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quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Cofrinhos como instrumento de Educação Financeira

Álvaro Modernell

Educação financeira está entre as boas novidades do novo cenário de estabilidade. Nos últimos anos, e cada vez mais, o brasileiro está buscando educar-se financeiramente. Outra boa notícia é que essa preocupação está sendo estendida à educação dos filhos e netos, desde pimpolhos, passando por todas as fases da infância até o final da adolescência, quando as fontes de educação ficam mais diversificadas e a capacidade de influência dos pais e familiares diminui acentuadamente.

Os cofrinhos, que já tiveram altas e baixas, voltaram à moda com força total. É possível encontrá-los em vários formatos, tamanhos e valores. Difícil mesmo está conseguir os cofrinhos gratuitos que eram distribuídos a roldão nos anos oitenta. Salvo os “poupançudos”, o resto é raridade.

Os cofrinhos podem, e devem, ser dados às crianças desde pequenas. Funcionam inclusive como exercício de motricidade. Ressalvados os riscos de crianças pequenas colocarem moedinhas na boca, o que pode ser evitado com a supervisão de adultos, de resto essa prática gera apenas benefícios.

Nos primeiros anos, tudo é alegria. O ato de receber e colocar moedinhas nos cofrinhos motiva as crianças, principalmente se os cofrinhos forem barulhentos ou transparentes. É salutar que o ato vire rotina freqüente e que as crianças desfrutem da alegria de “completar” os cofrinhos. Quando estiverem cheios, pode-se criar rituais descontraídos envolvendo a família para que o cofrinho seja aberto ou quebrado diante de todos. Eis um excelente momento para conversar sobre o assunto.

Continua em Educação Financeira

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