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terça-feira, 18 de março de 2008

segunda-feira, 17 de março de 2008

Crise no mercado global está maior, diz diretor-gerente do FMI


O diretor-gerente do FMI, Dominique Strauss-Kahn, afirmou nesta segunda-feira que a crise no mercado financeiro global está piorando e que o risco de contágio está aumentando.

Em conferência de imprensa em Paris, ele elogiou as medidas emergenciais tomadas pelo Federal Reserve no domingo.

Strauss-Kahn afirmou ainda que o Banco Central Europeu e o Fed estavam administrando bem as turbulências relativas à liquidez do mercado de crédito, e que a situação nos mercados monetários, mesmo que tensa, não exigia intervenção dos bancos centrais, em sua visão.

O iuan e o iene parecem fracos, o euro está super-valorizado que o dólar está em algum ponto entre eles, pontuou Strauss-Kahn, em conferência de imprensa com o presidente da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), Angel Gurria.

O Fundo Monetário Internacional deve reduzir suas previsões de crescimento econômico nas próximas semanas, incluindo para os Estados Unidos, acrescentou.

Gurria afirmou que mais dinheiro público pode ser necessário para solucionar o problema e que mais afrouxamentos na política monetária são necessários, principalmente nos Estados Unidos.

Com a Reuters

domingo, 16 de março de 2008

Bear Stearns está perto de anunciar venda ao JPMorgan

O Bear Stearns está perto de anunciar um acordo para ser vendido ao JPMorgan Chase, afirmou uma fonte próxima da situação no domingo.

Em um momento em que o quinto maior banco de investimentos dos Estados Unidos busca se salvar, o Wall Street Journal publicou neste domingo que o Bear Stearns poderia ser vendido por cerca de 2,2 bilhões de dólares, ou menos de 20 dólares por ação.

O preço baixo da venda, equivalente a cerca de dois terços do valor de fechamento da ação do banco na sexta-feira, sinaliza o quão grave é a situação da instituição financeira fundada há 85 anos.

O Bear Stearns informou na sexta-feira que assegurou um financiamento de emergência junto ao Federal Reserve depois de passar por uma corrida de correntistas ao banco.

O acordo com o JPMorgan Chase ainda não foi assinado, informou a fonte, que pediu para não ser identificada.


Reuters

sábado, 15 de março de 2008

Classe média do Brasil é a que mais paga imposto de renda na América Latina

A classe média brasileira é a que paga mais Imposto de Renda em oito países da América do Sul analisados. Levantamento realizado pela auditoria Ernst Young levou em consideração a maior alíquota do tributo cobrada no País, de 27,5%, que vale para aqueles com renda acima de R$ 2.743,25.
Conforme o estudo, quem possui rendimentos equivalentes a esse valor no Chile, por exemplo, arca com fatia de 5% dos ganhos. Já na Venezuela essa faixa de renda é isenta. Vale lembrar que são duas alíquotas no Brasil: a outra é de 15%, para quem recebe entre R$ 1.372,82 e R$ 2.743,25.
Outros países
Os demais países com maiores alíquotas - mas mesmo assim, que ficam abaixo do Brasil - são Argentina (27%), Colômbia (19%), Peru (15%) e Bolívia (13%).
Fonte: Ernst Young
Imposto de Renda
Rendimento de R$ 2.743,25
País Alíquota
Brasil 27,5%
Argentina 27%
ruguai 20%
Colômbia 19%
Peru 15%
Bolívia 13%
Chile 5%
Venezuela isento
Destaque para o Chile que pode ser considerado país de primeiro mundo comparado com o restante da América Latina
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quarta-feira, 5 de março de 2008

Bancos lucram R$ 45,4 bilhões em 2007

A cobrança de tarifas e a maior concessão de empréstimos ajudaram a fazer com que o lucro dos bancos que atuam no país chegasse a R$ 45,39 bilhões em 2007 --alta de 35,9% em relação ao resultado de 2006. Os números constam dos balanços que 101 instituições entregaram ao Banco Central neste começo de ano.

Das principais fontes de receita dos bancos, as tarifas foram as que mais cresceram em 2007. Ao longo do ano, o faturamento do setor com esse tipo de cobrança somou R$ 55,975 bilhões, valor 17,7% maior do que o apurado em 2006.

Parte desse crescimento se explica não apenas pelos ganhos com as tarifas que incidem sobre contas bancárias de pessoas físicas mas também por serviços prestados a empresas. Nesse caso, um dos destaques é o faturamento alcançado por bancos que prestam assessoria a companhias que passaram por fusões ou que lançaram ações na Bovespa.

O UBS Pactual, por exemplo, que atua nesse segmento de grandes empresas, faturou R$ 1,459 bilhão com a prestação de serviços bancários, enquanto a receita obtida pela Nossa Caixa com a cobrança de tarifas foi de R$ 892 milhões.

Já a carteira de crédito dos bancos, outra fonte de lucros do setor, cresceu 27,6% e chegou a R$ 734,273 bilhões no final de 2007. Com isso, a receita dos bancos com a cobrança de juros dos seus empréstimos somou R$ 179,191 bilhões, alta de 17,4% na comparação de 2006.

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sábado, 1 de março de 2008

Lucro da Vale foi o maior em 22 anos

Um levantamento da consultoria Economática divulgado nesta sexta-feira aponta que o lucro obtido pela mineradora Vale no ano passado foi o maior entre as companhias brasileiras de capital aberto nos últimos 22 anos. Na quinta-feira, a empresa revelou que registrara um lucro líquido de 20,006 bilhões de reais em 2007 – valor 49% maior do que o de 2006. Vale ressaltar que a pesquisa não levou em conta os resultados da Petrobras, que ainda não divulgou o seu balanço oficial de 2007.

A Economática atualizou os lucros das empresas de capital aberto pelo IPCA – índice de inflação oficial do governo – de 31 de dezembro de 2007. No ranking, a Vale ocupa também a segunda e a terceira posição, devido aos lucros registrados em 2006 (14,030 bilhões de reais) e 2005 (11,251 bilhões de reais). Com seu lucro de 2007, a mineradora conseguiu o bater próprio recorde pelo terceiro ano consecutivo.

Confira o ranking dos 10 maiores lucros nos últimos 22 anos:


Vale (2007) - R$ 20,006 bilhões
Vale (2006) - R$ 14,03 bilhões
Vale (2005) - R$ 11,251 bilhões
Itaú (2007) - R$ 8,474 bilhões
Bradesco (2007) - R$ 8,010 bilhões
Telebrás (1997) - R$ 7,426 bilhões
Vale (2004) - R$ 7,355 bilhões
Eletrobrás (2004) - R$ 6,433 bilhões
Banco do Brasil (2006)- R$ 6,313 bilhões
Bradesco (2005) - R$ 5,941 bilhões

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Reforma tributária deve criar o IVA - um superimposto federal

A proposta de reforma tributária elaborada pelo governo prevê a criação de um superimposto federal, que segundo uma fonte econômica, será cobrado sobre "praticamente tudo". O Imposto sobre Valor Adicionado (IVA) terá uma base de incidência mais ampla que a de todos os demais tributos do País e equivalerá às bases somadas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e do Imposto sobre Serviços (ISS).

O IVA, de acordo com a emenda, incidirá sobre "operações com bens e prestações de serviços, ainda que as operações e prestações se iniciem no exterior". Foi justamente por causa da amplitude da base do tributo e das possibilidades de aumento de receita do Tesouro Nacional que o governo incluiu na proposta um mecanismo para limitar a carga tributária.

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terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Brasil volta a ter déficit em conta externa em 12 meses

O Brasil abriu o ano com saldo negativo em transações correntes de 4,232 bilhões de dólares e acumulou, em 12 meses até janeiro, déficit de 0,09 por cento do Produto Interno Bruto (PIB), informou o Banco Central nesta segunda-feira.

Os investimentos estrangeiros diretos, por outro lado, somaram 4,814 bilhões de dólares no mês passado, valor recorde para o mês e acima dos 2,422 bilhões de dólares registrados em janeiro de 2007.

O BC confirmou ainda a estimativa de que o Brasil passou a ser credor externo em janeiro, em 6,983 bilhões de dólares. O valor superou a projeção de cerca de 4 bilhões de dólares divulgada pelo BC na última quinta-feira.

As remessas de lucros e dividendos somaram 3,025 bilhões de dólares em janeiro, ante 621 milhões de dólares há um ano.

Em 2007, o país teve superávit em transações correntes equivalente a 0,26 por cento do PIB.


Reuters

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Bancos brasileiros são opção barata entre os BRICs, diz Goldman

O banco de investimento Goldman Sachs anunciou nesta segunda-feira início de cobertura de ações de bancos brasileiros, afirmando perspectiva otimista para o setor e citando que o valor dos papéis das instituições brasileiras está relativamente baixo em relação a seus pares na Rússia, China e Índia.
Em relatório de 70 páginas assinado pelos analistas Jason Mollin e Carlos Macedo, o Goldman faz recomendações de compra de ação do Bradesco e de sua ADR com potencial de valorização em seis meses de 37 por cento para a primeira e 33 por cento para a segunda.
Para Itaú e sua ADR, o Goldman tem recomendação "neutra". Já Unibanco e Banco do Brasil aparecem com recomendação de "venda".
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sábado, 9 de fevereiro de 2008

Perdas mundiais atingem US$ 5,2 tri em janeiro

As bolsas mundiais registraram uma perda coletiva de US$ 5,2 trilhões em janeiro, ao serem abandonadas por investidores que procuraram se proteger da incerteza econômica, segundo um informe publicado pela agência de classificação americana Standard e Poor's nesta sexta-feira.

Segundo a agência, 50 dos 52 principais mercados de bolsa registraram queda em janeiro. Os mercados emergentes caíram em média 12,44% e os relacionados aos países desenvolvidos baixaram 7,83%, nesse que foi um dos piores começos de ano já registrados, assinala a S&P.

"Houve poucos refúgios em janeiro, quando 50 de 52 importantes mercados terminaram em território negativo, com 25 deles registrando perdas de dois dígitos", disse Howard Silverblatt, analista da S&P.

"A alta volatilidade, rápidas reversões, como na atitude dos investidores e preços de ações em drástica queda prevaleceram esse mês", acrescentou.

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quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Bancos à beira de um ataque: Agora é a vez do UBS















Os problemas do UBS AG relacionados ao setor imobiliário se aprofundaram, segundo mostrou o banco nesta quarta-feira, ao inesperadamente divulgar uma nova baixa contábil de 4 bilhões de dólares, o que o ajudou a registrar um prejuízo no ano de 2007.


O UBS teve um prejuízo de 12,5 bilhões de francos suíços (11,45 bilhões de dólares) no quarto trimestre e um prejuízo de 4,4 bilhões de francos no ano todo.


Agora, a baixa contábil do banco relacionada ao setor de financiamento imobiliário de alto risco dos Estados Unidos, o chamado subprime, soma 18,4 bilhões de dólares. O resultado deve pressionar ainda mais pela renúncia do presidente do conselho do UBS, Marcel Ospel, que dirigiu a entidade quando ela entrava nos investimentos de risco norte-americanos.

"Isso certamente não é bom", disse o analista do WestLB Georg Kanders. "Eu esperava menos."
O grupo anunciou no mês passado uma injeção de capital de 13 bilhões de francos suíços de Cingapura e de um investidor anônimo do Oriente Médio.

O UBS disse em comunicado nesta manhã que os resultados refletem perdas de 12 bilhões de dólares relacionadas ao subprime, além de 2 bilhões de dólares em perdas com outras hipotecas residenciais norte-americanas.


A divulgação do resultado do UBS estava marcada para 14 de fevereiro.
Reuters

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

FMI reduz projeção de crescimento global


O Fundo Monetário Internacional (FMI) reduziu nesta terça-feira sua previsão para o crescimento mundial em 2008 e alertou que a economia global pode ter a pior performance em cinco anos, podendo desacelerar ainda mais.


Culpando a crise nas hipotecas de alto risco (subprime) dos Estados Unidos pela revisão significativa, o FMI disse que nenhum país poderá escapar completamente ileso.

"É uma desaceleração significativa. É uma desaceleração global, sem nenhuma dúvida", disse a jornalistas o economista-chefe do FMI, Simon Johnson. Ele não quis caracterizar os riscos que podem levar os Estados Unidos a uma recessão, mas o FMI deixou claro que se prepara para mais notícias ruins.


"O equilíbrio geral dos riscos para a perspectiva de crescimento global ainda pende para o lado de baixo", afirmou o FMI na atualização semestral de sua Perspectiva Econômica Global, divulgada em outubro.


O FMI reduziu sua projeção global de crescimento em 2008 de 4,4 para 4,1 por cento. Esse seria o pior desempenho desde 2003, quando a expansão global atingiu 3,6 por cento, e reflete uma desaceleração marcante em relação aos 4,9 por cento do ano passado ainda que as economias emergentes tenham se sustentado até aqui e que a China não tenha decepcionado.


"As tensões no mercado financeiro originadas do setor subprime... se intensificaram, ao mesmo tempo em que a recente queda acentuada das ações foi um sintoma do aumento da incerteza."


CRISE DE CRÉDITO


O FMI disse que o tumulto nos mercados "chegou a uma nova fase -- fase em que as preocupações com o crédito agora se estendem além do setor subprime" e vão precisar de atenção cuidadosa com o medo de que elas contaminem a economia.

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segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Mercado financeiro estima mais inflação e vê aumento de juros em 2009, segundo relatório do BC

O mercado financeiro aumentou na última semana a expectativa de inflação para os anos de 2008 e 2009, e passou a projetar elevação de juros para o primeiro trimestre do próximo ano. É o que revela dados divulgados hoje pelo Banco Central por meio do relatório Focus, o documento é fruto de pesquisa com mais de 100 instituições financeiras. Para o índice de preços ao consumidor amplo, IPCA, a projeção dos analistas subiu para 4,45% para o ano de 2008, contra 4,37% na semana retrasada. Para 2009, a estimativa dos analistas para o IPCA também subiu, passando de 4,15% para 4,20%.

TOUROLOUCO já vinha cantando essa pedra desde novembro de 2007. Ponto para nós.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Fofoca: 6,6 milhões vivem em áreas sob risco de febre amarela


Mais de 6,6 milhões de brasileiros vivem atualmente em municípios considerados em alerta para a febre amarela, a maioria em Goiás, revela reportagem de Angela Pinho e Johanna Nublat publicada na edição desta terça-feira da Folha de S.Paulo (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).

O levantamento feito pela Folha --com base em informações das secretarias estaduais da Saúde-- mostra que estão sob risco da doença 15 regiões do Distrito Federal e 92 municípios de seis Estados: Goiás, Minas Gerais, Paraná, Pará, Roraima e Mato Grosso do Sul.

A maior parte dos municípios em risco está em Goiás, local provável de contágio de 10 dos 11 casos confirmados da doença neste ano. Segundo a Secretaria Estadual da Saúde, são 66 as cidades em alerta.

Para ser considerado em alerta para a febre amarela, o município deve ter registrado casos recentes de morte de macacos próximos a áreas urbanas --tendo sido confirmada ou não a morte pelo vírus.

Até hoje, o governo confirmou oito mortes por febre amarela no país.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Bolsas revivem 11 de setembro.






















(Charge do Lex)

O risco de uma recessão na economia norte-americana bateu com força sobre os investidores na Europa nesta segunda-feira, 21. Algumas bolsas atingiram perdas semelhantes às verificadas no 11 de setembro, quando houve o ataque terrorista contra os EUA. A perda das ações européias chegou a US$ 300 bilhões. No Brasil, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) chegou perto de uma queda de 7%. Às 15h35, a baixa é de 6,78%.

Em Londres, o índice Financial Times fechou em queda de 5,48%. Em Frankfurt, o índice DAX despencou mais de 7%. Em Madrid, as ações recuaram 7,54%. Em Lisboa, baixa de 5,83%. E em Paris, o índice de ações caiu 6,83%. Nos Estados Unidos, as bolsas estão fechadas, devido ao feriado de Martin Luther King Jr.

Na Ásia, o principal índice da Bolsa de Tóquio fechou hoje no pior nível desde outubro de 2005, caindo 3,9%. Já a Bolsa de Hong Kong perdeu 5,5%, a maior queda em seis anos, depois que o BNP Paribas afirmou que o Bank of China poderá sofrer baixa contábil de US$ 4,8 bilhões relacionada a hipotecas subprime. A Bolsa da Índia, por sua vez, desabou 7,4%, mas ainda assim se recuperou de um tombo que chegou a superar 10% durante a sessão.

Não há nenhum fato concreto que possa ter detonado esta onda mais pessimista nesta segunda-feira. O mais provável é que as bolsas européias estejam reagindo hoje ao pacote de ajuda fiscal anunciado pelo presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, na sexta-feira, 18. A ajuda de US$ 150 bilhões foi considerada insuficiente pelos investidores. Bush também não detalhou como essa ajuda será dada. Disse apenas que os consumidores serão os mais beneficiados.

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sábado, 19 de janeiro de 2008

Recessão nos EUA: Cresce o número de desempregados


Quando o número de norte-americanos sem trabalho começa a aumentar drasticamente, ocorre uma recessão.

Segundo esta lógica, os últimos dados referentes ao número de trabalhadores desempregados são, no mínimo, um sinal de perigo.

O Departamento de Trabalho anunciou em dezembro que 7.665.000 pessoas estavam desempregadas, o que significa que elas ao mesmo tempo não tinham emprego e que não estavam procurando um trabalho. O número foi 13,2% mais elevado do que os 6.700.000 registrados em dezembro do ano anterior. No passado, um aumento anual de 13% consistiu, em todas as ocasiões, em um sinal de uma recessão.

Antes de dezembro, houve nove ciclos nos Estados Unidos desde 1950 durante os quais a variação positiva do número de desempregados foi de 13% ou maior.

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Sai o pacote econômico americano - 150 bilhões de dolares

Como era esperado, o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, não detalhou as medidas do plano de recuperação da economia norte-americana. Apenas deu as linhas gerais e adiantou que o estímulo à economia norte-americana será de 1% do PIB do país. Ou seja, um valor entre US$ 130 bilhões e US$ 150 bilhões. Ele adiantou que o pacote é temporário e deve ser montado rapidamente.


Bush disse que um pacote de estímulo à economia precisa ser aprovado o mais rapidamente possível, para proteger a economia norte-americana de uma recessão, e defendeu a adoção de incentivos fiscais para as empresas e um alívio fiscal "rápido e direto" para pessoas físicas.

"Nossa economia tem uma base sólida, mas... há áreas de preocupação real", declarou Bush. "Meus conselheiros e muitos especialistas de fora esperam que nossa economia continue a crescer nesse ano, mas a uma taxa menor do que vivemos nos últimos anos. E há o risco de uma recessão."

"Esse pacote para o crescimento deve ser construído sobre a base de um alívio fiscal amplo, que vai afetar diretamente o crescimento econômico, e não o tipo de projeto de gastos que teria um impacto pequeno em nossa economia. Ao aprovar com rapidez um pacote efetivo para o crescimento, nós poderemos dar uma injeção que mantenha saudável uma economia fundamentalmente forte", afirmou Bush.

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quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Citigroup anúncia o pior balanço de sua história


O Citigroup, maior banco dos Estados Unidos, anunciou hoje seu primeiro prejuízo trimestral desde sua criação em 1998. O resultado está relacionado à crise do mercado de hipotecas de risco. No quarto trimestre de 2007, o prejuízo líquido da empresa foi de US$ 9,83 bilhões. No mesmo período de 2006, a companhia teve lucro de US$ 5,13 bilhões. A receita do grupo também caiu abruptamente no final de 2007, ficando 70% menor do que a do quarto trimestre do ano passado. Ao divulgar o balanço, a empresa informou que vai demitir 20 mil funcionários.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008