Mostrando postagens com marcador Augusto César Willer. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Augusto César Willer. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 4 de julho de 2008
A garra do urso: detesto quando acerto as grandes quedas!

E a previsão sob a benção de Fibonacci que postei ontem (http://ondasfinanceiras.blogspot.com/2008/07/perdemos-os-62000-pontos-rumo-aos-59000.html) , se confirma no pregão de hoje... Estamos nos temerosos 59000 pontos.
Fico imaginando, pra não dizer prevendo (não quero fazer parte dos pessimistas de plantão); que se perdermos este suporte previsto em Fibo; lá vamos nós aos 56000 pontos. No caso de bolsa de valores, é como retroceder no tempo em 1 ano (julho de 2007), é quase como contar para seus netos como era algo a 100 anos atrás com a diferença que na época tudo era festa, hoje, estamos em uma rebordosa sem fim.
Não me parece que o fundo do poço esteja próximo como dizem alguns esperançosos ( que são distintos dos otimistas já que os primeiros não tem base racional, apenas fé). Não há evidência alguma que mostre o fim próximo do mau humor do mercado. A inflação mundial e as crises são sistêmicas, não se restringindo a nenhum país ou grupo financeiro.
O que fazer? Ora, controlar os nervos e ir as compras, mesmo perdendo um pouco com a continuidade da queda. Lembra!!!! Comprar na baixa... Agora é hora de mostrar que você é um investidor e não um meninho(a) empolgado com as vacas gordas (or bull market). De outros tempos.
Não gostou do conselho? Acha arriscado? A pergunta prima em sua mente é: e se cair mais? Neste caso, deixa esta brincadeira e corra para os Títulos do Tesouro Nacional (veja neste site no índice ao lado). O importante é ser feliz, com ou sem adrenalina.
Ótimos investimentos
quarta-feira, 2 de julho de 2008
Perdemos os 62000 pontos: rumo aos 59000
Não houve Investment Grade que segurasse o desespero do capital estrangeiro e nacional sobre os ativos negociados na bolsa. Hoje, começamos com o IBOV verde e esperançoso, terminamos o dia em um mar de sangue com -3,6% de queda com ibov pouco acima dos 61100 pontos. Até onde vai? Fazendo uma análise por Fibonacci (ver gráfico abaixo) e considerando que o IFR14 ainda dá força a queda. O IBOV segue aos 59500 pontos.

Ondas Financeiras

Ondas Financeiras
terça-feira, 24 de junho de 2008
Continuando o post de ontem, hoje, ao ler uma reportagem no Jornal Valor Econômico (sou fã dos editoriais e colunistas deste jornal); achei bem interessante a comparação do mercado com um velho jogo de cartas denominado "rouba monte" (VER LINK ABAIXO). Amanhã, a decisão sobre a política de juros do FED aos futuro próximo, definira definitivamente o que o mercado já precifica. A preocupação com a inflação e a desaceleração da economia, parecem ser os ícones que levarão a decisão inicial do break na queda dos juros americanos e a inspiração que o COPOM brasileiro precisa para continuar a tomada de decisão do aumento das nossa taxa de juros (prevista para 13,85% até o final do ano... acho que vai além!)
Aversão ao risco traz jogo de rouba monte (Jornal Valor Econômico - 24/06/2008)
Ondas financeiras
segunda-feira, 23 de junho de 2008
As quedas de cotação não são um fenômeno isolado.

Interessante notícia que li hoje no Valor Econômico (prestigiado jornal de economia e finanças no Brasil).
Não que todos que acompanham o mercado de ações e opções não estejam vislumbrando esta acentuada queda nas últimas 2 semanas. Não houve investment grade que segurasse a força do urso (bear market) para derrubar as cotações de forma generalizadas.
O que gostei da reportagem abaixo, é a capacidade de revisão para justificar o fenômeno. Pelo jeito, a queda ainda não terminou. Enfim, para os com recursos líquidos, paciência para entrar na hora certa. Para os comprados... Se o stop já não foi, então o que fazer? Ao meu ver, vender pelo menos 30% do capital investido e esperar para comprar em patamares de baixa menores que os vistos hoje (e, acredito, este ciclo deva ir até agosto ante ao histórico do mercado em 2006, 2005 e 2003) recomprando os papéis em maior quantidade para sanar as perdas já averiguadas.
Bons negóciosA Volta do Medo (valor econômico- 23/06/2008)
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Forja Taurus: Trajetório de queda abre espaço de compra

A Forja Taurus S.A é uma das mais tradicionais empresas de arma de pequeno porte do mundo.
Não nos parece politicamente correto investir em uma empresa de armas. No entanto, ir contra um processo global no qual a segurança pública deve ser equipada dia após dia, nos revela a ingenuidade de não investir em um setor lucrativo e deverás interessante.
A gestão da empresa é extremamente responsável, seguindo padrões de responsabilidade fiscal e financeiras com tradição e respeito a seus investidores.
Os múltiplos fundamentalistas são bem interessantes (ver quadro abaixo). O mais interessante é a solidez de crescimento da empresa. O EBIT entre 2005 e 2006 possui um crescimento de 159% e entre 2005 e 2006 de quase 60%. As previsões para este ano são otimistas. Mesmo com a queda da receita da exportação pela queda de valores do dólar há uma previsão em contratos internos que podem garantir um ótimo incremento de receitas.

MÚLTIPLOS FUNDAMENTALISTAS ATUALIZADOS

Outro ponto de destaque são os "avisos" gráficos indicando momentos de compra. A ação está deveras desvalorizadas ante ao seu potencial. O IFR14 (ver gráfico abaixo) já beira os 18%. Hoje a ação rompre um triângulo simétrico indicando potenciais perdas de cotação no curto prazo. Dedo no gatilho se os preços atingiram valores inferiores R$ 8,10 ou em algum candle de reversão.

Ondas Financeiras
quarta-feira, 7 de maio de 2008
Felicidade excessiva na Bolsa pode ser fatal ao seu bolso!
Que me perdoem os felizes, mas a crise americana ainda vai influenciar, e muito, a volatilidade em nossas bolsa brazuca.
Com o Investment Grade a felicidade e os sorrisos voltaram aos investidores brasileiros. Há relatos e mais relatos nos fóruns e discussões financeiras de belas recuperações e até viradas em relação ao prejuízo do início do ano. Cuidado! Lucro bom é no bolso. O fantasma do subprime ainda continua entre nós com seu espectro doloroso e o óleo quente para fritar sardinhas (e até tubarões...) empolgados.
O JPMorgan Chase & Co não espera que a crise financeira termine logo e continuará bastante cauteloso, disse seu principal executivo em comentários publicados por uma revista semanal alemã no sábado.
"Nós podemos apenas especular quão profunda e quão longa será a recessão nos Estados Unidos e como isso vai impactar os bancos", disse James Dimon ao "Welt am Sonntag". "Mas não vamos ter escapado da crise por um bom tempo", disse Dimon, acrescentando que não é papel do banco fazer apostas sobre o futuro. "Imagine que precisássemos falar a nossos acionistas um dia, desculpem, mas a recessão nos EUA é tão ruim que nós quebramos. Nós precisamos ser capazes de garantir em todos os momentos que isso não irá ocorrer", disse Dimon. Em março, o JPMorgan anunciou que estava comprando o Bear Stearns, então quinto maior banco de investimentos dos EUA, que quebrou após uma corrida ao banco. Segundo a entrevista, Dimon espera que a transação esteja concluída até 30 de junho, antes do esperado. (Reportagem de Nicola Leske)
Com o Investment Grade a felicidade e os sorrisos voltaram aos investidores brasileiros. Há relatos e mais relatos nos fóruns e discussões financeiras de belas recuperações e até viradas em relação ao prejuízo do início do ano. Cuidado! Lucro bom é no bolso. O fantasma do subprime ainda continua entre nós com seu espectro doloroso e o óleo quente para fritar sardinhas (e até tubarões...) empolgados.
O JPMorgan Chase & Co não espera que a crise financeira termine logo e continuará bastante cauteloso, disse seu principal executivo em comentários publicados por uma revista semanal alemã no sábado.
"Nós podemos apenas especular quão profunda e quão longa será a recessão nos Estados Unidos e como isso vai impactar os bancos", disse James Dimon ao "Welt am Sonntag". "Mas não vamos ter escapado da crise por um bom tempo", disse Dimon, acrescentando que não é papel do banco fazer apostas sobre o futuro. "Imagine que precisássemos falar a nossos acionistas um dia, desculpem, mas a recessão nos EUA é tão ruim que nós quebramos. Nós precisamos ser capazes de garantir em todos os momentos que isso não irá ocorrer", disse Dimon. Em março, o JPMorgan anunciou que estava comprando o Bear Stearns, então quinto maior banco de investimentos dos EUA, que quebrou após uma corrida ao banco. Segundo a entrevista, Dimon espera que a transação esteja concluída até 30 de junho, antes do esperado. (Reportagem de Nicola Leske)
Alavancagem para investimento em imóveis: tem louco pra tudo
De novo entrando na onda de oráculos da consultoria financeira. O texto abaixo me parece mais uma arapuca ao financiamente por parte de um investidor, do que um conselho verdadeiramente válido a pessoas que querem cultivar seu suado dinheiro.
Pedir emprestado para trabalhar alavandado... vá lá. Mas pedir dinheiro emprestado para investir em imóvel que deprecia e dá uma dor de cabeça imensa com inquilino destruidor de patrimônio.
Financie para comprar o seu imóvel onde irá morar e dar conforto e qualidade de vida a sua família, deixando de pagar aluguéis e o risco de, a qualquer momento, perder seu lar (que não é seu!). Para investir, busque a liquidez junto a rendimento.
Pedir emprestado para trabalhar alavandado... vá lá. Mas pedir dinheiro emprestado para investir em imóvel que deprecia e dá uma dor de cabeça imensa com inquilino destruidor de patrimônio.
Financie para comprar o seu imóvel onde irá morar e dar conforto e qualidade de vida a sua família, deixando de pagar aluguéis e o risco de, a qualquer momento, perder seu lar (que não é seu!). Para investir, busque a liquidez junto a rendimento.
Imóvel financiado rende mais para investidores
Estudo da consultoria Mercer a pedido do Portal EXAME mostra que financiar imóvel para investimento é mais rentável que comprá-lo à vista, mas há riscos
Continua em Ondas Financeiras
Investment Grade: crescimento ou banho de água fria?
Um estudo feito pela Consultores Associados com cinco países que se tornaram grau de investimento nos últimos anos - México, Rússia, Romênia, Bulgária e África do Sul - revela que os mercados antecipam a boa notícia, se valorizando até dois anos antes. Já depois da promoção, o estudo mostra que não há garantias de que as bolsas continuarão em alta. Tudo depende se o país está fazendo a lição de casa, para o futuro da economia ser ainda melhor, além da situação econômica internacional. "O mercado é muito mais rápido que as agências e, ao menor sinal de que um país vai virar grau de investimento, os aplicadores correm para comprar os ativos e pegar toda a valorização", diz o sócio da Antônio Madeira. A consultoria analisou vários indicadores dos cinco países que se tornaram grau de investimento, entre eles a bolsa 3, 6, 12 e 24 meses antes e depois da promoção. O México é o melhor exemplo de que um país não consegue viver apenas da fama de ser grau de investimento e que o bom desempenho do seu mercado pode ser prejudicado por fatores internacionais. O país ganhou selo de lugar seguro para investir em março de 2000 e o índice da bolsa mexicana subiu nos quatro períodos antes da promoção (3,6, 12 e 24 meses) e caiu nos quatro após o fato. Para se ter idéia, seis meses antes, o índice subiu 119%, em termos anualizados, enquanto que seis meses depois caiu 28,2%. "Antes, a bolsa subiu refletindo o que iria acontecer", diz Madeira. "No entanto, depois deu azar, com a recessão americana, o estouro da bolha da Nasdaq e o atentado às torres gêmeas." Já no caso da Rússia, a bolsa continuou subindo mesmo depois, graças à grande valorização da bolsa americana no período e ao petróleo. A Romênia é o exemplo de que acontecimentos positivos podem sustentar uma bolsa. No ano em que se tornou "investment grade", o país fechou acordo com o FMI e passou a fazer parte da Zona do Euro. Não por acaso, o índice da bolsa romena subiu 42,6%, dois anos após a promoção do país. Para o economista da corretora Geração Futuro,Gustav Gorski, a continuidade da alta da Bovespa irá depender do crescimento econômico, da queda dos juros e da aprovação de reformas, como a tributária e a trabalhista. Do contrário, o Brasil poderá repetir a história do México.
domingo, 4 de maio de 2008
O mercado vai além das commodities no Brasil
Depois de penalizadas drasticamente, açõe de bancos, varejo e serviços terão seu momento?
Espero, sinceramente, que saiamos da inércia das commodities (minerais) e possamos ver o mercado brasileiro mais amplo e complexo. O investment Grade precificou petrobrás e Vale. E o restante do mercado? Será o momento?
Bons investimentos e abram suas mentes
sexta-feira, 2 de maio de 2008
Benefícios as bolsas brasileiras
Sem sombra de dúvida não se pode negar que nosso governo segue a corretíssima linha ortodoxa da economia no que tange ao estímulo a produção e geração de dividendos reais (ou seria Reais?). O fator maior é a não incidência de aumentos da CSLL sobre investimentos diretamente realizados sobre ativos negociados na BMeF e Bovespa. Me parece algo óbvio em um país onde menos de 20% do PIB é destinado a investimentos e mais de 40% ao pagamento de dívida. É óbvio que, para qualquer economista de fundo de quintal, o investimento deve partir da iniciativa privada. Facemos este País crescer!
Continua em
Cosan compra Esso no Brasil
Mesmo com a compra de da rede ESSO de distribuição e a promessa de sinergia entre a produção de álcool (COSAN) e a venda a varejo de combustível, isso não conveceu o mercado.A pergunta é: por quê? A resposta me parece simples: confiança. Mesmo que o negócio seja extremamente interessante na geração de fluxo de caixa futuro- o que representaria uma significativa valorização das ações- não é o fato principal para convencer os investidores. Sr. Ometto, depois das falcatruas e a explícita quebra de compromissos que vossa senhoria fez em relação aos princípios do novo mercado, não é um sorriso bonito em capa de revista que te trará credibilidade. Fecha o repórter ESSO!
segunda-feira, 24 de março de 2008
Sobre consitência, risco e probabilidades
Muito interessante este texto. Vale a leitura.
Por Matheus Dini
Embora para muitos a bolsa de valores pareça uma mina com pedraspreciosas muito fáceis de agarrar, e consequentemente traga um enriquecimentorápido, apenas o tempo, para aqueles que sobrevivem, mostra que a histórianão é bem assim, e com certeza muito diferente disso.A consistência deveria ser o primeiro objetivo dos operadores, mas ao contrário disso,busca-se ferramentas ou dicas milagrosas, que façam um montante qualquer crescerexponencialmente em questãode semanas ou meses. Geralmente o que realmente acontece éo fracasso absoluto e sem volta. O grande aventureiro sai extremamente machucado domercado e nunca mais retorna, e acaba por não conhecer o verdadeiro jogo de operar.
Digo jogo, pois na realidade o mercado é simplesmente um jogo de probabilidades,e nele necessitamos de apenas três coisas: aceitar um risco calculado,uma estratégia de operação onde a probabilidade esteja a nosso favor, e um controle dasemoções.Ninguém necessita saber qual o movimento o mercado vai fazer amanhã para operar. Um dia sobe, outro desce, e isso pode acontecer por qualquer motivo que não importa... além do que a interpretação de todos os fatos é extremamente árdua e imprecisa.
Enfim, o mercado pode fazer qualquer coisa, e não adianta torcer.A única coisa que podemos fazer é analisar uma determinada ação e operar com aprobabilidade a nosso favor, e cortar rapidamente as perdas em caso dos preços dadeterminada ação se voltarem contra o nosso objetivo, sem hesitação.Cada operação é única, e é uma sequência razoável de número de operações que irá trazeressa consistência e resultados positivos.
Podemos usar a análise técnica, e é claro que quanto mais dominarmos essa técnica melhor,mas que tenhamos sempre em mente que ela não é a verdade absoluta, e que vamos errarmuito, e uma sequência de operações positivas não quer dizer que dominamos o jogo domercado, bem como uma sequência negativa não pode nos tirar o verdadeiro foco, demanter a disciplina, a consistência e o constante aprendizado.
Portanto, por mais brilhantes analistas que sejamos, por mais ferramentas que utilizemos,se não entendermos a palavra consistência, aceitar o risco de verdade e entender que cadaoperação é única e a sequência delas nos trará o sucesso no mercado, vamos cada vezprocurar um novo modelo, um novo indicador ou guru para nos guiar no jogo do mercado,tentando descobrir em vão qual vai ser o próximo movimento.
Infelizmente a maioria dos operadores parte para o caminho mais difícil, que é de a cadasequência de operações erradas trocar os indicadores acreditando ser esse o problema.Essa troca pode levar a algumas operações positivas, mas logo retornando novamente a nãofuncionar e a busca por outro indicador.Apenas analisando a tendência do ativo e seus suportes e resistências, podemos facilmentejogar com a probabilidade a nosso favor. Calculando nosso risco/benefício, e esse tendouma proporção de um para três, levamos mais vantagem ainda... Não precisa acertar todas...
Eu diria que nem metade, para auferir lucro consistente em uma sequência de operações.MACD, Elliot, Fibonacci... pode servir para alguns... mas com certeza o escrito acima deveservir para todos!
Por Matheus Dini
Embora para muitos a bolsa de valores pareça uma mina com pedraspreciosas muito fáceis de agarrar, e consequentemente traga um enriquecimentorápido, apenas o tempo, para aqueles que sobrevivem, mostra que a histórianão é bem assim, e com certeza muito diferente disso.A consistência deveria ser o primeiro objetivo dos operadores, mas ao contrário disso,busca-se ferramentas ou dicas milagrosas, que façam um montante qualquer crescerexponencialmente em questãode semanas ou meses. Geralmente o que realmente acontece éo fracasso absoluto e sem volta. O grande aventureiro sai extremamente machucado domercado e nunca mais retorna, e acaba por não conhecer o verdadeiro jogo de operar.
Digo jogo, pois na realidade o mercado é simplesmente um jogo de probabilidades,e nele necessitamos de apenas três coisas: aceitar um risco calculado,uma estratégia de operação onde a probabilidade esteja a nosso favor, e um controle dasemoções.Ninguém necessita saber qual o movimento o mercado vai fazer amanhã para operar. Um dia sobe, outro desce, e isso pode acontecer por qualquer motivo que não importa... além do que a interpretação de todos os fatos é extremamente árdua e imprecisa.
Enfim, o mercado pode fazer qualquer coisa, e não adianta torcer.A única coisa que podemos fazer é analisar uma determinada ação e operar com aprobabilidade a nosso favor, e cortar rapidamente as perdas em caso dos preços dadeterminada ação se voltarem contra o nosso objetivo, sem hesitação.Cada operação é única, e é uma sequência razoável de número de operações que irá trazeressa consistência e resultados positivos.
Podemos usar a análise técnica, e é claro que quanto mais dominarmos essa técnica melhor,mas que tenhamos sempre em mente que ela não é a verdade absoluta, e que vamos errarmuito, e uma sequência de operações positivas não quer dizer que dominamos o jogo domercado, bem como uma sequência negativa não pode nos tirar o verdadeiro foco, demanter a disciplina, a consistência e o constante aprendizado.
Portanto, por mais brilhantes analistas que sejamos, por mais ferramentas que utilizemos,se não entendermos a palavra consistência, aceitar o risco de verdade e entender que cadaoperação é única e a sequência delas nos trará o sucesso no mercado, vamos cada vezprocurar um novo modelo, um novo indicador ou guru para nos guiar no jogo do mercado,tentando descobrir em vão qual vai ser o próximo movimento.
Infelizmente a maioria dos operadores parte para o caminho mais difícil, que é de a cadasequência de operações erradas trocar os indicadores acreditando ser esse o problema.Essa troca pode levar a algumas operações positivas, mas logo retornando novamente a nãofuncionar e a busca por outro indicador.Apenas analisando a tendência do ativo e seus suportes e resistências, podemos facilmentejogar com a probabilidade a nosso favor. Calculando nosso risco/benefício, e esse tendouma proporção de um para três, levamos mais vantagem ainda... Não precisa acertar todas...
Eu diria que nem metade, para auferir lucro consistente em uma sequência de operações.MACD, Elliot, Fibonacci... pode servir para alguns... mas com certeza o escrito acima deveservir para todos!
Trading for a Living, Alexander Elder
Coming in to my Trading Room, Alexander Elder
Trading in the Zone, Mark Douglas
A Mathematician Plays the Stock Market, John Allen PaulosTechnical Analyses of the Financial Markets, John Murphy
Ondas Financeiras
quinta-feira, 20 de março de 2008
Sábias palavras....E que não emergem de gurus financeiros
Um excelente texto que demonstra a fraqueza dos mais confiáveis especialistas de finanças e economia. Uma demonstração clara de que "gurus" acertam somente nos momentos e que qualquer um com mínimos conhecimentos de economia e finanças, e que tenha coragem de se expressar, também acertaria.
O que é o mercado de ações e finanças de risco? A melhor resposta que eu teria seria tempo, ou seja, quanto menor o tempo de aplicação e quão melhor forem as empresas escolhidas ante a saúde contábel, inovação e inserção de consumo, maior será a probabilidade, eu disse: probabilidade! De sucesso.
O que é o mercado de ações e finanças de risco? A melhor resposta que eu teria seria tempo, ou seja, quanto menor o tempo de aplicação e quão melhor forem as empresas escolhidas ante a saúde contábel, inovação e inserção de consumo, maior será a probabilidade, eu disse: probabilidade! De sucesso.
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
Análise Técnica : Aéreas (Tamm4 e Goll4)
Eu sei que gráficos de empresas do mesmo setor seguem uma tendência semelhante, mas tamm4 e goll4 parecem ser a mesma empresa. Ambas alcançaram os menores valores de cotação em 2 anos. O preço de ambas está entre 30,00 e 32,00 Reais/ação. Nos últimos 2 pregões, ambas apresentam engolfos indicativos de reversão. Será uma oportunidade de compra. Bem, se for, qual escolheremos? Neste caso podemos apelar para o velho e bom múltiplo P/L. Neste caso, a gol se encontra 10,17 e Tam em 9,80 (bem próximos não???).
Neste caso, o risco esta semelhante para ambas. O repique de curto prazo para estes interessantes cases encontra-se por volta de 36,00. Se ambas perderem o suporte de 31,00 buscarão o preço em torno de 26,50 por ação (até nisso são coincidentes !!!) valor da goll4 no final de 2004 e da tamm4 no final de 2005.
Veja os gráficos em Ondas Financeiras
Veja os gráficos em Ondas Financeiras
Assinar:
Postagens (Atom)

