Educação Financeira
sexta-feira, 4 de julho de 2008
Fuja do efeito manada
Educação Financeira
quinta-feira, 19 de junho de 2008
O papel dos avós na educação financeira
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sexta-feira, 13 de junho de 2008
Como explicar o que é inflação para jovens e crianças
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Educação Financeira
quarta-feira, 11 de junho de 2008
Fábulas e Pote de Ouro: Educação Financeira
Educação Financeira
segunda-feira, 9 de junho de 2008
O valor das moedinhas
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terça-feira, 3 de junho de 2008
A Cigarra e a Formiga
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quarta-feira, 21 de maio de 2008
Mesada ou Semanada?
sexta-feira, 16 de maio de 2008
Educação financeira para crianças e adolescentes
Confira as opiniões de Álvaro Modernell, especialista em educação financeira para adultos e crianças, autor de livros infantis sobre o assunto, e também de Erasmo Vieira, palestrante e orientador de Finanças Pessoais.
Administrar o dinheiro
Álvaro Modernell: A melhor forma de estimular o uso responsável do dinheiro é por meio de exemplos. Se os filhos admirarem os pais pela forma com que esses lidam com dinheiro, a chance de "ouvi-los" e repeti-los aumenta. É melhor receber ensinamentos e alguns pequenos "trancos" dos pais, do que da vida.
Erasmo Vieira: No dia-a-dia, o exemplo é o melhor ensino. Oriente e deixe-o decidir. É melhor o filho "quebrar" agora com pouco dinheiro do que quando adulto com cheque especial e cartão de crédito.
Conta-poupança
Álvaro Modernell: Acho extremamente válido para crianças e adolescentes. Ajuda-os a acompanhar a evolução do seu investimento e a perceber a força do tempo sobre os juros.
Mesada
Álvaro Modernell: Não existe uma fórmula definida para calcular a mesada. O mais importante é ponderar a situação econômica da família. Para muitas famílias é difícil dar R$ 32 por mês de mesada. Imagine se na família houver três ou quatro crianças? O melhor é avaliar o padrão médio de gastos dos amiguinhos da turma e viabilizar uma mesada que fique na média da turma, nem a mais alta, nem a mais baixa, Na dúvida, os pais devem errar para menos. É mais útil para a criança aprender a lidar com a escassez do que com a fartura.
Erasmo Vieira: Existe uma regra simples para este caso, mas depende muito do orçamento. Ex. R$ 1,00 por idade por semana. Assim uma criança de 10 anos receberia R$ 10,00 por semana ou R$ 40,00 por mês.
Primeiro emprego (adolescentes)
Álvaro Modernell: Não concordo em cortar a mesada só porque o filho conseguiu o primeiro emprego. Isso seria um desestímulo para que ele busque trabalho. Ao contrário. Se for possível, acho que os pais deveriam manter a mesada, estimulando a busca por educação e orientação financeira.
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
Sucesso. Quem quer, faz!
Este artigo foi recebido por e-mail e sua autoria for atribuída ao escritor e empresário Roberto Shinyashiki. Pela sua assertividade aplicada à educação financeira (e a várias áreas), optamos por reproduzi-lo aqui para convidar os leitores interessados em melhorar sua relação com o dinheiro a uma reflexão.
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terça-feira, 29 de janeiro de 2008
As lições da Bovespa
Não há mal que sempre dure nem investimento que sempre se valorize. Mesmo neste momento de turbulência, quando alguns estão fugindo da Bovespa, assustados, rogando pragas e jurando nunca mais investir em ações, ainda assim acho uma excelente opção de investimento. A melhor em termos de renda variável.
O momento do sistema financeiro brasileiro é ímpar, excelente. Especialmente para quem busca educação financeira. As pequenas quedas havidas nas últimas semanas no valor das ações das principais empresas brasileiras são apenas pedras no caminho. Pequenas pedras que podem machucar um pouquinho, exigir algum cuidado, mas que de maneira alguma devem forçar uma mudança de rumos. Decididamente não é a hora de vender.
Os rendimentos da Bovespa têm sido positivos, crescentes, extraordinários há quatro anos. Atraíram novos investidores, muitas empresas abriram capital, as IPO´s viraram a sensação do mercado. Mas é óbvio que o céu de brigadeiro não ficaria constantemente sobre nossas cabeças.
Conheci casos de pessoas que passaram a investir em ações pensando que a situação era segura e irreversível. Bastava investir e em pouco tempo os recursos se multiplicariam. Alguns ficaram tristes porque tiveram suas propostas de aquisição de ações limitadas nos IPO´s da Bovespa, da BMF e de outras supostas estrelas, achando que tinham perdido a oportunidade de ganhar muito dinheiro sem fazer esforços e sem correr riscos. Gente que acreditava que as ações da Petrobrás voltariam a ter subas constantes e extraordinárias a cada nova boa notícia.
As boas notícias do mercado cegaram muita gente. Talvez esse tenha sido o maior prejuízo da população, em termos de educação financeira.
Eis uma das mais importantes lições de educação financeira. Nunca baixar a guarda e jamais desprezar os riscos de mercado. O cenário é positivo. Os fundamentos econômicos são sólidos. Mas as variáveis que influenciam o mercado são inúmeras e cada vez mais incontroláveis. Em síntese: os riscos continuam a existir.
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terça-feira, 8 de janeiro de 2008
Fique mais rico em 2008: atitudes simples que fazem diferença.
Veja atitudes simples que podem ajudar a melhorar sua situação financeira de maneira duradoura(...) Veja o artigo completo.
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Educação Financeira
quinta-feira, 27 de dezembro de 2007
Boas Festas?
Marisa Gabbardo
Impulsionadas pela mídia, milhares de pessoas caminham freneticamente pelas ruas, entrando e saindo de lojas em busca dos presentes de final de ano. Natal, amigo secreto, regalos pelo longo ano vencido... Entra dezembro e é sempre a mesma coisa, nossa sociedade se transforma num verdadeiro templo coletivo de consumo.
Inebriadas pelo impulso de dar e dar-se presentes, as pessoas deixam-se envolver pela egrégora natalina e consomem, consomem, consomem... Muitas vezes além das possibilidades, além do que deveriam ou poderiam consumir.
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segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
Os custos da educação financeira
Fui convidado esta semana a colaborar com um jornalista de São Paulo. A matéria é sobre uma daquelas projeções típicas da sociedade americana, que está se difundindo também entre os brasileiros: quanto custa criar um filho?
Minha abordagem foi diferente de outros entrevistados, como me confidenciou o repórter. E não poderia ser de outra forma. Desenvolvo pesquisas e trabalhos na área de educação financeira. Isso me ensinou a perceber o dinheiro de maneira diferente. Aprendi que há certas coisas que o dinheiro não pode comprar, nem substituir. A felicidade de ser pai ou mãe é uma delas. Não dá para “precificar” isso.
É uma tolice fazer esse tipo de projeção. Então, independente de quanto custe criar e educar filhos, sempre valerá a pena. Obviamente, um pouco de planejamento e disciplina financeira são válidos para alcançar objetivos tão importantes como assegurar boas condições de estudo e boa qualidade de vida aos filhos.
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segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
Pense em fazer dinheiro, não em ganhar dinheiro!
Há diferenças muito maiores na escolha desses dois verbos do que uma simples decisão semântica. São questões de atitude, de crenças, de postura. Questões que fazem a diferença entre quem tem potencial para ficar rico ou para continuar na mesma situação.
Começando pela análise da postura, fazer dinheiro passa a idéia de atividade, iniciativa, decisão, empenho. Posturas que diferenciam as pessoas que correm atrás daquelas que ficam apenas esperando pelo destino.
O ganhar dinheiro muitas vezes fica associado à sorte, a passividade e à decisão de terceiros sobre o seu próprio destino financeiro. Esse parágrafo isoladamente já esclarece e representa o suficiente para que cada um reflita sobre a postura que deve adotar em relação às suas finanças.
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terça-feira, 4 de dezembro de 2007
Educação financeira para a garotada
Vivemos num mundo onde o dinheiro é a engrenagem principal em questões de sobrevivência, bem estar, consumo, educação, entre muitos outros... Desta forma, aprender a ganhar o dinheiro e aplicá-lo de forma inteligente e ética surge como uma questão chave para uma vida mais digna e responsável.
A escola surge neste sentido aliada aos pais a fim de proporcionar e desenvolver as questões relacionadas à educação financeira dentro de cada fase do desenvolvimento da vida das crianças. Lamentavelmente este tema é deixado de lado por muitas escolas e educadores em justificativa a uma suposta educação mais humanizada e crítica. Estas concepções são permeadas por pressupostos ideológicos que por muitas vezes estigmatizam o dinheiro como raiz de todos os males da sociedade presente, vinculando-o erroneamente a conceitos de avidez e ganância.
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sexta-feira, 23 de novembro de 2007
Você quer ser a pessoa mais rica do mundo no cemitério?
Renato Bernhoeft, 22/11/2007
Uma das perguntas mais intrigantes formulada a 500 empresários e a seus descendentes em um evento para empresas familiares realizado em Berlim, na Alemanha, com participantes de todo o mundo, foi a seguinte: "Você deseja ser a pessoa mais rica do mundo... no cemitério?"
No mesmo período em que se realizava esta conferência, faleceu na Inglaterra Anita Roddick, fundadora da Body Shop, um dos empreendimentos de maior sucesso no segmento da cosmética e também uma organização fortemente comprometida com a sustentabilidade do planeta. E ela, que morreu milionária depois de vender sua empresa para uma multinacional, sempre declarou que não desejava morrer rica. Mas, aos 64 anos, a morte a tornou mais uma das milionárias com domicílio no cemitério.
O contraponto desta questão está nas respostas que milionários, empresários e profissionais de sucesso nos mais diversos campos da atividade humana possam dar a uma outra pergunta: "O que pretendo deixar como legado para meus descendentes e como uma "marca" da minha passagem por este mundo?"
Quando imagina a família, os amigos e o mundo num futuro sem a sua presença, você apenas formula uma frase de efeito para sua lápide ou consegue perceber que as lembranças que vai deixar ultrapassam os meros limites do patrimônio e da saudade!
Está cada dia mais claro que a transferência, preservação e desenvolvimento da herança entre as gerações não é um mero desafio de caráter patrimonial. A sua continuidade, de forma que os herdeiros possam agregar valor ao recebido, exige vincular as questões materiais ao legado. Isto diz respeito a conhecer e estar comprometido com a história, valores, compromissos e formas como o patrimônio foi construído.
Um equívoco muito comum que ocorre com as pessoas que alcançam sucesso em sua vida é considerar que as suas próximas gerações devem ser poupadas dos sacrifícios e lutas pela vida. Entendem que o simples fato de terem facilidades decorrentes da herança já as torna aptas para a vida e seus desafios. Nada mais falso.
Receber algo - especialmente um patrimônio material -- que não foi produto de conquista ou luta pessoal tende a não merecer o mesmo cuidado e zelo daquilo que é produto do esforço individual. Warren Buffet, a terceira maior fortuna do mundo, já declarou, ao deixar somente 15% de seu patrimônio aos seus descendentes, que "tudo aquilo que vêm fácil, também se perde com muita rapidez." Por esta razão, ele também disse que deixava aos seus filhos "o bastante para que fizessem tudo o que desejassem, mas também o suficiente para não se permitissem não querer fazer nada". Ou seja, uma lição de vida e valores vinculados ao patrimônio herdado.
Pessoas que conquistam sucesso se tornam símbolos e, por esta razão, passam a ser admiradas ou até imitadas por outros. Isto vem ocorrendo tanto em sociedades que valorizam a meritocracia como também naquelas em que a esperteza é motivo de uma quase idolatria. O que muitas vezes estas pessoas não percebem é que seu sucesso pode ter um efeito de sentimento dividido - dualista - entre seus herdeiros.
Ele tanto poderá representar uma luz para iluminar caminhos e indicar alternativas aos seus descendentes, como também se transformar numa sombra que dificulta aos mesmos descobrir e desenvolver seus próprios sonhos, projetos e aspirações.
Diz um antigo ditado popular que, "sob a sombra de uma grande e majestosa árvore, nem erva daninha consegue crescer..." O esforço e o trabalho, para vincular às questões relativas ao legado de forma conjunta com o patrimônio que se herda, permitem um maior equilíbrio entre o que é coletivo e o que é o individual. Entendemos por coletivo, o conjunto do patrimônio e descendência que vincula, por direito, os herdeiros. E, pelo individual, a possibilidade que cada um, de forma coerente e compromissada, possa buscar a realização para agregar valor tanto à riqueza como aos valores a ela vinculados.
O propósito destas provocações é formular um alerta a todos aqueles que, tendo construído uma reputação ao longo da sua vida, também o obtiveram de forma vinculada a um acúmulo patrimonial. Ou o contrário.
Cuidado ao se preocupar somente com as soluções que asseguram uma boa gestão do patrimônio. Para que cada geração agregue valor ao que recebe, é fundamental que ela conheça suas origens, história e raízes. Reverter o ditado popular que fala de "pai rico, filho nobre e neto pobre", vai depender muito da forma como estes netos recebam, conheçam e valorizem o legado dos seus antepassados.
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
Chegando o décimo terceiro, finalmente!
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quarta-feira, 7 de novembro de 2007
Cofrinhos como instrumento de Educação Financeira
Educação financeira está entre as boas novidades do novo cenário de estabilidade. Nos últimos anos, e cada vez mais, o brasileiro está buscando educar-se financeiramente. Outra boa notícia é que essa preocupação está sendo estendida à educação dos filhos e netos, desde pimpolhos, passando por todas as fases da infância até o final da adolescência, quando as fontes de educação ficam mais diversificadas e a capacidade de influência dos pais e familiares diminui acentuadamente.
Os cofrinhos, que já tiveram altas e baixas, voltaram à moda com força total. É possível encontrá-los em vários formatos, tamanhos e valores. Difícil mesmo está conseguir os cofrinhos gratuitos que eram distribuídos a roldão nos anos oitenta. Salvo os “poupançudos”, o resto é raridade.
Os cofrinhos podem, e devem, ser dados às crianças desde pequenas. Funcionam inclusive como exercício de motricidade. Ressalvados os riscos de crianças pequenas colocarem moedinhas na boca, o que pode ser evitado com a supervisão de adultos, de resto essa prática gera apenas benefícios.
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domingo, 4 de novembro de 2007
Com que idade deve-se iniciar a educação financeira?
O resultado da enquete do nosso site nas últimas semanas foi animador. Mais de oitenta por cento das respostas indicam que a introdução da educação financeira para crianças deve ser iniciada antes dos cinco anos, sendo que 53,8% indicaram ser a partir dos três anos a idade ideal. Imaginemos se isso tivesse ocorrido há algumas gerações, incluindo a nossa. Nosso país seria muito mais rico.
Educação financeira é um dos assuntos do momento. Maravilha! Não há forma melhor de adquirir e propagar educação financeira do que falando sobre ela. (Continua)
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terça-feira, 30 de outubro de 2007
Investidor amplia busca por educação financeira
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