terciário; olho vivo.

2- Semanal - Notícia ruim: o gráfico semanal formou uma figura de reversão forte: Ombro-Duas Cabeças-Ombro. Suporte em 11.750 pontos. Caso rompa...

Clique nas imagens para ampliar a figura.

BOLSA HOJE

Mais foco na BR Malls

Ontem conversei com o carioca Carlos Medeiros, presidente da BR Malls, a maior administradora de shoppings do país, controlada pela GP Investimentos e pelo americano Sam Zell. Medeiros me contou que uma das grandes mudanças pelas quais a empresa vai passar esse ano é que os chamados serviços de back office dos shoppings (pagamentos, rh, cobrança etc) serão reunidos num centro de serviços compartilhados que vai funcionar no Rio de Janeiro. Até o final do ano pelo menos 20 shoppings administrados pela empresa terão "terceirizado" essas atividades. Na prática, isso significa que os executivos dos shoppings ficarão livres das tarefas burocráticas da administração para se concentrar nas atividades mais estratégicas - e que com a centralização dos serviços, os custos devem cair (o executivo não informa qual a previsão). Trata-se de uma iniciativa já adotada por grandes empresas no Brasil e no mundo, mas inédita no mercado de shopping centers brasileiro.

A BR Malls ficou conhecida graças ao seu incrível apetite por aquisições. Foram mais de 20 desde sua formação (leia aqui matéria sobre o assunto). Apesar da expansão, afetados pela crise imobiliária americana, nos últimos meses os papéis da empresa perderam valor. Desde o final de julho, o valor das ações caiu cerca de 13%.

Leia mais em Por Dentro das Empresas

Maiores variações do IBrX-100 em duas semanas

Mais uma vez tivemos uma semana tensa, mas com resultado muito próximo da estabilidade. No resultado semanal do IBOV, a variação de apenas +0,2%. No mês, a variação é de -2,36%.

Segue a relação dos papéis do IBrX-100 com maior variação nas últimas duas semanas.

Maiores Altas

Papel29/0214/03DiferençaIFR9Estocástico
SDIA49,5610,6411,30%62,9271,50
NATU316,7218,6011,24%69,7883,75
ELET324,8727,5210,66%54,4890,26
ELET624,8027,4010,48%52,9988,54
OHLB319,0120,457,58%57,7895,67
USIM3101,50109,157,54%53,9986,35
USIM598,00105,007,14%53,8992,86
CSNA363,1067,006,18%68,2082,29
LREN333,5735,275,06%51,7185,17
MMXM3900,00945,005,00%75,6660,32

Maiores Baixas

Papel29/0214/03DiferençaIFR9Estocástico
TCSL39,357,35-21,39%18,7513,60
ECOD36,054,81-20,50%60,5331,94
TCSL46,945,66-18,44%25,7417,39
TAMM435,4830,09-15,19%15,9714,26
GOLL429,2825,46-13,25%12,0323,25
POMO47,036,16-13,23%40,9149,15
BRML319,6617,16-12,76%16,465,23
PDGR324,7521,69-12,36%32,9720,84
CCIM39,268,13-11,63%27,5426,98
LAME415,3513,75-10,42%31,0610,15

Análise semanal 15/03

Ufa ! Que semana ! Desde que a crise do subprime se instaurou, os mercados mundiais vem apresentando uma forte volatilidade. Mas confesso que essa semana me surpreendeu.
Seja você um daytrader ou um position de longo prazo, a semana foi bem turbulenta.
Vejamos como se comportaram, na semana, as principais bolsas no mundo:

Ibov 0,20%
Dax -0,95%
Dow Jones 0,48%
FTSE -1,20%
S&P500 -0,40%
Shangai -7,86%
Nasdaq 0,00%
Nikkei -4,23%

Flashes das notícias que podem ter causado o sobe e desce dos mercados:

- O Fed, juntamente com o Banco Central Europeu (BCE) e o Banco Nacional da Suíça, começam a atuar em conjunto visando ampliar a liquidez.
- Estoques dos negócios nos EUA aumentam 0,8% em Janeiro.
- Pedidos de seguro-desemprego nos EUA somaram 353 mil na semana passada, sem alterações.
- Vendas no varejo no EUA declinam 0,6% em Fevereiro.
- Índice de preços ao consumidor nos EUA tem variação nula em Fevereiro.
- Após o anúncio de fortes perdas do banco Bear Stearns, outro banco americano,o JP Morgan, em conjunto com o Fed, anúnciou um empréstimo salvador.
- No Brasil, viés de alta dos juros na reunião do Copom, supreende o mercado.

CHR Investor

24 horas no Bear Sterns

Que tal se uma das maiores instituições financeiras dos Estados Unidos se declarasse praticamente insolvente em uma manhã qualquer de sexta-feira?Imagine que após esse comentário, o maior dos bancos daquele país dissesse em tom cordial "não se preocupe, daremos o dinheiro necessário para o prosseguimento das operações" para, minutos depois, reconsiderar a oferta num tom de "eu disse dinheiro? Estava falando de apoio moral". A saída, no fim, foi uma ligação amiga para o Banco Central, o Federal Reserve.Esse foi o enredo protagonizado ontem entre os bancos Bear Sterns (no papel de insolvente) e JP Morgan (no papel de salvador que não foi).


A explicação de Alan Schwartz, o CEO do Bear Sterns, para o acontecimento foi bastante simples: "Nossa posição de liquidez se deteriorou consideravelmente nas últimas 24 horas".É fácil entender como a situação chega a esse ponto. Considere que esse banco carrega o triplo do capital que possui em caixa em ativos de baixa liquidez e cujo valor é qualquer coisa além da incerteza. O Bear Sterns não fugiu a essa regra: US$ 11 bilhões em caixa e teóricos US$ 28 bilhões em títulos que ninguém sabe quanto valem.Os diretores do banco atingido deveriam estar preocupados com a situação. Talvez soubessem antes do público da situação crítica em que se encontrava o Bear Sterns. Assim sendo, como manda a prudência, venderam cerca de US$ 50 milhões em ações no fim do ano passado, a um preço próximo de 89 dólares, muito acima dos 30 dólares do fechamento de sexta:.

Mencionei em dezembro passado a situação dramática que viveu o Citigroup para conseguir capital, pagando taxas muito acima da média do mercado. Porém, ainda há muitos bancos em situação semelhante, tantos que nos permitem até descontrair um pouco e tentar adivinhar qual deles irá à lona primeiro.

Cinco Pesos de Dois Quilos

Petrobras 14/03/2008


Petrobrás continua tendo como principal suporte os R$73,00. Após o cruzamento do grid, assumiu uma tendência de baixa, não sem antes cobrir um gap na última sexta-feira.


Fundos: fique de olho!

Aprenda, de maneira simples, a acompanhar a rentabilidadae de suas cotas.Por mais que um dos principais atrativos de se aplicar em fundos de investimento seja justamente não ter maiores preocupações na tomada de decisão, delegando à experiência do gestor a busca pelas melhores oportunidades presentes no mercado, o cotista não pode, e não deve, deixar de lado a evolução de suas aplicações.
Uma das dicas expressas pela Anbid (Associação Nacional dos Bancos de Investimento), em seu boletim "Como Investir", é que o investidor sempre acompanhe o valor de suas cotas e, principalmente, a rentabilidade de seu investimento.
Estes cálculos são menos complexos do que aparentam ser. Sem que o investidor tenha que acompanhar passo a passo a marcação a mercado, que calcula diariamente o valor de mercado dos ativos que compõem a carteira de determinado fundo de investimento, é possível calcular quanto cada cota rendeu em determinado período.
Continua em Quero Ficar Rico

Onde aprender grátis sobre bolsa de valores

Se você está interessado em aprender um pouco mais sobre bolsa de valores e, antes de investir em sua educação, prefere procurar o máximo de informação gratuita, existem diversas opções.

Indicarei a seguir alguns sites que, longe de serem o total das possibilidades, devem servir de ponto de partida para encontrar novas opções de aprendizado.
Continua em

sábado, 15 de março de 2008

Lucro da Unipar cresce 60% e atinge R$145 milhões em 2007

A União de Indústrias Petroquímicas (Unipar) alcançou em 2007 lucro líquido de R$ 145 milhões, montante 60% maior do que o apurado no ano anterior, quando a empresa lucrou R$ 90,5 milhões. De acordo com a companhia, que se associou com a Petrobras em novembro para controlar a Companhia Petroquímica do Sudeste (CPS), o resultado é fruto do bom desempenho na produção de de eteno-polietilenos, conduzida pela Petroquímica União, Riopol e Polietilenos União.

Continue lendo no Investidor Informado

Crise americana em gráfico


O gráfico acima demonstra a dimensão da crise subprime americana. Trata-se da cotação das ações do banco de investimento americano Bear Stearns, o quinto maior do País e um dos mais conceituados de Wall Street. Nesta sexta-feira (14/04) o estado alterado de decisão atingiu seus investidores e o candle de variação diária demonstra uma queda de aproximadamente 50% do valor nominal de cada ação, reduzindo em US$ 3 bilhões o valor de mercado da instituição. Indicadores simples já sinalizavam a força da tendência, porém uma convulsão não é prevista facilmente. Corroborando a tese sobre a influência das Leis da Potência no movimento dos mercados.


Saldo Estrangeiro Bovespa



Postado em Palpite Ações

O teste do milionário

Você quer ficar rico? Acha que sua vida vai ser bem melhor do que é hoje? Acha que seus problemas acabariam? Que tal, então, conferir o teste abaixo sobre o que você pensa sobre os milionários?

Nota: Evite ver as respostas antes de responder as perguntas. A experiência é realmente surpreendente!
Continua em Quero Ficar Rico

Classe média do Brasil é a que mais paga imposto de renda na América Latina

A classe média brasileira é a que paga mais Imposto de Renda em oito países da América do Sul analisados. Levantamento realizado pela auditoria Ernst Young levou em consideração a maior alíquota do tributo cobrada no País, de 27,5%, que vale para aqueles com renda acima de R$ 2.743,25.
Conforme o estudo, quem possui rendimentos equivalentes a esse valor no Chile, por exemplo, arca com fatia de 5% dos ganhos. Já na Venezuela essa faixa de renda é isenta. Vale lembrar que são duas alíquotas no Brasil: a outra é de 15%, para quem recebe entre R$ 1.372,82 e R$ 2.743,25.
Outros países
Os demais países com maiores alíquotas - mas mesmo assim, que ficam abaixo do Brasil - são Argentina (27%), Colômbia (19%), Peru (15%) e Bolívia (13%).
Fonte: Ernst Young
Imposto de Renda
Rendimento de R$ 2.743,25
País Alíquota
Brasil 27,5%
Argentina 27%
ruguai 20%
Colômbia 19%
Peru 15%
Bolívia 13%
Chile 5%
Venezuela isento
Destaque para o Chile que pode ser considerado país de primeiro mundo comparado com o restante da América Latina
Postado em Touro Louco

sexta-feira, 14 de março de 2008

Citigroup


Reparem tb no Citigroup. Chegou ao nível de preço da época da crise da Rússia, ou seja, seu valor de mercado regrediu ao valor de 10 anos atrás. Reparem novamente nos volumes enormes dessas últimas quedas. Volumes nunca alcançados. O mercado realmente está bem desacreditado com as empresas financeiras.O ruim disso é que respinga nos bancos brasileiros, que não têm nada a ver com essa crise. Acho que bancos brasileiros podem ser uma boa opção de investimento pra médio prazo, já que estão sendo bastante castigados por essa crise. Crise essa que deve durar este ano inteiro, acredito eu.


Postado em Seagull Trading

Ouro BM&F chega no objetivo de R$55,20!



O ouro BM&F 250 gramas, atingiu o seu primeiro objetivo hoje, está R$ 55,00. Com uma rentabilidade de 10 %, em 2008, acima do CDI.
Com um canal de alta amigo!
Enquanto isso o FED dos EUA continua apertando o botão da "morfina de emergência". Voltemos aos gráficos, olhando com lupa, pois o momento pede isso.
Bom final de semana!

Bear Sterns, Bernanke, Bovespa

Mais um dia complicado no mercado financeiro com o banco Bear Stearns perdendo metade de seu valor em poucos minutos de pregão. Os nervos andam tão à flor da pele que uma ajuda emergencial do JP Morgan e um comunicado do Fed acenderam a luz vermelha para os negócios em Wall Street. O índice Dow Jones caiu novamente abaixo dos 12k, e tanto o S&P como a Nasdaq desvalorizam mais de 2% . O discurso do Bernanke está rolando desde as 14 horas, e as bolsas ainda não manifestaram nenhuma reação positiva por enquanto. A coisa está feia para (não) valer!

Nestas horas vamos ficar ao sabor das notícias, nos apegar aos bons fundamentos da nossa economia - que teve no consumo da população um peso de 60% no excepcional resultado do PIB, ou seguir as indicações dos gráficos pela análise técnica? A ata do Copom deixou clara a possibilidade de aumento nos juros, e as medidas de alívio no IR para as pessoas físicas foram simplesmente arquivadas. O pacote cambial de incentivo aos exportadores pode não ser suficiente para conter a apreciação do real, mas a dúvida, como certa vez o Zarautz colocou aqui, é se a China vai continuar sustentando o preço das commodities e preservando o nível de crescimento global, mesmo com a recessão americana - que já é mais do que uma realidade.

Basta olhar o preço do Ouro, que sobe 6% e atinge a marca de U$1000! Com todas as jóias e pedras da coroa, ela não existiria se não fosse moldada no metal mais precioso.Seja qual for a decisão de cada um, é dela que vão sair os resultados dos nossos investimentos. Nada pode ser considerado simples em um cenário que envolve tantos fatores. Enquanto os 60k do Ibovespa resistirem a esperança de um descolamento mais duradouro continua existindo. Hoje já visitamos os 60.700... foi apenas um susto ou outro sinal de alerta?

Volátil mas não tanto... (ETER3)


A Eternit ON é uma ação interessante.

Após subir espetacularmente, o papel tem encontrado suporte nos R$ 6,00 e resistência nos R$ 8,00, andando "de lado" nos últimos meses.

Pode ser uma boa alternativa se a compra ocorrer no suporte e a venda na resistência. Com um pouco de paciência e estômago, devido a volatilidade, pode render bons ganhos.

Quanto aos fundamentos, uma empresa sólida que deverá apresentar bons resultados em virtude da expansão do setor de construção civil.

Um dia seus preços voltarão aos R$ 11,00...

Investmaniacos

Quando um banco "Top Five" fica sem dinheiro


O Bear Stearns é um dos cinco maiores bancos de Wall Street. Hoje cedo, simplesmente estava sem dinheiro para acender as luzes, como se dizia no centro financeiro de Nova York. Bancos trabalham com o dinheiro de terceiros. Tomam de uns, emprestam para outros e podem emprestar valor equivalente a muitas vezes o capital próprio. Quando não recebem de seus devedores, ficam sem ter como pagar aos credores. E o Bear Stearns estava bastante comprometido com as hipotecas subprime, isto é, estava enterrado em um negócio que desabou. Assim, teve prejuízo real, deixou de receber de muitos clientes
Sendo certo que o Bear Stearns estava tomando prejuízo, seus credores (financiadores) começaram a sair do circuito, em meio a rumores intensos de que o banco estava pela bola sete. Clientes sacaram dinheiro, aplicadores liquidaram posições e, finalmente, bancos que emprestavam para o Bear Stearns suspenderam linhas de financiamento. Pronto, os rumores se confirmaram e o Bear Stearns ficou sem dinheiro para abrir suas agências hoje.
O Federal Reserve, banco central dos EUA, foi o socorro de última instância, numa operação casada com outro dos cinco grandes bancos, o JP Morgan. Assim, o Fed empresta para o Morgan, que repassa os recursos para o Bear Stearns, financiamento garantido para os próximos 28 dias. Tempo para respirar e buscar soluções.
No início do dia, o mercado mundial reagiu bem. O pessoal sentiu-se confortável com a rápida ação do Fed, em mais uma demonstração de que fará tudo para evitar uma desastrosa quebradeira de bancos.
Depois, porém, caiu outra ficha: se um super banco como o Bear Stearns chegou nessa situação, isso quer dizer que as grandes instituições financeiras globais estão, sim, sob risco global. Desabaram as ações de bancos, arrastando as bolsas.
O que se viu hoje foi um episódio completo de uma crise financeira. Inclusive com a operação de salvamento do Fed. É assim mesmo que deve ser. E não se trata de proteger banqueiros, mas o sistema financeiro e, pois, as pessoas e empresas não financeiras que têm investimentos e negócios com os bancos e que quebrariam juntas.

Uma questão de visibilidade


A notícia que virou os mercados hoje foi um report da S&P de que as perdas dos bancos com créditos ruins devem ficar em torno de US$285 bilhões. O número em si não importa, o que acalmou o mercado foi a visibilidade que isso permitiu. A pior coisa para um trader ou um gestor é justamente não ter nenhuma perspectiva do que vem pela frente, não saber onde é o fundo do poço, então a partir do momento que se tem uma idéia mais clara da situação as coisas se acalmam. Juntando isso e o fato de que o mercado recuperou-se da queda do Dow Jones abaixo da mínima de janeiro tem-se uma perspectiva mais favorável da situação. A ação dos mercados hoje mostra que a recuperação do Dow adicionou confiança e os comprados estão levando a melhor. A questão agora é se isso será suficiente para enfrentar o fluxo de notícias negativas que continuará vindo dos EUA.
Na análise que temos que fazer para montar nossas posições é importante olhar os fundamentos das economias e o fluxo de notícias, mas não podemos ignorar os sinais que o mercado acionário nos dá, e nesses últimos dias o Dow Jones mostrou sua força.
Essa possível maior tranqüilidade em Wall Street trará de volta aquela estrela que passou as últimas semanas escondida, o “descolamento”. É hora de voltar a olhar por oportunidades; continuo gostando de Bancos, a Vale também está num preço atrativo e sem a compra da Xstrata para atrapalhar ela pode recuperar bem, afinal é China e a Índia que realmente importa para as commodities e não os EUA. Mas fiquem de olho no Dow Jones, se ele buscar os 11.700 pontos de novo a coisa volta a ficar nebulosa.

Desvendando o PL

Muitos investidores encaram a análise fundamentalista de uma empresa olhando apenas para o PL.
É verdade que no passado a influência do PL na tomada decisão foi mais significativa. Hoje em dia, com a propagação de outras abordagens (fluxo de caixa, valuation, etc) a relação Preço/Lucro perdeu um pouco do seu encanto.
Basicamente, o índice é a divisão do lucro por ação de uma empresa (ou seja, o lucro dividido pelo número de ações que a companhia possui) pela cotação do papel no mercado. A idéia é avaliar se o papel está barato em relação ao lucro que a empresa apresenta e que vai para o bolso do acionista na forma de dividendos ou ao ser incorporado ao patrimônio da empresa. Assim, se uma empresa tem um lucro de R$ 50 por ação e cada papel é cotado a R$ 100, seu P/L seria 2 vezes (100 dividido por 50). Como o lucro é anual, de maneira simplista, poderia-se inferir que a empresa em dois anos retornaria ao investidor o valor pago pela ação.
Mas é importante deixar claro, que o PL não deve ser usado isoladamente. Olhando apenas o indicador, não é possível definirmos sobre um investimento.
Nem sempre um PL baixo significa uma boa oportunidade. O famoso especialista em investimento Aswath Damodaran em seu livro "Mitos dos Investimentos", sentencia: "Uma estratégia baseada apenas nos baixos múltiplos Preço/Lucro pode ser perigosa". Damodaran admite que as evidências do mercado confirmam que as ações com P/L baixo apresentam desempenho maior que as de P/L elevado. Mas quando são incluídos na análise outros dados, a conclusão é que o P/L baixo pode ser também um indicador de risco elevado e taxas futuras de crescimento baixas.
De qualquer forma a relação Preço/Lucro continua sendo muito usada pelas instituições financeiras / corretoras aqui no Brasil. Inclusive se calcularmos o PL das principais ações brasileiras depois da crise subprime é possível encontrar ótimas oportunidades. Mas é bom lembrar que outros critérios devem ser usados em conjunto com o PL, para uma tomada de decisão mais embasada.


CHR Investor

Ibovespa 13/03/2008


Para compreender o que ocorreu nesta semana é preciso apelar para o intraday. Tivemos uma sucessão de gaps de área, típicos de período de congestão, podendo resultar na dormação de um triângulo. No diário o que vemos são martelos que não são confirmados no dia seguinte: portanto, mostram apenas a incerteza do momento. Congestão no curto, médio e longo prazo.


quinta-feira, 13 de março de 2008

Notícias e Gráficos

E tivemos ontem uma boa recuperação na Bovespa seguindo o clima de esperança fomentada pelo anúncio de novas medidas para conter a recessão e o alastramento da crise de crédito mundial. Este assunto continua dominando o dia-a-dia dos noticiários e, como não poderia ser diferente, está se tornando enfadonho.E é possível que ele ainda perdure por um bom tempo nas manchetes, visto que, apesar dos esforços, os problemas ainda não tem prazo para serem definitivamente solucionados. Mas o Brasil permanece na sua luta contra a corrente. Em alguns momentos consegue um descolamento, em outras situações sucumbe ao desalento generalizado.Mas é interessante observar como a mídia influencia os negócios e atua no inconsciente coletivo nas horas erradas. Quando chegamos ao topo, tudo parece uma maravilha, parece até apropriado ao slogan das Organizações Tabajara: "seus problemas acabaram?".Nas proximidades de um fundo (ou à beira dos suportes) a impressão que temos é de que o mundo vai acabar! Apocalipse total... e vem o repique. Quando a euforia começa a voltar, ligam a ducha de água fria para acordar os investidores e lembrar a todos que o buraco (com exceção da camada de ozônio) é mais embaixo.Então nos resta a contestada, mas eficiente, análise técnica. Ela não lê jornais nem se influencia com estados emocionais opostos e contradizentes. Os gráficos não tem alma!!! Podem oferecer indicações preciosas como a saturação de um movimento, o esgotamento de uma tendência, e até a possibilidade de reversões no curto prazo.Penso que é ser assim que devemos agir: nos tiros curtos, protegidos por "stops", com o dedo no gatilho para ativar nossas defesas e preservar o patrimônio. Cada um decide da forma que achar mais adequada.Mas importante é nos sentirmos sempre confortáveis em nossos posicionamentos, independente do timeframe adotado. O resultado vem na fatura!Bons negócios!

^v^

Elétricas

Eletrizantes... o risco de um choque é grande! São as bolas da vez!As mexidas no setor podem provocar um curto circuito... no CP.Eletrobras e Cesp: vamos ver o que isso vai dar. Com a aprovação da Medida Provisória 396, que elimina as "amarras" de uma, e a proximidade do leilão de privatização na outra, deve sair faísca!!!Pouco há para ser acrescentado em termos gráficos, quando o cerne da questão é político. Mas pelo caráter ilustrativo temos ELET3 brigando por um topo mais alto e a Cesp ON, na base do caixote (em um TRG descendente) a um passo do abismo que a separa do GAP aberto quando foi definido o preço mínimo para o leilão no dia 26. Considerando 80% de tag along o piso seria 39,72!

Back to 60's

A sangria continua e foi mesmo um belo repique. Estamos nos aproximando de volta aos 60k!!! Será que desta vez segura? O limite da tendência de alta fica no suporte dos 58.000! Todas as bolsas caem no mundo afora e, aqui, o dolar opera em alta, para alívio dos exportadores que serão beneficiados a partir de segunda feira com o pacote cambial do governo.Foram 3 medidas para conter a valorização do Real: isenção de IOF para as exportações; fim da cobertura cambial; e a última, que mexe com o dinheiro dos gringos, passa a taxar as operações de renda fixa nos investimentos estrangeiros.E a MP 396, que dá mais liberdade para a Eletrobras, foi aprovada no Senado durante esta madrugada. Resta saber se isto será bom para o setor e as empresas elétricas, que poderão ter seus lucros reduzidos com a participação da estatal e a possível redução de tarifas, além de sentirem o risco regulatório do governo.Mas o maior perigo, como eu disse ontem, mora ao lado (na verdade acima - da linha do Equador). Mais um grande fundo está à beira da falência. O Carlyle não conseguiu atender às pesadas chamadas de margem e o mercado de crédito sofre com isso um novo abalo. Quem será o próximo?Alguém está vendo alguma coisa verde além do dolar e juros?
Take care!

PIB brasileiro escolhe viver perigosamente

O dia de ontem foi marcado por efusivas comemorações de todo o governo e de parte da impresa quanto ao crescimento de 5,4% na economia brasileira em 2007. O que esse número não mostra, contudo, está bem explícito nos detalhes: o crescimento foi basicamente sustentado através do perigoso caminho do consumo, com ele representando R$ 1,3 trilhões, 60% do número registrado.O levantamento apontou ainda um aumento médio de 3,6% na massa salarial, porém, o crescimento no crédito foi de 28,8%, o que significa que para cada R$ 10 a mais em salário, uma dívida de pelo menos R$ 80 foi contraída, a maior parte desses financiamentos tendo como direção o consumo.Aliás, o fato do consumo representar 60% do PIB, me trouxe imediatamente à memória um número bem próximo ao que os Estados Unidos detinham antes da atual recessão chegar. Enquanto o ciclo de crédito se expandiu os problemas não existiam, mas quando o excesso de empréstimos varreu da economia a capacidade de endividamento, consumidores e bancos foram lembrados dos graves problemas inerentes a esse tipo de empreendimento. Explosão na inadimplência, queda de preços nos bens, taxa de poupança negativa são alguns dos acontecimentos que costumam ser frequentes quando a festa termina.O que os números do PIB brasileiro mostram é que a população, o governo e o Banco Central estão perseguindo um perigoso caminho, que é o do endividamento como meio de vida. O exemplo americano é suficiente para mostrar que as pessoas não se fazem mais ricas através da tomada de crédito, muito pelo contrário.Comprometer a renda futura, ficando exposto a qualquer interrupção nos ganhos ou desvalorização dos bens, além de usar a matemática de juros compostos contra o próprio patrimônio é uma receita que se aproxima muito mais do fracasso do que o sucesso. Se você acha que não, pergunte a qualquer um dos americanos que se endividaram nos últimos anos.

Dia péssimo


Gente, o dia começa péssimo, lá fora e aqui mesmo.
Lá fora: as vendas no varejo nos EUA caíram 0,6% em fevereiro. A notar: a economia americana se move na base do consumo das famílias. Se o consumidor compra menos, é recessão na certa. Fevereiro é apenas um mês e, em janeiro, as vendas haviam subido. Mas é um baita sinal de alerta.
Lá fora: o grupo Carlyle Capital informa que um de seus fundos de investimentos não se acertou com os credores, não conseguiu crédito com os bancos e deve ser liquidado. Um susto, pois o Carlyle é grande; administra 59 fundos, com um total de US$ 76 bilhões. É a crise financeira se espalhando.
O dólar perdeu mais valor diante das principais moedas. O iene, por exemplo, rompeu a barreira dos 100. Com 99,75 ienes se comprava um dólar hoje. Um ano atrás, eram necessários 117 ienes.
Mau humor generalizado no mundo.
Aqui no Brasil, a ata do Copom — que resume visão da economia do Banco Central — disse que o BC pensou em elevar os juros na última reunião, da semana passada. Diz ainda que o BC continua muito preocupado com o aquecimento da demanda (do consumo), tudo levando à tese de que a alta dos juros é cada vez mais provável.
Assim, a Bolsa cai e o dólar sobe. Mas sobe não por causa das medidas baixadas pelo governo, mas pela aversão ao risco. Embora desvaslorizado, o dólar ainda é moeda de menos risco.
Ponta de esperança para hoje: o governo americano deve divulgar um plano para regulamentar o mercado de crédito e tentar evitar os problemas ocorridos a partir do sistema imobiliário. Talvez traga alguma medida de alívio imediato. Talvez…

quarta-feira, 12 de março de 2008

O que precisa melhorar no Brasil


Duas coisas: educação e investimento em infra-estrutura.Pode notar: é onde bate o esforço de crescimento, na falta de mão-de-obra e de logística. Um risco imediato é a falta de energia.
Não é que faltam apenas escolas técnicas, por exemplo, para formar trabalhadores qualificados e especializados. Faltam simplesmente trabalhadores que saibam ler, compreender e fazer as contas.
O padrão internacional é o seguinte: o trabalhador tem de saber ler e compreender um manual de operações de uma máquina computadorizada. Nossa escola fundamental e média tem que ensinar basicamente português e matemática, e mais ciências. Com a língua e a matemática, aprende-se todo o resto.
Mas não é para tratar disso burocraticamente, mais ou menos como o governo trata a questão dos aeroportos. A Infraero, por exemplo, tem planos de fazer de Viracopos o maior aeroporto da América Latina… em 20 anos!
Há urgência — e como são áreas de maturação demorada, o país precisa de duas revoluções. Trata-se de fazer disso dois objetivos nacionais, pluripartidários, porque, convenhamos, todo mundo concordará que precisamos de mais e melhores escolas, mais estradas, portos, etc.
E, nisto, como os governos não têm dinheiro, porque o país optou pelo gasto social, só tem uma saída: privatização. Que está voltando, não pela ideologia, mas pela necessidade.
Mas na educação, continuamos lerdos e burocráticos. Não se conseguiu nem entregar computadores para todos os alunos do ensino público.

Índice Futuro - LOG

Olhando o gráfico diário do índice futuro para vencimento em abril na BM&F, observamos no pregão de ontem que o suporte em 60.500 atuou de maneira incontestável. O engolfo do candle anterior pode ter definido um ponto de reversão (price rejection?) confiável, mas temos que ficar atentos à continuidade do movimento.No post abaixo me referi aos efeitos de notícias contraditórias. A percepção do investidor nos leva a filtrar apenas aquilo que gostaríamos de ouvir de acordo com nosso posicionamento. É preciso separar o fator emocional das tomadas de decisão e agir de forma isenta para não comprometer o resultado das estratégias, sejam elas de curto, médio ou LP.Hoje, como não poderia deixar de ser, muita coisa está acontecendo pelo mundo. Os EUA tentam digerir melhor o anúncio da proposta de medidas, mas no setor financeiro, agências imobiliárias e seguradoras permanecem brigando para não se tornarem insolventes. Apesar dos pesares, o mercado ainda resiste em antecipar uma queda maior para os juros de longo prazo, e o discurso do presidente do Fed na sexta-feira ganha novas dimensões pelos desafios que a economia americana vem enfrentando para resistir às causas e efeitos da crise instalada.
Continua em Seagull Trading

Petro e Vale - Intra 15' (atualizando)

Com esta afundada, até os 60k do Ibovespa, a base do caixote nas blues foi alargada. Se estamos de fato presenciando um repique (?), ou o movimento é de acumulação para retomada da alta, logo saberemos. À luz da verdade podemos apenas balizar nossos trades dentro desta faixa de congestão que se estabeleceu desde o início do ano.

Seguem os gráficos intradiários de PETR4 e VALE5 para auxiliar os amigos na leitura do cenário de CP:


Mudaram-se alguns os parâmetros e a Petrobras ainda conseguiu reagir após fazer outro fundo mais baixo em 76,80, mas a superação dos R$80 não está tendo prosseguimento. Com a resistência imediata na faixa de 81,50 ela ficou pelo meio do caminho, na máxima de hoje em 80,50. Desenhando um novo topo, será outro mais baixo que o anterior e o risco dela procurar a casa dos 71/72 fica mais latente. Passando de 81,50, o caminho estaria livre para ir mais adiante...

Pelo meu acompanhamento, são faixas importantes:76,60/ 78,90 / 80,30 / 81,50 / 82,60



A VALE5 também fez um fundo mais baixo em R$46, mas a reação trouxe o ativo de volta até os 49. O último topo foi logo acima de 50, a partir de onde o repique poderia se transformar em algo mais consitente. Mesmo rompendo a LTB de CP, está parecendo mais um pullback na retração dos 50% de Fibo.

Níveis imediatos a serem considerados:46,06 / 47,58 / 48,53 / 49,30 / 50,05

OBS: Estes valores citados em ambos os papéis não devem ser vistos com muito preciosismo, apenas como uma referência para os movimentos de curto prazo que definem faixas de suportes e resistências mais evidentes. O olho humano pode até errar, mas o nosso cérebro nunca deve deixar de funcionar! Façam também suas próprias leituras e avaliações! ;-)

Até onde o FED pode ir

Depois de pelo menos cinco intervenções para acalmar os mercados, é hora de avaliar quanto ainda há de munição ao banco central americano para tentar controlar a bagunça que eles mesmos ajudaram a criar quando mantiveram as taxas de juros muito baixas por um longo período de tempo (2001 a 2004).David Gaffen, do WSJ MarketBeat blog, mostra em um rápido balanço as ações que refletem nada menos que o pânico vivido pelos burocratas do FED:

Apenas uma rápida lembrança de cada situação:- 17 de Agosto: corte surpresa na taxa de desconto;- 12 de Dezembro: anúncio surpresa da criação do mecanismo chamado de TAF (Term Auction Facility), pelo qual anunciaram empréstimos aos bancos, fora das linhas de liquidez já existentes, e com toda a discrição possível;- 23 de Janeiro: corte surpresa na taxa básica de 0,75 pontos;- 7 de Março: anúncio surpresa da extensão do mecanismo TAF;- 11 de Março: anúncio surpresa da criação do mecanismo TSLF (Term Securities Lending Facility), pelo qual oferecerão empréstimos usando como garantia uma maior quantidade de ativos, desde que eles sejam garantidos pelo governo ou possuam grau de crédito AAA ou similar.Isso posto, o blog Calculated Risk, traz algumas pistas de como o banco central americano já gastou em 8 meses de crise uma boa quantidade de seu arsenal. A questão se refere ao fato de que o FED não tem poderes ilimitados. Como se trata de uma entidade privada, sua ação fica limitada ao tamanho dos recursos constantes em seu balanço.A avaliação do Calculated Risk e também de Steve Waldman, do site Interfluidity, é a de que com o aumento no volume destinado ao TAF e também com a criação do TSLF, o Federal Reserve passa a encontrar-se em posição delicada, pois já comprometeu mais da metade dos US$ 832 bilhões de seu portfólio de empréstimos. E isso num momento em que partes importantes (e volumosas) do setor de crédito, como o imobiliário comercial e o de derivativos CDS, mal começaram a ter problemas de verdade.

... Continua em Cinco Pesos de Dois quilos

Freiando a Euforia

Freiando a euforia- Depois de uma alta de quase 4% , ocorrida na terça-feira, o Ibov resolveu freiar as expectativas criadas e caiu hoje 0,31% . A operação dos bancos centrais mundiais, trouxe novo ânimo aos mercado

O petróleo alcançou nova máxima, 110 dólares. As commodities também voltaram a subir, com o CRB Commodity Price Index subindo 0,49%.
O Risco Brasil hoje devolveu a queda de 6% ontem e subiu 4,94%, fechando nos 275 pontos.
Acompanhe os principais indicadores no Brasil e no EUA:
Brasil:
- A FGV divulga às 8h o Sinalizador da Produção Industrial referente ao mês de fevereiro. - Paulo Francini, diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp (DEPECON), divulga à imprensa o Indice de Nível de Emprego Estadual e Regional da Indústria de São Paulo, referente ao mês de fevereiro de 2008.
EUA:
- O Departamento do Trabalho norte-americano divulga às 9h30 seu relatório sobre o número de pedidos de seguro-desemprego na semana encerrada em 3 de março. As expectativas são de uma alta de quatro mil no número de novos pedidos indo de 351 mil para 355 mil. - O Departamento do Comércio norte-americano informa às 9h30 o resultado das vendas no varejo em fevereiro. Analistas esperam uma alta de 0,2%, depois do crescimento de 0,3% verificado no mês anterior. - O Departamento de Trabalho norte-americano anuncia às 9h30 os preços de importação em fevereiro. Não há previsões. O indicador avançou 0,6% no mês anterior. - O Departamento do Comércio norte-americano informa às 11h os estoques de empresas em janeiro. As estimativas são de que o indicador suba 0,5%, depois deter avançado 0,6% no mês anterior.

GGBR4, que desempenho!!!


O gráfico diário acima mostra o comportamento da ação Gerdau PN (GGBR4),nos últimos 14 meses.

Um excelente desempenho, respeitando sempre o grande canal de alta.

Talvez a GGBR4 tenha sido a melhor ação dos últimos 5 anos, com expressiva valorização, baseada sempre na sólida caminhada da empresa, que já é um grande player no Setor de Siderurgia.

Acreditamos que esta valorização continuará. É possível que, com o anúncio de uma nova oferta publica de ações, ocorra uma instabilidade nos preços do papel. Uma queda será uma excelente oportunidade de entrada para o médio/longo prazo.

Suportes nas faixas de R$ 50,00, R$ 47,00 e R$ 45,00.

A maior resistência está na faixa dos R$ 57,00. Se passar este nível, uma alta até os R$ 60,00 (topo do canal de alta) é provável, quando uma realização poderá ocorrer.

Investmaniacos

Ibovespa colado ao Dow Jones

Lá subia e aqui também. Lá caiu e aqui também ! Cadê o descolamento que os analistas tanto falam ?Não tem jeito, teremos ainda por muito tempo essa movimentação ritmada dos índices.Como sugeri aos amigos, em tempos de volatilidade, dinheiro bom é dinheiro no bolso e realizar, mesmo que parcialmente o trade, preserva o capital e tira, ou pelo menos diminui o emocional, que é o grande vilão nesse jogo.Tenha um plano e siga-o, de forma disciplinada e consciente, pois o nome desse game é " sobrevivência ".Se conseguirmos sobreviver, mesmo que com modestos lucros, a cada dia, podemos não ver o nosso patrimônio aumentar, mas ao longo dos anos, a coisa fica diferente.Tenha sempre registrado a sua curva de capital, além de uma meta de curto, médio e longo prazo, para que em momentos de desmotivação, você possa manter o foco.Hoje realizamos e amanhã é 5ª feira, dia clássico de realização também, no entanto, mesmo com a alta de ontem, os indicadores foram aliviados, mas ainda estamos em patamares de sobre-venda, por isso, as oportunidades sempre estarão lá.
Postado em Longwave