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quarta-feira, 24 de outubro de 2007

O ping pong das aéreas

Da coluna Direto da fonte , do Estadão

Sem medo de voar alto

A TAM conseguiu voar pelas várias crises da aviação civil brasileira capitaneada pelo comandante Rolim. Desta vez, quem a pilota na atual crise de infra-estrutura é a filha dele, Maria Cláudia Rolim (muito parecida com o comandante), presidenta do conselho de administração da empresa. Avessa a entrevistas, Maria Cláudia conversou com esta coluna com a condição de falar apenas sobre o futuro da empresa. E deixou clara a sua meta prioritária: quer ver a TAM retomar, até dezembro, a qualidade de atendimento pela qual se tornou conhecida.

Qual o foco da TAM depois do acidente ocorrido em julho?

Nossa prioridade absoluta é o passageiro e o atendimento às famílias das vítimas. Mas, paralelamente, queremos retomar a qualidade do atendimento perdida. Estou, juntamente com Marco Bologna, pessoalmente envolvida nisso. As frentes de trabalho são inúmeras mas precisamos recuperar o espírito do servir, marca registrada da empresa, que meu pai administrava tão bem.

E como vocês planejam chegar lá?

Criamos um grupo de trabalho envolvendo as diretorias de todas as áreas e as vice-presidências. Sou sponsor do projeto e, juntamente com o pessoal da área de treinamento, estamos buscando novos conceitos, tanto nos programas gerenciais como nas linhas de frente. Queremos modelos que possibilitem maior agilidade nas informações para o passageiro. Se um vôo está atrasado, o atendente do check-in tem que ter todos os detalhes, para poder repassar as informações a quem viaja.

Continua em Luis Nassif Online

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