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sábado, 1 de dezembro de 2007

TURISMO BRASILEIRO E A CASA DE ENGORDA


João dos Santos Filho*

[...] o cativo é sempre bem cuidado e posto à engorda antes de ser vendido. A aplicação do óleo de palma em todo o corpo esconde certas doenças de pele, sobretudo dá-lhe brilho, sinal de vigor físico. As vezes, dentes e gengivas são escovados com raízes adstringentes, que dão à boca um aspecto bem saudável.

A simples comparação de fatos históricos não é um procedimento pedagógico recomendável, pois as circunstâncias as quais os momentos foram produzidos são diferentes e distintos, portanto, essas possíveis digressões que aparecem, devem servir muito mais a atributos caricatos do que verdades científicas. Mas, porém e, entretanto não devemos esquecer que a racionalidade humana é deverás criativa e permite essas comparações de compreensão literárias satíricas, que são produtos da expressão da materialidade histórica das relações sociais.

Nosso intuito é tentar entender o turismo brasileiro naquilo em que ele tem de mais frágil; ser instrumento de uso político pelo Estado e por políticos. E não estar colocado como elemento efetivo nos Planos Nacionais de Políticas Públicas. O turismo desde sua existência na realidade nacional foi uma atividade ligada à elite com raras exceções no período do governo de Getúlio Vargas.

Continua em Touro Louco

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