As comemorações do governo Lula com a redução das queimadas na Amazônia, no ano passado, não tinham consistência. As queimadas se reduziram porque o preço da soja caiu, o setor ficou descapitalizado e sem condições de avançar.
Agora, com os preços se recuperando, as queimadas voltaram à toda.
Veja na matéria de Tânia Monteirom enviada do Estadão a Guajará-Mirim e Porto Velho: "Desmatamento cresce 600% na fronteira do Brasil com a Bolívia"
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