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Longwave
O gráfico Diário abaixo mostra melhor o comportamento de curto prazo da ação.
O suporte imediato, dentro do grande triângulo, está em R$ 50,00, na última acumulação do papel antes de testar a resistência em R$ 60,00.
Na última queda deixou gap próximo a R$ 55,00.
A tendência continua indefinida.
Mais informações da empresa no site da Bovespa.
Investmaníacos
Era muito cedo para achar que a crise de crédito americana havia passado. Trata-se de uma crise de longa duração, que está sendo agravada pelo terceiro choque do petróleo. Os preços do combustíveis fora do controle agravam a situação de quem tem a casa financiada nos Estados Unidos e está sofrendo com a confusão no mercado imobiliário e também com a inflação dos alimentos. O Congresso americano está preocupado com isso, tanto que já fez 16 audiências sobre o assunto. Mas o assunto não diz respeito "apenas" à maior economia do mundo, afeta todos os países, direta ou indiretamente. Estamos vivendo o 3º choque do petróleo, tão forte quanto os que aconteceram nos anos 70. No começo, parecia que não, pois o barril estava subindo devagar durante anos, só disparou nos últimos doze meses. Ouça aqui na CBN.
O Brasil é conhecido mundialmente por centenas de coisas positivas, como a rica mistura cultural, a hospitalidade e, de uns tempos pra cá, pelo bom ambiente para os negócios. Ops, a palavra-chave negócios, independente do momento, é também responsável por aquele que é tido como um dos mais graves entraves ao crescimento do país: a alta carga tributária. É imposto para todo lado, para tudo e para todos.
Empresário ou apenas consumidor, o brasileiro reclama dos altos impostos cobrados em produtos e serviços. Com razão. O país, seja no âmbito municipal, estadual ou federal, arrecada muito, mas parece pouco eficiente na utilização desses recursos. Você sabe quanto os impostos representam ao fazer suas compras? Quanto do valor do carro popular zero quilômetro é tomado pelos impostos? E uma simples lata de refrigerante?
Isso traz outro questionamento importante: em se tratando de impostos, será que os governos fazem bom uso da arrecadação? O exercício de cidadania proposto a partir destas perguntas faz falta aos empresários brasileiros que abrem seus negócios sem levar em conta o impacto tributário. O mesmo acontece com o simples consumidor. Afinal, quem somos nós diante dos impostos?
Continua em Dinheirama


O gráfico diário abaixo mostra o comportamento de curto prazo da ação.
Há um gap em R$ 20,90. Se fechado, será um sinal positivo para novas altas. Caso não seja fechado agora, um dia será ...
A tendência é de alta, podendo chegar até as máximas anteriores, em R$ 25,00
O suporte é a linha inferior do canal e a resistência a linha superior. Perdendo o a linha de suporte, deverá testar os R$ 19,00. Rompendo a linha de resistência poderá acelerar a alta e testar os R$ 25,00 rapidamente.
Pelo que lemos na mídia, a empresa deverá recomprar uma parte de suas ações. Alguns analistas interpretaram isso como um sinal de que o preço da ação está subvalorizado.
Mais informações da empresa no site da Bovespa.
Investmaníacos
A Economia não é uma ciência exata. É uma ciência mais ou menos exata, mais ou menos humana... (Guia de autodefesa do investidor das galáxias). Isto se deve, em grande parte, a que as medidas implementadas pelos governos dependem pura e exlusivamente da resposta dos indivíduos. E indivíduos não necessariamente respondem da mesma forma a um estimulo.
Definitivamente estamos num ano turbulento.Todo mundo esta torcendo para que a turbulência acabe logo. Apenas três semanas atrás parecia que todo estava dando certo... Mas, na realidade é que ainda não acabou.
Quando vai acabar exatamente? Bom, isso é algo que tem tantas repostas como analistas e economistas existem.
Períodos inflacionários aconteceram algumas vezes nos últimos 10 anos... Inúmeras vezes nos últimos 20 anos... E incontáveis vezes nos últimos 70 anos.
Pra quem gosta de conservadorismo…
Meu questionamento sobre longo prazo…
Reparem o gráfico mensal do DJI
Pior desvalorização mensal dos ultimos 5 anos… de 10,22% e perdeu grandes suportes importantes….
E agora esta completando um pivot de baixa… Reparem que a MM25 já começa a laterealizar… mostrando a fraquesa do indice norte americano…
Matematicame fazendo um breve estudo de 20 anos para cá o DJI caiu mensalmente 5 vezes mais que 10% e há uma estatistica de 3/5 chance de alta no proximo mês… Sendo que destes 3 repiques 1– não tinha feito pivot de baixa e a tendência principal segundo down ainda era de alta… ou seja… matematicamente 20% de subir no próximo mês..
Consequentemente o IBOV esta com a pior desvalorização mensal dos ultimos 4 anos… mais ainda estamos em um pivot de alta e as MM pra cima… ao contrario da matriz…
Está todo mundo confuso. Inclusive os especialistas. Ninguém previu exatamente o que está acontecendo hoje no mercado de petróleo. A consultoria Trendlines, do Canadá, fez uma compilação das previsões de 22 empresas e consultorias internacionais sobre o pico da produção e o fim do petróleo. Na primeira, houve a dispersão de 30 anos; na segunda, de 225 anos. A mesma confusão ocorre nas previsões de preços.
Na lista dos cenários compilados pela Trendlines, estão os de grandes produtoras, como Saudi Aramco, Shell, Exxon, até os da Opep e de consultorias especializadas. Para essas empresas, o pico da produção vai de 2020 a 2050. Cada uma tem um palpite. Os cenários de esgotamento do petróleo variam de 2050 a 2365. A revista "BusinessWeek" ouviu cinco especialistas e perguntou a eles para onde vai o petróleo no futuro próximo. Colheu cinco diferentes respostas. Mathews Simon, da Simon & Co., acredita que o barril ficará entre US$ 200 e US$ 500 num período que vai de seis meses a quatro anos. Jeff Rubin, da CBIC World Markets, aposta em US$ 225 para 2012. Larry Chorn, da Platts, acha que, em 2012, estará entre US$ 130 e US$ 140. Ed Morse, do Lehman Brothers, calcula que, no ano que vem, estará em US$ 83. Tim Evans, da Citi Futures Perspective, está prevendo que, no fim deste ano e começo do próximo, o petróleo estará em US$ 70 a US$ 80. Ou seja, se você está confuso, fique calmo: está em companhia dos maiores especialistas em petróleo do mundo, que andam feito baratas tontas diante desse novo choque, que a maioria subestimou.
Continua em
Achei esta tabela no ADVFN bem interessante…
Comparem a força da bolsa brasileira comparada com a americana nesta ultima semana… e compare também com o resto global…
O panico ainda ronda nossa bolsa… mais DJI perdendo 4,38% e nós fechando a semana perdendo somente 0,47%… é uma grande diferença! Perto de nós só a China…
Blog do Cimino
Agora eh questao de saber se segura…
Queda de 1% apenas… e o ibov segurando bem e trabalha positivo com um ganho de 0,5% … morgan stanley que estava a 2 semanas na ponta vendedora de vale e petro passou a comprar.. .fazem 3 dias mais ou menos…
Nas ultimas vezes que o dji violou a minima e fechou bem perto dela… o dia seguido foi de alta… vamos ver se isso ocorre!! Tudo depende do fechament
Chegamos ao final de uma semana cheia de dados econômicos importantes, a maioria negativa. O relatório de inflação do Banco Central veio com uma previsão muito maior para o IPCA de 2008, já no patamar de 6%. Hoje, o IGP-M de junho mostrou uma alta forte dos preços e seu acumulado em 12 meses passou de 13%. A previsão de déficit da conta corrente do país também foi aumentada.
Ao mesmo tempo, a economia global continua imersa em três choques simultâneos: a inflação impulsionada pelos alimentos, a disparada do petróleo e a crise financeira americana, que ainda afeta os mercados. Nos EUA, os dados de ontem não foram tão ruins. O governo anunciou que o PIB cresceu mais que o esperado no primeiro trimestre, mas as bolsas lembraram do problema do crédito com a divulgação de um relatário negativo do Goldman Sachs sobre os bancos. O petróleo reforçou a disparada dos últimos três meses e hoje sua cotação ultrapassou US$ 142.
Até houve boas notícias no Brasil, como a divulgação da queda do desemprego em maio, mas o clima negativo prevaleceu na semana. Ouça aqui na CBN.
“Nesses dias, é praticamente impossível surfer na internet, abrir um jornal ou revista ou escutar televisão sem ver uma celebridade vendendo algo como guardas-chuvas, soda, carros, telefones, medicamentos, cosméticos, jóias, roupas ou até mesmo fundos mútuos. (...) As estrelas estão em quase 14 por cento dos anúncios do ano passado, segundo a Millward Brown, uma agência de investigação de marketing. Embora o número mais do que duplicou na última década, está abaixo do máximo de 19 por cento em 2004. (Ei, poderia ser maior: Personagens aparecem em 24 por cento dos anúncios na Índia e 45 por cento em Taiwan.)
Estrelas e roqueiros envelhecidos continuam em anúncios por uma razão muito simples: celebridade vende. Se o consumidor acreditar que certa estrela ou cantor pode efetivamente utilizar o produto, as vendas podem decolar. (...)
o Índice Davie Brown, um sistema de avaliação independente on-line que foi iniciado há dois anos para poder acompanhar a comercialização de celebridades(... ) O índice baseia a sua pontuação em oito métricas (...) Os cinco principais [artistas] são Tom Hanks, Will Smith, Michael Jordan, Morgan Freeman e George Clooney.

Para vocês verem como o pessoal anda meio perdido. Recebo o relatório de um fundo de investimentos em petróleo nos EUA dizendo aos cotistas que o óleo pode ir a 150 dólares o barril no curto prazo, mas que depois também pode desabar a 75 dólares. A metade!
Como nunca se diz – porque nunca se sabe - até que dia vai o curto prazo e quando começa o médio, a incerteza é total.
As duas hipóteses podem ser racionalizadas. Pode-se chegar aos 150 dólares porque, afinal, já bateu em 140 e o mercado está muito tenso, com muita margem para especulação.
Mas se essa situação se aprofunda – preço muito alto de petróleo e comida, inflação espalhada, juros começando a subir no mundo todo - pode vir uma forte desaceleração e queda de consumo. E, pois, dos preços. Pode tudo, não é mesmo?
O fato é que o mundo está passando de um período de forte crescimento sem inflação e juros muito baixos (especialmente de 2002 a 2006) para um momento de inflação (por causa do aquecimento do consumo global) e desaceleração em consequência da
crise financeira.
Daí essas “previsões” – pode custar uma fortuna, pode não ver nada. Preste atenção, pois, nos fundamentos. Os países mais bem estruturados, com boa base macroeconômica, sofrerão menos.
Ana comenta: “Navarro, estive recentemente com um dos gerentes de meu banco e ele me indicou um título de capitalização como investimento e poupança para o futuro. A chance de ganhar uma boa grana em sorteios, mais o dinheiro corrigido ao final do período, me animaram. Mas você não recomenda, não é? E agora?”
Ainda o título de capitalização? Vou repetir, usando negrito: título de capitalização não é investimento. As respostas matemáticas e financeiras que comprovam minha afirmação podem ser facilmente compreendidas através da leitura de dois artigos:
O que o banco realmente acha do título de capitalização?
Duas experiências em uma mesma agência bancária, para onde fui propositalmente investigar as “vantagens” do título de capitalização, demonstram a realidade dessa que é uma péssima alternativa de poupança, investimento ou acúmulo de capital.
“Que tal contratar um ‘SeiláoquêCAP’ para ajudar o banco?” Assim fui interpelado pelo colaborador no caixa, quando ele percebeu que ali se encontrava um potencial cliente para seu produto de capitalização. Ajudar o banco? Então eu abro minha conta em um banco para ajudá-lo? Realidade ou não, pelo menos a abordagem deveria ser contrária. O “SeiláoquêCAP” é bom para mim? O que eu ganho com isso? Quem se importa? Blah.
Nesta quinta-feira (26) das 66 ações que compõem o índice Bovespa apenas 04 fecharam em alta, as outras 62 fecharam em baixa. Veja a seguir as maiores baixas:
Com o desempenho ruim da maioria das ações o Ibovespa fechou o dia em baixa de 2,9%, abaixo dos 64.000 pontos. Na análise de ontem (25) comentei o ponto negativo do dia:
O fato negativo do dia foi que na última hora de pregão do mercado americano os índices Dow Jones e S&P500 recuaram fortemente, revertendo a subida que ocorreu após a divulgação de manutenção da taxa de juros.

Muitos investidores não dão atenção para o dinheiro que é entra na conta bancária como pagamento de dividendos. O motivo é simples: normalmente representam menos de 2% do valor investido. Com isso, este dinheiro precioso acaba não sendo reinvestido e são rapidamente consumidos pelos gastos do dia-a-dia. No curto prazo pode parecer pouco, mas reinvestir os dividendos aumenta incrivelmente a rentabilidade de uma carteira de longo prazo.
Uma dica para manter a disciplina é investir todo dinheiro recebido em um fundo de renda fixa até juntar um montante suficiente para ir “as compras”. Depois de algumas décadas você terá mais ações da empresa e, consequentemente, receberá mais proventos (no longo prazo esta prática cria uma curva de rentabilidade exponencial semelhante a do juros composto). A vantagem é que as aplicações de renda fixa não pagam taxa inicial de aporte ou corretagem (mas lembre-se que aplicações de curto prazo pagam IOF).
É interessante fazer o controle de todos os proventos recebidos durante o ano. A CBLC envia relatórios mensais com esses valores e as empresas das quais você é sócio são obrigadas a enviar o informe de rendimento anual com Juros Sobre Capital Próprio e Dividendos. Na prática, a maioria das empresas não envia informe dos dividendos, então cabe a você fazer esse controle. No Ajuste Anual de Imposto de Renda você também deve declarar tudo, mas isso falaremos em nosso guia de IR online que pretendemos lançar.
Reinvestimento automático - Algumas empresas e bancos possuem serviço de reinvestimento automático de dividendos em ações. A Vale possui este serviço desde 2005.
Continua em Investidor Jovem
Depois de constatar uma cena como essa logo acima no dia de hoje e perceber que o índice Dow Jones está perdendo no ano mais de 10% (Bovespa marca hoje 0,09% em 2008), creio ser oportuno inaugurar o pequeno "relógio cuco" que está aí ao lado, no layout do blog.
A coisa está feia lá fora… os indicadores estão todos super vendidos, mais pelo jeito os investidores preferiram esquecer ifr e se importa um pouco mais com os fundamentos…
A DJ Perdeu um canal de alta (azul) e uma LTA mais longa (azul pontilhada) que vinha desde 2005 segurando o índice… Tinha resistência importante em 11.650 que foi rompida hoje…
Proximas resistências importantes em:
11.350
11.000
10.700
Sempre me interessei por finanças e matemática financeira. Acho que este é o tipo de coisa que deveria ser ensinada na escola primária e depois reforçada nos ensinos médio e superior. A partir desse interesse desenvolvi, por exemplo, uma calculadora financeira simples em Java, baseada nas fórmulas do manual da HP-12C, porém muito mais simples de usar.
Com a explosão da Web e o conhecimento de algumas de suas linguagens, foi possível colocar essa calculadora na Internet. A idéia de acessá-la a qualquer momento e de qualquer lugar me pareceu bastante convincente. Além disso, compartilhar o conhecimento é sempre saudável. Como o Java não está disponível em todos os browsers, reescrevi a calculadora usando Javascript. Acesse a Calculadora Financeira.
Como e por que usá-la?
Ah, sim, boa pergunta. As pessoas deveriam criar o hábito de ao menos verificar os juros que estão pagando já que, infelizmente, mentir sobre juros ainda é prática comercial corrente. A calculadora financeira criada torna esta tarefa muito fácil. Você precisa saber que campos preencher e como deve interpretar os resultados.
Veja como é simples:
Vejamos um exemplo. Suponha um empréstimo de R$ 500, a ser pago em três parcelas de R$ 200. O preenchimento fica assim:
Agora basta pressionar o botão “i” para calcular a taxa de juros, que será de 9,7%. Isso considerando que a primeira parcela será paga daqui um mês. Se a primeira parcela for uma entrada no ato da compra, você deve ativar o botão BEGIN (clique para deixá-lo amarelo vivo) e recalcular “i”. Os juros serão muito maiores, de 21,5%, afinal você está pagando 2 vezes R$ 200 para financiar apenas R$ 300 - pois dos R$ 500 iniciais você já pagou R$ 200 como entrada e restam financiados apenas R$ 300.
Calculadora HP-12C online
Desenvolvi também um simulador “completo” da calculadora HP-12C para a Web - clique aqui e conheça. Era uma ambição antiga desenvolvê-la, mais “para provar que eu era capaz de fazê-lo”, já que a versão online não é exatamente uma alternativa prática à HP-12C de mesa. Creio, isso sim, que ela pode muito útil como meio de aprendizado.
Apesar de ser menos prática que a calculadora financeira simplificada, eu uso muito minha HP-12C via Web. Fica muito mais fácil quando se decora os “bindings” de teclado, para evitar usar o mouse. As teclas do PC correspondentes às teclas da calculadora podem ser consultadas logo abaixo da imagem da calculadora.
Feramentas para o investidor avançado
Escrevi e publiquei também a Calculadora de Opções, que nasceu mesmo da necessidade, pois opero com opções da Bolsa. Existem diversas outras ferramentas semelhantes na Web, mas nenhuma me agradou muito. Inicialmente, eu tinha desenvolvido esta calculadora para PC, porém isso significaria ter que reinstalá-la em todos os computadores para poder usá-la. Na Internet fica fácil, agora ela está disponível em qualquer lugar.
Mais recentemente, precisei de uma ferramenta mais ágil para consultar a volatilidade implícita de muitas opções - mas de uma vez só. Estava ficando enfadonho fazer isso através da calculadora individual, pois as cotações oscilam o tempo todo. Nos EUA, os home brokers fazem isso por você. Aqui, ainda não. Surgiu então outra ferramenta, o resumo das volatilidades implícitas das principais opções Bovespa, que exibe os parâmetros de um grande número de opções.
Espero que possam aproveitar as ferramentas, criadas exatamente com dois propósitos: aprendizado e colaboração. Até a próxima.
Elvis Pfützenreuter é pesquisador e professor, mestre em Ciência da Computação pela UFSC e formado em Ciências Contábeis pela UNIVILLE. Há muito tempo interessa-se por finanças e mantém seus trabalhos disponíveis na Internet. Acesse: http://www.epx.com.br
DinheiramaNão é à toa que o megaempresário americano Warren Buffet disse que se estivesse no lugar do presidente do Fed, Ben Bernanke, pediria demissão. A situação econômica dos EUA continua delicada. De acordo com os números que saíram hoje, o PIB americano até cresceu um pouco mais do que o esperado no primeiro trimestre, 1%, mas a inflação, medida pelo PCE, continua avançando e o índice anual cheio atingiu 3,6%.
E nos EUA, nem há o fator demanda pressionando os preços. O aumento dos gastos com combustíveis e os temores em relação ao financiamento imobiliário fazem o americano consumir menos. Isso torna difícil para o Fed decidir o que vai combater, a recessão ou a inflação. Por enquanto, ele vem optando pelo equilíbrio, mas, na minha opinião e de vários analistas, Bernanke, que é um especialista na crise de 1929, reduziu demais a taxa de juros. Ele se apavorou com a perspectiva de recessão, diante da ameaça de uma grande crise no mercado de capitais. Mas é preciso reconhecer que a operação é delicada. A boa notícia nisso tudo é que o restante do mundo já não depende tanto dos Estados Unidos e, portanto, está sentindo menos seus problemas.
Miriam LeitãoParece grave contradição: de um lado, o Banco Central, em seu Relatório de Inflação, diz que um dos fatores de aquecimento da economia é o consumo do governo, ou seja, gastos públicos.
De outro, o Ministério da Fazenda diz que faz um esforço fiscal (contenção de gastos) e o Ministério do Planejamento anuncia cortes de bilhões de reais no orçamento do governo federal.
Não há contradição, apenas estão dizendo coisas diferentes.
Para esclarecer: o governo federal está, de fato, aumentando seus gastos. No período janeiro/abril deste ano, as despesas primárias (pessoal, previdência, custeio e investimentos, excluindo-se pagamento de juros) subiram 9,4% em relação ao mesmo quadrimestre de 2007. Isso em termos nominais. Mas acima da inflação, que ficou na casa dos 5%. Portanto, trata-se de aumento real de gastos. (veja o Resultado Tesouro Nacional, no sítio da Fazenda).
Os dados do IBGE, sobre o PIB do primeiro trimestre, confirmam o forte aumento do “consumo do governo”.
O Ministério da Fazenda, de sua vez, considera “esforço fiscal” o fato de os gastos deste ano estarem subindo em ritmo menor do que em 2007. Registra, por exemplo, que enquanto os gastos nominais cresceram 9,4% no primeiro quadrimestre de 2008, o PIB nominal subiu 12,6%. E que, em 2007, os gastos públicos cresciam acima do PIB nominal.
Amanhã, saem os resultados de maio. Mas até aqui, o esforço fiscal representa o seguinte: os gastos públicos estão crescendo menos do que nos anos anteriores.
E os cortes do Ministério do Planejamento? São cortes na previsão de gastos contidos no Orçamento da União. Esse orçamento planeja uma forte expansão de gastos em relação ao ano passado. Ou seja, o governo continua prevendo aumento de gastos, mas em ritmo menor.
Resumindo: a arrecadação federal está saindo maior que o esperado. E os Ministérios da Fazenda e do Planejamento, depois de muita relutância, aceitaram economizar parte desse aumento de receita, elevando o superávit primário de 3,8% para 4,3% do PIB – ou seja, fazendo economia maior para pagar parte maior da conta de juros.
Mas os gastos efetivos continuam em forte expansão.
Carlos Alberto Sardenberg
Após acumular por alguns anos, oscilando na faixa dos R$ 5,00, em Junho de 2006 iniciou sua trajetória altista, até atingir os R$ 28,09 em Outubro de 2007. Que loucura esta alta!!!!
Desde sua máxima cotação, iniciou uma realização até a faixa dos R$ 17,00 (linha tracejada em amarelo).
A figura mostra um triângulo assimétrico de baixa. Porém, como não está perfeitamente configurada a figura, podemos considerar apenas a linha de resistência de baixa como definidora da tendência.
Junto ao gráfico semanal, no centro, temos um estudo de Fibonacci, mostrando que a região dos R$ 17,00 significa 50% da retração dos preços, desde a máxima cotação do papel.
Perdendo o suporte citado acima, poderá testar a faixa dos R$ 14,00.
O gráfico diário abaixo mostra um zoom na região do suporte.

A Weg é uma excelente empresa, com atuação no setor de Bens Industriais / Máquinas e Equipamentos / Motores , Compressores e Outros. Está crescendo bastante e é recomendada por diversos analistas.
Contudo, devido a rápida e expressiva valorização ocorrida até Outubro de 2007, é possível que o papel ainda passe por uma maior correção/acumulação antes de retomar a alta.
Se resistir no suporte dos R$ 17,00, poderá testar novamente a reta de resistência de baixa. Porém, ainda não há uma perspectiva de mudança da tendência atual.
Investmaníacos
Esta agora na mínima…
Nos ultimas vezes ele sempre tem violado a minima e dpois subido…
Será que ocorre isso novamente?