CPMF
da Folha de S.PauloCom os votos do PSDB já contabilizados como seguros para aprovar, no Senado, a prorrogação da CPMF até 2011, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, defendeu ontem que o tributo seja permanente, com redução gradativa da alíquota nos próximos anos.
“Defendo manter a CPMF como tributo permanente, com redução das alíquotas. É preciso outra receita para acabar com ela”, afirmou, durante audiência que durou cerca de 6 horas ontem na Comissão de Constituição e Justiça, da qual também participaram Guido Mantega (Fazenda) e José Gomes Temporão (Saúde).
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