Plus500

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Encontro Semanal - Dow Jones


Finalizando o semestre, Dow Jones no negativo em quase 15% e mostrando intenção de continuar sua movimentação.

Clique no título para acessar os comentários.

Longwave

Encontro Semanal - Ibovespa


O mercado brasileiro termina o semestre quase no empate, com uma valorizeção de 1,77%.
Clique no título para assistir o encontro semanal.

Longwave

GGBR4 - Simetria

em tudo para completar a simetria…

Resistências intermediarias em 38,70, 39,50, 40,50


Blog do Cimino

TOTS3, ainda indefinida

pedido do Investidor Paulo, estamos analisando TOTS3, Totvs ON.

O gráfico Semanal abaixo mostra o triângulo simétrico formado em seus preços, desde a abertura da ação, em Junho de 2006, até o dia 27/06/08.

Na Teoria, os preços da ação devem oscilar entre a linha superior do triângulo (resistência) e a linha inferior (suporte). A tendência do papel será definida com o rompimento de um dos lados do triângulo.

O gráfico Diário abaixo mostra melhor o comportamento de curto prazo da ação.


O suporte imediato, dentro do grande triângulo, está em R$ 50,00, na última acumulação do papel antes de testar a resistência em R$ 60,00.

Na última queda deixou gap próximo a R$ 55,00.

A tendência continua indefinida.

Mais informações da empresa no site da Bovespa.

Investmaníacos

3º choque do petróleo agrava a crise americana

Era muito cedo para achar que a crise de crédito americana havia passado. Trata-se de uma crise de longa duração, que está sendo agravada pelo terceiro choque do petróleo. Os preços do combustíveis fora do controle agravam a situação de quem tem a casa financiada nos Estados Unidos e está sofrendo com a confusão no mercado imobiliário e também com a inflação dos alimentos. O Congresso americano está preocupado com isso, tanto que já fez 16 audiências sobre o assunto. Mas o assunto não diz respeito "apenas" à maior economia do mundo, afeta todos os países, direta ou indiretamente. Estamos vivendo o 3º choque do petróleo, tão forte quanto os que aconteceram nos anos 70. No começo, parecia que não, pois o barril estava subindo devagar durante anos, só disparou nos últimos doze meses. Ouça aqui na CBN.

Miriam Leitão

A simples realidade da tributação brasileira

O Brasileiro e os impostosO Brasil é conhecido mundialmente por centenas de coisas positivas, como a rica mistura cultural, a hospitalidade e, de uns tempos pra cá, pelo bom ambiente para os negócios[bb]. Ops, a palavra-chave negócios, independente do momento, é também responsável por aquele que é tido como um dos mais graves entraves ao crescimento do país: a alta carga tributária. É imposto para todo lado, para tudo e para todos.

Empresário ou apenas consumidor, o brasileiro reclama dos altos impostos cobrados em produtos e serviços. Com razão. O país, seja no âmbito municipal, estadual ou federal, arrecada muito, mas parece pouco eficiente na utilização desses recursos. Você sabe quanto os impostos representam ao fazer suas compras? Quanto do valor do carro popular zero quilômetro é tomado pelos impostos? E uma simples lata de refrigerante?

Isso traz outro questionamento importante: em se tratando de impostos, será que os governos fazem bom uso da arrecadação? O exercício de cidadania proposto a partir destas perguntas faz falta aos empresários brasileiros que abrem seus negócios sem levar em conta o impacto tributário. O mesmo acontece com o simples consumidor. Afinal, quem somos nós diante dos impostos?

Continua em Dinheirama

FFTL4 - Fosfértil

Fosfértil segue sua guinada altista. Neste ano, depois de cruzar a MM21, o gráfico só voltou a tocá-la em 3 momentos. O último está sendo atualmente. O mercado melhorando, o papel volta a ter força para continuar (podendo pintar um bom ponto de entrada). O curioso também é que nem mesmo a correção desde o início do mês de junho atrapalhou muito a FFTL4.

No longo prazo, o desempenho é invejável. Desde 2007, o gráfico tocou a MM120 "apenas uma única" vez.

Sds,

Rogério Rios
BuracoInvest

DSUL3 em um canal de alta

A pedido do Investidor Paulo estamos publicando a análise da DSUL3, Datasul ON.

O gráfico Semanal abaixo mostra o comportamento da ação desde sua abertura de capital, em Abril de 2006.

O gráfico mostra uma grande alta, seguida uma queda de igual tamanho. Ou seja, o papel em Janeiro de 2008 voltou ao mesmo patamar de preços do lançamento de suas ações.

A partir deste nível, iniciou uma forte reação, formando um canal de alta.

O gráfico diário abaixo mostra o comportamento de curto prazo da ação.

Há um gap em R$ 20,90. Se fechado, será um sinal positivo para novas altas. Caso não seja fechado agora, um dia será ...

A tendência é de alta, podendo chegar até as máximas anteriores, em R$ 25,00

O suporte é a linha inferior do canal e a resistência a linha superior. Perdendo o a linha de suporte, deverá testar os R$ 19,00. Rompendo a linha de resistência poderá acelerar a alta e testar os R$ 25,00 rapidamente.

Pelo que lemos na mídia, a empresa deverá recomprar uma parte de suas ações. Alguns analistas interpretaram isso como um sinal de que o preço da ação está subvalorizado.

Mais informações da empresa no site da Bovespa.

Investmaníacos

Agulhadas de compra no 60″

BBDC4, BRTO4, VIVO4, WEGE3





Blog do Cimino

Rentabilidades Ibovespa de 2002 a 2008

Palpites Ações

INDFUT -

Fact On Contrarianism*

Tem sido muito instrutivo perceber como os "novos" investidores (leia-se: pessoas físicas cadastradas em homebrokers nos últimos 5 anos) avaliam a questão do "contrarianismo". Nesse período vários periódicos de grande circulação dedicaram pelo menos uma manchete de capa ao mercado de ações. Novos veículos especializados no assunto surgiram. Salvo melhor juízo, cada acontecimento desses não obteve recepção favorável por parte das comunidades de fóruns e grupos eletrônicos que costumo pesquisar para formar minha opinião.

O sentimento "contrário" sugere que os últimos investidores a levantarem os preços sejam aqueles atraídos pelo oba-oba da mídia. A história realmente tem nos mostrado que esse é um bom balizador para gerenciamento de risco, principalmente após anos de um bull market. Mas no caso específico do IBovespa isso nunca chegou a me preocupar. Por quê? Não tem sido o investidor doméstico (institucional ou não) o responsável pelo nosso expressivo bull market. E sim o estrangeiro. Falta-nos poupança doméstica para tal. Portanto, meu contrarian benchmark deveria ser colocado, a meu ver, na mídia estrangeira. Imaginem uma capa da Newsweek ou do NYT mostrando entusiasmo com equities no Brazil. Yikes!

Continua em Markets by Fact Finder

Ajustando as Expectativas.

A Economia não é uma ciência exata. É uma ciência mais ou menos exata, mais ou menos humana... (Guia de autodefesa do investidor das galáxias).

Isto se deve, em grande parte, a que as medidas implementadas pelos governos dependem pura e exlusivamente da resposta dos indivíduos. E indivíduos não necessariamente respondem da mesma forma a um estimulo.

Definitivamente estamos num ano turbulento.

Todo mundo esta torcendo para que a turbulência acabe logo. Apenas três semanas atrás parecia que todo estava dando certo... Mas, na realidade é que ainda não acabou.
Quando vai acabar exatamente? Bom, isso é algo que tem tantas repostas como analistas e economistas existem.

Períodos inflacionários aconteceram algumas vezes nos últimos 10 anos... Inúmeras vezes nos últimos 20 anos... E incontáveis vezes nos últimos 70 anos.

Continua em

Stock buster


Ibovespa 27/06/2008

O suporte dos 63.700 pontos continua a ser respeitado, voltando a aparecer divergências nos indicadores. Mas as cotações permanecem no canal de baixa e abaixo da LTB, sem mudança na tendência.



http://soroban.blogspot.com/

domingo, 29 de junho de 2008

Longo Prazo…

Pra quem gosta de conservadorismo…

Meu questionamento sobre longo prazo…

Reparem o gráfico mensal do DJI

Pior desvalorização mensal dos ultimos 5 anos… de 10,22% e perdeu grandes suportes importantes….

E agora esta completando um pivot de baixa… Reparem que a MM25 já começa a laterealizar… mostrando a fraquesa do indice norte americano…

Matematicame fazendo um breve estudo de 20 anos para cá o DJI caiu mensalmente 5 vezes mais que 10% e há uma estatistica de 3/5 chance de alta no proximo mês… Sendo que destes 3 repiques 1– não tinha feito pivot de baixa e a tendência principal segundo down ainda era de alta… ou seja… matematicamente 20% de subir no próximo mês..

Consequentemente o IBOV esta com a pior desvalorização mensal dos ultimos 4 anos… mais ainda estamos em um pivot de alta e as MM pra cima… ao contrario da matriz…


Blog do Cimino

sábado, 28 de junho de 2008

Poço de confusões

Está todo mundo confuso. Inclusive os especialistas. Ninguém previu exatamente o que está acontecendo hoje no mercado de petróleo. A consultoria Trendlines, do Canadá, fez uma compilação das previsões de 22 empresas e consultorias internacionais sobre o pico da produção e o fim do petróleo. Na primeira, houve a dispersão de 30 anos; na segunda, de 225 anos. A mesma confusão ocorre nas previsões de preços.

Na lista dos cenários compilados pela Trendlines, estão os de grandes produtoras, como Saudi Aramco, Shell, Exxon, até os da Opep e de consultorias especializadas. Para essas empresas, o pico da produção vai de 2020 a 2050. Cada uma tem um palpite. Os cenários de esgotamento do petróleo variam de 2050 a 2365. A revista "BusinessWeek" ouviu cinco especialistas e perguntou a eles para onde vai o petróleo no futuro próximo. Colheu cinco diferentes respostas. Mathews Simon, da Simon & Co., acredita que o barril ficará entre US$ 200 e US$ 500 num período que vai de seis meses a quatro anos. Jeff Rubin, da CBIC World Markets, aposta em US$ 225 para 2012. Larry Chorn, da Platts, acha que, em 2012, estará entre US$ 130 e US$ 140. Ed Morse, do Lehman Brothers, calcula que, no ano que vem, estará em US$ 83. Tim Evans, da Citi Futures Perspective, está prevendo que, no fim deste ano e começo do próximo, o petróleo estará em US$ 70 a US$ 80. Ou seja, se você está confuso, fique calmo: está em companhia dos maiores especialistas em petróleo do mundo, que andam feito baratas tontas diante desse novo choque, que a maioria subestimou.

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Miriam Leitão

Sumário Global Semanal

Achei esta tabela no ADVFN bem interessante…

Comparem a força da bolsa brasileira comparada com a americana nesta ultima semana… e compare também com o resto global…

O panico ainda ronda nossa bolsa… mais DJI perdendo 4,38% e nós fechando a semana perdendo somente 0,47%… é uma grande diferença! Perto de nós só a China…


Blog do Cimino

sexta-feira, 27 de junho de 2008

DJI - No suporte citado

Agora eh questao de saber se segura…

Queda de 1% apenas… e o ibov segurando bem e trabalha positivo com um ganho de 0,5% … morgan stanley que estava a 2 semanas na ponta vendedora de vale e petro passou a comprar.. .fazem 3 dias mais ou menos…

Nas ultimas vezes que o dji violou a minima e fechou bem perto dela… o dia seguido foi de alta… vamos ver se isso ocorre!! Tudo depende do fechament


Blog do Cimino

Entrevista: 3 perguntas para Mike Shedlock

Há alguns dias atrás contatei o analista de investimentos americano Mike Shedlock, o Mish, a respeito de algumas questões.

Estava curioso para saber a opinião dele em especial sobre o tema do "descolamento" (decoupling, vide o post que escrevi esse ano chamado 'Bovespa habita seu próprio habitat'). Esse assunto foi recorrente em 2008, sobretudo por vermos o mercado de ações americano se distanciar de seu topo enquanto a nossa bolsa marcava novos recordes.

Como ele é, na minha opinião, um dos melhores analistas que acompanho, achei pertinente conduzir essa pequena entrevista, procurando não só um olhar externo sobre o nosso país, mas também tentar entender qual a percepção de Mish sobre o Brasil e demais emergentes em relação à crise de crédito.

Para quem quiser acompanhar os textos de Mike Shedlock, recomento a leitura de seu blog, o Global Economic Analysis. Mish também atua como consultor na SitkaPacific Capital Management.

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Cinco Pesos de Dois Quilos

CSNA3 - Siderúrgica Nacional (Parte III)

Pouco a pouco a CSNA vai subindo e agora já vem ultrapassando a MME5.


BuracoInvest

Dow Jones em busca dos 11000



Ainda não terminamos o mês. Temos o próximo dia 30, último dia do semestre.

Dizem que o jogo termina, quando o juiz apita e o Sr.Mercado ainda não apitou, contudo, o que podemos ver até o momento, é realmente lá fora um alinhamento das tendências primária ( período mensal ), secundária ( período semanal ) e terciária ( período diário ) e todas em baixa.

Aqui ainda parece que está tudo bem, pois somente a terciária é de baixa.

Longwave

Compras x drogas: uma analogia possível?

Não é incomum que ao ouvirmos uma notícia fazendo alusão ao uso ou abuso de drogas, logo fiquemos atentos como que para escutar algo sobre o território do proibido, do exagero ou da exceção. Esperamos escutar na notícia algo que nos faça entender porque acontece ou quais as conseqüências deste tipo de comportamento. Raramente ficamos tão atentos, inquietos ou desconfortáveis quando ouvimos uma notícia que nos traz informação sobre abuso de compras.

Continua em Educação Financeira

Mais uma semana de sinais negativos

Chegamos ao final de uma semana cheia de dados econômicos importantes, a maioria negativa. O relatório de inflação do Banco Central veio com uma previsão muito maior para o IPCA de 2008, já no patamar de 6%. Hoje, o IGP-M de junho mostrou uma alta forte dos preços e seu acumulado em 12 meses passou de 13%. A previsão de déficit da conta corrente do país também foi aumentada.

Ao mesmo tempo, a economia global continua imersa em três choques simultâneos: a inflação impulsionada pelos alimentos, a disparada do petróleo e a crise financeira americana, que ainda afeta os mercados. Nos EUA, os dados de ontem não foram tão ruins. O governo anunciou que o PIB cresceu mais que o esperado no primeiro trimestre, mas as bolsas lembraram do problema do crédito com a divulgação de um relatário negativo do Goldman Sachs sobre os bancos. O petróleo reforçou a disparada dos últimos três meses e hoje sua cotação ultrapassou US$ 142.

Até houve boas notícias no Brasil, como a divulgação da queda do desemprego em maio, mas o clima negativo prevaleceu na semana. Ouça aqui na CBN.

Miriam Leitão

Celebridade vende


“Nesses dias, é praticamente impossível surfer na internet, abrir um jornal ou revista ou escutar televisão sem ver uma celebridade vendendo algo como guardas-chuvas, soda, carros, telefones, medicamentos, cosméticos, jóias, roupas ou até mesmo fundos mútuos. (...) As estrelas estão em quase 14 por cento dos anúncios do ano passado, segundo a Millward Brown, uma agência de investigação de marketing. Embora o número mais do que duplicou na última década, está abaixo do máximo de 19 por cento em 2004. (Ei, poderia ser maior: Personagens aparecem em 24 por cento dos anúncios na Índia e 45 por cento em Taiwan.)

Estrelas e roqueiros envelhecidos continuam em anúncios por uma razão muito simples: celebridade vende. Se o consumidor acreditar que certa estrela ou cantor pode efetivamente utilizar o produto, as vendas podem decolar. (...)

o Índice Davie Brown, um sistema de avaliação independente on-line que foi iniciado há dois anos para poder acompanhar a comercialização de celebridades(... ) O índice baseia a sua pontuação em oito métricas (...) Os cinco principais [artistas] são Tom Hanks, Will Smith, Michael Jordan, Morgan Freeman e George Clooney.


Nothing Sells Like Celebrity – Julie Creswell – 22/06/2008


Finanças Comportamentais

Volatilidade em voga!

Prezados,

O momento é de volatilidade (momento longo esse não?? rsss). Em um dia as bolsas mundiais operam em alta, em outro acabam desabando em função de notícias negativas sobre a economia do hemisfério norte do globo, destaque-se o "estado" do sistema bancário, além das ameaças no cenário inflacionário, no Brasil e no mundo, sem contar as ameaças de ataque de Israel ao Irã, um das maiores reservas de petróleo do mundo.

Ontem, quinta (27/06/08), o mau humor foi a tônica. Motivos: A começar pelo anúncio do G.S. (Goldman Sachs) sobre a perda no Citigroup e GM (General Motors), passando pelo cenário doméstico preocupado com a queda de rendimento dos trabalhadores, que recuou 1% entre abril e maio. Esta combinação serviu de pretexto para o lançamento de ordens de vendas, o que naturalmente contaminou o mercado, derrubando as bolsas mundo afora.

O QUE FAZER AGORA?
Como diria JUVENAL ANTENA.. EPA EPA EPA.. MUITA CALMA NESSA HORA!!

O mundo não mudou, é e seguirá sendo cíclico, momentos como esse são "janelas de oportunidade" para compras, para quem tem estômago e está habituado a este zig zag típico das bolsas, é uma boa hora de ir às compras, claro que com prudência, pois as cotações podem cair mais. Portanto, comprar devagar e sempre é uma alternativa interessante.

BON$ INVE$TIMENTO$!!

O paciente está na UTI...Dow Jones

Olhem o que o Dow fez ontem...
Falamos que a intersecção do canal de baixa com a linha de suporte de longo prazo seria a última chance para o Dow reverter.
Pois como mostra o gráfico semanal acima do Dow Jones, aí está a chance. Agora é torcer para que ainda hoje o Índice Americano inicie uma reação.
Mas caso isso não ocorra, já estimamos ali outros suportes.
Os sinais vitais do paciente estão fracos...

Inbev pronta para guerra

Segundo o WS Journal (InBev & Anheuser-Busch: Set Your Weapons to ‘Coup’ Heidi N. Moore) , a Inbev contratacou fazendo um questionamento a Delaware Chancery Court sobre os diretores que foram eleitos em 2006. Apesar de ser uma consulta, é um claro sinal de que a Inbev está pronta para guerra.

Aqui texto da The Economist da semana sobre o assunto. O destaque é o aspecto político do assunto.


Avaliação de empresas

As incertezas sobre o preço do petróleo

Para vocês verem como o pessoal anda meio perdido. Recebo o relatório de um fundo de investimentos em petróleo nos EUA dizendo aos cotistas que o óleo pode ir a 150 dólares o barril no curto prazo, mas que depois também pode desabar a 75 dólares. A metade!

Como nunca se diz – porque nunca se sabe - até que dia vai o curto prazo e quando começa o médio, a incerteza é total.

As duas hipóteses podem ser racionalizadas. Pode-se chegar aos 150 dólares porque, afinal, já bateu em 140 e o mercado está muito tenso, com muita margem para especulação.

Mas se essa situação se aprofunda – preço muito alto de petróleo e comida, inflação espalhada, juros começando a subir no mundo todo - pode vir uma forte desaceleração e queda de consumo. E, pois, dos preços. Pode tudo, não é mesmo?

O fato é que o mundo está passando de um período de forte crescimento sem inflação e juros muito baixos (especialmente de 2002 a 2006) para um momento de inflação (por causa do aquecimento do consumo global) e desaceleração em consequência da
crise financeira.

Daí essas “previsões” – pode custar uma fortuna, pode não ver nada. Preste atenção, pois, nos fundamentos. Os países mais bem estruturados, com boa base macroeconômica, sofrerão menos.

Carlos Alberto Sardenberg

Ainda o Título de Capitalização?

Ainda o título de capitalização?Ana comenta: “Navarro, estive recentemente com um dos gerentes de meu banco e ele me indicou um título de capitalização como investimento e poupança para o futuro. A chance de ganhar uma boa grana em sorteios, mais o dinheiro corrigido ao final do período, me animaram. Mas você não recomenda, não é? E agora?”

Ainda o título de capitalização? Vou repetir, usando negrito: título de capitalização não é investimento. As respostas matemáticas e financeiras que comprovam minha afirmação podem ser facilmente compreendidas através da leitura de dois artigos:

O que o banco realmente acha do título de capitalização?
Duas experiências em uma mesma agência bancária, para onde fui propositalmente investigar as “vantagens” do título de capitalização, demonstram a realidade dessa que é uma péssima alternativa de poupança, investimento[bb] ou acúmulo de capital.

“Que tal contratar um ‘SeiláoquêCAP’ para ajudar o banco?” Assim fui interpelado pelo colaborador no caixa, quando ele percebeu que ali se encontrava um potencial cliente para seu produto de capitalização. Ajudar o banco? Então eu abro minha conta em um banco para ajudá-lo? Realidade ou não, pelo menos a abordagem deveria ser contrária. O “SeiláoquêCAP” é bom para mim? O que eu ganho com isso? Quem se importa? Blah.

Continua em Dinheirama

Pessoas Ricas e Tempo Gasto

“O economista e Prêmio Nobel Daniel Kahneman encontrou que ser rico é muitas vezes um poderoso preditor que as pessoas gastam menos tempo fazendo coisas agradáveis, e mais tempo fazendo coisas obrigatórias e sentindo estressados”.
Kahneman e os seus colegas consideram que existe uma ilusão mental, onde os pobres pensam que ser rico é ter condições de assistir uma televisão de forma mais confortável, quando na realidade isso significa mais tempo de trabalho e menos lazer passivo.

HOW RICH PEOPLE SPEND THEIR TIME
Washington Post, 23/06/2008 A02
Aqui e Aqui

Finanças Comportamentais

E lembrar onde tudo começou...


Em um BALÃO... às vésperas do mês de São João! ;-)

Abs ^v^

Seagull Trading

IBOV - Queda maciça e reversão do fundo

Nesta quinta-feira (26) das 66 ações que compõem o índice Bovespa apenas 04 fecharam em alta, as outras 62 fecharam em baixa. Veja a seguir as maiores baixas:


Com o desempenho ruim da maioria das ações o Ibovespa fechou o dia em baixa de 2,9%, abaixo dos 64.000 pontos. Na análise de ontem (25) comentei o ponto negativo do dia:

O fato negativo do dia foi que na última hora de pregão do mercado americano os índices Dow Jones e S&P500 recuaram fortemente, revertendo a subida que ocorreu após a divulgação de manutenção da taxa de juros.

Pois é, este fato pesou no pregão de hoje. O Dow Jones (DJI)simplesmente caiu 3,03% e o S&P 500 2,94%. O pior foi que o DJI fechou abaixo de uma importante zona de suporte com um grande candle de baixa, fechando na mínima do dia e com um grande volume financeiro. Este fato pode levar o DJI a buscar o suporte em 10.600 pontos, principalmente se a semana terminar abaixo de 11.600 pontos.

Continua em Dalton Vieira

Fact On Games

Nos fóruns de Internet as estórias sempre se repetem. Só mudam os personagens. Uma das comuns ocorre quando um forense perde e não compreende por que: "Essa Bovespa é um cassinão...É tudo manipulado." Quando se fala em cassino, a associação implícita e inevitável é com o jogo de roleta. Uma outra turma acredita que comprar e vender equities é um exercício plenamente racional, mais parecido com xadrez. Aí os fundamentalistas ortodoxos são a maioria. Em Pindorama não vejo associarem essa atividade ao poker. Talvez porque esse jogo ainda não seja popular como nos EUA, onde jogadores profissionais são meio que celebridades.

Ironicamente é justamente o poker que carrega mais similitude com o trading convencional. Nada melhor que remeter os leitores a um artigo sobre o assunto de autoria do Dr. Steenbarger postado em seu blog no ano passado. Quanto aos outros 2 jogos, as suas naturezas são diversas. No xadrez não existe sorte, já que só é possível vencer às custas de uma jogada débil do oponente. Eu, como grande aficionado desde a adolescência, sei bem disso. A figura de fundo no cabeçalho do meu blog tem a ver com a atitude psicológica e a concentração necessárias à prática do jogo, presente também na figura do Dr. Spock (imagem anterior). A roleta é um jogo em que predomina a aleatoriedade. No meio dos melhores traders/especuladores e poker players é muito improvável que impere a aleatoriedade. Qual a aleatoriedade, por exemplo, que existe na façanha de Phil Hellmuth, onze vezes campeão do World Series of Poker?

Markets by Fact Finder

Ibovespa 26/06/2008

A queda desta quinta-feira confirma que o Ibovespa continua dentro do canal de baixa. 63.700 pontos está se revelando como um suporte, mas a tendência é que seja perdido.


Abaco

quinta-feira, 26 de junho de 2008

DJIA - Dow Jones (Down...) (Parte II)

Parece que "Down" Jones perdeu mesmo o suporte.


Buraco Invest

Desvendando os Dividendos - Parte 2/2

Muitos investidores não dão atenção para o dinheiro que é entra na conta bancária como pagamento de dividendos. O motivo é simples: normalmente representam menos de 2% do valor investido. Com isso, este dinheiro precioso acaba não sendo reinvestido e são rapidamente consumidos pelos gastos do dia-a-dia. No curto prazo pode parecer pouco, mas reinvestir os dividendos aumenta incrivelmente a rentabilidade de uma carteira de longo prazo.

Uma dica para manter a disciplina é investir todo dinheiro recebido em um fundo de renda fixa até juntar um montante suficiente para ir “as compras”. Depois de algumas décadas você terá mais ações da empresa e, consequentemente, receberá mais proventos (no longo prazo esta prática cria uma curva de rentabilidade exponencial semelhante a do juros composto). A vantagem é que as aplicações de renda fixa não pagam taxa inicial de aporte ou corretagem (mas lembre-se que aplicações de curto prazo pagam IOF).

É interessante fazer o controle de todos os proventos recebidos durante o ano. A CBLC envia relatórios mensais com esses valores e as empresas das quais você é sócio são obrigadas a enviar o informe de rendimento anual com Juros Sobre Capital Próprio e Dividendos. Na prática, a maioria das empresas não envia informe dos dividendos, então cabe a você fazer esse controle. No Ajuste Anual de Imposto de Renda você também deve declarar tudo, mas isso falaremos em nosso guia de IR online que pretendemos lançar.

Reinvestimento automático - Algumas empresas e bancos possuem serviço de reinvestimento automático de dividendos em ações. A Vale possui este serviço desde 2005.

Continua em Investidor Jovem

Tick-tack

Depois de constatar uma cena como essa logo acima no dia de hoje e perceber que o índice Dow Jones está perdendo no ano mais de 10% (Bovespa marca hoje 0,09% em 2008), creio ser oportuno inaugurar o pequeno "relógio cuco" que está aí ao lado, no layout do blog.

Ele irá medir quantos dias o presidente do banco central americano irá levar para anunciar um novo programa de swaps, daqueles em que os bancos podem trocar temporariamente (ou eternamente) títulos problemáticos por notas do tesouro americano. Até o momento já tivemos uma sopa de letrinhas bem complexa, com o TAF, o TSLF e também o PDCF. Segundo eles afirmaram em cada uma das ocasiões, esses programas iriam resolver todos os problemas de liquidez.

Só esqueceram de mencionar que o problema é de solvência.

Além disso, a falência desses programas evidencia que a atual crise transita nesse momento entre a fase 2 e 3 do ciclo de inflação, assim descrito por Jens O. Parsson:
Todos apreciam o estágio inicial de uma época de inflação. Os efeitos são todos positivos. Há constante expansão monetária, gastos crescentes no governo, déficits fiscais ascendentes, mercados de ações em alta e um espetacular senso de prosperidade, tudo em meio a uma temporária estabilidade nos preços. Todos se beneficiam e ninguém paga. Este é o estágio inicial de uma expansão inflacionária.

Continua em
Cinco Pesos de Dois Quilos

IBOV - Bovespa - Ano de 2008 Quase no Zero a Zero

Com as sucessivas baixas do mercado, o IBOV se aproxima do patamar do início do ano de 2008.
Na figura abaixo, o gráfico com as cotações apenas deste ano. A linha cinza mostra o valor da cotação no primeiro pregão de 2008.


Buraco Invest

DOWN Jones

rocadilho infame… mais eh a verdade…

A coisa está feia lá fora… os indicadores estão todos super vendidos, mais pelo jeito os investidores preferiram esquecer ifr e se importa um pouco mais com os fundamentos…

A DJ Perdeu um canal de alta (azul) e uma LTA mais longa (azul pontilhada) que vinha desde 2005 segurando o índice… Tinha resistência importante em 11.650 que foi rompida hoje…

Proximas resistências importantes em:
11.350
11.000
10.700

Blog do Cimino

Conforme mencionamos no dia anterior, os índices deram uma respirada ontem para afundar mais forte hoje.


Conforme mencionamos no dia anterior, os índices deram uma respirada ontem para afundar mais forte hoje.

Típico de Mercado distribuindo, só que aumentando a intensidade.

O pânico já começa a se espalhar, por isso, pode muito bem amanhã dar uma subida para não assustar !

Longwave

Calculadoras e ferramentas para o investidor

Calculadoras e ferramentas para o investidorSempre me interessei por finanças e matemática financeira. Acho que este é o tipo de coisa que deveria ser ensinada na escola primária e depois reforçada nos ensinos médio e superior. A partir desse interesse desenvolvi, por exemplo, uma calculadora financeira simples em Java, baseada nas fórmulas do manual da HP-12C[bb], porém muito mais simples de usar.

Com a explosão da Web e o conhecimento de algumas de suas linguagens, foi possível colocar essa calculadora na Internet. A idéia de acessá-la a qualquer momento e de qualquer lugar me pareceu bastante convincente. Além disso, compartilhar o conhecimento é sempre saudável. Como o Java não está disponível em todos os browsers, reescrevi a calculadora usando Javascript[bb]. Acesse a Calculadora Financeira.

Como e por que usá-la?
Ah, sim, boa pergunta. As pessoas deveriam criar o hábito de ao menos verificar os juros que estão pagando já que, infelizmente, mentir sobre juros ainda é prática comercial corrente. A calculadora financeira criada torna esta tarefa muito fácil. Você precisa saber que campos preencher e como deve interpretar os resultados.

Veja como é simples:

  • n - Número de parcelas. Está à esquerda do botão “n”
  • i - Taxa de juros, à esquerda do botão “i”
  • PV - Valor presente.
  • PMT - Valor da parcela.
  • FV - Valor futuro.

Vejamos um exemplo. Suponha um empréstimo de R$ 500, a ser pago em três parcelas de R$ 200. O preenchimento fica assim:

  • n = 3 (três parcelas)
  • PV = 500 (você recebeu R$ 500 hoje, em dinheiro ou em bens)
  • PMT = -200 (o pagamento é negativo, pois você desembolsa)
  • FV = 0 (você não quer ficar devendo nada no futuro)

Agora basta pressionar o botão “i” para calcular a taxa de juros, que será de 9,7%. Isso considerando que a primeira parcela será paga daqui um mês. Se a primeira parcela for uma entrada no ato da compra, você deve ativar o botão BEGIN (clique para deixá-lo amarelo vivo) e recalcular “i”. Os juros serão muito maiores, de 21,5%, afinal você está pagando 2 vezes R$ 200 para financiar apenas R$ 300 - pois dos R$ 500 iniciais você já pagou R$ 200 como entrada e restam financiados apenas R$ 300.

Calculadora HP-12C online
Desenvolvi também um simulador “completo” da calculadora HP-12C para a Web - clique aqui e conheça. Era uma ambição antiga desenvolvê-la, mais “para provar que eu era capaz de fazê-lo”, já que a versão online não é exatamente uma alternativa prática à HP-12C de mesa. Creio, isso sim, que ela pode muito útil como meio de aprendizado.

Apesar de ser menos prática que a calculadora[bb] financeira simplificada, eu uso muito minha HP-12C via Web. Fica muito mais fácil quando se decora os “bindings” de teclado, para evitar usar o mouse. As teclas do PC correspondentes às teclas da calculadora podem ser consultadas logo abaixo da imagem da calculadora.

Feramentas para o investidor avançado
Escrevi e publiquei também a Calculadora de Opções, que nasceu mesmo da necessidade, pois opero com opções da Bolsa[bb]. Existem diversas outras ferramentas semelhantes na Web, mas nenhuma me agradou muito. Inicialmente, eu tinha desenvolvido esta calculadora para PC, porém isso significaria ter que reinstalá-la em todos os computadores para poder usá-la. Na Internet fica fácil, agora ela está disponível em qualquer lugar.

Mais recentemente, precisei de uma ferramenta mais ágil para consultar a volatilidade implícita de muitas opções - mas de uma vez só. Estava ficando enfadonho fazer isso através da calculadora individual, pois as cotações oscilam o tempo todo. Nos EUA, os home brokers fazem isso por você. Aqui, ainda não. Surgiu então outra ferramenta, o resumo das volatilidades implícitas das principais opções Bovespa, que exibe os parâmetros de um grande número de opções.

Espero que possam aproveitar as ferramentas, criadas exatamente com dois propósitos: aprendizado e colaboração. Até a próxima.


Elvis Pfützenreuter é pesquisador e professor, mestre em Ciência da Computação pela UFSC e formado em Ciências Contábeis pela UNIVILLE. Há muito tempo interessa-se por finanças e mantém seus trabalhos disponíveis na Internet. Acesse: http://www.epx.com.br

Dinheirama

Situação continua delicada nos EUA

Não é à toa que o megaempresário americano Warren Buffet disse que se estivesse no lugar do presidente do Fed, Ben Bernanke, pediria demissão. A situação econômica dos EUA continua delicada. De acordo com os números que saíram hoje, o PIB americano até cresceu um pouco mais do que o esperado no primeiro trimestre, 1%, mas a inflação, medida pelo PCE, continua avançando e o índice anual cheio atingiu 3,6%.

E nos EUA, nem há o fator demanda pressionando os preços. O aumento dos gastos com combustíveis e os temores em relação ao financiamento imobiliário fazem o americano consumir menos. Isso torna difícil para o Fed decidir o que vai combater, a recessão ou a inflação. Por enquanto, ele vem optando pelo equilíbrio, mas, na minha opinião e de vários analistas, Bernanke, que é um especialista na crise de 1929, reduziu demais a taxa de juros. Ele se apavorou com a perspectiva de recessão, diante da ameaça de uma grande crise no mercado de capitais. Mas é preciso reconhecer que a operação é delicada. A boa notícia nisso tudo é que o restante do mundo já não depende tanto dos Estados Unidos e, portanto, está sentindo menos seus problemas.

Miriam Leitão

O governo está, sim, gastando mais

Parece grave contradição: de um lado, o Banco Central, em seu Relatório de Inflação, diz que um dos fatores de aquecimento da economia é o consumo do governo, ou seja, gastos públicos.

De outro, o Ministério da Fazenda diz que faz um esforço fiscal (contenção de gastos) e o Ministério do Planejamento anuncia cortes de bilhões de reais no orçamento do governo federal.

Não há contradição, apenas estão dizendo coisas diferentes.

Para esclarecer: o governo federal está, de fato, aumentando seus gastos. No período janeiro/abril deste ano, as despesas primárias (pessoal, previdência, custeio e investimentos, excluindo-se pagamento de juros) subiram 9,4% em relação ao mesmo quadrimestre de 2007. Isso em termos nominais. Mas acima da inflação, que ficou na casa dos 5%. Portanto, trata-se de aumento real de gastos. (veja o Resultado Tesouro Nacional, no sítio da Fazenda).

Os dados do IBGE, sobre o PIB do primeiro trimestre, confirmam o forte aumento do “consumo do governo”.

O Ministério da Fazenda, de sua vez, considera “esforço fiscal” o fato de os gastos deste ano estarem subindo em ritmo menor do que em 2007. Registra, por exemplo, que enquanto os gastos nominais cresceram 9,4% no primeiro quadrimestre de 2008, o PIB nominal subiu 12,6%. E que, em 2007, os gastos públicos cresciam acima do PIB nominal.

Amanhã, saem os resultados de maio. Mas até aqui, o esforço fiscal representa o seguinte: os gastos públicos estão crescendo menos do que nos anos anteriores.

E os cortes do Ministério do Planejamento? São cortes na previsão de gastos contidos no Orçamento da União. Esse orçamento planeja uma forte expansão de gastos em relação ao ano passado. Ou seja, o governo continua prevendo aumento de gastos, mas em ritmo menor.

Resumindo: a arrecadação federal está saindo maior que o esperado. E os Ministérios da Fazenda e do Planejamento, depois de muita relutância, aceitaram economizar parte desse aumento de receita, elevando o superávit primário de 3,8% para 4,3% do PIB – ou seja, fazendo economia maior para pagar parte maior da conta de juros.

Mas os gastos efetivos continuam em forte expansão.

Carlos Alberto Sardenberg

DJIA - Dow Jones (Down...)

Dow Jones vai perdendo a LTA. As projeções da queda abaixo desse nível estão bem abaixo.
Difícil (mas não impossível) o IBOV largar da mão do DJIA e não afundar junto...

BuracoInvest

WEGE3, o motor tá falhando....

A pedido do Investidor Mario, estamos analisando a ação WEGE3, Weg ON.

O gráfico semanal abaixo mostra o comportamento da ação desde Abril de 2005.

Após acumular por alguns anos, oscilando na faixa dos R$ 5,00, em Junho de 2006 iniciou sua trajetória altista, até atingir os R$ 28,09 em Outubro de 2007. Que loucura esta alta!!!!

Desde sua máxima cotação, iniciou uma realização até a faixa dos R$ 17,00 (linha tracejada em amarelo).

A figura mostra um triângulo assimétrico de baixa. Porém, como não está perfeitamente configurada a figura, podemos considerar apenas a linha de resistência de baixa como definidora da tendência.

Junto ao gráfico semanal, no centro, temos um estudo de Fibonacci, mostrando que a região dos R$ 17,00 significa 50% da retração dos preços, desde a máxima cotação do papel.

Perdendo o suporte citado acima, poderá testar a faixa dos R$ 14,00.

O gráfico diário abaixo mostra um zoom na região do suporte.


A Weg é uma excelente empresa, com atuação no setor de Bens Industriais / Máquinas e Equipamentos / Motores , Compressores e Outros. Está crescendo bastante e é recomendada por diversos analistas.

Contudo, devido a rápida e expressiva valorização ocorrida até Outubro de 2007, é possível que o papel ainda passe por uma maior correção/acumulação antes de retomar a alta.

Se resistir no suporte dos R$ 17,00, poderá testar novamente a reta de resistência de baixa. Porém, ainda não há uma perspectiva de mudança da tendência atual.

Investmaníacos

DJI - Não Segurou…

Esta agora na mínima…

Nos ultimas vezes ele sempre tem violado a minima e dpois subido…

Será que ocorre isso novamente?


Blog do Cimino