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quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

As tecnologias estratégicas

Por Luiz Horacio

Inicio o ano voltando a acionar a tecla "Agência Espacial".

O Brasil deveria compor um núcleo estratégico principal, de que deveriam constar, não somente, mas também

- a Agência Espacial;
- a prospecção submarina de grandes profundidades;
- o submarino nuclear e o sistema de defesa;
- a robotização;
- a Informática.

Esse núcleo central poderia se dedicar a desenvolver combustíveis para foguetes e satétiles, e a Petrobrás estaria na coordenação desta tarefa. Independente do controle público-privado, esta é uma questão estratégica de Estado.

A tecnologia a ser desenvolvida pode ser aproveitada tanto para a prospecção das jazidas gigantes de petróleo quanto para a construção de propulsores e veículos espaciais.

Isto se integra a um nível sistêmico inédito nos planos brasileiros, mas indispensável ao desenvolvimento futuro. Também se aplica às questões de patrulhamento e soberania de fronteiras e recursos.

A correta ampliação deste projeto irá abrir novos campos de trabalho avançado capaz de absorver a mão-de-obra em nível especializado e sustentável, e isto por si só poderá alterar para sempre os quadros reais de desenvolvimento humano do Brasil.

Se projetarmos o futuro próximo, antes da metade do século é possível que já estejamos migrando para a economia do hidrogênio e para a implantação de novos projetos de organização de espaços rurais e urbanos, um mundo completamente novo e ainda inconcebível, mas já em gestação.

O desafio é grande e não há tempo a perder!


enviada por Luis Nassif

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