O consórcio Madeira Brasil, formado pelas maiores empreiteiras do país, ganhou o leilão para fornecimento de energia hidrelétrica no Rio Madeira.
Esse leilão foi uma pendenga judicial de meses, mas ao que parece, o Governo Lula aprendeu direitinho a fazer leilões de concessão.
Dessa vez o leilão foi realizado em salas separadas, onde as pessoas não sabiam o que ocorria entre os outros participantes. Desta forma, foi possível otimizar o preço até mínimo possível.
Dessa vez o leilão não era de quem pagava mais, mas sim que cobrava menos, semelhante aos das rodovias. O deságio foi de 35%.
O consórcio vencedor é formado dessa forma: Furnas (39%), Andrade Gutierrez Participações (12,4%), Odebrecht Investimentos em Infra-estrutura (17,6%), Cemig (10%), Construtora Norberto Odebrecht (1%), e o Fundo de Investimentos e Participações Amazônia Energia (dos bancos Banif e Santander), com 20%.
Houve protestos na sede da Aneel, onde o leilão foi realizado, feito por grupos contrários, como MST e ambientalistas. Mas como todos os outros protestos nas privatizações, não dará em muita coisa, já que nenhum juiz será responsável por um futuro apagão.
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