Seu artigo de hoje no “Estadão” é sobre o futuro do trabalho.
Mostra a ascensão das chamadas “organizações flexíveis”, com poder centralizado, buscando resultados no menor prazo possível. Em como esse processo reduziu a importância do trabalho e, como conseqüência, afetou a classe média/
“O novo capital é impaciente, avalia resultados mais pelos preços das ações que pelos dividendos. A esses investidores o que interessa é a capacidade das empresas de serem flexíveis como um MP3, com a seqüência de produção podendo ser alterada à vontade e terceirizando tudo sempre que possível. Sennett vê a tendência para o futuro dos empregos como contratos de três ou seis meses, freqüentemente renovados. A conseqüência já se faz sentir. O trabalho temporário é o setor de mais rápido crescimento da força de trabalho nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha. E já representa 25% da mão-de-obra empregada nos Estados Unidos.
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