Ao lado... um zoom para melhor visualização do candle na tentativa de rompimento da resistência...
Suportes intra na região dos 46,08 e 44,70 ...
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Segundo um relatório do Case-Shiller, sobre preço de imóvel, os valores em Las Vegas e Miami declinaram 19,3%. Coincidência? Ambas cidades possuem a "franquia" do CSI. O preço nas três cidades onde passa esta série cairam em 14,8% em 12 meses, comparado com uma redução de 8,7% de outras 17 cidades. Fazendo uma regressão com uma variável binária para CSI tem-se um p-value de 15,1%. Fonte: Aqui
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Se você é como eu e não tem paciência, tempo e, por outro lado, tem coisas mais divertidas a fazer que ficar de hora em hora olhando as cotações, pode preferir operar gráficos de periodicidade maior, como o semanal.
Veja minha última operação usando o gráfico semanal: você vai entender melhor do que estou falando
Porém, surge um problema. No gráfico semanal, os candles representam uma congestão dos últimos cinco pregões. Para se ter certeza se uma máxima ou uma mínima semanal realmente foi rompidas é preciso entender o conceito de fura-teto e fura-chão.
Ainda não sabe o que é um candle?
Basicamente: a máxima e a mínima semanais foram com certeza ultrapassadas quando foram rompidas para um pouquinho além. Mas há um cálculo para saber objetivamente quanto é esse pouquinho.
Aprenda esse cálculo e domine melhor esse conceito de fura-teto e fura-chão no site da Leandro & Stormer (para acessar é preciso se cadastrar, mas é gratuito)
Compre livros que ensinam a ganhar dinheiro na Bolsa de Valores
Um investidor iniciante na bolsa
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... O dia começa com duas notícias de ontem à noite, afeitas aos interesses da Bovespa. Para começar, a VALE comunicou, no final da tarde, que encerrou as negociações para a compra da XSTRATA, já que não conseguiu acordo para sua última proposta, de pagamento em dinheiro e ações.. É difícil saber como o mercado reagirá, quando parecia estar gostando da operação, ao contrário da resistência que os investidores tinham no princípio. A outra informação pega só de raspão... Um diretor da PETROBRAS disse que “desconhecia” a descoberta de novo campo no Maranhão. Mas isso não foi oficial.
... Para os juros futuros, a informação também chega cedo, às 9h, quando sai o IPCA-15 de março, que deve ajudar nas apostas para a taxa SELIC. Pesquisa do AE Projeções apurou previsões de um resultado entre 0,19% (piso) e 0,30% (teto), mediana em 0,27%. Segundo anotou no Broadcast a jornalista Denise Abarca, um número mais próximo de 0,25% pode determinar um ajuste em baixa dos juros do DI.
... Ainda de acordo com o levantamento da AE, o núcleo por exclusão deverá fechar com variação de 0,25% a 0,33%, representando uma significativa desaceleração sobre o core do IPCA-15 de fevereiro (0,69%) e do IPCA fechado (0,75%).
... Antes, às 7h, terceira prévia de março do IPC-FIPE a abre o dia, com estimativas entre 0,19% (piso) e 0,28% (teto), com a mediana em 0,25%.
... Sejam quais forem os resultados desses índices de inflação, porém, o mercado deverá aguardar pelo Relatório Trimestral de Inflação, a ser divulgado amanhã (5ªF), pelo BC antes de entrar com apostas mais firmes na BM&F... Há muitas dúvidas, inclusive sobre o COPOM de abril, depois que a Fazenda recuou na disposição de atacar o crédito.
... Também está na pauta desta quarta-feira a divulgação dos dados da DÍVIDA PÚBLICA mobiliária e do Mercado Aberto em fevereiro, às 10h30, pelo Banco Central.
... No mercado CAMBIAL, o BC confirmou para hoje o leilão de rolagem de US$ 2 bilhões em contratos de SWAP REVERSO, no dia 1º de abril.
... Nos EUA, as vendas de IMÓVEIS NOVOS nos EUA, em fevereiro, 11h, talvez voltem a animar WALL STREET, se mostrarem um desempenho tranquilo, como mostraram as vendas de imóveis usados, na segunda-feira. Com as “houses” no centro da crise, o mais importante é que essa bolha não estoure de uma vez. A previsão é de novo recuo nas vendas, 2,2% sobre janeiro (-2,8%)... Ontem, as bolsas não sustentaram o entusiasmo da véspera, ressabiadas com os indicadores fracos do dia (leia abaixo).
... Além das vendas de imóveis novos, são destaques em NY as encomendas dos BENS DURÁVEIS, às 9h30, com estimativa de +0,8% em fevereiro, após a queda de 5,1% em março. Às 11h30, saem os ESTOQUES DE PETRÓLEO, gasolina e derivados.
... Já o DÓLAR pode iniciar os negócios sob o impacto do depoimento do presidente do BCE, Jean-Claude TRICHET, no Parlamento Europeu (Bruxelas), a partir das 6h30.
... Ainda na EUROPA, o BC da República Checa anuncia (8h) a sua decisão para a taxa de juro, que deverá ser mantida em 3,75%. Às 9h30, é a vez do BC da Polônia. Neste caso, a expectativa é de uma nova elevação do juro em mais 25 pontos-base, a 5,75%.
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Recentemente tive a oportunidade de falar sobre um dos meus assuntos favoritos para um público diversificado, infelizmente valendo só nota - ao invés de dinheiro (ficar sem emprego me deixa pensando mais em dinheiro do que de costume). Pude explicar para leigos do que se trata o SOX, ou a Lei Sarbanes-Oxley para uma aula que curso este trimestre no MBA.
Então, para aproveitar o assunto e esclarecer para alguns leitores os meus motivos de apreciar uma boa auditoria, segue abaixo a apresentação em si. Infelizmente o conteúdo que meu colega e eu falamos durante a apresentação não foi gravado, assim o assunto pode ficar defasado, mas se alguém precisar discutir a respeito, fique a vontade para me contatar.
View
Lembrando que trata-se de demonstrar a um grupo que não trabalha na área financeira o conceito, as causas e as consequências e, em alguns casos, muitos somente ouviram falar a respeito durante alguma conversa nos meios corporativos.
Quanto a nota que recebi, ainda não foi divulgada. Pelo menos os feedbacks dos colegas foram bons. Concordo que somente um estudo de caso é pouco, mas não obtive autorização para divulgar o processo do SOX na Bayer do Brasil - empresa na qual eu tive a experiência diária com os testes, controles, auditores e afins.
Espero que apreciem.
Mercado e Malagueta
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.... O desempenho das bolsas em NY, hoje, pode ser importante para devolver confiança aos investidores sobre uma tendência de recuperação. Nas agências internacionais, traders evitavam maior entusiasmo, mesmo após as fortes altas desta segunda-feira.. Já viram outros pregões animados acabarem vencidos pelo pessimismo no dia seguinte. Podem ajudar a definir esse cenário os indicadores da agenda e a negociação das commodities em Londres (LME), na volta dos mercados europeus do feriado da Páscoa.
... Ontem, WALL STREET se empolgou com as vendas dos imóveis residenciais usados acima do esperado e a nova oferta do JP Morgan pelo BEAR Stearns, cinco vezes superior à proposta inicial (abaixo).. Hoje, os dados estão previstos para às 11h, quando serão divulgados a Confiança do Consumidor do Conference Board, de março (deve cair para 73, de 75 em fevereiro), e a atividade industrial regional do FED de Richmond.
... Na EUROPA, não há indicadores previstos... É feriado na Grécia.. O BC da Eslováquia anuncia às 8h a decisão para a taxa de juros, que deverá ser mantida em 4,25%. O BCE leiloa 15 bilhões de euros em recursos a termo para as instituições financeiras.
... AQUI, BOVESPA torce para que Nova York sustente o alto astral do início da semana, que levou o índice, de novo, para perto dos 60 mil pontos (com a ajuda de VALE). Já o DÓLAR teve um dia de correção, em sintonia com a valorização da moeda nos mercados internacionais, enquanto os JUROS FUTUROS tiveram um dia de sobe-e-desce, com os investidores meio perdidos sobre o que o governo pretende para o CRÉDITO.
... Na BM&F, as taxas dos contratos DI de curto prazo iniciaram o pregão em baixa, mas terminaram o dia estáveis, depois que o ministro MANTEGA mudou um pouquinho a conversa do fim de semana. Em novas declarações aos jornalistas, ele esclareceu que a Fazenda não pensa em fixar limites para financiamentos, e que não vê riscos para a inflação nem neste ano, nem em 2009 ou 2010. A restrição ao crédito, interpretada pelos operadores de mercado como alternativa à alta da SELIC, recebeu muitas críticas.
... A idéia foi considerada “intervencionista”, sem que se tivesse certeza dos resultados, como anotou no Broadcast a jornalista Lucinda Pinto. Alguns economistas, entre eles Alexandre SCHWARTSMAN (do ABN AMRO) defenderam uma resposta fiscal, com o corte de gastos públicos para aumentar os investimentos. Mas nem ele e nem ninguém acredita que uma tal solução possa ser adotada pelo governo.
... Esse debate aumentou a expectativa pelos dados de CRÉDITO de fevereiro, a serem divulgados pelo Banco Central, 10h30, na nota de Política Monetária e Operações de Crédito. É o único indicador da agenda doméstica, hoje. Na BOVESPA, a divulgação de balanços de 2007 chega na reta final... Estão na lista da quinta-feira a USIMINAS e COELCE. A semana termina com SABESP, FRIBOI e CELESC. TAM encerra dia 31/3.
SWAP REVERSO. O mercado já estava fechado quando o BC comunicou que realizará, hoje, após o fechamento, pesquisa de demanda para um leilão de contratos de swap cambial reverso. A oferta visa a rolagem de US$ 2 bilhões que vencem no dia 1º de abril.
A força de VALE
... Durante boa parte do dia, a BOVESPA caminhou com firmeza para reduzir as perdas acumuladas no mês. Aproveitando o clima positivo no exterior, a bolsa iniciou o dia desbancando máximas, buscou os 61 mil pontos, até atingir o ganho de 3,55%, em seu melhor momento. Mas faltou força, e o índice escorregou, de novo, para baixo de 60 mil pontos. Ainda assim, fechou com valorização de 1,40%, aos 59.812,5 pontos.
... No mês, a BOVESPA ainda acumula perda de 5,79% e, no ano, de 6,38%. O volume financeiro, modesto, foi de R$ 4,836 bilhões, o menor de março.
... Quem sustentou a alta da bolsa paulista ontem foi VALE PNA (4,75%) e ON (5,16%), seguindo a recuperação das commodities em NY, após as pesadas vendas da semana passada. Além disso, o GOLDMAN SACHS reforçou a recomendação de compra das ações da mineradora, afirmando que a recente queda deixou os papéis “razoavelmente baratos”, sem refletir o poder de ganho da companhia, sob fortes fundamentos dos mercados de minério de ferro e de carvão, com a expectativa da compra da XSTRATA.
... Segundo especialistas consultados por Natalia Gómez, do Empresas e Setores, se o cenário de desaquecimento da economia mundial se confirmar, a VALE poderá ser parcialmente protegida pelo minério de ferro, “que vive um grande descompasso entre a oferta e a demanda”, o que compensaria uma queda dos metais não-ferrosos.
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... Uma notícia do final de semana prolongado deve repercutir no mercado de JUROS na volta do feriado da PÁSCOA. A confirmação, pela Fazenda, de que estão em estudo medidas para conter o CRÉDITO, em particular para o setor automobilístico, pode mexer com as expectativas da política monetária. Ainda que a iniciativa não elimine o risco de uma alta da SELIC neste ano, deve enfraquecer as apostas para uma elevação do juro já em abril, aliviando o desenho da CURVA DO DI na ponta mais curta (abaixo).
... No cenário externo, as COMMODITIES ainda são a questão de fundo... Após dois dias de intensa liquidação, o que todo mundo quer saber é se esse movimento nos METAIS e no PETRÓLEO continuará, despontando uma nova tendência para o DÓLAR, ou se o ajuste acabou. Um sinal de que as coisas podem estar se acomodando, e que não tem o “estouro da bolha” foi a recuperação parcial dos preços, no fechamento de quinta-feira.
... No noticiário da crise, informações do Financial Times de sábado, revelando suposta ação para aquisição em massa de securitizações lastreadas em hipotecas pelos bancos centrais dos EUA e Europa, foram desmentidas pelo FED e por autoridades inglesas. Na sexta-feira da Paixão, um jornal nova-iorquino informou que o GOLDMAN SACHS pensa em reduzir até 15% sua força de trabalho. Na véspera, o CITIGROUP anunciara a demissão de mais de dois mil funcionários (incluindo executivos) até o final deste mês.
... A agenda em NY tem muitos focos de VOLATILIDADE. Depois que o STATEMENT do FOMC advertiu sobre a INFLAÇÃO, na semana passada, cresce a expectativa pelo PCE de fevereiro, favorito do FED para medir os preços. Sai na sexta-feira, junto com o sentimento final do consumidor de Michigan de março. Hoje, às 9h30, tem a atividade do FED de Chicago e, às 11h, são importantes as vendas de casas USADAS em fevereiro (previsão: -0,5%). O indicador de residências NOVAS sairá na quarta-feira... Já a revisão final do PIB do quarto trimestre vem na quinta-feira. Leia mais abaixo!
... Na EUROPA, as bolsas permanecem fechadas nesta segunda-feira para o feriado. Ao longo da semana, três bancos centrais decidem sobre juro: o da Eslováquia, que deve manter a taxa inalterada amanhã, e o da República Checa e Polônia, ambos quarta-feira.
... AQUI, a INFLAÇÃO domina o calendário da semana, que é importante para o cenário dos JUROS e deverá compor com a possibilidade de medidas para inibir o CRÉDITO. Mais quatro índices de preços serão conhecidos, entre os quais, o IPCA-15 de março, na quarta-feira, junto com o terceiro IPC-FIPE... Na sexta-feira, sai o IGP-M de março e hoje, o terceiro IPC-S do mês, com estimativas entre 0,12% e 0,23%, e mediana em 0,21%, segundo o AE Projeções.. Ainda sem data definida, o Relatório Trimestral de Inflação do primeiro trimestre, a ser divulgado pelo BC, é a maior expectativa.
... As CONTAS PÚBLICAS de fevereiro também movimentam esta semana: setor externo (hoje), política monetária e operações de crédito (terça-feira), dívida pública mobiliária e mercado aberto (quarta-feira) e contas do Governo Central (sexta-feira)... Na quinta-feira, tem reunião do CMN para decidir a TJLP do segundo trimestre.
CESP. Todo o suspense é para o leilão, programado para a quarta-feira. Ouvido pela AE antes do final de semana prolongado, o secretário da Fazenda de São Paulo, Mauro Ricardo COSTA, confirmou a data, afirmando que o cronograma não foi afetado em nada, apesar da carta do ministro LOBÃO ao governador José SERRA, que não garante a renovação das usinas hidrelétricas da geradora, cujas concessões vencem em 2011, de Três Irmãos, e 2015 (Jupiá e Ilha Solteira). Mais companhias abertas no Em tempo no Bom Dia Mercado...
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O ambiente esteve obviamente mais calmo nesta quinta-feira. Pouco antes das 17hs, o índice Dow Jones da Bolsa de Nova York subia quase 2%, uma boa recuperação.
Em especial, as ações dos grandes conglomerados estavam em forte alta. Citigroup, por exemplo, subia quase 10%. As principais bolsas da Europa (Londres, Frankfurt re Paris) fecharam em baixa, mas moderada.
Alguns comentários e interpetações, aqui e lá fora:. a queda nos preços das comodities e matérias-primas em geral pode ser um fator positivo, pois afasta ou reduz ameaças de inflação;
. está sendo retirado no momento o componente especulativo embutido no preço das comodities, matérias-primas e petróleo;
. para o petróleo, por exemplo, comentava-se hoje que o preço “normal”, aquele ditado pela relação entre consumo e produção, ficaria entre 80 e 90 dólares o barril;
. está caindo fortemente o preço nos mercados financeiros, o que não afeta contratos de venda física já assinados;
. a Vale, por exemplo, faz contratos anuais com seus clientes (e, aliás, conseguiu reajustes de preços entre 65% e 71%);
. se, entretanto, os preços caírem muito, vão empurrar para baixo valores dos próximos contratos, o que diminuiria a renda de exportação de países como o Brasil, Austrália, Nova Zelândia, Canadá, Argentina;
. o mercado de comodities e matérias-primas não vai desabar; a China, maior consumidora desses itens, vai desacelerar seu crescimento, atualmente em 11,5% ao ano, mas não vai para baixo;
. sobre os EUA, veio um dado ruim, aumento maior dos pedidos de auxilio de desemprego, e um mais ou menos, indicando que a desaceleração econômica é menor que o esperado.
O feriadão de sexta é uma parada que veio a calhar.
Carlos Alberto Sardenberg
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... Alguns mercados americanos fecham mais cedo hoje, porque graças a Deus é feriado também em NY, nesta Sexta-Feira Santa. As BOLSAS de valores operam em horário habitual, mas podem apresentar liquidez reduzida sem os TREASURIES, que fecham às 15h. De todo modo, há tempo para muito jogo... E, do jeito que as coisas andam, você ainda poderá ter muito trabalho antes de pôr o pé na estrada.. A maior expectativa do dia fica com o desempenho das COMMODITIES, após a pesada liquidação de ontem.
... À noite, depois do banho de sangue nas bolsas (inclusive na BOVESPA), especialistas não mostravam uma opinião de consenso sobre a tendência desse mercado, que é tão importante para os países EMERGENTES... Mas, já pareciam concordar sobre as razões que levaram investidores globais a se desfazerem das posições em metais e petróleo.
... A “culpa” foi do FED. Com a decisão de cortar o juro em 75 pontos, abaixo do previsto pelo mercado (100 pontos-base), referindo-se a preocupações com a INFLAÇÃO no STATEMENT, o Comitê de BERNANKE sinalizou que, a partir de agora, pode ser menos agressivo no desaperto monetário do que WALL STREET apostava, até então. Essa novidade teria dado o START para uma ampla cobertura de posições vendidas em dólar.
... Se as COMMODITIES foram a grande fuga do DÓLAR fraco, enquanto o FED deixava muito clara a sua disposição de derrubar o JURO, colocando de lado a questão da INFLAÇÃO, então, é natural que esses investidores desfaçam posições em commodities para voltar ao dólar... Só que não parece razoável acreditar que todo o dinheiro que foi para as COMMODITIES voltará para o DÓLAR. Não dá pra falar em uma nova tendência, nem para o DÓLAR, nem para as COMMODITIES. A crise, afinal (dos EUA), continua aí.
... O mais provável é que essa liquidação das COMMODITIES tenha sido um forte ajuste ao comunicado do FED (embora, nem mesmo o FED pode ser capaz de jurar que não será necessário entrar no JURO NEGATIVO). Por mais violento na sua fase inicial, esse movimento das commodities tende a se acomodar. E então o mundo respirará de novo.
... A agenda é fraca, tanto nos EUA como aqui. Lá, prevê apenas auxílio-desemprego, às 9h30, e a atividade do FED de Filadélfia, 11h. Em Brasília, a Receita pode divulgar a arrecadação federal de fevereiro, que deve ficar em torno de R$ 49,350 bilhões, apurou a pesquisa do AE Projeções. Para os indicadores americanos, a estimativa é de um crescimento de três mil pedidos de auxílio-desemprego e recuo da atividade de Filadélfia em 19,5 em março. Em fevereiro, o índice já havia recuado 24,0 e em dezembro, 20,9.
ÁSIA. Vários países do continente tiveram feriados nesta quinta-feira, 20 de março, data do aniversário do profeta MAOMÉ. Não funcionaram os mercados da Índia, Indonésia, Malásia e Paquistão... Nas Filipinas, a quinta-feira santa fechou os mercados e no Japão, o feriado foi devido ao Equinócio. Leia abaixo mais sobre os mercados internacionais!
Desceu do salto
... A queda das commodities no mundo arrastou também o IBOVESPA, composto em grande parte por papéis de empresas produtoras desse tipo de matéria-prima. Apenas no pregão de ontem, a bolsa perdeu 3 mil pontos de uma vez só, furando o suporte dos 59 mil pontos, depois de despencar 5,01%, para os 58.827,4 pontos, na segunda maior baixa de 2008. O volume financeiro expressivo, de R$ 6,862 bilhões, deu consistência à queda.
... PETROBRAS PN liderou o giro, com R$ 1,273 bilhão. O papel desabou 7,40%, terceira maior queda do índice. A ação ON caiu 6,90%. Também a VALE foi destaque na baixa, empurrada pelo enfraquecimento dos METAIS no exterior. O papel ON derreteu 6,87% e o PNA, -7,21%, com giro de R$ 777,094 milhões. Mas quem liderou as perdas do índice foi BRADESPAR PN (-7,84%), que tem as ações da mineradora entre seus investimentos. Apenas dois papéis do IBOVESPA resistiram em alta: TAM PN (0,61%) e ARCELORMITTAL INOX (ex-ACESITA) PN, que teve valorização de 0,55%.
... Reagindo ao noticiário local, CESP PNB caiu 5,55%. As incertezas sobre a renovação das concessões das hidrelétricas de Ilha Solteira e Jupiá, além das liminares do PT e do PSOL, pressionam os papel na proximidade da data do leilão de privatização, na semana que vem (26, quarta-feira). Ontem foi o último dia para os interessados entregarem as garantias para participar da disputa. A CPFL já confirmou que fará o depósito, no entanto, sua entrada no leilão dependerá da renovação das concessões das duas usinas.
Muito interessante a reportagem do site Infomoney, com as opiniões de 10 analistas sobre o desempenho do Ibovespa para 2008.
É consenso entre os analistas que o Ibovespa terminará 2008 no campo positivo, com ganhos ente 15 e 25%. A melhora do do cenário ocorrerá no segundo semestre. E, como não podia deixar de ser, todos comentam a crise americana.
Nós acreditamos que será um ano volátil, cheio de sobe e desce, como temos visto atualmente, com ganhos próximos a 15%. Isso significa um Ibovespa próximo de 72.500 pontos.
Acesse a reportagem completa clicando aqui.
E os Investidores, o que pensam ?!?!? Muito otimismo dos analistas?!?!?!?
Veremos...
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O órgão regulador do mercado financeiro de Londres (FSA, de Financial Services Authority) desconfiou da forte volatilidade nos negócios nos últimos dias. Pela primeira vez em sua história, hoje um diretor desse órgão comunicou formalmente a abertura de investigação para tentar identificar quem espalhou os rumores que colocaram na berlinda bancos e outras instituições financeiras.
O FSA advertiu ainda que não toleraria especulações, a montagem de posições de curtíssimo prazo, vinculadas a esses rumores.
O problema não é apenas britânico. Há rumores desse tipo pelo mundo todo, inclusive no Brasil. Já circulam emails falando de saques em bancos.
Grave situação, porque há uma base real. Grandes bancos internacionais de fato passam por maus momentos. Há crise de crédito, de confiança e de solvência, conforme o setor e conforme o banco. Além disso, há um precedente: os rumores sobre o Bear Stearns eram verdadeiros.
Mas ocorre – e aí vem o maior problema – que é possível que os rumores tenham dado o golpe final no Bear Stearns. Ou seja, nesse negócio de dinheiro, confiança é a questão chave. Quebrada, está aberto o caminho para ações desesperadas de puro medo ou de especulação. Uma corrida contra um banco sempre tem os dois motivos.
As pessoas que têm seu dinheiro nos bancos precisam demonstrar enorme sangue-frio e forte atenção. As autoridades, além de sangue-frio, precisam ser capazes de severa vigilância.
Não é fácil.
Carlos Alberto Sardenberg
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O Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC) do Federal Reserve (Fed) anunciou, há pouco, a decisão de reduzir a taxa básica de juros nos Estados Unidos 0,75 ponto percentual para 2,25% ao ano, alertando que a perspectiva para a economia enfraqueceu ainda mais desde sua última reunião.
Mostrando uma preocupação com os dados apresentados sobre o trabalho recentemente, o Fed, afirmou que o estresse no mercado continua e a concessão de crédito se mantém demasiadamente restrita.
O FOMC, voltou a destacar que continua de olho nas pressões inflacionárias, mesmo considerando que os indicadores devem apresentar um abrandamento, refletindo a perspectiva de um nivelamento da alta recente das commodities.
No resultado da reunião, que começou hoje as 9h30 (horário de Brasília), votaram a favor da decisão o chairman do Fed Ben S. Bernanke, o vice-chairman Timothy F. Geithner, e os membros Donald L. Kohn, Randall S. Kroszner, Frederic S. Mishkin, Sandra Pianalto, Gary H. Stern e Kevin M. Warsh. Já o presidente do Federal Reserve Bank de Dallas, Richard W. Fisher, e o presidente do Fed Filadélfia, Charles Plosser, votaram por uma "ação menos agressiva" neste encontro. Já a decisão de reduzir a taxa de redesconto em 0,75 ponto percentual para 2,5% ao ano foi unânime.
Fonte: CMA
CHR Investor
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Eu continuo não recomendando a compra e muito menos ficar comprado nas ações das ESCs, muito pelo contrário, existiu uma possibilidade com JHSF, mas foi indicação falsa, "dou o braço a torcer", por sinal já estopada sem prejuízo, quando saiu o balanço o papel deu uma subida de 3,4%, dando uma saída boa, estratégia é tudo de bom.
Pelo meu sistema CEACIOM viemos de uma alta iniciada (ponto de compra) no dia 28 de janeiro de 2008 e no momento estamos em baixa desde 29 de fevereiro de 2008 (ponto de venda).
Fique fora das compras para médio e longo prazos, ou faça como eu nesses momentos, fique operando opções (principalmente "day-trade"), concentrando em Vale, tudo curtinho mesmo. Nesse ambiente de incerteza, ainda mais com cada gráfico assustador (indicando baixa forte, mas sem confirmação ainda)...
Por exemplo se General Shopping Brasil perder o nível de R$ 12,50, vai direto nos R$ 8,50. E por aí vai...
Conforme havia alertado no dia 21 de Dezembro de 2007 aqui no Blog (Os contratos de DI Futuro sairam do canal de baixa) as taxas de juros longas iam se elevar.

Marcadores: Sergio Luiz Valle
Desde a semana passada, um conflito entre a China e o Tibet tem repercutido na mídia internacional e também na mídia brasileira. Diariamente tem sido publicadas matérias nos grandes veículos de comunicação brasileiros.
Na busca (talvez vã) por uma pretensa verdade imparcial e pela transparência dos fatos, parte da mídia brasileira tem se esforçado para conseguir informações, e repassá-las aos leitores. Na Folha Online, por exemplo, está publicada uma matéria hoje (18) sobre o interesse chinês em manter seu domínio sobre o Tibet. Além da matéria, uma entrevista com o vice-diretor da divisão para o Tibete da Radio Free Asia –ONG que transmite informações em nove línguas da Ásia, Karma Dorjee (leia a entrevista clicando no nome).
Continua em Acerto de Contas
Marcadores: André Raboni
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Prezados,
A semana começou extremamente nervosa nos mercados financeiros. Após medida emergencial no final de semana, onde o FED cortou em 0,25% a taxa de redesconto bancaria, os mercados abriram em forte queda motivados pelos problemas com o banco Bear Stearns, a queda do dólar frente a diversas divisas e a alta do petróleo.
O pregão foi de muita instabilidade nesta segunda-feira (17), com forte abertura em baixa, recuperações fortes durante o pregão, onde muitos ativos entraram no campo positivo, mas que no final tornou a ceder, e a maioria dos papeis do Ibov fecharam em baixa.
No DJI houve uma boa recuperação no final da tarde e o índice ainda fechou em alta em meio a toda a turbulência.
Durante a madrugada tivemos recuperação em Tóquio com alta de 1,50% e em Xangai na China baixa de quase 4%.
Hoje teremos a reunião do FED para mais uma decisão sobre a taxa de juros. O anuncio sai no período da tarde. A expectativa do mercado mediante ao agravamento da situação, é que a taxa seja cortada em 0,5% para 2,5% a.a.
No momento as bolsas Européias têm ganhos superiores a 1,20% em média, e os futuros americanos sobem acima de 1%.
No mercado local, tivemos diversos ativos que atingiram pontos importantes como PETR4, ao qual deixou um candle interessante no gráfico diário, o qual poderia servir como entrada para swing traders (traders que negociam no curto prazo).
Porém a volatilidade do mercado está altíssima, pois o mesmo não consegue manter uma única trajetória durante a maior parte do pregão, oscilando do território negativo ao positivo, e vice-versa, diversas vezes ao dia. Isto pode ser interessante para trades curtíssimos e rápidos.
Marcadores: Romulo Costa
Marcadores: Pintinho
... “NY vive o último estágio da crise, que começou no SUBPRIME e chegou aos grandes bancos... Não quer dizer que (a crise) está acabando, não dá para saber quanto tempo essa fase vai durar, a sua magnitude e o estrago que causará na economia dos EUA e do resto do mundo. O BEAR assustou porque foi o primeiro (grande). Outros podem quebrar e é contra isso que os investidores estão se prevenindo hoje. Mas esse saneamento é inevitável. Não há como encerrar essa história sem passar por isso”, disse fonte do BDM.
... O comentário foi feito no fim da tarde de ontem, mais um dia de cão para os mercados globais. Os índices em WALL STREET até melhoraram no fechamento. Mas, aqui, a BOVESPA foi nocauteada pela liquidação das COMMODITIES.. Com exceção do OURO, reserva histórica de valor, todos os demais metais caíram, assim como o petróleo.
... HOJE, os mercados devem abrir na expectativa da reunião do FOMC, para reduzir de novo o juro básico americano em 75 pontos-base ou 100 pontos, de 3% para 2%. O veredicto será anunciado às 15h15, em ponto, o que significa que os mercados terão um tempo ainda para reagir a surpresas. É muito improvável, porém, que o Comitê de BERNANKE se arrisque a contrariar as expectativas de um mercado já tão machucado.
... É bem verdade que WALL STREET já começa a se perguntar o que o FED fará depois que já não tiver mais esse instrumento de política monetária para tentar evitar a RECESSÃO. Mais um pouco e os EUA estarão com juro real negativo, o CUPOM ZERO. Seja como for, a inflação parece estar ajudando, até aqui, apesar do petróleo caro.
... Os dados do PPI, às 9h30, não causam maiores preocupações, após a estabilidade do índice ao consumidor (CPI), na semana passada. As estimativas para os preços ao produtor são de +0,3% para o índice cheio e +0,2% para o núcleo. No mesmo horário, as licenças para construção de novas residências têm previsão de -0,2%. Mas, mais do que os indicadores, os balanços dos bancos (e os boatos) devem movimentar os mercados.
... O resultado do BEAR STEARNS, previsto para ontem à noite, foi adiado depois que a instituição foi comprada pelo JP MORGAN. Mas está confirmada a divulgação dos números do GOLDMAN SACHS e do LEHMAN BROTHERS, para hoje, e do MORGAN STANLEY para amanhã, quarta-feira... A previsão é de pesadas baixas contábeis, enquanto as ações dos bancos de investimentos operam sob forte pressão nas bolsas. Leia mais abaixo sobre os mercados internacionais nesta segunda-feira!
Na Bovespa...
... A pior onda de vendas dos estrangeiros já parece ter passado. A fonte da coluna disse que os “papéis de gringos” (dos IPO, construção civil, por exemplo), derreteram com a zeragem de posição para fazer caixa. “Alguns papéis apresentam boa oportunidade, mas 60 mil está caro em relação a Nova York. Se você considerar só o Brasil, vale 80 mil. Se considerar só NY, vale 40 mil. Está na metade do caminho”, disse.
... Ontem, o medo de crise sistêmica nos EUA somou-se à realização das commodities para definir um pregão difícil e de pouca racionalidade. O IBOVESPA chegou a voltar aos 59 mil pontos no pior momento do dia (-4,27%, 59.342 pontos), mas fechou em baixa de 3,19%, aos 60.011,8 pontos. Com esse resultado, a bolsa brasileira passou a acumular a perda de 6,06% neste ano. O volume financeiro foi de R$ 6,9 bilhões, sendo que desse total R$ 581 milhões foram referentes ao exercício de OPÇÕES sobre ações.
... As duas principais blue chips operaram em sintonia com o movimento de queda das commodities. A maior queda do índice foi de VALE ON (-6,06%). VALE PNA perdeu 4,34%... PETROBRAS ON caiu 5,30%, enquanto a PETROBRAS PN recuou 3,79%. As ações da BOVESPA Holding (-7,27%) caíram mais forte do que a média do mercado.
... No pregão da quinta-feira passada, dia 13, a BOVESPA registrou nova saída de capital externo, de R$ 20,8 milhões, elevando para R$ 2,052 bilhões as saídas no mês.
... Em parte pressionado pelo fluxo financeiro negativo, o DÓLAR subiu pelo terceiro dia consecutivo, mas com ganho bem modesto, de 0,53%, a R$ 1,723.
... Nos JUROS, não teve repercussão o comentário do ministro Guido MANTEGA, para quem não há necessidade de aumento do juro no Brasil, por conta da crise externa.
... Na BM&F, as taxas dos contratos de DI subiram com força, refletindo movimentos de STOP LOSS e de ajuste de posições globais. No final do dia, reduziram a alta, mas seguem sujeitos a muita volatilidade. O DI janeiro de 2010 subiu de 13,09% para 13,12%, e o DI janeiro de 2009 ficou em 12,26%, de 12,25% na sexta-feira.
... O noticiário local ficou em segundo plano. Mas, se o investidor decidisse olhar para os dados domésticos, não encontraria motivos para bom humor. O IGP-10 de março, em +0,61%, superou as expectativas; o IPC-S voltou a acelerar-se (+0,14%); e a pesquisa FOCUS mostrou nova rodada de alta das projeções de inflação para este ano. A mediana das estimativas para o IPCA avançou de 4,42% para 4,44%.
... Em sintonia com o sentimento de aversão ao risco, o Global-40 caiu 0,26%, cotado no fechamento a 132,65 cents (máxima), com o risco Brasil em 302 pontos-base.
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O mercado financeiro começou a semana tomado por boatos de troca-troca de executivos. O principal deles é a esperada saída de um grupo de executivos do UBS Pactual para o americano Merrill Lynch. É dado como certo que o grupo de dissidentes será liderado por Alexandre Bettamio, hoje co-responsável pela área de investment banking do UBS Pactual. Um reforço e tanto para o Merrill Lynch, que há anos não tem no Brasil o mesmo desempenho obtido nos Estados Unidos nos rankings de assessoria a fusões e aquisições e emissões de ações.
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Algumas das principais bolsas asiáticas abriram em forte baixa nesta segunda-feira.
O índice Hang Seng da Bolsa de Valores de Hong Kong abriu em forte baixa de 919,11 pontos (4,13%), aos 21.318.
O seletivo Straits Times da Bolsa de Valores de Cingapura abriu em baixa de 72,21 pontos (2,54%), aos 2.766,48.
O índice KCLI da Bolsa de Valores de Kuala Lumpur abriu em baixa de 11,51 pontos (0,96%), aos 1.183,33.
O indicador PSEI da Bolsa de Valores de Manila, nas Filipinas, caiu na abertura 39,54 pontos (1,41%), para 2.866,99.
O índice JKSE da Bolsa de Valores de Jacarta, na Indonésia, abriu em forte baixa de 79,17 pontos (3,32%), aos 2.304,25.
O índice SET da Bolsa de Valores de Bangcoc, na Tailândia, abriu em baixa de 3,73 pontos (0,46%), aos 818,04.
O índice Kospi da Bolsa de Valores de Seul abriu em forte baixa de 34,06 pontos (2,13%), aos 1.556,20
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Os preços das commodities estão desabando e puxam para baixo as ações da Petrobras e da Vale. A explicação é a falta de liquidez na economia americana e a fuga de capitais dos mercados futuros. O petróleo recuou 3,84% caindo para para US$ 105,98%, o cobre perdeu 3,68%. As maiores perdas aconteceram com o café (-10,4%) e o açúcar (-10,2%). (veja aqui como estão as bolsas pelo mundo)
Se a queda das commodities se caracterizar como uma tendência, isso pode virar um problema para o Brasil. Boa parte das nossas exportações está focada justamente nesses produtos. O normal, com a economia americana em crise, seria que os preços já estivessem caindo, com a diminuição da demanda da maior a economia do mundo. Mas a demanda chinesa e a especulação nos mercados têm impulsionado os preços para cima.
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Ao que parece as tendências serão bem curtas,então olho vivo e sempre alerta.No IBOV diário o estocástico deu uma quebra para baixo o que pode ser um aviso para sair do mercado.Lembrando que isso ainda não se confirmou.O IBOV semanal mostra que a tendencia de medio prazo virou para baixo.
Vamos ficar de olho vivo essa semana pois é uma semana bem importante, que pode confirmar essas tendências.Então todo mundo ligado essa semana.
“quando o barco começar a afundar, não reze. Abandoneo-o” Max Gunther
Bons Trades
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Frases de profissionais consagrados em seu campo de atuação têm um grande poder de convencimento. Segue abaixo uma pequena seleção feita rapidamente*. Algumas não esqueço nem quando estou dormindo**...Divirtam-se:
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Trabalham em patamares bem interessantes para trades contra-tendencia, caso rompam as maximas de hoje e fechem assim
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Quase todos na venda, especialmente Morgan Stanley e Credit Suisse, saldo de R$ 560 MM vendedor, para um saldo acumulado em março, até dia 12, de cerca de R$ 2 bilhões, vendedor.
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Em virtude das dúvidas do Investidor Jefferson, estamos publicando uma análise de ação B2W ON (BTOW3).
Como mostra o gráfico diário acima, o papel esboçou uma reação, ao sair do canal de baixa formado desde Novembro de 2007.Porém, ao testar a resistência próxima aos R$ 80,00, voltou a ceder.
No curto prazo deverá buscar o suporte de longo prazo (mesmo fundo de Agosto de 2007), nos R$ 59,50.
O interessante deste gráfico é que tem um gap em R$ 46,12, aberto desde Novembro de 2006, quando a empresa Submarino anunciou sua fusão com a Amercicanas.com, dando origem a atual B2W.
Além disso, seu balanço, divulgado na semana passada, saiu abaixo das expectativas do mercado, o que penalizou a ação.
Veremos...
Investmaniacos
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O mercado financeiro americano está operando com juros reais negativos. Com uma expectativa de novo corte de juros do Fed amanhã, os juros reais (taxa de juros descontada a inflação) pode chegar a -1,6%, caso o corte seja de 1 ponto percentual, segundo cálculos da Link Corretora.
O objetivo do Fed é injetar liquidez no mercado e estimular o consumo. O risco, segundo a economista Marianna Costa, da Link, é que como estamos lidando com uma crise financeira, não há garantias de que os bancos vão repassar o crédito barato para os consumidores.
- No Japão aonde a taxa de poupança é alta, taxas de juros a zero não conseguiram fazer o consumo subir, deixando o país na famosa “armadilha de liquidez”. Nos EUA, a história é diferente, dado que a taxa de poupança é baixa. Talvez o efeito seja positivo sobre o consumo, mas infelizmente não conseguimos afirmar nada agora. Vivemos um crise financeira e os bancos não estão passando o dinheiro para frente - disse Marianna.
O efeito disso tudo é uma pressão maior sobre a inflação. No curto prazo os preços das commodities podem subir porque o mercado financeiro vai buscar aplicações mais rentáveis com os títulos dos Tesouro americano valendo tão pouco. No médio prazo, e se a política de Bernanke der certo, teríamos uma inflação pautada pelo consumo das famílias, o que mostraria recuperação do economia. Esse cenário permitira o Fed a voltar a subir os juros.
Miriam Leitao
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Escrito por wise_guy e arquivado como Atitudes, English
Another one from Jessica. She’s outstanding. More on her site.
Be wise.
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Alguns números dão o tamanho da crise do crédito: o Bear Stearns, quinto maior banco americano, foi vendido por US$ 240 milhões, a dois dólares a ação, preço de banana. Um ano e dois meses atrás, em janeiro 08, a ação valia US$ 169. Esse é o tamanho do prejuízo dos acionistas.
O Bear Stearns foi vendido para o JP Morgan numa operação promovida e financiada pelo Federal Reserve, Fed, o banco central dos EUA. Uma operação de salvamento, portanto. Notem, porém, trata-se de salvamento do banco, dos seus clientes e do sistema financeiro, não do dinheiro dos acionistas, inclusive os donos, que tiveram de entregar suas ações na bacia das almas.
Dólar abaixo - Outro número de agora cedo no mercado mundial, a desvalorização do dólar. No recorde de baixa, hoje cedo o dólar comprava apenas 95,77 ienes. Teve época em que comprava 160.
Dólar barato derruba as ações das grandes empresas japonesas exportadoras para os EUA. Também derruba ações de bancos, todos sob suspeita.
Confiança ou desconfiança? – O Fed age agressivamente. Coloca montanhas de dólares para financiar os bancos, promove o salvamento do Bear Stearns, reduz a taxa de empréstimo aos bancos no domingo à noite. Demonstra estar no comando da situação, o que deveria gerar uma sensação de conforto.
Mas gera o pavor. Se o Fed está fazendo isso, imagine o que ele sabe que a gente não sabe?
Reparem: amanhã, terça, tem reunião normal do Fed. Se eles não puderam esperar nem dois dias para reduzir os juros bancários, imagine o que pode estar acontecendo. Outros bancos em dificuldades?
Aliás, nesta semana saem balanços de grandes bancos americanos, referentes ao primeiro trimestre. Terão se recuperado ou piorado mais?
Bolsas desabam no mundo todo.
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O Federal Reserve, o banco central norte-americano, anunciou na noite do domingo que vai reduzir a taxa de redesconto em 0,25%, para 3,25% ao ano. A medida foi anunciada de surpresa e já vale para a manhã desta segunda-feira, dia 17. Mau sinal. Não por acaso, a Bolsa de São Paulo abriu com uma baixa de 4%.
Banqueiros centrais são as pessoas mais discretas que existem. A maneira mais garantida de conseguir uma entrevista sem notícias é falar com um banqueiro central: por dever de ofício ele não pode elocubrar, especular, achar, concordar ou discordar. Por isso, quando eles falam, é bom prestar atenção. O fato de o Fed ter rompido o protocolo e tomado uma decisão em pleno domingo mostra que a situação dos bancos nos Estados Unidos está bem pior do que se imaginava. Não interessa que eles tenham declarado que o sistema é sólido: o fato de terem tomado essa decisão prova que o sistema não está sólido.
A decisão vem dois dias antes da reunião ordinária para discutir a taxa de juros, e as expectativas são de um novo corte no custo do dinheiro nos Estados Unidos. A preocupação, agora, é até quando os juros americanos precisam baixar para estimular uma economia que está em recessão. Em um determinado momento, a política monetária perde efeito, algo que Keynes definiu como "armadilha da liquidez" - as expectativas são tão ruins que a economia não se aquece, mesmo com juros muito baixos. FOi mais ou menos o que ocorreu no Japão ao longo de toda a década de 90.
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Na semana passada aconteceu o inevitável: a primeira crise de liquidez em um grande banco de investimento americano, o Bear Stearns.
Sem dinheiro para repassar aos seus correntistas, o banco não teve outra opção, a não ser declarar sua incapacidade de pagamento e recorrer ao FED, que está articulando sua venda ao JPMorgan.
O JPMorgan, por sua vez, está assumindo o banco por apenas US$ 2 por ação, em um negócio que na verdade visa muito mais dar tranquilidade ao mercado do que se colocar numa posição de avanço no mercado.
O que estamos vendo desta vez é o próprio mercado financeiro se organizando para cobrir os furos deixados por eles mesmos. Isso é que realmente podemos chamar de “economia de mercado”.
Nada comparado ao que vivemos com o PROER, onde a população foi obrigada a pagar as dívidas provenientes do “sopapo” financeiro que os bancos tiveram com o fim da inflação.
O FED preferiu deixar os bancos à míngua do que incorrer em moral hazard (risco moral), onde os bancos centrais ajudam entidades financeiras em dificuldades, incentivando o comportamento de risco assumido por elas.
De certo mesmo só a certeza que outros fundos de investimento deverão enfrentar problemas nos próximos meses. Seria de bom tom se os bancos se antecipassem a esses anúncios, realizando fusões antes da quebra de confiança no mercado.
No Brasil o reflexo vem na Bovespa, que agora opera em forte baixa, de mais de 3%, apenas seguindo os péssimos resultados no mundo todo.
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... O Federal Reserve cortou, neste domingo, sua taxa de redesconto em 25 pontos-base, para 3,25% aa. A taxa é utilizada numa linha especial de crédito ao mercado, com o objetivo de socorrer instituições em dificuldades. O sentido de urgência que revestiu essa decisão espelha a gravidade da crise nos EUA. O FED não apenas se reuniu extraordinariamente no final de semana, o que já seria suficiente pra sinalizar que a coisa é brava, como decidiu não esperar pelo encontro formal do FOMC, amanhã.
... Outra notícia de ontem nas agências internacionais diz respeito à crise em Wall Street. Confirmando rumores, o JP MORGAN comprou o BEAR STEARNS, o primeiro grande banco norte-americano derrubado pela crise do SUBPRIME. A transação foi realizada por TROCA de ações. Cada título do BEAR entrou por apenas US$ 2 (dois dólares), muito abaixo do valor da ação na sexta-feira (US$ 30). Resta esperar pela reação do mercado. As investidas não resolvem, mas ajudam a administrar a crise no dia-a-dia.
... Cresceu (e muito) o suspense em NY às vésperas da reunião do FOMC, amanhã... Até então tido como teto, um corte de 75 pontos-base no juro americano, para 2,5%, agora tem tudo para desanimar feio, porque o mercado está pedindo mais. Depois que o CPI de fevereiro surpreendeu, na sexta-feira, com estabilidade no núcleo e no índice, traders e analistas em WALL STREET acham que o resultado da inflação abriu espaço para um desaperto mais firme. Muita gente está defendendo redução de até 1,0 ponto porcentual.
... Com a RECESSÃO no topo da pauta, está pesando o medo de uma quebradeira geral dos bancos, depois de o BEAR STEARNS ter puxado a fila. Na sexta-feira, bateu tão fundo a percepção da crise que, na agência DJ, o economista Tony CRESCENZI (Miller Tabak) disse que o resgate relembra os dias da Grande Depressão dos anos 1930.
... A semana poderá também ser sacudida por resultados corporativos de bancos pesos pesados. No olho do furacão, o BEAR antecipou de quinta-feira para hoje à noite a divulgação do balanço do primeiro trimestre fiscal.... Analistas esperam baixas contábeis de US$ 15 bilhões. Amanhã, é a vez GOLDMAN SACHS e do LEHMAN BROTHERS soltaram seus números... O momento tem sido definido pelos especialistas como “o mais sombrio” para ambos os bancos de investimento desde que lançaram suas ações em bolsa, em 1999 e 1994, respectivamente. Quarta-feira é a vez do MORGAN STANLEY.
... Abreviada pelo feriado da PÁSCOA, já na quinta-feira alguns mercados em NY fecham mais cedo nesta semana, nem por isso a agenda de indicadores é menos eletrizante. Amanhã (terça-feira), o PPI (preços ao produtor) perde um pouco do status, depois que a inflação ao consumidor tranqüilizou. Mas HOJE tem uma bateria de dados importantes. O dia começa às 9h30, com o índice de atividade EMPIRE STATE (previsão: -8 em março), além do déficit em conta corrente no quarto trimestre (-US$ 184 bilhões). Às 10h15, sai a PRODUÇÃO INDUSTRIAL de fevereiro. À tarde, sai a atividade do meio-oeste em janeiro (13h), além do índice de atividade em construção de moradias em março, às 14h.
... Na EUROPA, o BC turco realiza decisão de política monetária nesta quarta-feira, com expectativa de que reduza o juro em 25 pontos, para 15%.
... Na ÁSIA, é esperada uma solução para o impasse relacionado à indicação do próximo presidente do BOJ, já que o mandato de Toshihiko FUKUI termina na quarta-feira.
... AQUI, o calendário é mais fraco, nesta semana, limitando-se a índices preliminares de inflação, cinco no total. HOJE, sai a segunda prévia de março do IPC-S (8h), com estimativas de 0,11% a 0,16%, mediana em 0,12%, apurou o AE Projeções. Também às 8h, a FGV divulga outro indicador, o IGP-10 de março, que deverá subir entre 0,37% e 0,55%, mediana em 0,49%.. Amanhã, sai o IPC-S das capitais na semana até o dia 18, e na quarta-feira as duas segundas prévias de março do IPC-FIPE e IGP-M.
... A temporada dos BALANÇOS prossegue HOJE com COPEL, KLABIN SEGALL, PDG REALTY e SARAIVA. Mas é quarta-feira o dia forte: ELETROBRÁS e ELETROPAULO.
O juro vai subir
... O PIB do quarto trimestre de 2007, a Ata do COPOM, a taxação do capital externo em renda fixa e as vendas no varejo de janeiro devem se traduzir em uma alta da projeção para a taxa SELIC na pesquisa FOCUS que sai daqui a pouco, às 8h30... Essas notícias aumentaram significativamente a chance de um aumento de juros, já na reunião de abril. Esse ajuste no cenário deve se refletir na mediana das previsões do mercado.. Na curva do DI, a nova aposta é de uma elevação mais radical, de 50 pontos-base.
... As VENDAS NO VAREJO, divulgadas na sexta-feira pelo IBGE, só confirmaram o que havia antecipado a ATA, que o consumo segue em ritmo acelerado neste início de ano, e de forma surpreendente. As vendas subiram 1,8% sobre dezembro, que já é um mês tradicionalmente forte para o comércio por causa do Natal. O dado superou a mediana de 1,45% do intervalo das previsões dos analistas (0,7% a 2,2%). Em relação a janeiro de 2007, o avanço foi de 11,8%, perto do teto das estimativas (12,0%), fazendo deste janeiro o melhor da série histórica. A média móvel trimestral, considerado o principal indicador de tendência, registrou crescimento de 1,3% no trimestre encerrado em janeiro.
... Em reação ao resultado das vendas e ao nervosismo no exterior, o DI janeiro de 2009 avançou a 12,25%, de 12,17% na quinta-feira, com máxima de 12,29%... O DI janeiro de 2010 fechou em 13,09%, com máxima de 13,17%, de 12,98%.
... Em sintonia com a mensagem dura da ATA, o presidente LULA advertiu para os riscos do (forte) crescimento da economia, afirmando que é preciso que a oferta acompanhe, senão, a “doença desgraçada da inflação” volta. Se alguém precisava saber pra que lado está jogando o Planalto, não tem mais dúvidas. O sinal está verde para o BC.
... O IOF sobre o capital estrangeiro para aplicações em renda fixa e para títulos públicos, que começa a ser cobrado a partir de hoje, também pesou sobre o mercado de JUROS. Para Mauro LEOS (MOODY´s), a cobrança “talvez possa ter impacto sobre o sentimento do investidor”. Em relação à classificação soberana, no entanto, LEOS disse que “o importante é o quadro geral do País”, embora tenha admitido que “o risco é relevante” se novas medidas no front fiscal vierem a ser decididas. Ele também considerou “muito importante” que o Banco Central e o Ministério da Fazenda atuem de forma coordenada. “Ou as coisas podem ficar mais complicadas do que teriam que ser”.
... O DÓLAR teve um dia de forte volatilidade. A alta americana oscilou entre a mínima de R$ 1,676 (-1,0%) e a máxima de R$ 1,724 (+1,83%), para fechar em R$ 1,714 (+1,24%).
... BOVESPA seguiu NY durante quase todo o pregão, mas, perto do fechamento reduziu as perdas, amparada principalmente pelos papéis de VALE, para fechar em baixa de 0,46%, aos 61.991 pontos, com volume de R$ 5,888 bilhões. As ações da ON mineradora subiram 2,26% e PNA, +0,12%, com novos rumores de que estaria perto de fechar a negociação de compra da anglo-suíça XSTRATA. Também PETROBRAS ON diminuiu a baixa, para 0,56%, após a atuação pesada de uma instituição na compra, segundo o jornalista Téo Takar (Empresas e Setores). PETRO PN fechou em baixa maior, -1,97%.
... No mercado da DÍVIDA externa, o Global-40 fechou a 133,00 cents (estável), enquanto o risco Brasil estava em 289 pontos-base, queda de 4 pontos, no final da tarde.
A era do gelo
... Feito bola de neve, a crise do SUBPRIME (e do crédito) vai se espalhando aqui e ali, e com tanta força e rapidez, que já leva analistas na City londrina ao prognóstico de uma nova etapa nos negócios: a FASE DAS FALÊNCIAS, como eles têm chamado, em que a dúvida passa a ser agora quem serão as próximas vítimas da avalanche. “É claro que o BEAR STEARNS não está sozinho”, afirmou um economista baseado em Londres para a correspondente Daniela Milanese (AE). Tudo fica ainda pior, quando os investidores começam a pôr em xeque as limitações do FED, que não vai poder derrubar o juro para sempre. “Daqui a pouco acabam as balas” de BERNANKE, advertiu um analista.
... Fontes avaliaram à jornalista que há dois pontos centrais para serem atacados: 1) os problemas de capital dos bancos e 2) as HIPOTECAS podres nas mãos dos consumidores. Nos dois casos, poderá ser necessário o uso de dinheiro público, ou uma espécie de PROER americano, definiu Wilber COLMERAUER, consultoria LIABILITIES SOLUTIONS.. O que complica é que esta é uma decisão política, em pleno ano eleitoral.
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Se você é um investidor assíduo, do tipo que no mínimo uma vez por mês estuda estratégias para aplicar os seus recursos, com certeza já sofreu por causa de um erro no portfólio. E perdeu. Viu o dinheiro descer pelo ralo. Até mesmo alguns milionários conhecidos como ditadores de tendência do mercado financeiro americano, como Paul Allen, fundador da Microsoft, já se enganou. Apostou US$ 1,65 bilhão na RCN, empresa de telecomunicações, em fevereiro de 2000. Hoje, a sua participação no negócio vale meros US$ 100 milhões. Mesmo sem mensurar números grandiosos, a dura experiência, no entanto, sempre vira um marco nas finanças pessoais. Grandes e pequenos aplicadores se lembram de alguma decisão errada que resultou em prejuízo. Afinal, da falha da gestão dos recursos fica uma lição para as próximas investidas.
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Marcadores: Conexão Dinheiro
Mercados Agitados
Marcadores: Dalton Vieira
Prezados,
Mesmo reduzindo sua expectativa de crescimento para os papéis do Banco do Brasil em 3%, a área de corretagem do Goldman Sachs nos Estados Unidos elevou de “venda” para “compra” sua avaliação quanto às ações da empresa brasileira. Os papéis da companhia devem chegar a 32 reais por unidade, na avaliação dos analistas, um aumento de 24% em relação à cotação do início do pregão desta sexta-feira, de 25,77 reais.
Marcadores: Bussola de Finanças
Reuters
Marcadores: Touro Louco
Não se fala muito dessa empresa no mercado financeiro, visto que o setor de mineração no Brasil, na maior parte do tempo, tem a Vale como foco. tem a Vale como foco. Ressalte-se que não só a Vale, mas o mercado de mineração cresceu muito com as altas dos mínerios nos últimos 2 anos. Fato este que impressiona o histórico de rendimentos no longo prazo das empresas ligadas ao setor.
As cotações da MMX em jan/2007 estavam em R$230,00. Hoje, o papel bate nos R$950,00 (mais de 310% em 15 meses). Apesar do passado louros, o papel possui poucos negócios (quando comparado a outras empresas com maior liquidez). Outra característica da MMX é a de que para arrematar 1 lote de 100 ações da empresa, o desembolso é de R$95.000,00 (mais um fator que limita a quantidade de negócios). Abaixo o gráfico semanal no período de 1 ano.
Marcadores: rogrm
Por Marcos
Nassif, você está acompanhando o caso do Bear Stearns? bem, o 'ursão' quebrou e foi doado para o JP Morgan pela mixaria de US$ 236 milhões, o FED baixou os juros para 3,25% ao ano nesta noite de Domingo e criou um Banco que irá emprestar dinheiro para os bancos privados em dificuldades pelos próximos 6 meses.
A coisa tá feia..
Marcadores: Luis Nassif
Foi muito conveniente a S&P lançar a notícia de que a crise financeira está chegando ao fim em um dia de péssimos indicadores, DJI estava caindo -1,80%, agora com esta manobra subiu aos +0,70%.
Quem pode com isso?
Vamos tapeando e seguindo em frente porque o mercado é assim, cruel, cheio de "pegadinhas".
Marcadores: Tobeca
Marcadores: Jayme Ghitnick
O Ministro da Fazenda Guido Mantega anunciou na quinta-feira um pacote de medidas para tentar conter a constante desvalorização do Real frente ao Dólar. (Escutar o pacote anunciado por Mantega).
Na sexta-feira o Banco Central (Meirelles) divulgou a ata da reunião do COPOM onde claramente o COPOM observa pressões inflacionarias e adverte que pode agir em conseqüência, tentando conter estas pressões (ver ata do copom, item 17). Estas medidas não neutralizam de algum forma o pacote anunciado por Mantega?
Ainda na sexta-feira o Presidente Lula, em discurso diz que a economia esta robusta e resistente, que as medidas adotadas pelo governo para conter o Dolar vão beneficiar as exportações do Brasil e que as ações do Banco Central continuaram em linha resguardando aos Brasileiros da ameaça da inflação...
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Marcadores: Carlos Rubinstein
O Dow Jones caiu bastante e depois recuperou um pouco. A esperança...
Nos gráficos acima temos as seguintes situação:
1- Diário- Ocorreu uma inflexão no Estocástico como um alerta de possível baixa; não confirmou queda. Ainda tem chão para subir um pouco mais, apesar de estar em um Canal de Baixa Terciário; olho vivo.
2- Semanal - Notícia ruim: o gráfico semanal formou uma figura de reversão forte: Ombro-Duas Cabeças-Ombro. Suporte em 11.750 pontos. Caso rompa...
Clique nas imagens para ampliar a figura.
Marcadores: Humberto dos Santos
Ontem conversei com o carioca Carlos Medeiros, presidente da BR Malls, a maior administradora de shoppings do país, controlada pela GP Investimentos e pelo americano Sam Zell. Medeiros me contou que uma das grandes mudanças pelas quais a empresa vai passar esse ano é que os chamados serviços de back office dos shoppings (pagamentos, rh, cobrança etc) serão reunidos num centro de serviços compartilhados que vai funcionar no Rio de Janeiro. Até o final do ano pelo menos 20 shoppings administrados pela empresa terão "terceirizado" essas atividades. Na prática, isso significa que os executivos dos shoppings ficarão livres das tarefas burocráticas da administração para se concentrar nas atividades mais estratégicas - e que com a centralização dos serviços, os custos devem cair (o executivo não informa qual a previsão). Trata-se de uma iniciativa já adotada por grandes empresas no Brasil e no mundo, mas inédita no mercado de shopping centers brasileiro.
Marcadores: Cristiane Correa
Mais uma vez tivemos uma semana tensa, mas com resultado muito próximo da estabilidade. No resultado semanal do IBOV, a variação de apenas +0,2%. No mês, a variação é de -2,36%.
Segue a relação dos papéis do IBrX-100 com maior variação nas últimas duas semanas.
Maiores Altas
| Papel | 29/02 | 14/03 | Diferença | IFR9 | Estocástico |
| SDIA4 | 9,56 | 10,64 | 11,30% | 62,92 | 71,50 |
| NATU3 | 16,72 | 18,60 | 11,24% | 69,78 | 83,75 |
| ELET3 | 24,87 | 27,52 | 10,66% | 54,48 | 90,26 |
| ELET6 | 24,80 | 27,40 | 10,48% | 52,99 | 88,54 |
| OHLB3 | 19,01 | 20,45 | 7,58% | 57,78 | 95,67 |
| USIM3 | 101,50 | 109,15 | 7,54% | 53,99 | 86,35 |
| USIM5 | 98,00 | 105,00 | 7,14% | 53,89 | 92,86 |
| CSNA3 | 63,10 | 67,00 | 6,18% | 68,20 | 82,29 |
| LREN3 | 33,57 | 35,27 | 5,06% | 51,71 | 85,17 |
| MMXM3 | 900,00 | 945,00 | 5,00% | 75,66 | 60,32 |
Maiores Baixas
| Papel | 29/02 | 14/03 | Diferença | IFR9 | Estocástico |
| TCSL3 | 9,35 | 7,35 | -21,39% | 18,75 | 13,60 |
| ECOD3 | 6,05 | 4,81 | -20,50% | 60,53 | 31,94 |
| TCSL4 | 6,94 | 5,66 | -18,44% | 25,74 | 17,39 |
| TAMM4 | 35,48 | 30,09 | -15,19% | 15,97 | 14,26 |
| GOLL4 | 29,28 | 25,46 | -13,25% | 12,03 | 23,25 |
| POMO4 | 7,03 | 6,16 | -13,23% | 40,91 | 49,15 |
| BRML3 | 19,66 | 17,16 | -12,76% | 16,46 | 5,23 |
| PDGR3 | 24,75 | 21,69 | -12,36% | 32,97 | 20,84 |
| CCIM3 | 9,26 | 8,13 | -11,63% | 27,54 | 26,98 |
| LAME4 | 15,35 | 13,75 | -10,42% | 31,06 | 10,15 |
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Que tal se uma das maiores instituições financeiras dos Estados Unidos se declarasse praticamente insolvente em uma manhã qualquer de sexta-feira?Imagine que após esse comentário, o maior dos bancos daquele país dissesse em tom cordial "não se preocupe, daremos o dinheiro necessário para o prosseguimento das operações" para, minutos depois, reconsiderar a oferta num tom de "eu disse dinheiro? Estava falando de apoio moral". A saída, no fim, foi uma ligação amiga para o Banco Central, o Federal Reserve.Esse foi o enredo protagonizado ontem entre os bancos Bear Sterns (no papel de insolvente) e JP Morgan (no papel de salvador que não foi).
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Muitos investidores encaram a análise fundamentalista de uma empresa olhando apenas para o PL.
É verdade que no passado a influência do PL na tomada decisão foi mais significativa. Hoje em dia, com a propagação de outras abordagens (fluxo de caixa, valuation, etc) a relação Preço/Lucro perdeu um pouco do seu encanto.
Basicamente, o índice é a divisão do lucro por ação de uma empresa (ou seja, o lucro dividido pelo número de ações que a companhia possui) pela cotação do papel no mercado. A idéia é avaliar se o papel está barato em relação ao lucro que a empresa apresenta e que vai para o bolso do acionista na forma de dividendos ou ao ser incorporado ao patrimônio da empresa. Assim, se uma empresa tem um lucro de R$ 50 por ação e cada papel é cotado a R$ 100, seu P/L seria 2 vezes (100 dividido por 50). Como o lucro é anual, de maneira simplista, poderia-se inferir que a empresa em dois anos retornaria ao investidor o valor pago pela ação.
Mas é importante deixar claro, que o PL não deve ser usado isoladamente. Olhando apenas o indicador, não é possível definirmos sobre um investimento.
Nem sempre um PL baixo significa uma boa oportunidade. O famoso especialista em investimento Aswath Damodaran em seu livro "Mitos dos Investimentos", sentencia: "Uma estratégia baseada apenas nos baixos múltiplos Preço/Lucro pode ser perigosa". Damodaran admite que as evidências do mercado confirmam que as ações com P/L baixo apresentam desempenho maior que as de P/L elevado. Mas quando são incluídos na análise outros dados, a conclusão é que o P/L baixo pode ser também um indicador de risco elevado e taxas futuras de crescimento baixas.
De qualquer forma a relação Preço/Lucro continua sendo muito usada pelas instituições financeiras / corretoras aqui no Brasil. Inclusive se calcularmos o PL das principais ações brasileiras depois da crise subprime é possível encontrar ótimas oportunidades. Mas é bom lembrar que outros critérios devem ser usados em conjunto com o PL, para uma tomada de decisão mais embasada.
CHR Investor
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E tivemos ontem uma boa recuperação na Bovespa seguindo o clima de esperança fomentada pelo anúncio de novas medidas para conter a recessão e o alastramento da crise de crédito mundial. Este assunto continua dominando o dia-a-dia dos noticiários e, como não poderia ser diferente, está se tornando enfadonho.E é possível que ele ainda perdure por um bom tempo nas manchetes, visto que, apesar dos esforços, os problemas ainda não tem prazo para serem definitivamente solucionados. Mas o Brasil permanece na sua luta contra a corrente. Em alguns momentos consegue um descolamento, em outras situações sucumbe ao desalento generalizado.Mas é interessante observar como a mídia influencia os negócios e atua no inconsciente coletivo nas horas erradas. Quando chegamos ao topo, tudo parece uma maravilha, parece até apropriado ao slogan das Organizações Tabajara: "seus problemas acabaram?".Nas proximidades de um fundo (ou à beira dos suportes) a impressão que temos é de que o mundo vai acabar! Apocalipse total... e vem o repique. Quando a euforia começa a voltar, ligam a ducha de água fria para acordar os investidores e lembrar a todos que o buraco (com exceção da camada de ozônio) é mais embaixo.Então nos resta a contestada, mas eficiente, análise técnica. Ela não lê jornais nem se influencia com estados emocionais opostos e contradizentes. Os gráficos não tem alma!!! Podem oferecer indicações preciosas como a saturação de um movimento, o esgotamento de uma tendência, e até a possibilidade de reversões no curto prazo.Penso que é ser assim que devemos agir: nos tiros curtos, protegidos por "stops", com o dedo no gatilho para ativar nossas defesas e preservar o patrimônio. Cada um decide da forma que achar mais adequada.Mas importante é nos sentirmos sempre confortáveis em nossos posicionamentos, independente do timeframe adotado. O resultado vem na fatura!Bons negócios!
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Depois de pelo menos cinco intervenções para acalmar os mercados, é hora de avaliar quanto ainda há de munição ao banco central americano para tentar controlar a bagunça que eles mesmos ajudaram a criar quando mantiveram as taxas de juros muito baixas por um longo período de tempo (2001 a 2004).David Gaffen, do WSJ MarketBeat blog, mostra em um rápido balanço as ações que refletem nada menos que o pânico vivido pelos burocratas do FED:
Apenas uma rápida lembrança de cada situação:- 17 de Agosto: corte surpresa na taxa de desconto;- 12 de Dezembro: anúncio surpresa da criação do mecanismo chamado de TAF (Term Auction Facility), pelo qual anunciaram empréstimos aos bancos, fora das linhas de liquidez já existentes, e com toda a discrição possível;- 23 de Janeiro: corte surpresa na taxa básica de 0,75 pontos;- 7 de Março: anúncio surpresa da extensão do mecanismo TAF;- 11 de Março: anúncio surpresa da criação do mecanismo TSLF (Term Securities Lending Facility), pelo qual oferecerão empréstimos usando como garantia uma maior quantidade de ativos, desde que eles sejam garantidos pelo governo ou possuam grau de crédito AAA ou similar.Isso posto, o blog Calculated Risk, traz algumas pistas de como o banco central americano já gastou em 8 meses de crise uma boa quantidade de seu arsenal. A questão se refere ao fato de que o FED não tem poderes ilimitados. Como se trata de uma entidade privada, sua ação fica limitada ao tamanho dos recursos constantes em seu balanço.A avaliação do Calculated Risk e também de Steve Waldman, do site Interfluidity, é a de que com o aumento no volume destinado ao TAF e também com a criação do TSLF, o Federal Reserve passa a encontrar-se em posição delicada, pois já comprometeu mais da metade dos US$ 832 bilhões de seu portfólio de empréstimos. E isso num momento em que partes importantes (e volumosas) do setor de crédito, como o imobiliário comercial e o de derivativos CDS, mal começaram a ter problemas de verdade.
... Continua em Cinco Pesos de Dois quilos
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Freiando a euforia- Depois de uma alta de quase 4% , ocorrida na terça-feira, o Ibov resolveu freiar as expectativas criadas e caiu hoje 0,31% . A operação dos bancos centrais mundiais, trouxe novo ânimo aos mercado
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