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Longwave
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pedido do Investidor Paulo, estamos analisando TOTS3, Totvs ON.
O gráfico Semanal abaixo mostra o triângulo simétrico formado em seus preços, desde a abertura da ação, em Junho de 2006, até o dia 27/06/08.
Na Teoria, os preços da ação devem oscilar entre a linha superior do triângulo (resistência) e a linha inferior (suporte). A tendência do papel será definida com o rompimento de um dos lados do triângulo.
O gráfico Diário abaixo mostra melhor o comportamento de curto prazo da ação.
O suporte imediato, dentro do grande triângulo, está em R$ 50,00, na última acumulação do papel antes de testar a resistência em R$ 60,00.
Na última queda deixou gap próximo a R$ 55,00.
A tendência continua indefinida.
Mais informações da empresa no site da Bovespa.
Investmaníacos
Marcadores: Investmaniacos
Era muito cedo para achar que a crise de crédito americana havia passado. Trata-se de uma crise de longa duração, que está sendo agravada pelo terceiro choque do petróleo. Os preços do combustíveis fora do controle agravam a situação de quem tem a casa financiada nos Estados Unidos e está sofrendo com a confusão no mercado imobiliário e também com a inflação dos alimentos. O Congresso americano está preocupado com isso, tanto que já fez 16 audiências sobre o assunto. Mas o assunto não diz respeito "apenas" à maior economia do mundo, afeta todos os países, direta ou indiretamente. Estamos vivendo o 3º choque do petróleo, tão forte quanto os que aconteceram nos anos 70. No começo, parecia que não, pois o barril estava subindo devagar durante anos, só disparou nos últimos doze meses. Ouça aqui na CBN.
Marcadores: Miriam Leitão
O Brasil é conhecido mundialmente por centenas de coisas positivas, como a rica mistura cultural, a hospitalidade e, de uns tempos pra cá, pelo bom ambiente para os negócios. Ops, a palavra-chave negócios, independente do momento, é também responsável por aquele que é tido como um dos mais graves entraves ao crescimento do país: a alta carga tributária. É imposto para todo lado, para tudo e para todos.
Empresário ou apenas consumidor, o brasileiro reclama dos altos impostos cobrados em produtos e serviços. Com razão. O país, seja no âmbito municipal, estadual ou federal, arrecada muito, mas parece pouco eficiente na utilização desses recursos. Você sabe quanto os impostos representam ao fazer suas compras? Quanto do valor do carro popular zero quilômetro é tomado pelos impostos? E uma simples lata de refrigerante?
Isso traz outro questionamento importante: em se tratando de impostos, será que os governos fazem bom uso da arrecadação? O exercício de cidadania proposto a partir destas perguntas faz falta aos empresários brasileiros que abrem seus negócios sem levar em conta o impacto tributário. O mesmo acontece com o simples consumidor. Afinal, quem somos nós diante dos impostos?
Continua em Dinheirama
Marcadores: Conrado Navarro
Fosfértil segue sua guinada altista. Neste ano, depois de cruzar a MM21, o gráfico só voltou a tocá-la em 3 momentos. O último está sendo atualmente. O mercado melhorando, o papel volta a ter força para continuar (podendo pintar um bom ponto de entrada). O curioso também é que nem mesmo a correção desde o início do mês de junho atrapalhou muito a FFTL4.
No longo prazo, o desempenho é invejável. Desde 2007, o gráfico tocou a MM120 "apenas uma única" vez.
Sds,
Rogério Rios
BuracoInvest
Marcadores: buracoinvest
O gráfico diário abaixo mostra o comportamento de curto prazo da ação.
Há um gap em R$ 20,90. Se fechado, será um sinal positivo para novas altas. Caso não seja fechado agora, um dia será ...
A tendência é de alta, podendo chegar até as máximas anteriores, em R$ 25,00
O suporte é a linha inferior do canal e a resistência a linha superior. Perdendo o a linha de suporte, deverá testar os R$ 19,00. Rompendo a linha de resistência poderá acelerar a alta e testar os R$ 25,00 rapidamente.
Pelo que lemos na mídia, a empresa deverá recomprar uma parte de suas ações. Alguns analistas interpretaram isso como um sinal de que o preço da ação está subvalorizado.
Mais informações da empresa no site da Bovespa.
Investmaníacos
Marcadores: Investmaniacos
Tem sido muito instrutivo perceber como os "novos" investidores (leia-se: pessoas físicas cadastradas em homebrokers nos últimos 5 anos) avaliam a questão do "contrarianismo". Nesse período vários periódicos de grande circulação dedicaram pelo menos uma manchete de capa ao mercado de ações. Novos veículos especializados no assunto surgiram. Salvo melhor juízo, cada acontecimento desses não obteve recepção favorável por parte das comunidades de fóruns e grupos eletrônicos que costumo pesquisar para formar minha opinião.
Marcadores: Fact Finder
A Economia não é uma ciência exata. É uma ciência mais ou menos exata, mais ou menos humana... (Guia de autodefesa do investidor das galáxias).
Isto se deve, em grande parte, a que as medidas implementadas pelos governos dependem pura e exlusivamente da resposta dos indivíduos. E indivíduos não necessariamente respondem da mesma forma a um estimulo.
Definitivamente estamos num ano turbulento.Todo mundo esta torcendo para que a turbulência acabe logo. Apenas três semanas atrás parecia que todo estava dando certo... Mas, na realidade é que ainda não acabou.
Quando vai acabar exatamente? Bom, isso é algo que tem tantas repostas como analistas e economistas existem.
Períodos inflacionários aconteceram algumas vezes nos últimos 10 anos... Inúmeras vezes nos últimos 20 anos... E incontáveis vezes nos últimos 70 anos.
Marcadores: Stock Buster
O suporte dos 63.700 pontos continua a ser respeitado, voltando a aparecer divergências nos indicadores. Mas as cotações permanecem no canal de baixa e abaixo da LTB, sem mudança na tendência.
http://soroban.blogspot.com/
Marcadores: Abaco
Pra quem gosta de conservadorismo…
Meu questionamento sobre longo prazo…
Reparem o gráfico mensal do DJI
Pior desvalorização mensal dos ultimos 5 anos… de 10,22% e perdeu grandes suportes importantes….
E agora esta completando um pivot de baixa… Reparem que a MM25 já começa a laterealizar… mostrando a fraquesa do indice norte americano…
Matematicame fazendo um breve estudo de 20 anos para cá o DJI caiu mensalmente 5 vezes mais que 10% e há uma estatistica de 3/5 chance de alta no proximo mês… Sendo que destes 3 repiques 1– não tinha feito pivot de baixa e a tendência principal segundo down ainda era de alta… ou seja… matematicamente 20% de subir no próximo mês..
Consequentemente o IBOV esta com a pior desvalorização mensal dos ultimos 4 anos… mais ainda estamos em um pivot de alta e as MM pra cima… ao contrario da matriz…
Marcadores: Cimino
Está todo mundo confuso. Inclusive os especialistas. Ninguém previu exatamente o que está acontecendo hoje no mercado de petróleo. A consultoria Trendlines, do Canadá, fez uma compilação das previsões de 22 empresas e consultorias internacionais sobre o pico da produção e o fim do petróleo. Na primeira, houve a dispersão de 30 anos; na segunda, de 225 anos. A mesma confusão ocorre nas previsões de preços.
Na lista dos cenários compilados pela Trendlines, estão os de grandes produtoras, como Saudi Aramco, Shell, Exxon, até os da Opep e de consultorias especializadas. Para essas empresas, o pico da produção vai de 2020 a 2050. Cada uma tem um palpite. Os cenários de esgotamento do petróleo variam de 2050 a 2365. A revista "BusinessWeek" ouviu cinco especialistas e perguntou a eles para onde vai o petróleo no futuro próximo. Colheu cinco diferentes respostas. Mathews Simon, da Simon & Co., acredita que o barril ficará entre US$ 200 e US$ 500 num período que vai de seis meses a quatro anos. Jeff Rubin, da CBIC World Markets, aposta em US$ 225 para 2012. Larry Chorn, da Platts, acha que, em 2012, estará entre US$ 130 e US$ 140. Ed Morse, do Lehman Brothers, calcula que, no ano que vem, estará em US$ 83. Tim Evans, da Citi Futures Perspective, está prevendo que, no fim deste ano e começo do próximo, o petróleo estará em US$ 70 a US$ 80. Ou seja, se você está confuso, fique calmo: está em companhia dos maiores especialistas em petróleo do mundo, que andam feito baratas tontas diante desse novo choque, que a maioria subestimou.
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Marcadores: Miriam Leitão
Achei esta tabela no ADVFN bem interessante…
Comparem a força da bolsa brasileira comparada com a americana nesta ultima semana… e compare também com o resto global…
O panico ainda ronda nossa bolsa… mais DJI perdendo 4,38% e nós fechando a semana perdendo somente 0,47%… é uma grande diferença! Perto de nós só a China…
Blog do Cimino
Marcadores: Cimino
Agora eh questao de saber se segura…
Queda de 1% apenas… e o ibov segurando bem e trabalha positivo com um ganho de 0,5% … morgan stanley que estava a 2 semanas na ponta vendedora de vale e petro passou a comprar.. .fazem 3 dias mais ou menos…
Nas ultimas vezes que o dji violou a minima e fechou bem perto dela… o dia seguido foi de alta… vamos ver se isso ocorre!! Tudo depende do fechament
Marcadores: Cimino
Há alguns dias atrás contatei o analista de investimentos americano Mike Shedlock, o Mish, a respeito de algumas questões.
Estava curioso para saber a opinião dele em especial sobre o tema do "descolamento" (decoupling, vide o post que escrevi esse ano chamado 'Bovespa habita seu próprio habitat'). Esse assunto foi recorrente em 2008, sobretudo por vermos o mercado de ações americano se distanciar de seu topo enquanto a nossa bolsa marcava novos recordes.
Como ele é, na minha opinião, um dos melhores analistas que acompanho, achei pertinente conduzir essa pequena entrevista, procurando não só um olhar externo sobre o nosso país, mas também tentar entender qual a percepção de Mish sobre o Brasil e demais emergentes em relação à crise de crédito.
Para quem quiser acompanhar os textos de Mike Shedlock, recomento a leitura de seu blog, o Global Economic Analysis. Mish também atua como consultor na SitkaPacific Capital Management.
Continua em
Cinco Pesos de Dois Quilos
Marcadores: Samuel Ramos
Pouco a pouco a CSNA vai subindo e agora já vem ultrapassando a MME5.
BuracoInvest
Marcadores: buracoinvest
Marcadores: Longwave
Marcadores: Marisa Gabbardo
Chegamos ao final de uma semana cheia de dados econômicos importantes, a maioria negativa. O relatório de inflação do Banco Central veio com uma previsão muito maior para o IPCA de 2008, já no patamar de 6%. Hoje, o IGP-M de junho mostrou uma alta forte dos preços e seu acumulado em 12 meses passou de 13%. A previsão de déficit da conta corrente do país também foi aumentada.
Ao mesmo tempo, a economia global continua imersa em três choques simultâneos: a inflação impulsionada pelos alimentos, a disparada do petróleo e a crise financeira americana, que ainda afeta os mercados. Nos EUA, os dados de ontem não foram tão ruins. O governo anunciou que o PIB cresceu mais que o esperado no primeiro trimestre, mas as bolsas lembraram do problema do crédito com a divulgação de um relatário negativo do Goldman Sachs sobre os bancos. O petróleo reforçou a disparada dos últimos três meses e hoje sua cotação ultrapassou US$ 142.
Até houve boas notícias no Brasil, como a divulgação da queda do desemprego em maio, mas o clima negativo prevaleceu na semana. Ouça aqui na CBN.
Marcadores: Miriam Leitão
“Nesses dias, é praticamente impossível surfer na internet, abrir um jornal ou revista ou escutar televisão sem ver uma celebridade vendendo algo como guardas-chuvas, soda, carros, telefones, medicamentos, cosméticos, jóias, roupas ou até mesmo fundos mútuos. (...) As estrelas estão em quase 14 por cento dos anúncios do ano passado, segundo a Millward Brown, uma agência de investigação de marketing. Embora o número mais do que duplicou na última década, está abaixo do máximo de 19 por cento em 2004. (Ei, poderia ser maior: Personagens aparecem em 24 por cento dos anúncios na Índia e 45 por cento em Taiwan.)
Estrelas e roqueiros envelhecidos continuam em anúncios por uma razão muito simples: celebridade vende. Se o consumidor acreditar que certa estrela ou cantor pode efetivamente utilizar o produto, as vendas podem decolar. (...)
o Índice Davie Brown, um sistema de avaliação independente on-line que foi iniciado há dois anos para poder acompanhar a comercialização de celebridades(... ) O índice baseia a sua pontuação em oito métricas (...) Os cinco principais [artistas] são Tom Hanks, Will Smith, Michael Jordan, Morgan Freeman e George Clooney.

Marcadores: Cesar Tiburcio
Prezados,
O momento é de volatilidade (momento longo esse não?? rsss). Em um dia as bolsas mundiais operam em alta, em outro acabam desabando em função de notícias negativas sobre a economia do hemisfério norte do globo, destaque-se o "estado" do sistema bancário, além das ameaças no cenário inflacionário, no Brasil e no mundo, sem contar as ameaças de ataque de Israel ao Irã, um das maiores reservas de petróleo do mundo.
Ontem, quinta (27/06/08), o mau humor foi a tônica. Motivos: A começar pelo anúncio do G.S. (Goldman Sachs) sobre a perda no Citigroup e GM (General Motors), passando pelo cenário doméstico preocupado com a queda de rendimento dos trabalhadores, que recuou 1% entre abril e maio. Esta combinação serviu de pretexto para o lançamento de ordens de vendas, o que naturalmente contaminou o mercado, derrubando as bolsas mundo afora.
O QUE FAZER AGORA?
Como diria JUVENAL ANTENA.. EPA EPA EPA.. MUITA CALMA NESSA HORA!!
O mundo não mudou, é e seguirá sendo cíclico, momentos como esse são "janelas de oportunidade" para compras, para quem tem estômago e está habituado a este zig zag típico das bolsas, é uma boa hora de ir às compras, claro que com prudência, pois as cotações podem cair mais. Portanto, comprar devagar e sempre é uma alternativa interessante.
BON$ INVE$TIMENTO$!!
Marcadores: Bussola de Finanças
Marcadores: Cesar Tiburcio
Para vocês verem como o pessoal anda meio perdido. Recebo o relatório de um fundo de investimentos em petróleo nos EUA dizendo aos cotistas que o óleo pode ir a 150 dólares o barril no curto prazo, mas que depois também pode desabar a 75 dólares. A metade!
Como nunca se diz – porque nunca se sabe - até que dia vai o curto prazo e quando começa o médio, a incerteza é total.
As duas hipóteses podem ser racionalizadas. Pode-se chegar aos 150 dólares porque, afinal, já bateu em 140 e o mercado está muito tenso, com muita margem para especulação.
Mas se essa situação se aprofunda – preço muito alto de petróleo e comida, inflação espalhada, juros começando a subir no mundo todo - pode vir uma forte desaceleração e queda de consumo. E, pois, dos preços. Pode tudo, não é mesmo?
O fato é que o mundo está passando de um período de forte crescimento sem inflação e juros muito baixos (especialmente de 2002 a 2006) para um momento de inflação (por causa do aquecimento do consumo global) e desaceleração em consequência da
crise financeira.
Daí essas “previsões” – pode custar uma fortuna, pode não ver nada. Preste atenção, pois, nos fundamentos. Os países mais bem estruturados, com boa base macroeconômica, sofrerão menos.
Marcadores: Carlos Alberto Sardenberg
Ana comenta: “Navarro, estive recentemente com um dos gerentes de meu banco e ele me indicou um título de capitalização como investimento e poupança para o futuro. A chance de ganhar uma boa grana em sorteios, mais o dinheiro corrigido ao final do período, me animaram. Mas você não recomenda, não é? E agora?”
Ainda o título de capitalização? Vou repetir, usando negrito: título de capitalização não é investimento. As respostas matemáticas e financeiras que comprovam minha afirmação podem ser facilmente compreendidas através da leitura de dois artigos:
O que o banco realmente acha do título de capitalização?
Duas experiências em uma mesma agência bancária, para onde fui propositalmente investigar as “vantagens” do título de capitalização, demonstram a realidade dessa que é uma péssima alternativa de poupança, investimento ou acúmulo de capital.
“Que tal contratar um ‘SeiláoquêCAP’ para ajudar o banco?” Assim fui interpelado pelo colaborador no caixa, quando ele percebeu que ali se encontrava um potencial cliente para seu produto de capitalização. Ajudar o banco? Então eu abro minha conta em um banco para ajudá-lo? Realidade ou não, pelo menos a abordagem deveria ser contrária. O “SeiláoquêCAP” é bom para mim? O que eu ganho com isso? Quem se importa? Blah.
Marcadores: Conrado Navarro
Marcadores: Cesar Tiburcio

Em um BALÃO... às vésperas do mês de São João! ;-)
Abs ^v^
Seagull Trading
Marcadores: Seagull
Nesta quinta-feira (26) das 66 ações que compõem o índice Bovespa apenas 04 fecharam em alta, as outras 62 fecharam em baixa. Veja a seguir as maiores baixas:
Com o desempenho ruim da maioria das ações o Ibovespa fechou o dia em baixa de 2,9%, abaixo dos 64.000 pontos. Na análise de ontem (25) comentei o ponto negativo do dia:
O fato negativo do dia foi que na última hora de pregão do mercado americano os índices Dow Jones e S&P500 recuaram fortemente, revertendo a subida que ocorreu após a divulgação de manutenção da taxa de juros.
Marcadores: Dalton Vieira
Marcadores: Fact Finder
A queda desta quinta-feira confirma que o Ibovespa continua dentro do canal de baixa. 63.700 pontos está se revelando como um suporte, mas a tendência é que seja perdido.
Abaco
Marcadores: Abaco
Parece que "Down" Jones perdeu mesmo o suporte.
Buraco Invest
Marcadores: buracoinvest
Muitos investidores não dão atenção para o dinheiro que é entra na conta bancária como pagamento de dividendos. O motivo é simples: normalmente representam menos de 2% do valor investido. Com isso, este dinheiro precioso acaba não sendo reinvestido e são rapidamente consumidos pelos gastos do dia-a-dia. No curto prazo pode parecer pouco, mas reinvestir os dividendos aumenta incrivelmente a rentabilidade de uma carteira de longo prazo.
Uma dica para manter a disciplina é investir todo dinheiro recebido em um fundo de renda fixa até juntar um montante suficiente para ir “as compras”. Depois de algumas décadas você terá mais ações da empresa e, consequentemente, receberá mais proventos (no longo prazo esta prática cria uma curva de rentabilidade exponencial semelhante a do juros composto). A vantagem é que as aplicações de renda fixa não pagam taxa inicial de aporte ou corretagem (mas lembre-se que aplicações de curto prazo pagam IOF).
É interessante fazer o controle de todos os proventos recebidos durante o ano. A CBLC envia relatórios mensais com esses valores e as empresas das quais você é sócio são obrigadas a enviar o informe de rendimento anual com Juros Sobre Capital Próprio e Dividendos. Na prática, a maioria das empresas não envia informe dos dividendos, então cabe a você fazer esse controle. No Ajuste Anual de Imposto de Renda você também deve declarar tudo, mas isso falaremos em nosso guia de IR online que pretendemos lançar.
Reinvestimento automático - Algumas empresas e bancos possuem serviço de reinvestimento automático de dividendos em ações. A Vale possui este serviço desde 2005.
Continua em Investidor Jovem
Marcadores: Bruno Yoshimura
Depois de constatar uma cena como essa logo acima no dia de hoje e perceber que o índice Dow Jones está perdendo no ano mais de 10% (Bovespa marca hoje 0,09% em 2008), creio ser oportuno inaugurar o pequeno "relógio cuco" que está aí ao lado, no layout do blog.Marcadores: Samuel Ramos

Marcadores: buracoinvest
rocadilho infame… mais eh a verdade…
A coisa está feia lá fora… os indicadores estão todos super vendidos, mais pelo jeito os investidores preferiram esquecer ifr e se importa um pouco mais com os fundamentos…
A DJ Perdeu um canal de alta (azul) e uma LTA mais longa (azul pontilhada) que vinha desde 2005 segurando o índice… Tinha resistência importante em 11.650 que foi rompida hoje…
Proximas resistências importantes em:
11.350
11.000
10.700
Marcadores: Cimino
Marcadores: Longwave
Sempre me interessei por finanças e matemática financeira. Acho que este é o tipo de coisa que deveria ser ensinada na escola primária e depois reforçada nos ensinos médio e superior. A partir desse interesse desenvolvi, por exemplo, uma calculadora financeira simples em Java, baseada nas fórmulas do manual da HP-12C, porém muito mais simples de usar.
Com a explosão da Web e o conhecimento de algumas de suas linguagens, foi possível colocar essa calculadora na Internet. A idéia de acessá-la a qualquer momento e de qualquer lugar me pareceu bastante convincente. Além disso, compartilhar o conhecimento é sempre saudável. Como o Java não está disponível em todos os browsers, reescrevi a calculadora usando Javascript. Acesse a Calculadora Financeira.
Como e por que usá-la?
Ah, sim, boa pergunta. As pessoas deveriam criar o hábito de ao menos verificar os juros que estão pagando já que, infelizmente, mentir sobre juros ainda é prática comercial corrente. A calculadora financeira criada torna esta tarefa muito fácil. Você precisa saber que campos preencher e como deve interpretar os resultados.
Veja como é simples:
Vejamos um exemplo. Suponha um empréstimo de R$ 500, a ser pago em três parcelas de R$ 200. O preenchimento fica assim:
Agora basta pressionar o botão “i” para calcular a taxa de juros, que será de 9,7%. Isso considerando que a primeira parcela será paga daqui um mês. Se a primeira parcela for uma entrada no ato da compra, você deve ativar o botão BEGIN (clique para deixá-lo amarelo vivo) e recalcular “i”. Os juros serão muito maiores, de 21,5%, afinal você está pagando 2 vezes R$ 200 para financiar apenas R$ 300 - pois dos R$ 500 iniciais você já pagou R$ 200 como entrada e restam financiados apenas R$ 300.
Calculadora HP-12C online
Desenvolvi também um simulador “completo” da calculadora HP-12C para a Web - clique aqui e conheça. Era uma ambição antiga desenvolvê-la, mais “para provar que eu era capaz de fazê-lo”, já que a versão online não é exatamente uma alternativa prática à HP-12C de mesa. Creio, isso sim, que ela pode muito útil como meio de aprendizado.
Apesar de ser menos prática que a calculadora financeira simplificada, eu uso muito minha HP-12C via Web. Fica muito mais fácil quando se decora os “bindings” de teclado, para evitar usar o mouse. As teclas do PC correspondentes às teclas da calculadora podem ser consultadas logo abaixo da imagem da calculadora.
Feramentas para o investidor avançado
Escrevi e publiquei também a Calculadora de Opções, que nasceu mesmo da necessidade, pois opero com opções da Bolsa. Existem diversas outras ferramentas semelhantes na Web, mas nenhuma me agradou muito. Inicialmente, eu tinha desenvolvido esta calculadora para PC, porém isso significaria ter que reinstalá-la em todos os computadores para poder usá-la. Na Internet fica fácil, agora ela está disponível em qualquer lugar.
Mais recentemente, precisei de uma ferramenta mais ágil para consultar a volatilidade implícita de muitas opções - mas de uma vez só. Estava ficando enfadonho fazer isso através da calculadora individual, pois as cotações oscilam o tempo todo. Nos EUA, os home brokers fazem isso por você. Aqui, ainda não. Surgiu então outra ferramenta, o resumo das volatilidades implícitas das principais opções Bovespa, que exibe os parâmetros de um grande número de opções.
Espero que possam aproveitar as ferramentas, criadas exatamente com dois propósitos: aprendizado e colaboração. Até a próxima.
Elvis Pfützenreuter é pesquisador e professor, mestre em Ciência da Computação pela UFSC e formado em Ciências Contábeis pela UNIVILLE. Há muito tempo interessa-se por finanças e mantém seus trabalhos disponíveis na Internet. Acesse: http://www.epx.com.br
DinheiramaMarcadores: Elvis Pfützenreuter
Não é à toa que o megaempresário americano Warren Buffet disse que se estivesse no lugar do presidente do Fed, Ben Bernanke, pediria demissão. A situação econômica dos EUA continua delicada. De acordo com os números que saíram hoje, o PIB americano até cresceu um pouco mais do que o esperado no primeiro trimestre, 1%, mas a inflação, medida pelo PCE, continua avançando e o índice anual cheio atingiu 3,6%.
E nos EUA, nem há o fator demanda pressionando os preços. O aumento dos gastos com combustíveis e os temores em relação ao financiamento imobiliário fazem o americano consumir menos. Isso torna difícil para o Fed decidir o que vai combater, a recessão ou a inflação. Por enquanto, ele vem optando pelo equilíbrio, mas, na minha opinião e de vários analistas, Bernanke, que é um especialista na crise de 1929, reduziu demais a taxa de juros. Ele se apavorou com a perspectiva de recessão, diante da ameaça de uma grande crise no mercado de capitais. Mas é preciso reconhecer que a operação é delicada. A boa notícia nisso tudo é que o restante do mundo já não depende tanto dos Estados Unidos e, portanto, está sentindo menos seus problemas.
Miriam LeitãoMarcadores: Miriam Leitão
Parece grave contradição: de um lado, o Banco Central, em seu Relatório de Inflação, diz que um dos fatores de aquecimento da economia é o consumo do governo, ou seja, gastos públicos.
De outro, o Ministério da Fazenda diz que faz um esforço fiscal (contenção de gastos) e o Ministério do Planejamento anuncia cortes de bilhões de reais no orçamento do governo federal.
Não há contradição, apenas estão dizendo coisas diferentes.
Para esclarecer: o governo federal está, de fato, aumentando seus gastos. No período janeiro/abril deste ano, as despesas primárias (pessoal, previdência, custeio e investimentos, excluindo-se pagamento de juros) subiram 9,4% em relação ao mesmo quadrimestre de 2007. Isso em termos nominais. Mas acima da inflação, que ficou na casa dos 5%. Portanto, trata-se de aumento real de gastos. (veja o Resultado Tesouro Nacional, no sítio da Fazenda).
Os dados do IBGE, sobre o PIB do primeiro trimestre, confirmam o forte aumento do “consumo do governo”.
O Ministério da Fazenda, de sua vez, considera “esforço fiscal” o fato de os gastos deste ano estarem subindo em ritmo menor do que em 2007. Registra, por exemplo, que enquanto os gastos nominais cresceram 9,4% no primeiro quadrimestre de 2008, o PIB nominal subiu 12,6%. E que, em 2007, os gastos públicos cresciam acima do PIB nominal.
Amanhã, saem os resultados de maio. Mas até aqui, o esforço fiscal representa o seguinte: os gastos públicos estão crescendo menos do que nos anos anteriores.
E os cortes do Ministério do Planejamento? São cortes na previsão de gastos contidos no Orçamento da União. Esse orçamento planeja uma forte expansão de gastos em relação ao ano passado. Ou seja, o governo continua prevendo aumento de gastos, mas em ritmo menor.
Resumindo: a arrecadação federal está saindo maior que o esperado. E os Ministérios da Fazenda e do Planejamento, depois de muita relutância, aceitaram economizar parte desse aumento de receita, elevando o superávit primário de 3,8% para 4,3% do PIB – ou seja, fazendo economia maior para pagar parte maior da conta de juros.
Mas os gastos efetivos continuam em forte expansão.
Carlos Alberto SardenbergMarcadores: Carlos Alberto Sardenberg
Dow Jones vai perdendo a LTA. As projeções da queda abaixo desse nível estão bem abaixo.
Difícil (mas não impossível) o IBOV largar da mão do DJIA e não afundar junto...
BuracoInvest
Marcadores: buracoinvest
Após acumular por alguns anos, oscilando na faixa dos R$ 5,00, em Junho de 2006 iniciou sua trajetória altista, até atingir os R$ 28,09 em Outubro de 2007. Que loucura esta alta!!!!
Desde sua máxima cotação, iniciou uma realização até a faixa dos R$ 17,00 (linha tracejada em amarelo).
A figura mostra um triângulo assimétrico de baixa. Porém, como não está perfeitamente configurada a figura, podemos considerar apenas a linha de resistência de baixa como definidora da tendência.
Junto ao gráfico semanal, no centro, temos um estudo de Fibonacci, mostrando que a região dos R$ 17,00 significa 50% da retração dos preços, desde a máxima cotação do papel.
Perdendo o suporte citado acima, poderá testar a faixa dos R$ 14,00.
O gráfico diário abaixo mostra um zoom na região do suporte.

A Weg é uma excelente empresa, com atuação no setor de Bens Industriais / Máquinas e Equipamentos / Motores , Compressores e Outros. Está crescendo bastante e é recomendada por diversos analistas.
Contudo, devido a rápida e expressiva valorização ocorrida até Outubro de 2007, é possível que o papel ainda passe por uma maior correção/acumulação antes de retomar a alta.
Se resistir no suporte dos R$ 17,00, poderá testar novamente a reta de resistência de baixa. Porém, ainda não há uma perspectiva de mudança da tendência atual.
Investmaníacos
Esta agora na mínima…
Nos ultimas vezes ele sempre tem violado a minima e dpois subido…
Será que ocorre isso novamente?
Marcadores: Cimino
Marcadores: Cesar Tiburcio
Marcadores: Fact Finder
- A previsão para o déficit em transações correntes subiu US$ 9 (N-O-V-E!!) bilhões. Era de US$12 bilhões e passou pata US$21 bilhões.
- Segundo o texto, as altas de juros nas últimas reuniões não inibiram o crédito, que continua se expandindo tanto para pessoa física quanto para jurídica. O BC acha que é um sinal de que há consistência na participação do crédito na economia. Mas, por outro lado, de fato, acostumados que somos a juros altíssimos, pequenas altas acabam não assustando tanto.
- Sobre o cenário mundial, concordam que este momento será de menor crescimento e maior inflação, ou seja, complicado.
- De certa forma, minimizam o impacto da alta das commodities e do petróleo aqui ao falarem que a alta desses preços "segue favorecendo o desempenho das economias dos países produtores, mas, por outro lado, se constitui em fator de pressão sobre o comportamento da inflação e do câmbio, particularmente nas economias da Ásia". Como comentamos hoje mais cedo, as coisas andam difíceis também nos países emergentes do Ocidente.
- O texto reforça a tese de que a atual alta dos alimentos é resultado do maior consumo de comida e da produção de biocombustíveis.
- Lá pro final, na parte com a avaliação do Copom, o texto traz a seguinte afirmação: "o Comitê avalia que, desde a divulgação do último Relatório, o balanço de riscos para a trajetória esperada da inflação tornou-se menos favorável, tanto do ponto de vista dos fatores externos como, principalmente, dos internos." Resumo da ópera: importamos os problemas, eles também passaram a ser nossos.
Marcadores: Miriam Leitão
A seguir a participação dos investidores na Bovespa, referente ao mês de junho até o dia 23.
Saldo dos Investidores Estrangeiros (SIE)
O SIE no mês de junho está negativo em R$ 7,16 bilhões. O recorde negativo do SIE foi em janeiro deste ano, quando o saldo fechou o mês negativo em R$ 4,73 bilhões. Agora vamos ver se o capital estrangeiro retorna para a Bovespa até o final do mês em um volume superior a R$ 3 bilhões, visando melhorar a perspectiva para o Ibovespa.
Até breve!
Dalton Vieira
Marcadores: Dalton Vieira
Hoje é dia! A famosa Superquarta-feira chegou! Diversos índices muito importantes para o mercado serão divulgados, como o IPCA-15 e, no exterior, a decisão do FED sobre a taxa de juros nos Estados Unidos. Sozinhas, essas notícias já são suficientes para alguns bons artigos (que virão ainda esta semana), entretanto hoje resolvi escrever sobre a importância de investir mais nós mesmos, em nossas qualidades.
Para que um investidor tenha sucesso, o primeiro passo é criar o hábito de investir sempre. Isso só será possível gastando menos do que se ganha, você deve concordar. Infelizmente, essa não é a realidade da grande maioria dos brasileiros, como o Navarro já comentou em recente artigo sobre endividamento.
Se você se enquadra no imenso percentual de brasileiros que notam que quando o salário cai na conta, ele só serve para cobrir o cheque especial ou o rombo do orçamento causado pelas compras exclusivamente consumistas, talvez seu investimento precise ser diferente. Sim, algo fora do mercado financeiro. Nessa circunstância, o melhor é investir em você.
Marcadores: Ricardo Pereira
Marcadores: Longwave
Hoje 3 ativos deram entrada pra position trade…
Atento em BRAP4, MRVE3, VALE5 pra qm opera nesta peridiocidade
Marcadores: Cimino
Dando sequência às perguntas sobre financiamento imobiliário e INCC, respondo a dois leitores do blog.
Paguei as 8 primeiras parcelas em cheque e sem reajuste, na 9ª parcela o valor que era de R$ 1213,33 veio R$ 1265,31, gostaria de saber se este valor está abusivo e como ficarão as parcelas até a entrega das chaves que está prevista para dez/2009
Após a entrega das chaves a pretação será reajustada pela tabela PRICE.
Obrigado.
Rafael
Fábio, você pagaria pelo valor reajustado pelo INCC + 1% até aquela data, já que esta é a remuneração do capital. Como o saldo devedor é que é reajustado, ele que estará valendo, e este é reajustado com INCC + 1%. No seu exemplo, você pagaria 25 vezes R$ 1.500,00.
Rafael, o valor que você considera como abusivo está correto. Infelizmente observamos na maioria dos casos se a parcela cabe no nosso orçamento, só que os juros e o reajuste do INCC desequilibra nosso orçamento. Por isso a Tabela PRICE será conveniente para você.
Infelizmente não há como fazer uma previsão confiável do quanto vai pagar, porque a inflação está fugindo das projeções, e o INCC não está sendo diferente.
Marcadores: Pierre Lucena
Desde o dia 17/10/2007 os estrangeiros não operavam do lado comprado nos contratos do índice futuro da BMF. No fechamento de ontem os gringos terminaram com um saldo positivo de 2.131 contratos.
Olhando para o gráfico do fluxo podemos notar, que a barreira do "0", que funciona como divisor entre operar comprado ou vendido, foi testada algumas vezes durante esse ano, mas sem sucesso. Podemos também observar, pelo histórico, que os estrangeiros sempre ficaram pouco tempo trabalhando do lado comprado. Possivelmente, pelo fato do índice na maioria das vezes servir como hedge da carteira de grandes fundos.
Mesmo assim, acredito esse fato que representa um sinal de força e vale a pena acompanharmos de perto.
Outro detalhe de relevância pode ser atribuido ao atual cenário que se configura no gráfico do índice futuro. No momento, testa uma LTA importante juntamente com a média móvel de 200 periódos, além de um suporte horizontal e a retração de 61,8% de fibonacci da última perna de alta. Sem dúvida, um setup de compra interessante.
Marcadores: Christian
Os últimos números da inflação no Brasil indicam que o IPCA, índice oficial, deve chegar facilmente a 6% no acumulado de doze meses, quando for divulgado o resultado cheio de junho, previsto para sair no dia 10 do próximo mês. O Banco Central já aumentou sua previsão de alta dos preços de 4,6% para 6% em 2008, no relatório divulgado hoje (leia no Globo Online).O mercado parece ter absorvido esse novo patamar, que, apesar de estar acima dos 4,5% da meta, ainda está dentro da faixa de flutuação. O risco agora é que os preços continuem subindo. Ultrapassar as previsões iniciais do governo pode prejudicar o crescimento do país. Ouça aqui na CBN.
Marcadores: Miriam Leitão
Marcadores: Bussola de Finanças
A Agrenco, que viu suas ações quase virar pó no final da semana passada depois que os controladores foram presos em operação da Polícia Federal, anunciou hoje uma parceria para ajudar a reduzir seu endividamento.
A Agrenco e o grupo francês Louis Dreyfus Commodities (LDC) assinaram um Memorando de Entendimentos que trata sobre um aumento de capital na companhia, e também busca fornecer uma alternativa de financiamento estável no curto prazo.
Pelo comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o acordo contempla uma série de medidas, como um aumento de capital no valor de US$ 33,521 milhões, seja por meio de um empréstimo conversível em ações, seja por meio de aumento do capital social da Agrenco Holding. Após a capitalização, a LDC será a principal acionista da holding. Essa fase da operação proposta não afetará ou diluirá qualquer um dos acionistas da Agrenco.
Outra medida é um aumento de capital da Agrenco Limited, com respeito ao direito de preferência aos acionistas, através da emissão de novas ações, no valor de US$ 65 milhões, das quais a LDC subscreverá, no mínimo, US$ 33,521 milhões. Essa operação tem duas estruturas propostas. Pela primeira, seriam emitidas 77.380.952 ações ordinárias a US$ 0,84 cada. A outra opção prevê a emissão de 92.857.143 ações ordinárias, com 30.952.381 bônus de subscrição anexados a elas. O preço de subscrição seria de US$ 0,70 cada. O preço do exercício do bônus de subscrição ficaria em US$ 1,25 por bônus, com prazo de o vencimento em três anos.
A operação também prevê um empréstimo conversível em ações de emissão da companhia, a ser concedido pela LDC, com prazo de 5 anos e taxa de juros de 7,75%, no valor de US$ 35 milhões, preservando o direito de preferência dos acionistas minoritários, para optar por subscrever ações da companhia, quando da conversão do empréstimo, ao mesmo preço que a LDC. A conversão do empréstimo será feita ao mesmo preço por ação do aumento de capital da Agrenco.
As companhias também buscarão uma linha de crédito rotativa no valor de US$ 150 milhões com prazo para vencimento de pelo menos 3 anos.
O comunicado também afirma que a proposta está sujeita a algumas condições como: viabilidade legal, a ausência de uma oferta pública de aquisição para os acionistas da companhia, a não ocorrência de um evento de insolvência ou falência em relação à Agrenco, as aprovações societárias necessárias e a diligência de contas.
A Agrenco, com sede nas Bahamas e atuação no agronegócio brasileiro, chegou à Bovespa em outubro do ano passado com suas ações valendo R$ 10,40. O último negócio realizado com o papel, na sexta-feira, apontava a ação a R$ 1,25.
Valor
Marcadores: Gandalf Wizard
O Relatório de Inflação do Banco Central veio como o esperado. Mas o IPCA-15 de junho veio como uma bomba adicional: alta de 0,9% no mês, bem acima da pior expectativa.
Confirmou e reforçou os pontos expressos no Relatório: a inflação está em alta, é de alimentos, mas também de produtos industriais, é por aquecimento de consumo doméstico das famílias, das empresas e do governo, especialmente, é nacional e é importada. Ou seja, está espalhada e deve ser combatida com elevação dos juros.
Diz ainda o Relatório, num auto-elogio não explícito: ainda bem que o BC brasileiro começou a elevar os juros lá atrás, numa ação então preventiva.
Os demais BCs, em geral, deram um tempo e agora estão com a tarefa de combater uma inflação bem mais alta que a brasileira.
Marcadores: Carlos Alberto Sardenberg
Como é sabido, todo investidor - iniciante ou avançado - tem de saber e, portanto, ler muito a respeito dos setores e das empresas nas quais vai investir, principalmente se vai avaliar empresas com ações em bolsas.
Aconteceu exatamente isso no meu trabalho-prova no curso de MBA, disciplina de Contabilidade: elaboração de uma análise ampla, contendo algumas das mais importantes informações para se saber em uma análise fundamentalista.
O setor escolhido - e que vem com um número significativo de empresas (e IPOs) - foi o de construção civil - até porque uma das integrantes de meu grupo é arquiteta - e por ser um setor amplamente discutido e divulgado.
O conteúdo do trabalho está disponível aqui em pdf.
Já a apresentação, você pode ver abaixo e no link.
Marcadores: Bia
Marcadores: John Tong
O gráfico continua confirmando o teste na MME120.
BuracoInvest
Marcadores: buracoinvest
A pedido do Gregor, temos abaixo as análises dos gráfico semanais do Ibovespa e Dow Jones
IBOVESPA Semanal


Marcadores: Investmaniacos
A Securities and Exchange Commission (SEC to Propose Easing Curbs On Using Foreign Brokerages, Kara Scannell e Jeff D. Opdyke, 26/06/2008, The Wall Street Journal, C1) irá propor que remoção das barreiras existentes para as corretoras estrangeiras. Isso provavelmente tende a diminuir os custos de corretagem em Wall Street. E representa uma tentativa da SEC de enfrentar um mercado cada vez mais sem fronteiras.
Avaliaçã0 de Empresas
Marcadores: Cesar Tiburcio
DJI Soltou um candle de duvida (Doji) onde a máxima e a mínina estão fora da faixa do dia de ontem.Hoje testou o suporte em 11.600.ADX continua dando venda no gráfico diário assim como todos os outros indicadores.As bandas de bollinger continuam abertas o que significa que ainda pode testar níveis mais baixos.
IBOV Soltou um candle negativo.ADX e todos os indicadores mostrando venda.Temos no 60 minutos as BB fechadas que sinaliza um mercado sem tendencia nesse tempo.Testando o suporte de 63.600
Hoje temos a SUPER QUARTA
por Alexandre
Marcadores: Alexandre
Marcadores: Seagull
Sabe-se que os preços livremente negociados, via de regra, caem mais rápido do que quando sobem*. Tal circunstância corresponde às características da reação humana. O medo é sentimento mais poderoso que a ganância. Sempre foi e sempre será. Não por acaso fundos levam mais tempo para se formarem que topos.
Marcadores: Fact Finder
Marcadores: Felipe Mantovani
O chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Altamir Lopes, afirmou hoje que há uma tendência de desaceleração no ritmo de crescimento do crédito para pessoa física, quando se excluem as operações de leasing. Ele lembra que o segmento vinha registrando ritmo de expansão superior a 3% ao mês, mas em maio o crescimento foi de 1,4% e em junho, até o último dia 12, a elevação era de 1,3%. "Há uma clara acomodação no crédito à pessoa física, especialmente no crédito pessoal", disse Altamir.
"Por outro lado, há uma elevação no crédito pessoa jurídica, que tem como característica captação de grandes empresas. Nós observamos um crescimento muito forte em maio nas operações de capital de giro", acrescentou o chefe do Depec, destacando que esse movimento está relacionado a uma mudança de perfil de captação de recursos pelas empresas, que estão utilizando menos o mercado de capitais e mais o sistema bancário para se financiar.
Em maio, o crédito para pessoa jurídica cresceu 3,3% e em junho, até o dia 12, a expansão do saldo de empréstimos nesse segmento estava em 3,5%. Os dados parciais de junho mostram que o volume total de crédito até o último dia 12 teve alta de 2,5%.
Marcadores: Gandalf Wizard
Ruth Cardoso modernizou o papel de mulher do presidente no Brasil e marcou profundamente as políticas sociais brasileiras. Ela sempre rejeitou a expressão "primeira dama", mas depois dela a denominação ganhou outro sentido.
Nunca houve uma primeira dama assim, e talvez demore a aparecer alguém com o mesmo conjunto de virtudes. Ruth era inteligente, culta, discreta e extremamente capaz. A sua idéia de criar o "comunidade solidária" acabou com o estigma de que a mulher do presidente da República, quanto tem alguma ação social, tem que ser necessariamente de políticas assistencialistas. No Comunidade Solidária, o estado tinha o papel de coordenação entre o setor privado e a população carente. Empresas passaram a adotar cidades com alto índice de analfabetismo, ou passaram a patrocinar determinadas causas ou regiões. O Estado era apenas o elo de ligação entre o patrocinador e o cidadão. Ruth teve um papel fundamental na decisão de levar para nível federal a idéia do Bolsa Escola que nasceu em Campinas em 1995. Teve também papel importante na mudança da politica educacional na direção de buscar a universalização do ensino básico.
Não se ouvia falar de interferência politica dela em nenhum ministério. Seu papel era influenciar os grandes rumos das políticas sociais.
Antropóloga reconhecida no exterior pela suas qualidades intelectuais, Ruth durante o período do governo de Fernando Henrique, foi várias vezes ao exterior dar aulas e cursos em universidades americanas.
O Brasil perde hoje um modelo admirável de mulher que soube aliar a intensa vida intelectua às funções protocolares exigidas da mulher do presidente. O papel que a deixava desconfortável, a de "primeira dama", acabou sendo exercido com maestria. Ela o reinventou, tirando dele toda a marca do passado. Depois que acabou o governo Fernando Henrique ela continuou sendo a mobilizadora de recursos e apoios para as grandes causas de combate à pobreza e de avanços sociais no Brasil.
Marcadores: Miriam Leitão
Nesse grande jogo de poker que virou o manejo da economia por parte dos bancos centrais, Ben Bernanke anunciou outro dia que tinha uma boa mão. A hora não era muito propícia, apenas o flop havia sido aberto. Mas como ele já demonstrou outras vezes que é o típico jogador afobado, não agüentou a pressão e disse: "O Federal Reserve resistirá com firmeza à ameaça de inflação".
Marcadores: Samuel Ramos
Finalmente o mercado americano, mas precisamente o Dow Jones, chegou no patamar crucial dos 11700 pontos.
Logo de manhã o índice americano beijou o forte suporte, mas em seguida reagiu com força. Deixando uma mínima nos 11725. Teve uma valorização de quase 0,5%, superando a máxima do dia anterior, mas no fechamento voltou a trabalhar no campo negativo e encerrou o pregão com uma baixa de 0,29%, nos 11807 pontos.
Ponto a ressaltar: O IFR se encontra em uma zona que já serviu outras vezes como ponto de inflexão e de reação nos preços.
| DJI - Gráf. Diário |
Essa volatilidade refletiu da mesma forma aqui no nosso Ibov. As ações da Petrobras e da Vale (principalmente esta) mostraram força e trabalharam boa parte do dia no azul. Isso levou muitos especuladores afoitos às compras.
Sabendo (ou lembrando) da agenda de amanhã,talvez devessem ter revisto suas estratégias e tido um pouco mais de paciência. É inegável que independente do horizonte de investimento de cada um , quando se observa ações como as da Vale e da Petro em cima de suportes interessantes, depois de perderem mais de 15 % nas últimas semanas e vendo o mercado americano reagindo, a vontade de abrir a carteira e ir as compras se torna muito grande.
Mas é prudente lembrarmos a situação atual da economia mundial. O Fed amanhã tem uma decisão difícil. Aumentar os juros pode representar um sinal de que as pressões inflacionárias são piores do que se imaginam. Continuar baixando as taxas (muito improvável !) levaria o mercado ao pânico, já que ficaria evidente que períodos recessivos ainda estão por vir. O mais esperado é que Bernanke, não faça nada. Ou seja deixe a taxa nos 2% aa, sinalizando um pouso suave na política de cortes iniciada em 2005.
| VIX - "Índice do medo" |
Além do Fed, amanhã, completando a superquarta-feira, temos o anúncio de vendas de casas novas e as encomendas de bens duráveis nos EUA.
Uma agenda cheia que trará ainda mais oscilações. Levando provavelmente o VIX, o "índice do medo" de Nova Yorke, a testar as máximas alcançadas em Janeiro e Março.
Uma boa superquarta-feira para todos nós !
Marcadores: Christian
Ambos chegaram nos suportes mencionados, IBOV - 63.750 e DJI - 11.750 e formaram um quase doji.. indecisão…
Acredito o mercado está com um certo “medo” sobre a reunião do fed que aconteceu hoje e que sairá amanha falando sobre o futuro dos juros americanos.
Do pouco que já vi, se não me engano 3 reuniões todas aconteceram a mesma coisa… o dia antes da reunião cai pra caramba dpois no próximo dia sobe e fecha na máxima… Princiaplmente agora que mercado esta super sobrevendido… então qualquer noticia pode retomar o “sede por ações”
Marcadores: Cimino
Marcadores: Humberto dos Santos
Marcadores: Longwave
Marcadores: Investmaniacos
Marcadores: Humberto dos Santos
Certas informações sempre despertaram minha curiosidade. Por exemplo, será que os homens são maioria no mercado de ações enquanto investidores pessoa física? Quais os percentuais de homens e mulheres na Bolsa de Valores de São Paulo? Será que a diferença representa alguma coisa? Homens e mulheres dividem a mesma paixão pelos investimentos em ações?
Dados divulgados pela Bovespa mostram, por exemplo, que o total de investidores individuais no mercado chega a 486.706. O Estado de São Paulo é o líder no número de investidores pessoa física: são 222.109 pessoas, seguido de longe pelo Rio de Janeiro (80.900), Minas Gerais (34877), Rio Grande do Sul (34710) e Santa Catarina (16864). Estes, claro, apenas os cinco primeiros.
São números que mostram como o mercado amadureceu, atraindo um número cada vez maior de pessoas. No entanto, a diversidade regional ainda não é fator tão presente, havendo clara concentração nas regiões Sul e Sudeste. Bacana perceber que, segundo levantamento recente realizado pelo jornal Valor Econômico, entre 2000 e 2008, a quantidade de pessoas do Nordeste na bolsa subiu 30%, acima do ritmo visto no Sudeste (25%) e no Sul (27%).
E a relação Homens X Mulheres na Bovespa?
A quantidade de homens, como ainda é de se supor, é maior. Do total de 486.706 investidores, 370.352 são homens e 116.354 são mulheres. Os gráficos abaixo facilitam o entendimento da dimensão destes valores apresentados pela Bovespa:


Continua em Dinheirama
Marcadores: navarro
Continuando o post de ontem, hoje, ao ler uma reportagem no Jornal Valor Econômico (sou fã dos editoriais e colunistas deste jornal); achei bem interessante a comparação do mercado com um velho jogo de cartas denominado "rouba monte" (VER LINK ABAIXO). Marcadores: Augusto César Willer
Se isso acontecer, o IPCA-15 atingirá 3,55% no acumulado dos primeiros seis meses do ano. Nos últimos dozes meses, o acumulado saltará de 5,25% para 5,8%. Ou seja, está se distanciando ainda mais do centro da meta. Mais uma vez os alimentos devem mostrar pressão sobre os preços. A Concórdia estima uma alta de 0,47 pontos percentuais nesse segmento. Isso significa mais da metade da variação.
O IPCA-15 mede os preços tendo como referência a metade do mês. Ele funciona como uma espécia de prévia do IPCA cheio, que é o indicador oficial de inflação, utilizado pelo Banco Central. O IPCA de junho será divulgado na segunda semana de julho.
Marcadores: Miriam Leitão
Não sou eu - um mero iniciante - quem está dizendo, mas o Stormer, no fórum do seu site:
Primária e secundária de alta. Olho e vejo ela com um nível de IFR no semanal em que TODAS as vezes que chegou ali marcou fundo do ano. Todos os anos bate uma ou duas vezes na media de 55, que serve de violentissimo suporte. Fez 5 semanas de queda seguidas, igual ao movimento de agosto do ano passado. Está em cima de linha de tendência de alta. Enfim, PESSOAL, o que mais vocês querem de um gráfico para pensar em alguma operacao??? Que ele venha se jogue aos seus pes e implore e jure mil amores???
Para mim é uma compra tao obvia, mas tão óbvia ao fechar um dia acima de 49,83 essa semana, que não tem nem o que se comentar.
O setup de compra fica, então, pouco acima da máxima da semana passada.
O stop de venda, caso a expectativa de alta não se confirme, fica um pouco abaixo da mínima da semana passada.
Como, nesse tipo de estratégia (mais de longo prazo), costuma haver stops longos, é bom calcular quantas ações você deve comprar para não comprometer demais seu capital.
Um investidor iniciante na bolsaMarcadores: Alessandro Martins
Desde fev/2007 o gráfico tocou a MM120 apenas 4 vezes, sendo que a quarta vez está sendo hoje.
Comprei este papel antes de sair de férias confiando nos indicadores (conforme mostra o post do dia 07/06 - clique aqui para acessá-lo). A aplicação visa um longo prazo, no entanto, até agora estou no prejuízo, mas nada que assuste (até por que a empresa tem credibilidade). Agora é esperar para ver se o papel vai seguir na tendência de alta de longo prazo.
Sds,
Rogério Rios
BuracoInvest
Marcadores: buracoinvest
Gregor, infelizmente não temos agora os gráficos semanais do IBOV e DOW. Amanhã publicaremos ambos.
Para amenizar a espera, aí vai uma análise rápida do IBOV e DOW diários. Não esqueçam que os gráficos foram gerados ontem, após o término do pregão, apesar dos comentários estarem adequados para o dia de hoje...
IBOVESPA Diário

A poucos instantes, o Ibovespa testou os 64.000 pontos mostrados no gráfico acima. A mínima está em 63.713 pontos.
Como mostramos ali, se perder este ponto, testará os 60.000. Neste nível, testará a linha de tendência de alta de longo prazo (quase 5 anos).
Bom, se perder os 60.000, "a coisa fica preta".Amanhã mostramos isso no gráfico do IBOV Semanal
Dow Jones Diário

Assim como o Ibovespa, a poucos instantes o Dow testou o importantíssimo suporte dos 11.750 pontos. A mínima atá agora está em 11.725 pontos.
Bem, se perder este ponto, a situação pode se agravar. Ainda não será o fim dos tempos, mas estará próximo disso. A melhor notícia do momento é que o Dow já andou até positivo hoje.
A única certeza é de muita volatilidade, pois amanhã será anunciada a decisão do FED Americano quanto aos juros...
Continuem mandando seus pedidos de análise....
OBS: Gregor, obrigado pelo retorno e pelas análises. É com a opinião dos leitores que podemos melhorar o Blog.
Ah, se quiser, manda uma análise que publicamos (com os devidos créditos) e nosso comentário.
Um abraço,
Equipe Investmaníacos
Marcadores: Investmaniacos
O mercado é um ambiente de alta complexidade, não por motivos diferentes disso que pesquisadores das ciências dos caos e da matemática não-linear estão se debruçando sobre seus dados na tentativa de obterem informações que ofereçam vantagens competitivas no momento de investir.
Porém a partir de outros pressupostos é possível obter informações muito relevantes sobre os movimentos dos preços através da psicologia de mercado. É uma estratégia que supõe que, na média, os investidores estão certos sobre suas decisões e tentar analisar os movimentos provocados por aqueles que presumivelmente sabem mais do que o restante.
Será que existem investidores que são realmente mais sagazes e mais bem-informados do que a média do mercado ? Sem dúvida alguma. Será que esses investidores conseguem retornos mais altos do que a média do mercado ? Não necessariamente. Como observou Keynes, o mercado de ações é como um concurso de beleza no qual o prêmio vai para a pessoa que acertar em quem os outros juízes vão votar, e esta definição é válida para todos os mercado com livre definição de preços (excelente definição). No jargão do mercado, os altos retornos freqüentemente vão para o investidor que prevê melhor as ações que os outros investidores vão comprar.

Existem dois problemas que são críticos para que uma estratégia de acompanhar a estratégia de outros investidores funcione. O primeiro é idenficar os investidores a quem seguir, que nem sempre são os maoires ou mais conhecidos. No entanto, é razoável concluir que os investidores que têm acesso às melhores informações são os que possuem as maiores probabilidades de ganhar do mercado e que, portanto, seriam os que deveríamos seguir. O segundo é descobrir quando e o que esses investidores estão comprando e vendendo a tempo de imitá-los. Isto é, frequentemente difícil.
Existem vários indicadores técnicos que procuram identificar o que os investidores mais bem informados estão comprando e vendendo. Um deles nos informa as vendas a descoberto realizadas pelos profissionais do mercado. Como estes profissionais acompanham o dia-a-dia do mercado e têm acesso a informações que nós não temos, é de se supor que eles devam sabem quais são as ações que estão sub ou supervalorizadas. Assim, um aumento súbito e acentuado de vendas a descoberto de uma ação por parte desses profissionais sinalizaria más notícias a respeito desta ação e uma grande queda no seu preço.
Alguns analistas examinam todas as vendas a descoberto de uma determinada ação, argumentando que, para início de conversa, apenas os investidores maiores e mais sofisticados podem vender uma ação a descoberto. Um estudo realizado por Senchack e Starks em 1993 oferece algum suporte para este indicador ao observar que os retornos tendem a ser mais negativos para ações onde os juros a descoberto ( vendas a descoberto como percentual das ações em circulação) são maiores. Existem outros indicadores do tipo “místico” que prevêm ciclos e movimentos a longo prazo, porém esse é assunto para um outro tópico.
Marcadores: Fernando Botti
Marcadores: buracoinvest
DJI próximo da base do canal de baixa no intraday.
Longwave
Marcadores: Longwave
Fui acertar uns detalhes de minha demissão no jornal onde trabalhava e troquei algumas palavras com o Fábio Ferrari, o responsável pelo Departamento Pessoal da empresa. Descobri que ele é um recente entusiasta da Bolsa de Valores.
Ele me mostrou como costuma operar. Disse que não gosta nem de análise técnica nem de análise fundamentalista. Muita complicação para pouco resultado, afirmou.
Mas na verdade o que ele faz é uma análise técnica bem simples. Acha os suportes e resistências principais e, baseado nesses patamares, toma suas decisões com razoável índice de sucesso.
De fato, quanto mais indicadores e informações você incluir em seus planos e setups mais difícil vai ser saber se você de fato os está seguindo ou não. Mais tempo esse processo de decisão vai tomar e mais estressado você vai ficar. As chances de erro crescem e as chances de não saber onde você errou também.
Assim, meu conselho é: antes de tudo entenda o básico. Suportes e resistências, linhas de tendência e volume. Depois, entenda um ou outro indicador, saiba identificar como ninguém um candle significativo (sobretudo a partir dos gráficos semanais).
Aqui no Iniciante na Bolsa você também encontra algum material sobre Suportes e Resistências, que deve estar relacionado nos links abaixo.
Marcadores: Alessandro Martins
As melhores
1) Google
2) Johnson & Johnson
3) Intel
4) General Mills
5) Kraft
6) Berkshire Hathaway
7) 3M
8) Coca-Cola
9) Honda
10) Microsoft
As piores
10) DaimlerChrysler
9) General Motors Corporation
8) ChevronTexaco Corporation
7) Ford
6) Sprint
5) Comcast
4) Exxon
3) Northwest Airlines
2) Citgo
1) Halliburton
As maiores variações:
1) Bank of America
2) Halliburton
3) Wal-Mart
4) Sears
Avaliação de empresas
Marcadores: Cesar Tiburcio
Inflação hoje não é um assunto exclusivo dos brasileiros, muito pelo contrário. É um aspecto que assombra os países ditos desenvolvidos, em função da contínua elevação do preço do petróleo, que pasmem: não deve diminuir sua continuidade.
No Brasil, em específico, após três anos acomodada em patamares invejavelmente baixos, as projeções de mercado já indicam que a inflação deve encostare no teto da meta estabelecida pelo CMN (6,5%), o que levou nosso Banco Central a atuar subindo os juros básicos da economia em um ponto percentual (por enquanto).
QUAIS OS IMPACTOS?
Com os juros voltando a subir, há uma tendência de realocação de ativos, privilegiando-se os de renda fixa, em detrimento dos renda variável.
O primeiro ponto relevante refere-se ao ganho real, que vai se reduzir e virar negativo em alguns casos. Este é calculado retirando-se da rentabilidade da carteira a inflação ocorrida. Se pegarmos como base a família dos IGPs (e não o IPCA usado no sistema de metas), a situação é ainda muito pior, pois já estão superando a casa dos 13% ao ano, próximo da remuneração atual do CDI.
O segundo aspecto importante tem relação aos papéis de renda fixa, que compõem as carteiras de praticamente todos os tipos de fundos de investimentos. Com a inflação em alta, os títulos prefixados passam a perder atratividade e a demanda por pós-fixados naturalmente se eleva. Assim sendo, ocorrem, muitas vezes, distorções nos preços, o que acaba influindo temporariamente de forma negativa nas cotas.
Outro ponto que se sobressai, quando a inflação é mais alta, é a variável taxa de administração, que se torna muito mais saliente, uma vez que ela "consome", por natureza, rentabilidade. Deve ser considerada na escolha do investidor.
Todavia, a questão de maior relevo é, a meu juízo, o impacto indireto nas bolsas de valores. Como no modelo macroeconômico vigente em nosso país os juros são eleitos os responsáveis pelo combate à alta dos preços, há um efeito multiplicador perverso sobre as empresas. Esse se dá, resumidamente, assim: 1) Juro em alta implica em crédito mais caro e, conseqüentemente, em menos consumo e menores vendas; 2) Juro em alta traz maiores custos financeiros. Efeito de 1 + 2 = menores lucros e baixa das cotações em bolsa. Dessa forma, os investimentos em ações deverão ser contaminados negativamente com essa onda de aperto monetário, especialmente se ele se prolongar e for de grande magnitude (maior que dois e meio pontos percentuais). Assim sendo, os fundos de ações podem vir a ser prejudicados.
Nesse cenário, os fundos multimercados, que possuem estratégias múltiplas em renda variável, são os mais indicados. Podem se utilizar, por exemplo, do long/short, para se aproveitar das distorções que ocorrem em momentos de mercados com maiores incertezas.
Para concluir, a despeito do grau de investimento conquistado, o cenário para as aplicações pode não ser mais róseo como no passado recente. A volta da inflação mais elevada é somente mais um fator complicador.
Marcadores: Bussola de Finanças
Sua Excelência, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, é um homem honrado. Conquistou dois mandatos presidenciais pela via eleitoral, sem recorrer a expedientes escusos. Apesar das críticas da oposição e das desconfianças de parte a parte, é lícito dizer que a família Silva é uma das que menos tem relações com o poder em toda a história republicana. Sua Excelência poderia ter cedido a tentações autoritárias e tentado embaralhar o equilíbrio de poderes durante os pontos mais baixos da popularidade do Legislativo e não o fez. Por isso, Sua Excelência merece nosso respeito, por sua trajetória pessoal e política.
Dito isso, peço licença para, respeitosamente, pedir a Sua Excelência que acorde e pare de brincar com coisas sérias. É verdade que não pega bem para nenhum político ficar dizendo que tem de jogar areia nas rodas da economia, ainda mais em ano de eleição e quando a economia está crescendo e a criação de empregos formais finalmente está pegando ritmo. O problema é que todas as estimativas do mercado mostram que os preços vão sair do controle. O IPCA deverá superar 6% este ano, e os IGPs vão cravar um aumento de preços de dois dígitos, pressionando os reajustes de aluguéis e tarifas públicas em 2009.
Pouca gente no governo vai dizer isso com todas as letras, mas a inflação é uma ameaça a tudo isso. Ela devastou a economia brasileira por duas décadas e a sociedade brasileira teve de fazer um sacrifício enorme em termos de crescimento para contê-la. Em quinze anos, tivemos de segurar um respeitável tranco: oito planos econômicos, seis moedas, três congelamentos de preços e um confisco de recursos.
Ninguém em sã consciência quer a volta da inflação, e acredito que até mesmo os internados em institutos de tratamento mental concordariam. Pior: a inflação pune exatamente quem está na base da pirâmide, quem gasta uma fatia maior do que ganha com comida, moradia e transporte coletivo. São esses compatriotas que vão sentir na pele mais duramente uma aceleração dos preços, mesmo que sejam temporariamente beneficiados pelo aquecimento da economia.
Por isso, respeitosamente, digo: acorde, presidente. Sua popularidade não vai cair se Vossa Excelência adotar agora algumas medidas duras contra a inflação. Ao contrário, Vossa Excelência só vai honrar sua biografia se combater a inflação que tanto pune quem ganha pouco - como Vossa Excelência tão bem sabe.
Marcadores: Cláudio Gradilone
Merrill Lynch está convencida de que os EUA estão diante de uma recessão
Petróleo e setor financeiro internacional foram destaques na sessão
Merrill Lynch vê necessidade de ampliar investimentos em infra-estrutura no Brasil
Anúncio da Rio Tinto refletirá em próximo reajuste da Vale, afirmam analistas
LocaWeb cancela pedido de análise de oferta mas não desiste de processo de IPO
Entrevista: analista da Fitch vê cenário desafiador para o setor aéreo
Ataques na Nigéria penalizam produção local e levam cotação do petróleo a alta
Marcadores: Cimino
Marcadores: Humberto dos Santos
O mercado fez uma correção nessa segunda-feira, que acabou ocorrendo apenas no intraday. O volume negociado foi extremamente baixo. Tudo isso leva a concluir que se trata de apenas um pull-back, com a antiga LTA funcionando como resistência. A tendência continua sendo de queda.
Abaco
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Ao contrário das major averages yankees (DJIA, SP500 e NAZ), o índice de varejo da Standard and Poor's - leia-se: Wal-Mart, Home Depot, etc. - sequer conseguiu superar as máximas de fevereiro e esbarrar na MM de 200 dias. Continua lagging junto com Financials. O atingimento dos suportes do início do ano é iminente.
Markets by Fact Finder
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Marcadores: Samuel Ramos
Queria apresentar para vocês um estudo que elaborei sobre o comportamento do investidor estrangeiro.
Como muitos já sabem, eu periodicamente publico aqui no blog como se comporta o fluxo dos investidores estrangeiros na Bovespa e na BMF. Desta vez, resolvi esmiuçar um pouco mais esta questão.
Antes de mais nada selecionei as 10 principais corretoras gringas que operam na Bovespa. São elas: Citibank, Credit,Ubs , Finabank, Griffo, JP Morgan, Merril Lynch, Santander, Deutsche e Morgan Stanley. Em seguida, usando uma combinação de plataformas, identifiquei a movimentação financeira destes players.
Na planilha, que você pode fazer o download abaixo, eu apresento duas tabelas que ilustram o saldo financeiro dos estrangeiros em cada uma das ações que compõem o IBX100, nas três primeiras semanas de Junho. Na primeira tabela, as ações estão divididas por ordem alfabética e na segunda por ordem de valor.
A intenção deste estudo é tentar identificar de maneira mais precisa como é alocado o capital estrangeiro na nossa bolsa. Afinal de contas, conforme já foi mostrado em um artigo publicado aqui no blog, os estrangeiros ainda mandam no Ibov. Sabendo em que ativo eles preferem investir, talvez consigamos ter mais êxito nas nossas operações
Sugiro que todos examinem a planilha juntamente com o desempenho das ações e se possível comentem o que acharam.
Para fazer o download da planilha clique aqui .
Completando o estudo, segue na imagem abaixo o fechamento de hoje:
Ainda não elaborei nenhuma estratégia em cima das informações aqui contidas, mas confesso que a princípio estou bastante empolgado com a análise.
Continuarei acompanhando e postanto aqui para vocês.
Marcadores: Christian
A pedido do Investidor Mercio, estamos analisando a ação BEMA3, Bematech ON.
O gráfico semanal abaixo mostra sua evolução desde o lançamento de suas ações em Abril de 2007.
Desde aqueles tempos, a ação só caiu, até atingir os R$ 6,00. Que desvalorização!!!!!
No preço citado acima, a ação parou de cair e iniciou uma tímida reação, com o rompimento da linha de tendência de baixa. Foi até os R$ 10,00, quando voltou a cair.
No gráfico semanal realizamos um estudo de Fibonacci, onde descrevemos as resistências naturais da ação em uma futura alta.
O gráfico diário abaixo mostra melhor o comportamento do papel no curto prazo.
Com a perda do suporte do canal de alta (linha inferior), a ação deverá testar os R$ 7,00. Se perder este nível, pode voltar até os R$ 6,00, fundo da queda anterior, onde poderá reagir.Marcadores: Investmaniacos
Marcadores: Humberto dos Santos

O gráfico semanal abaixo mostra o comportamento da ação desde Outubro de 2005. Até o final de 2007, a ação tinha uma baixíssima, mas realmente baixíssima liquidez, um comportamento normal das ações LIXOS, ou Micos, como o Mercado chama.
Analisar a ação antes do final de 2007 é impossível. O retângulo ressalta isso.
No gráfico, podemos observar a reta suporte de alta, iniciada em Abril de 2008 e a fantástica oscilação ocorrida a 3 semanas atrás.. QUE ISSO!!!!!
É um bom exemplo que comprova na prática o que sempre falamos destes papéis: ”O céu e/ou o inferno podem ser suas cotações”.
No gráfico diário abaixo, existe a acumulação entre os períodos de dezembro de 2007 e Junho de 2008, quando a ação “explodiu”.

Marcadores: Investmaniacos
Ibovespa quase na LTA intraday.
PETR e VALE segurando o índice. Os outros ativos corrigem ainda.
Marcadores: Longwave
b

Marcadores: buracoinvest
Estive em Maringá na sexta e no sábado – e encontrei ali um exemplo do Brasil que avança e que bate contra o muro do custo Brasil.
No período janeiro/maio deste ano, o número de empregos formais criados em Maringá já superou o de todo 2007. Percebe-se a atividade a olho nu: prédios em construção, por exemplo. Há 70 sendo levantados na cidade.
Isso é reflexo do bom desempenho do agronegócio, do campo à industrialização dos produtos.
O custo Brasil?
É simplesmente escandaloso que uma região tão ligada à economia internacional, exportadora, não disponha de um aeroporto adequado tanto para cargas quanto para passageiros.
Aliás, esse custo é de todo o Paraná. O principal aeroporto do estado, o de São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, não tem pista suficiente para operar grandes cargueiros com os tanques cheios. Resultado: produtores paranaenses têm de enviar as cargas, por caminhões, para Viracopos, em Campinas, também lotado.
O principal porto de Paranaguá está lotado e precisa de reformas básicas.
Paraná tem uma malha de boas estradas, privatizadas, mas insuficientes. Como o governador Requião se dedica a combater os pedágios e as concessionárias – tolerando várias ocupações de pedágios – os novos investimentos não avançam, por falta de segurança jurídica.
E, claro, falta mão de obra qualificada, de pedreiro e motorista de caminhão. Aparece um claro problema educacional: muitos empregos exigem não formação especializada, mas bom conhecimento de português e aritmética, para que a pessoa consiga ler e entender as instruções.
Pode anotar: o setor público é o que falha.
Há anos se discute um bom aeroporto para a região Maringá-Londrina. Por que não privatizam, já que os governos não conseguem fazer?
Marcadores: Carlos Alberto Sardenberg
Os investidores estrangeiros estão realmente saindo com vontade da Bovespa. Desde o dia 20/05 ao dia 18/06 as vendas superaram as compras em R$ 9,61 bilhões. O saldo do ano (2008) que estava positivo R$ 3,97 bilhões até o dia 19/05 está agora negativo R$ 5,63 bilhões, uma bela reversão em menos de um mês.
Este pode ser um sinal do início de uma correção mais forte no Ibovespa, que já está bem acentuada no seu primeiro movimento de baixa. A seguir o gráfico abaixo contendo a evolução diária do saldo dos investidores estrangeiros (SIE) e o Ibovespa em 2008.
Continua em Dalton Vieira
Marcadores: Dalton Vieira
Os últimos meses têm sido de muita agitação por aqui. Muito trabalho, muito estudo, muita leitura e muitos fatos. Adoro fatos! Acredito que através deles somos capazes de compreender a realidade que nos cerca e definir que medidas importantes devem ser tomadas para nos movermos, com o objetivo de deixar para trás os problemas. O brasileiro é um povo resiliente, que não desiste nunca, não é? Nem tanto.
Lutamos por melhores condições de vida e trabalho, somos guerreiros. É verdade. Lutamos pelas nossas famílias, para que possam viver dias melhores. Verdade. Nunca desistimos de lutar por nossos direitos e por melhores condições comerciais e financeiras nas negociações em que participamos. Ahn, eh, como assim? Se lutamos para pagar menos, pagar melhor, para viver dentro do orçamento, para ter dinheiro sempre? Blah, que nada!
Continuamos nos endividando de forma irresponsável, seja por pura ignorância financeira ou pela “armadilha do crédito fácil”, atualmente em voga na vida de todos nós. A manchete de ontem (22 de junho de 2008) do jornal Folha de S. Paulo, “Endividamento cresce 47% em 26 meses”, dá a dimensão do problema. De novo, a questão é grave e merece nossa atenção.
Vejamos o que alguns dados do Banco Central evidenciam (lembre-se, isso são fatos):
Marcadores: Conrado Navarro
Com o crescente interesse de investidores em língua portuguesa em Forex, (estima-se em torno de 2000 investidores apenas no Brasil - saiba mais aqui e aqui) o broker americano Interbank FX, seguindo a tendência de outros brokers menores como North Finance e IFC Markets, além de outros, acabou de lançar a versão oficial de seu site em língua portuguesa (uma tradução um pouco estranha, diga-se de passagem).
Obviamente de olho em novos investidores e nos spreads gerados por suas transações, acredito que são ótimos passos para a desmistificação e a popularização desse excepcional mercado no Brasil.
Site: http://www.ibfx.com/
Marcadores: botti
DJI Soltou um DOJI (candle de indecisão).Do lado da venda temos a tendencia e todos os indicadores diários apontando para tal, é ainda com as bandas de bollinger abertas (rali de baixa).Do lado da compra temos no gráfico de 60minutos temos as bandas de bollinger fechadas e o TRIX comprado.
IBOV Soltou um DOJI.Do lado da venda temos todos os indicadores do gráfico diário e a tendencia de venda, com as bandas de bollinger abertas.(rali de baixa).Do lado da compra temos apenas o TRIX comprado no 60minutos.
por Alexandre
Marcadores: Alexandre
Marcadores: Seagull

Marcadores: Augusto César Willer
A pedido do Investidor Aluizio, estamos analisando a MAGG3, Magnesita ON.
Antes de mais nada, é importante avisar que esta ação foi agrupada e era negociada com o antigo código MAGS5. A reportagem do site Infomoney esclarece esta questão.
Como mostra o gráfico diário acima, desde Abril o papel teve uma espetacular alta, passando de aproximadamente R$ 10,00 para R$ 25,00.
O que falar de um gráfico como o mostrado acima ?!?!?!
Apenas salientar que, se perder a linha suporte da tendência de alta, pode cair forte. Primeiro suporte em R$ 20,00.
Resistência da ação em R$ 25,00. Depois disso, estará livre para subir...
Marcadores: Investmaniacos
Pode estar armando outro swing contra tendência…
Esta respeitando esta LTB a 1 meses… se romper pode estar sinalizando uma possivel inversão de tendência!
Uma possivel entrada arriscada poderia ter no rompimento de 16,30
Targets
1 - 16,70
2 - 17,15
3 - 17,50
Marcadores: Cimino
Tanto o Dow Jones, quanto o Ibovespa se mativeram em cima do muro, mas pelo menos não cederam.
Marcadores: Longwave
Após "apenas" 2 semanas de descanso, volto à atividade e pelo que vejo no gráfico do IBOV, a coisa degringolou e formou até um canal de baixa. A parte amarelada mostra exatamente o período em que eu estive de férias. Vamos ver se eu sou "pé quente" ou é o mercado que está virando (rs...).
Pelo gráfico, parece que o IBOV forma um suporte, justamente na região em que fez um fundo dias antes do rating de Investment Grade conferido pela S&P (em torno de 63.700, no dia 30/04/2008).
Voltemos à ativa e reposicionar as aplicações.
Sds,
Rogério Rios.
Buraco Invest
Marcadores: buracoinvest
Marcadores: Humberto dos Santos
Marcadores: Humberto dos Santos


Na “grande explosão” da ação, passou de R$ 0,10 para R$ 1,51 !!!! Na época acompanhamos esta grande alta, que estava atrelada a possível venda da empresa para uma grande rede hoteleira.
A figura de triângulo assimétrico de baixa mostra que, se perder os R$ 0,47, realmente pode chegar novamente aos centavos... Mais informações da empresa no site da Bovespa
InvestmaníacosMarcadores: Investmaniacos
Marcadores: Longwave
O mal pode ser menor para as classes média e alta, que podem se defender do aumento dos preços por meio de aplicações financeiras. O que os números mostram é que quanto menor é a renda do trabalhador, maior é o estrago causado pelo aumento dos preços, que está focado principalmente em alimentos básicos.
Nos últimos 12 meses, a variação do preço dos alimentos medida pelo IPCA (que cobre gastos de famílias entre 1 e 40 salários mínimos) foi de 17%. Já a variação feita pelo INPC (que considera apenas o consumo de famílias entre 1 e 6 salários) foi mais alta: 19%. Seguindo a mesma linha, o custo de vida para quem ganha apenas 1 salário mínimo tende a ser ainda maior.
Quando se olha para a variação de preços da cesta básica, que inclui apenas 13 dos mais de 160 alimentos que são medidos pelo IPCA, percebe-se que o aumento é assustador: no período de 12 meses, a alta foi de 25% em São Paulo, 42% em Belo Horizonte e 50% em Fortaleza. A cesta básica cobre alimentos que fazem parte da alimentação diária das pessoas, como carne, arroz, feijão, pão e óleo.
"Quanto mais básico o índice, portanto, mais inflação ele mostra, pois não apenas o item alimentação está puxando a inflação, como, dentro de alimentação, são os produtos mais básicos, e portanto com maior peso na cesta dos mais pobres, os que mais aumentaram preço", mostra um relatório do Banco Itaú.
Vejam no gráfico abaixo, como a inflação em alimentos básicos subiu muito mais do que em índices que cobrem uma cesta maior, como o caso do IPCA e do INPC. É dentro desse cenário que o governo precisa decidir se quer ou não ajudar o Banco Central no controle dos preços, elevando o superávit primário e cortando gastos.

Marcadores: Miriam Leitão
Está respeitando bem este canal de 60″…
Segunda feira pode ser que tenha um repique interessante…
Está queda tem objetivo inicial em 63.700… Fundo antes do IG da S&P e retração de 50% de fibonacci
Marcadores: Cimino
Houve a perda da LTA e o desaparecimento das divergências nos indicadores. Mercado passa a ser francamente de baixa, com suporte mais forte em 61 mil pontos. Deve continuar seguindo o canal de baixa, podendo ter ocasionais correções.
Abaco
Marcadores: Abaco
A Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (sigla FAO em inglês), publicou seu índice de preços dos alimentos atualizado.Boa Semana, Bons Negócios.
(Fontes: fao.org; oil-price.net).
Marcadores: Stock Buster
DJI Com tendência de baixa e com todos os indicadores do gráfico diário apontados para a venda.Tem suporte em mais ou menos 11.750 e em 11.635.As bandas de bollinger abriram o que mostra um novo rali de venda.
IBOV Com tendencia de baixa e com todos os indicadores do gráfico diário apontados para a venda.Tem suporte em mais ou menos 63.530.As bandas de bollinger se abriram o que mostra rali de venda.
Hoje vou colocar apenas esses dois….Pois os outros papéis que sempre analiso estão se comportando da mesma forma.
“a pior de todas as estratégias é não ter uma estratégia”Não me lembro quem falou essa frase pois acho que já ouvi de várias pessoas….E acreditem, ela é muito importante para se ter sucesso no mercado financeiro.
por Alexandre
Marcadores: Alexandre
Em uma de suas memoráveis newsletters - de abril de 2006 - Richard Russell, o veterano editor das Dow Theory Letters, comentou que um de seus amigos, investidor muito rico e bem-sucedido lhe perguntou: "Russell, do you know why stockbrokers never become rich in this business?" . Respondeu alegando desconhecimento. E o investidor continuou: "They don't get rich because they never believe their own bullshit."
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Marcadores: Fact Finder
Marcadores: Longwave
Respeitando muito bem este canal de baixa… repare a inclinação dele que incrivel!
Algo que me deixa com bastante medo é este volume incrivel na sexta feira…
Agora está na base do canal de baixa este seria um suporte interessante para um breve repique… tem suporte principal para curto prazo em 11750, apenas 1% da cotação atual… o ibov está bem proximo deste valor com 1,3% de distanciamento do suporte principal de curto prazo em 63750
Marcadores: Cimino
Atendendo ao pedido da leitora Cristina Fonseca, vou analisar o desempenho do papel PIBB11.
Para quem não sabe, esse papel representa quotas do fundo PIBB Fundo de Índice Brasil - 50 - Brasil Tracker, o primeiro fundo de investimento em índice de mercado. O PIBB Fundo de Índice Brasil - 50 - Brasil Tracker - é um fundo de investimento constituído sob a forma de condomínio aberto e destina-se à aplicação em carteira de títulos e valores mobiliários que visa a buscar resultados semelhantes à performance do IBrX 50. Mais detalhes, www.pibb.com.br .
Em poucas palavras, ao comprar o PIBB11, você está automaticamente diversificando a sua carteira.
O primeiro lançamento dos papeis ocorreu em 2004. Desde então, conforme podemos observar no gráfico semanal, o papel vem apresentando uma forte valorização. Assim como ocorreu com o Ibovespa. Aliás, para aqules que querem comprar o índice da bolsa de São Paulo, mas não tem familiaridade com as operações no mercado futuro (BMF), o PIBB11 surge como uma alternativa excelente. Afinal de contas, o IBrX 50 e o Ibov, possuem uma forte correlação.
No gráfico semanal percebemos como o PIBB11 vem respeitando um canal de alta em escala logartímica desde a sua criação. Inclusive diria que atualmente além de testar o antigo topo histórico está bem próximo da banda inferior do canal. Um setup interessante.
O gráfico diário, nos permite traçar como objetivo, caso a tendência de alta não seja perdida, o patamar dos 120 reais. Vale lembrar, que infelizmente a líquidez do papel deixa a desejar. Isso ocasiona muitas vezes um spread muito alto entra as ofertas de compra e venda.
Por outro lado, se o horizonte de investimento for de longo prazo, o PIBB11 se enquadra perfeitamente. Lembrando é claro, que por representar um "pacote" de ativos, o PIBB11 não paga dividendos. O que pode se tornar um impencilho para aqueles que gostam de uma remuneração extra além da valorização do ativo.
Sugiro a leitura do artigo escrito, a algum tempo aqui no blog, sobre a incidência do imposto de renda nas operações com o PIBB11 ( Atenção investidores do PIBB11 ) . Depois de alguma confusão, e graças a ajuda dos leitores do blog, conclui que o PIBB11 é tratado pela receita como um ativo comum e não como um fundo de ações.
Marcadores: Christian
Eu vinha justamente comentando do quanto os candles dos gráficos semanais são mais confiáveis que os dos gráficos diários e, bem hoje, a VALE5 fechou a semana formando um doji no gráfico semanal, cotada a R$ 46,75, em cima da média exponencial de 55 dias.
Depois de quatro semanas de candles escuros e longos - ou seja, de queda expressiva - esse candle pode significar reversão durante as próximas semanas.
A queda de hoje, sexta-feira, foi importante, mais de 3%, mas o volume foi relativamente baixo como o de ontem, o que pode demonstrar certa falta de convicção do mercado nesse movimento para baixo. Além disso, a queda serviu para configurar o doji que, repito, no gráfico semanal, é mais confiável que no diário.
Pode ser uma boa oportunidade para compras. Não esqueça de posicionar seu stop, pois se semana que vem ficar abaixo disso, o cenário será menos otimista.
Marcadores: Alessandro Martins
O governo Chinês anunciou hoje que os motoristas de Pequim serão obrigados a fazer rodízio de carros para diminuir a poluição do ar durante os Jogos Olímpicos. A medida vai tirar de circulação cerca de 45% dos 3,3 milhões de carros da cidade entre 20 de julho e 20 de setembro.
É incrível, mas a qualidade do ar está fazendo com que muitos atletas cogitem não participar da cerimônia de abertura. Algumas equipes já anunciaram que vão chegar à cidade somente no dia das provas, diz uma reportagem do Wall Street Journal (leiam aqui).
A foto abaixo (Reuters) mostra o céu de Pequim na última terça-feira. Acreditem, o tom acinzentado não é prenúncio de chuva, mas efeito de fumaça e poluição.

Marcadores: Miriam Leitão
Continua fazendo água...
É nestas horas que agradecemos por usar stops como limitadores de perdas, e até mesmo para apropriar o "lucrinho" duramente (nem tanto, rs) conquistado. Quem pegou a bolsa a partir de 2002, quando o Ibovespa estava abaixo dos 20 mil pontos, não tem do que reclamar
Nem falo por mim, porque como dizem que em casa de ferreiro o espeto é de pau, eu deveria ter seguido fielmente esta cartilha do "lucro no bolso" e ZERADO toda a carteira. Alguma coisa foi apropriada, outras adquiridas e ,pelo sim pelo não, continuo com algo entre 10 e 20% do meu capita livre (como na maior parte do tempo) alocado em alguns ativos de primeira linha - e uns poucos outros nem tanto, rs.
Mas dentro de cada investidor existe (ou deve existir?) um lado patrimonialista e um outro mais especulador. Ninguém pode se considerar agressivo ou moderado o tempo todo, como pessoa ou até mesmo as instituições financeiras. Claro que há um lado predominante na maior parte do tempo. Algumas corretoras são notadamente ousadas em seus posicionamentos. Muitas possuem um grande cacife para "jogar" contra o mercado e isto facilita bastante.
Como o texto é um pouco extenso, deixo o link para continuação:
Venha se cadastrar e participar dos debates! ^v^Marcadores: Seagull
Declaração de Alexandre Wolwacz, mais conhecido como Stormer, um dos principais analistas técnicos brasileiros atualmente, em um dos tópicos do fórum da Leandro e Stormer:
Candles no gráfico diário nao servem para nada. Cara ou coroa desempenha melhor que a maioria deles no diário. No semanal, o indice de acerto é otimo.
(…)
É chocante isso nao é??? Mas é a pura verdade. Eles isoladamente no gráfico diário não têm nenhuma serventia. Porem se você associar com outras ferramentas, como suportes, médias, retrações, aí sim comeca a melhorar o desempenho. Porém, ao meu ver, só funciona no semanal.
Então fica o recado. Não pire muito nos candles diários.
Também já vi o Stormer chamar o gráfico diário de O Gráfico do Desespero, capaz de causar confusão e emoções por demais perturbadoras até no mais experiente dos analistas.
Na dúvida, pense grande. De longe, qualquer confusão parece menor: olhe no gráfico semanal.
Marcadores: Alessandro Martins
Marcadores: Longwave
Marcadores: Humberto dos Santos
Marcadores: Longwave
Economia e Mercado:
PIB – Produto Interno Bruto
SEC – Securities and Exchange Commission
FED – Federal Reserve (Banco Central Americano)
CEO – Chief Executive Officer
CIO – Chief Information Officer
CFO – Chief Finacial Officer
RMB – Renminbi, moeda da China
NAV – Net Asset Value
ETF – Exchange Traded Fund
ON – Ação ordinária nominativa
PN – Ação preferencial nominativa
Ex-D; Ex-J – Ex-dividendo; Ex-juro s/capital
IPO/OPA – Initial Public Offering/Oferta Pública de Ações
GTC – Good till cancelled
CPI – Consumer Price Index
PPI – Producer Price Index
CPMF – Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira
PAC – Programa de Aceleração de Crescimento
ADR – American Depositary Receipt (ações estrangeiras negociadas nas bolsas dos Estados Unidos)
CALL – uma opção de compra de uma ação a um preço pré-determinado
PUT – uma opção de venda de uma ação a um preço pré-determinado
VIRAR PÓ – uma opção (ou uma ação) que não vale nada
STOP LOSS – uma ordem para vender uma ação quando ela cair a um determinado nível de preço
DAY TRADE – comprar e vender uma ação no mesmo dia
VENDA DESCOBERTA – vender uma ação que você não possui
NAKED CALL – vender uma opção de compra (call) não tendo a ação para entregar caso a opção seja exercida pelo comprador. A grande maioria das corretoras não aceita esse tipo de ordem, pois o prejuízo não tem limite.
Blog do Tong
Marcadores: John Tong
Nos últimos dias tenho recebido diversos e-mails e comentários de leitores preocupados com o atual momento econômico do país e do mundo. É verdade que motivos não faltam: crise hipotecária norte-americana que ainda de fato não teve seu final; crise do petróleo e dos alimentos que eleveram os preços no mundo todo; e o rumor de início de crise nos fundos de pensão dos EUA.
Está certo, o cenário mundial já esteve melhor do que nos dias atuais. A grande pergunta que fica é: o que o investidor deve fazer nesses momentos? A primeira - e talvez mais importante - coisa a fazer é manter a calma e analisar a situação olhando para o futuro e seu planejamento. Estou certo que dentro de sua estratégia havia uma hipótese de crise e estava prevista a possibilidade de um período com maiores dificuldades. Estou certo?
Não tinha um plano B? Respire fundo e procure manter a calma mesmo assim. A vantagem do plano B é que este pode permitir uma saída alternativa para crises já tão comuns nos dias de hoje. No mais, a informação de qualidade e a atitude podem fazer a diferença.
Continua em Dinheirama
Marcadores: Ricardo Pereira
No ano passado, os brasileiros compraram 2,31 milhões de carros e comerciais leves (tipo jipes e caminhonetes), tudo zero quilômetro e cerca de 80% pagos no crediário. Mercado bombando, demanda superaquecida.
Parece dar razão à tese de que, beneficiados com o crédito farto e prazos longos, ofertado por bancos ávidos de lucros, os consumidores brasileiros foram às compras com disposição até irresponsável. Tudo terminando em excesso de consumo, filas e inflação.
Será?
O licenciamento de veículos novos em 2007 registrou um salto de 27,8% sobre o volume de 2006, mais um dado a favor do excesso.
Será de novo?
Vejamos outra comparação: o licenciamento de veículos novos em 2007 foi 25% superior ao de … 1997, dez anos atrás!
Isso mesmo, o número de automóveis e comerciais leves comprados e licenciados em 2006 (1,83 milhão) foi menor do que o verificado em 1997 (1,87 milhão).
Ou seja, durante nove anos seguidos o mercado de automóveis no Brasil encolheu, embora a população tenha aumentado de 24 milhões.
Resumindo: o mercado subiu logo depois do choque de estabilização provocado pela introdução do real, em 1994. Com moeda estável e dólar baixo derrubando a inflação, o poder aquisitivo aumentou, o crédito melhorou e as pessoas foram às compras.
A partir de 1997, as seguidas crises internacionais, combinadas com o longo, difícil e doloroso processo de reformas internas, a economia brasileira alternou alguns bons momentos e muitos sobressaltos, com surtos de inflação e de desvalorização do dólar.
Em consequência, o crescimento foi baixo e caiu o poder aquisitivo. Houve anos de queda da renda real, ou seja, quando as pessoas chegam em dezembro mais pobres do que eram em janeiro. O mercado encolheu.
De 2003 para cá, uma feliz combinação mudou o cenário: economia mundial em extraordinário crescimento e demandando produtos que o Brasil podia entregar; forte crescimento das exportações, trazendo dólares abundantes para o país, que resolveram o problema da dívida externa e da inflação; e maturação das reformas e mudanças que culminaram com uma inflação baixa e contida, contas públicas equilibradas.
Conquistada a estabilidade macroeconômica, o Brasil voltou a ser um país normal. E um país normal tem crédito, por exemplo.
Em 2002, o crédito tomado pelas empresas e pessoas equivalia a 22% do PIB. Lógico, como dar crédito com insegurança quanto ao valor futuro da moeda?
Neste ano, o crédito está chegando a 41% do PIB, o dobro do verificado há apenas seis anos.
É exagero?
Não, errado era em 2002.
Há países parecidos com o Brasil em que o crédito concedido equivale ao dobro do brasileiro. Ou seja, cabe mais crédito aqui.
Assim, tendo de volta o emprego, a renda e o crédito, o consumidor brasileiro voltou ao mercado. Reparem, de novo: levamos dez anos para retomar o consumo de automóveis. Só em 2007 o número de carros comprados ultrapassou o nível de 1997.
Não se pode chamar de exagero, mas de retorno à normalidade.
O mesmo vale para itens importantes. Por exemplo: decolou a venda de computadores. É que os computadores eram muito caros e não havia crédito.
Em um dado momento, com a combinação de redução de impostos e estabilidade macroeconômica, o preço dos computadores caiu e, com o crédito mais longo, foi possível comprá-los nas grandes lojas de departamento a prestações de R$ 30.
Isso é o normal. Anormal era ter de pagar R$ 3 mil à vista.
Ou seja, havia muito consumo atrasado no país.
O problema é que o crescimento do consumo é mais rápido do que a da produção – e isso aocntece em qualquer país.
E é esse problema que o Brasil enfrenta agora.
Mas a culpa não é do consumidor.
Para falar francamente, o consumidor fez o que se espera dele: ir às compras.
Marcadores: Carlos Alberto Sardenberg
Marcadores: Humberto dos Santos
Marcadores: Investmaniacos
Marcadores: Longwave
O preço do barril de petróleo já está caindo mais de US$ 5,00 no final da tarde. A causa é, como já mostamos no post abaixo, a redução dos subsídios chineses à gasolina, óleo combustível, energia elétrica e combustível de aviação.
A China agora segue a tendência de redução de subsídios, o que já aconteceu em outros países asiáticos como a Índia e a Malásia. A Índia, por exemplo, elevou os preços do petróleo e do diesel entre 8% e 17% no início do mês.
O gráfico abaixo mostra como os preços internos do petróleo estavam no início de junho, antes dos reajustes dos combustíveis nesses países. O valor do litro do petróleo na Inglaterra, país que internaliza as variações do petróleo, estava em torno de US$ 2,25, enquanto na China e Indonésia, que praticam subsídios, eram bem menores, em torno de US$ 0,75 e US$ 0,50 respectivamente.
Isso causou uma explosão no consumo de petróleo. Cerca de 70% do barril de petróleo adicional é consumido por países asiáticos.
Marcadores: Miriam Leitão
O suporte localizado em R$43,70 foi alcançado nessa quinta-feira. Uma correção pode acontecer nos próximos pregões. Contudo, a tendência continua sendo de queda, podendo buscar o próximo suporte, em R$41,40. Essa tendência é reforçada pelo fato de não existir, ainda, uma situação de sobrevenda.
Abaco
Marcadores: Abaco
Marcadores: Humberto dos Santos
A leitora Karina Gomes nos trouxe o seguinte questionamento:
Olá, tenho uma dúvida e gostaria que vocês me ajudassem, Vale a pena investir em imóveis de baixo custo? Perto da minha casa existe uma área onde residem pessoas com baixas condições financeiras. Nesse lugar construíram vários prédios voltados a esta classe de pessoas. Cada apartamento está sendo vendido pelo valor de 10.000 reais e o aluguel desse imóvel está em torno de 150 reais. Minha dúvida é, pensei em comprar um desses imóveis para alugar, mas com esse aluguel tão baixo, vale a pena esse tipo de investimento?
Marcadores: Rafael Seabra
Marcadores: Humberto dos Santos
Nesta quinta-feira (18) a forte queda no barril do petróleo (WTC) de 3,43% refletiu no desempenho ruim das ações da Petrobrás (PETR3 -3,45% e PETR4 -3,3%), levando junto o Ibovespa (0,75%). O barril do petróleo fechou o dia valendo U$ 131,85. Em congestão há alguns dias, o fechamento de hoje aumenta a probabilidade de ocorrer o teste do suporte em U$ 127,93, proporcionado pelo gap de alta no gráfico diário (figura abaixo).
O gráfico diário da PETR4 (figura ao lado) já demonstrava a maior probabilidade de queda, devido a ocorrência de uma seqüência de padrões de reversão dos candles na resistência da média móvel exponencial de 13 dias.
O fechamento de hoje (18) abaixo os suportes em $44,80 e $44,20 aumenta a probabilidade de nova mínima no próximo pregão. A seguir os próximos suportes:
Marcadores: Dalton Vieira
Entrevistamos o consultor financeiro Augusto Sabóia (foto), MBA em Personal Finance, com especialização em Logística e Distribuição, Marketing de Serviços, Previdência Privada, Seguros para a proteção da Vida e do Patrimônio no Brasil e no Exterior. Cursou Economia e Engenharia de Pesca com formação, desde a Escola Secundária no Brasil e USA.
Empresário desde muito jovem contando com mais de 30 anos de experiência. Personal Adviser há treze anos tendo realizado mais de 2000 reuniões personalizadas. Seu Inventário de Clientes conta com executivos, Empresários, Profissionais Liberais, Atletas, Artistas, Viúvas, Fundações e Espólios. Pesquisador dos temas relacionados ao planejamento Financeiro Pessoal e Familiar Preparação para Aposentadoria, Seguros de Vida, Preparação para o Divorcio e Rematrimônio, Sucessão Familiar e Empresarial. Além disso, Sabóia é membro Fundador da ABRAFIP – Associação Brasileira dos Planejadores Financeiros Pessoais.
O blog QueroFicarRico conversou com o Augusto, para esclarecer algumas questões relacionadas a planejamento financeiro, previdência privada e seguros. Agradecemos a disposição do Augusto. Confiram abaixo a entrevista:
QueroFicarRico: Quais são as principais dicas para elaborar um bom planejamento financeiro?
Augusto Sabóia: Seus Sonhos! Depois segurança da sua família e de sua velhice. Realizado esses “pequenos detalhes”pode gastar o resto... Se sobrar!
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Marcadores: Rafael Seabra
Desemprego. Que acabou ficando de lado na apresentação geral do panorama do país antes e de fundamental participação nessa nova fase da economia do país.
O que mais se fala da Alemanha são as altas taxas de desemprego. E realmente, vinha sendo um problema sério. Ainda mais tendo em vista o alto seguro-desemprego pago. O que é um absurdo.
Há dois anos consecutivos há diminuição da taxa de desemprego, que chegou ao valor de 7,8% em maio desse ano, o menor valor desde 1993.
E um fato que surgiu hoje pode ser adicionado. Ainda ganharam da "favorita" seleção de Portugal pela Uefa Euro 2008.
A mensagem principal é: os bons resultados continuam.
Rabiscos economicos
Marcadores: Diego Baldusco

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Marcadores: Humberto dos Santos
FFTL4 possui uma liquidez menor, mas pode dar trade no rompimento da LRI ( Linha de Resistência Inclinada )
Longwave
Marcadores: Longwave
Olho para a frente e tento imaginar como será o empreendedor do futuro. Vejo um profissional com bom domínio dos conceitos básicos de gestão e em condições de conduzir o seu negócio.
Alguns sinais me levam a pensar assim, os quais compartilho:
A) A pesquisa realizada em 2007, pelo Sebrae, com o título “Fatores Condicionantes e Taxa de Sobrevivência e Mortalidade das Micro e Pequenas Empresas no Brasil 2003-2005”, identificou que o percentual de sobrevivência, de pelo menos dois anos, saltou de 51% em 2002, para 78% em 2005, por uma série de fatores, dentre eles uma melhor qualificação e capacitação do empreendedor. Esse comportamento é crescente e tende a se consolidar, graças ao apoio de entidades como SEBRAE, FEDERAÇÕES ESTADUAIS (FIESP, FIERJ…), ASSOCIAÇÕES COMERCIAIS…
B) As universidades já tratam o tema empreendedorismo como uma matéria essencial na preparação de administradores, contadores, economistas, engenheiros e advogados. Cursos de graduação em empreendedorismo, autorizados e reconhecidos pelo MEC já são 17, fora os demais que estão em processo de reconhecimento e centenas de pós-graduação. Essa popularização explica por que estamos migrando de empreendedores por necessidade para empreendedores por oportunidade. (ver pesquisa GEM 2007)
C) O desenvolvimento de planos de negócios é um exercício praticado por jovens conectados, que já perceberam que o emprego estará cada dia mais escasso. (2800 candidatos por vaga foi a média de inscritos para as vagas de trainee mais cobiças, ofertadas por multinacionais de 1ª linha neste ano, no Brasil.)
Mas, se o futuro será realmente com empreendedores mais capacitados, em qual arena será travado o duelo da competição empresarial, na busca por maiores fatias de mercado e clientes?
Marcadores: Sergio Oliveira
Ter prejuízo em uma operação por causa de fatos rapidamente precificados - na direção contrária a que espero - não me perturba. Comentei outro dia quando estava short em uma operação travada de opções de petr4 justamente quando o papel começou a ficar estupidamente e estranhamente altista. Dias depois Dona Dilma anunciou o descobrimento do Campo de Tupi em Rede Nacional. Things got ugly...
Perturbador para mim é sentir que estou com um viés de análise coincidente com o da maioria. Ou seja, com o melhor analista do Lehman Brothers ou com o Zé das Couves. Tanto faz. Aí é que passo a duvidar das minhas pesquisas e provavelmente não terei coragem de fazer nada ("when in doubt stay out") até que novos cenários sejam vislumbrados. Note-se que a dissonância cognitiva advém do fato de estar "do mesmo lado" da maioria. Não tem a ver com surpresas no price action. Ocasião na qual mudo de lado tão rapidamente quanto possível.
Isso seria um tipo de sentiment analysis não-convencional. Esse tipo de análise serve para aprimorar os technicals e não o inverso.
Markets by Fact Finder
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De uma forma geral, todos gostamos de rankings. É uma forma simples de entender e interpretar se vamos bem ou mal em determinada área. Seja nos resultados do vestibular, na tabela das melhores seleções da Fifa, nas classificações dos esportes profissionais ou no simples jornal do dia-a-dia, o ranking baliza e compara o universo de diversas entidades.
O Brasil figura em muitos rankings, mas nem sempre em posições interessantes e que mereçam nossos aplausos. O importante é que, independente dos resultados, os números sempre incitam reflexões. Que tal começar com as perguntas feitas por Yoshiaki Nakano, ex-secretário da Fazenda do Estado de São Paulo, em recente artigo publicado na Folha de S. Paulo:
“Será que algum dia o povo brasileiro poderá desfrutar do mesmo padrão de vida dos atuais países desenvolvidos? Quando, e como, vamos alcançar e ser tão ricos quanto os países desenvolvidos?”
Responder às perguntas é um desafio e tanto. Uma comissão internacional, liderada pelo Prêmio Nobel de Economia Michael Spence e apoiada pelo Banco Mundial encontrou 13 países que foram capazes de crescer 7% ao ano ou mais por 25 anos. O Brasil está entre eles, mas tal potencial esfriou a partir de 1980.
Em suma, o relatório aponta que:
É certo que em estudos futuros - se computados os últimos anos - o Brasil sairá desse ranking. Nossa renda per capita cresceu à média de 0,5% ao ano durante os últimos 25 anos. Nos países desenvolvidos, esse índice cresce, em média, 2% ao ano há quase 100 anos. Nakano elogia a competência nacional e nosso poder de recuperação, mas alerta que:
“Para o Brasil alcançar os países desenvolvidos em 2050 (renda per capita de US$ 75.130), nossa renda per capita teria de crescer 5,3% ao ano. Para isso, o PIB teria de crescer mais do que 6% ao ano”
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A partir desta data, provavelmente ligada a melhores perspectivas da empresa, suas ações começaram a ser negociadas mais vezes.
Desde a data citada acima, até semana passada, a ação estava em um triângulo simétrico de longo prazo, formado a aproximadamente 1 ano e meio.
Ao romper a resistência do triângulo, a projeção da alta seria a base do triângulo, algo em torno de R$ 2,50. Porém, a ação bateu R$ 4,00!!!!
Olhem o gráfico diário abaixo... oscilação maior que