Desde a década de setenta estudamos Oscar Niemeyer.
Havia entre os professores do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal, um ou outro que criticava a obra do "Nie", (assim o chamávamos), porém entendíamos tal atitude mais como "dor de cotovelo" do que como uma crítica séria.
A grande maioria, tanto de alunos quanto de professores, era pró-Nie.
Hoje admiro-o muito mais pela sua obra e pensamento de arquiteto, do que como pensador político.
Continua em TOURO LOUCO
Havia entre os professores do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal, um ou outro que criticava a obra do "Nie", (assim o chamávamos), porém entendíamos tal atitude mais como "dor de cotovelo" do que como uma crítica séria.
A grande maioria, tanto de alunos quanto de professores, era pró-Nie.
O momento em que o país vivia era de plena ditadura militar. Por tradição os estudantes de arquitetura eram todos de "esquerda", e Nie, comunista convicto, era pois nosso guia tanto na arquitetura quanto na política.
Hoje admiro-o muito mais pela sua obra e pensamento de arquiteto, do que como pensador político.
Continua em TOURO LOUCO
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