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quarta-feira, 2 de julho de 2008

Ibovespa tem a 3ª maior queda do ano

Mais um recorde do petróleo, indicadores econômicos norte-americanos ruins, expectativa com o relatório do mercado de trabalho nos EUA, ameaça terrorista e, principalmente, fuga de investidor estrangeiro no Brasil levaram a Bolsa de Valores de São Paulo a registrar sua terceira maior queda porcentual do ano e atingir o menor patamar de pontuação desde 31 de março (60.968,1 pontos), ou seja, em mais de três meses.

O Ibovespa, principal índice, encerrou a sessão em queda de 3,61%, aos 61.106,2 pontos, a maior variação negativa desde a queda de 5,01% em 19 de março. O índice oscilou entre a mínima de 61.028 pontos (-3,74%) à máxima de 63.945 pontos (+0,87%). Em apenas dois pregões de julho, já acumula perdas de 6,02%. No ano, a queda é de 4,35%. O volume financeiro negociado hoje totalizou R$ 6,314 bilhões.

Em Nova York, o índice Dow Jones encerrou em queda de 1,47%, o S&P caiu 1,82% e o Nasdaq perdeu 2,32%. No início do dia, até parecia que o terror daria uma trégua aos mercados e as bolsas arriscaram operar em alta, ajudadas pelo anúncio do Deutsche Bank de que não precisará de novos aportes de capital para equilibrar sua posição financeira. Só que esse quadro logo mudou com os indicadores ruins e com as declarações do secretário do Tesouro dos EUA, Henry Paulson. Em Londres, ele afirmou que os bancos precisam de dinheiro novo, o que serviu de contraponto ao anúncio do Deutsche.

Continua em Monitor Investimentos/notícias

terça-feira, 20 de maio de 2008

quinta-feira, 6 de março de 2008

Sem surpresas - Taxa Selic é mantida


BC mantém taxa Selic em 11,25% pela 4ª vez seguida
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decidiu nesta quarta (05) manter os juros básicos da economia brasileira (taxa Selic) em 11,25% ao ano, confirmando a previsão da maioria das instituições financeiras. É a quarta vez seguida que o Copom decide não mexer nos juros. A última ocasião em que os diretores do BC alteraram a taxa (houve corte de 0,25 ponto porcentual, para o atual nível de 11,25% ao ano) foi em 5 de setembro do ano passado.

O comunicado divulgado com a decisão, similar ao da reunião anterior, acrescenta apenas a palavra "atentamente": "Avaliando a conjuntura macroeconômica e as perspectivas para a inflação, o Copom decidiu, por unanimidade, manter a taxa Selic em 11,25% a.a., sem viés. O Comitê irá monitorar atentamente a evolução do cenário macroeconômico até sua próxima reunião, para então definir os próximos passos na sua estratégia de política monetária", diz o texto do comunicado.

postado em Seagull Trading

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Ibovespa encerra com ganho de 2,67%

A Bovespa iniciou fevereiro em elevação, favorecida por uma notícia de aquisição no setor de mineração no exterior que levou os papéis da Vale a registrarem alta forte, além do impacto positivo em Nova York da oferta de compra da Microsoft para o Yahoo!. Nem mesmo o fechamento de 17 mil vagas no mercado de trabalho norte-americano levou o índice doméstico a virar - embora tenha feito Wall Street titubear. O Ibovespa encerrou o pregão com ganho de 2,67%, aos 61.079,8 pontos, depois de oscilar entre a mínima de 59.491 pontos (estável) e a máxima de 61.187 pontos (+2,85%). No ano, a Bolsa registra perdas de 4,39%. O volume financeiro negociado nesta sexta-feira (01) totalizou R$ 6,44 bilhões.

A notícia que impulsionou a alta das ações da Vale - e de várias mineradoras ao redor do mundo - foi a aquisição de uma fatia de 12% da anglo-australiana Rio Tinto pela gigante norte-americana Alcoa e pela Aluminum Corporation of China (Chinalco), a maior produtora de alumínio da China. A compra cria um novo obstáculo nos esforços da também anglo-australiana BHP Billiton, maior mineradora do mundo, para assumir o controle de sua concorrente. Segundo a Chinalco, o valor total do negócio chega a US$ 14,05 bilhões. Vale ON subiu 5,92% e Vale PNA, 4,98%, com o segundo maior giro financeiro do pregão (R$ 812,096 milhões). Mas a alta da Bovespa também teve o dedo da Petrobras, que subiu 1,76% a ON e 1,62% a PN.

Com o noticiário corporativo carregado, o fraco relatório de emprego (payroll), trouxe volatilidade, mas não segurou as Bolsas de Nova York em baixa. O payroll revelou o fechamento de 17 mil vagas em janeiro, ante projeção de criação de 75 mil postos. Foi a primeira contração do mercado de trabalho norte-americano desde agosto de 2003. Outros indicadores divulgados ao longo desta sexta vieram bons e acabaram também diminuindo o impacto deste relatório nos negócios, dentre os quais pode-se destacar o índice de atividade industrial ISM, que voltou a ficar acima de 50 (fechou em 50,7 em janeiro, o que sinaliza expansão da atividade).

A Bovespa, agora, repercutirá os dados do início da próxima semana apenas na quarta-feira (06), quando volta do carnaval. O pregão na quarta vai funcionar das 13h às 18 horas. O after-market, período de negociação após o pregão regular, terá início às 18h30 e se encerrará às 19h30. (AE)

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Bolsa tem alta de 1,60% com otimismo pré-Fed

A Bovespa fechou nesta terça-feira (29) pelo terceiro dia consecutivo em elevação, retornando ao patamar de 59 mil pontos, onde esteve no último dia 15, favorecida pela expectativa de um novo corte agressivo da taxa básica de juros nos Estados Unidos, nesta quarta-feira (30), e também pela recuperação técnica dos papéis da Vale. Os indicadores norte-americanos divulgados nesta terça, novamente conflitantes, não chegaram a fazer preço sobre os ativos. No final da sessão, o Ibovespa registrou ganho de 1,60%, aos 59.529,6 pontos. Oscilou entre 58.597 pontos na mínima (+0,01%) e 59.715 pontos na máxima (+1,91%). No mês, ainda acumula perdas, de 6,82%. O volume financeiro negociado totalizou R$ 5,77 bilhões.

A Bolsa sustentou rumo ascendente nesta terça, beneficiada pelo comportamento neste mesmo sentido na Ásia, Europa e Estados Unidos. Todos os mercados estão de olho no que sairá nesta quarta do encontro do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA), e ninguém espera menos do que um corte de 0,25 ponto porcentual no juro, embora o que vá realmente agradar e impulsionar os negócios é a redução da taxa para 3% ao ano, de 3,5% atualmente - projeção que já está no preço de muitas ações.

O discurso do Estado da União feito na segunda-feira (28) pelo presidente dos EUA, George W. Bush, ao Congresso norte-americano serviu como um pano de fundo favorável, sem, no entanto, conseguir definir uma direção nos negócios nesta jornada. Bush repetiu que a economia dos EUA passa por dificuldades, mas que a tendência de longo prazo é de crescimento, e pediu aos congressistas que aprovem o pacote de US$ 150 bilhões em ajuda aos contribuintes.

Também não chegou a fazer marola os indicadores divulgados nesta terça, embora as bolsas norte-americanas tenham se estressado no momento em que saiu o índice de sentimento do consumidor, que caiu, mas ficou dentro das projeções: o indicador passou de 90,6 em dezembro para 87,9 em janeiro, ante projeção de queda a 87. O outro dado, o de encomendas de bens duráveis, foi bom: os pedidos aumentaram 5,2% em dezembro ante previsões de +2,1%. Às 18h15, o Dow Jones subia 0,77%, o S&P tinha alta de 0,58% e o Nasdaq, de 0,27%.

As ações da Vale mostraram recuperação técnica nesta terça, já que estavam atrasadas em relação ao índice e os papéis da Petrobras, que subiram bem mais nos últimos dias. A alta dos metais favoreceu, mas o negócio com a anglo-suíça Xstrata pode voltar a afetar negativamente os papéis, já que o investidor ainda não conseguiu precificar nas ações em bolsa a possível compra, que deve custar à Vale mais de US$ 80 bilhões. Vale ON avançou hoje 1,65% e Vale PNA, 0,57%.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Oi e BrT admitem negociação, mas negam acordo fechado

Aposta em fusão faz ações da Oi (ex-Telemar) dispararem de novo na Bovespa
Exame

A Brasil Telecom e a Oi (ex-Telemar) divulgaram novos fatos relevantes em que negam que já tenham assinado um acordo que levaria à fusão das duas operadoras. Segundo reportagens publicadas desde ontem em diversos órgãos de imprensa, a Oi propôs pagar 4,8 bilhões de reais pelo controle da Brasil Telecom, que já aceitou a oferta. O acordo também levaria à saída da fundo de private equity GP do bloco de controle da Oi e implicaria ainda na venda da parte do Citigroup na Brasil Telecom. O acordo seria oficializado assim que o governo federal alterar a lei que regula o setor e impede o negócio. Não haveria, entretanto, resistências dentro do governo para bloquear a fusão.

Questionada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a Oi divulgou hoje nota para informar que realiza estudos para a reestruturação acionária e que analisa a compra de empresas de telecomunicação. Especificamente em relação à Brasil Telecom, a Oi diz que manteve conversas com seus controladores "que se intensificaram nas últimas horas, não tendo sido firmado documento de qualquer natureza até o momento". Além disso, a Oi disse que os valores discutidos até o momento são "meramente indicativos". Já a nota da Brasil Telecom afirmou que não firmou nenhum entendimento, "mesmo que preliminar, sobre fusão ou compra ou venda com a Oi/Telemar ou com qualquer outra empresa ou veículo de investimento".

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Motivo da queda nas Bolsas

Mercado de trabalho perde força nos EUA

A economia dos Estados Unidos abriu apenas 18 mil postos de trabalho em dezembro e o desemprego subiu para 5 por cento, maior nível em mais de dois anos, mostrou um relatório do governo nesta sexta-feira, que reforçou que a economia está perdendo força rapidamente.

O Departamento de Trabalho informou que o ritmo de criação de empregos foi o mais fraco desde agosto de 2003, quando foram fechados 42 mil empregos. Analistas ouvidos pela Reuters esperavam a abertura de 70 mil vagas fora do setor agrícola no mês passado.

Já a taxa de desemprego saltou 0,3 ponto percentual e foi a maior desde novembro de 2005.

O governo acrescentou que em todo o ano passado o crescimento do emprego foi, em média, de 111 mil postos por mês --abaixo dos 189 mil por mês registrados em 2006.

Em entrevista à Reuters na quinta-feira, o presidente norte-americano, George W. Bush, disse estudar um pacote para estimular a economia. Ele ressalvou, porém, que ainda não havia tomado uma decisão.

Em dezembro, a indústria manufatureira cortou 31 mil postos de trabalho, e o setor de construção enxugou outros 49 mil. O governo contratou 31 mil pessoas, e o setor de serviços educacionais e de saúde gerou mais 44 mil empregos. No varejo, porém, foram cortados mais de 24 mil postos.

As horas semanais de trabalho continuaram em 33,8 em dezembro, mas as horas extras caíram de 4,1 para 3,9.

Fonte: Reuters

Resultado da Enquete


Mais uma votação encerrada sobre a preferência dos leitores nas melhores postagens reproduzidas aqui no Monitor Financeiro.

Como desta vez foi permitido que cada um pudesse votar em mais de uma opção, a soma dos percentuais foi maior do que 100. Mas isto não deixa de mostrar que a aceitação de todos os tipos de contribuições feitas por nossos colaboradores foi excelente.

O resultado mostra claramente que os leitores do MF.net têm bom senso e sabem interpretar uma boa análise. Estas foram as mais votadas, com 104 indicações. Os artigos vieram depois com 91 votos, seguidos pelos gráficos e notícias, também com expressivas votações.

Assim sendo, reiteramos os pedidos para que o nosso canal de contato seja amplamente explorado para podermos atender as preferências de nossos assinantes e leitores diários. Escrevam sempre que puderem, manifestando o que gostariam de ler, seus autores favoritos, análises de ativos, Bolsas de Valores, Renda Fixa, tudo que possa acrescentar em suas leituras para uma melhor tomada de decisão quanto aos nossos investimentos.

Fica o agradecimento aos que participaram e os desejos de um 2008 com muito sucesso e cheio de boas recompensas.

Att

Equipe Monitor Financeiro

domingo, 23 de dezembro de 2007

Um Feliz Natal !

É o que deseja a Equipe Monitor Financeiro

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

2.001 Postagens!!!

Tudo graças aos nossos colaboradores de sempre, e aos fiéis leitores que somam quase 1.000 visitas diárias ao Monitor Financeiro. Sem contar os inúmeros assinantes dos feeds e outros investidores que preferem subscrever as postagens para receber o resumo ao final do dia!

Além das enquetes propostas e dos campos para comentários, pedimos a todos que escrevam para nosso email, dizendo o que gostam, quais seus autores favoritos, matérias de suas preferências, solicitem as análises dos ativos que acompanham, notícias antigas ou atuais, gráficos, indicações de novos sites para serem incluídos na relação, tudo que não pode ser contabilizado em uma pesquisa de múltipla escolha.

O canal para fazermos do monitorfinanceiro.net um serviço cada vez melhor e voltado para atender as necessidades da comunidade financeira estará sempre aberto para ouvir a palavra daqueles que entendem do assunto: mercado de capitais, renda fixa, economia, marketing e tudo mais que possa influenciar os nossos investimentos.

Não deixem de escrever para o email de contato -
monitorfinanceiro@gmail.com

Att

Equipe Monitor Financeiro

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

International Financial Reporting Standards - IFRS

A partir de 2010, as companhias abertas e instituições financeiras terão uma espécie de batismo de fogo. A “unção” levará as empresas e bancos rumo ao padrão internacional para demonstrações financeiras, ou International Financial Reporting Standards - IFRS (clique aqui para ter acesso a um guia de informações em inglês que traz detalhes técnicos sobre as novas regras).

As empresas serão obrigadas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) a publicar suas demonstrações financeiras consolidadas seguindo um padrão que reforça a busca de maior transparência e melhor entendimento dos balanços por investidores de todo o mundo. Para alcançar o objetivo, a organização terá não apenas de mudar detalhes técnicos ou simplesmente dar informações mais mastigadas. A travessia para o novo patamar de governança corporativa dependerá de uma mudança cultural. A empresa terá de determinar com detalhes como praticou uma ação de hedge (proteção de ativos), por exemplo.

Os grandes grupos, que possuem diversos negócios, terão que oferecer dados estratégicos como quanto cada segmento teve de lucro e vendas. “Se a empresa levar a IFRS com seriedade conseguirá grandes benefícios”, assegura Edimar Facco, sócio de Auditoria da Deloitte.

Realmente, há muitos pontos positivos que premiarão os esforços das empresas no duro caminho da adaptação. Um deles é que será bem mais fácil conseguir recursos, inclusive junto ao BNDES, para investimentos futuros. De acordo com Facco, as instituições financeiras farão questão de cobrar a nova regra das empresas – principalmente daquelas que ainda não seguem as normas. Naturalmente, a mudança vai acelerar um ciclo virtuoso em que o mercado pressionará as empresas que adotam o padrão contábil brasileiro a optar pelo IFRS. “Por isso haverá cobrança para que se aprove a Lei 3741, com a qual será possível atingir a convergência dos padrões contábeis brasileiros com as normas internacionais”, aponta Facco.

Para detalhar o assunto, a Deloitte apresentará o novo padrão internacional de demonstrações financeiras para companhias abertas nesta quarta-feira (12) em um evento em São Paulo. Atualmente no Brasil, a última empresa a se render às regras da IFRS foi o Grupo Gerdau. A companhia inaugurou a nova fase em novembro, quando publicou seu balanço trimestral (clique aqui para acessar o documento).

Créditos: Marcos Graciani

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Brasil chega pela primeira vez ao grupo com alto IDH


O Brasil chegou pela primeira vez ao grupo de países com alto desenvolvimento humano, com um IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) de 0,800, o mínimo necessário. O país está em último lugar entre as 70 nações que fazem parte do grupo este ano, como Islândia, Noruega, Japão, Canadá e Estados Unidos. O resultado está no Relatório de Desenvolvimento Humano (RDH) 2007-2008, divulgado nesta terça pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento Humano (PNUD). Os dados utilizados pela pesquisa são de 2005. O ranking deste ano tem 70 países no grupo com alto desenvolvimento, 85 no de médio e 22 no grupo de baixo desenvolvimento humano, de um total de 177 países e territórios. O IDH é a síntese de quatro indicadores: Produto Interno Bruto (PIB) per capita, expectativa de vida, taxa de alfabetização de pessoas com 15 anos ou mais de idade, e taxa de matrícula bruta nos três níveis de ensino (relação entre a população em idade escolar e o número de pessoas matriculadas no ensino fundamental, médio e superior). Quando o IDH de um país está entre 0 e 0,499, é considerado baixo; entre 0,500 e 0,799, é considerado médio. E entre 0,800 e 1 é considerado alto.

domingo, 25 de novembro de 2007

Leilão de usina do Madeira

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou que o leilão da usina hidrelétrica de Santo Antônio, marcado para 10 de dezembro, terá cinco grupos interessados, sendo quatro consórcios e a Eletronorte.

Esta é a principal surpresa entre os inscritos, já que até o momento acreditava-se que a Eletronorte se associaria ao consórcio liderado pela Alusa. A estatal optou por concorrer sozinha no leilão. A empresa informou que a decisão foi tomada no último momento por motivos estratégicos.

As inscrições para o leilão terminaram nesta sexta-feira. Além da Eletronorte, os quatro consórcios que participarão da disputa são: Madeira Energia, formado por Odebrecht Investimentos em Infra-estrutura (com fatia de 17,6%), Construtora Norberto Odebrecht (1%), Andrade Gutierrez (12,4%), Cemig (10%), Furnas (39%) e o fundo Banif/Santander (20%); Energia Sustentável do Brasil, com Suez (51%) e Eletrosul (49%); Empresas Investimentos de Santo Antônio, com Camargo Corrêa (0,9%), Chesf (49%), CPFL Energia (25,05%) e Endesa do Brasil (25,05%); e Norte Energia, único puramente privado, formado por Alupar Investimentos (37,5%), Indústrias Metalúrgicas Pescarmona (15%), Schahin Holding (27,5%), UTC Engenharia (10%) e Schahin Engenharia (10%).

Além disso, 31 distribuidoras de todo o País também se inscreveram para comprarem a energia que será gerada pela hidrelétrica de Santo Antônio. (AE)

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Nova Pesquisa de Opinião

Depois de implementada a decisão dos leitores na última enquete sobre suas preferências na cor do MF, estamos fazemos uma nova pesquisa com a comunidade de investidores que participa do Monitor Financeiro para saber o que a maioria mais aprecia nas postagens aqui publicadas:

As opções são:

1- Os ARTIGOS escritos pelos colaboradores

2- As NOTÍCIAS selecionadas na mídia

3- As ANÁLISES feitas por profissionais

4- Os GRÁFICOS dos analistas técnicos

A votação já está aberta e, mais uma vez, contamos com a participação dos amigos para fazermos do MonitorFinanceiro.net um espaço cada vez mais atrativo aos nossos leitores.

Att

Equipe Monitor Financeiro

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Duplica o número de pessoas que investem em ações com home broker; algumas tornam-se profissionais.

Uma nova profissão
Juliana Rangel - O Globo Online

O recente boom de investidores que passaram a apostar no mercado de ações por meio de home brokers - o número dobrou de 88.343 para 173.502 entre janeiro e outubro deste ano, segundo dados da Bovespa - está trazendo ao mercado um novo tipo de profissional. Gente que cansou do dia-a-dia de escritórios e empresas, foi se especializar e tem hoje, no mercado de ações, sua principal fonte de renda.

Aos 30 anos, o ex-analista de sistemas Ricardo Coelho consegue tirar de operações com ações o suficiente para cobrir seus gastos. Ele acorda todos os dias, troca de roupa como se fosse trabalhar e dá início à sua jornada:

" Há dias em que ganho o volume de todo um mês. Em outros, perco toda a semana, mas essa é a vida de 'trader' e eu gosto muito: "

- Começo bem antes do mercado abrir. Faço um relaxamento, reviso meus objetivos para os lucros dos investimentos e inicio o trabalho lendo as notícias que possam ser relevantes para as empresas com ações em bolsa. Em seguida, estudo a movimentação dos preços e os gráficos das companhias citadas nas notícias ou em algum fórum de discussões - diz. - Tem meses que ganho menos e outros em que ganho mais, porém minha qualidade de vida mudou pra melhor. Trabalho no horário e dia em que quero, sem ninguém me cobrando serviços.

A instabilidade, diz, faz parte da rotina:

- Há dias em que ganho o volume de todo um mês. Em outros, perco toda a semana, mas essa é a vida de 'trader' e eu gosto muito.

Para Nazir Leopoldino Alves, casada com um holandês, a atuação no mercado de ações brasileiro virou "profissão" quando ela se viu obrigada a mudar de país.

- Casei com um holandês e vim morar na Holanda. No início, eu queria muito trabalhar fora, já que no Brasil sempre o fiz. Mas, depois de algum tempo, cheguei à conclusão de que achar algum trabalho com condições parecidas com as que eu tinha seria praticamente impossível - conta.

Foi quando ela resolveu, há dez anos, começar a investir. A rotina inclui a leitura diária de notícias sobre empresas listadas.

- Faz um bem enorme para o meu ego e, de certa forma, para o meu bolso. Trabalho sem sair de casa, me mantenho ocupada e estou satisfeita - conta.

Mas, por trás da sedução de ganhos fáceis e da independência, estão riscos nem sempre avaliados pelos principiantes. Riscos são grandes e devem ser pesados

Para o também investidor Edgar Serra, pode parecer fácil ter ganhos no momento atual, considerando que a Bovespa passa por uma trajetória de altas desde 2003.

" O mercado de ações deve ser encarado como um instrumento de capitalização na medida em que você investe o que poupou sistematicamente, ao longo dos anos, parcelas da sua renda obtida na sua atividade profissional principal: "

- Se alguém está vivendo disso, possivelmente desenvolveu um método de desempenho acima da média ou está atravessando uma fase casualmente excepcional em sua vida de investidor - diz.

O próprio Ricardo Coelho diz já ter passado maus bocados em sua "carreira" de investidor:

- Comecei a estudar a Análise Técnica e achei que ficaria rico do dia para a noite operando opções, o que caiu por terra algumas operações mais tarde. Após um ano fazendo algumas operações no mercado, estudando bastante e trabalhando como empregado, vi que poderia substituir meu salário por minhas operações na bolsa. Fui bastante criticado por minha família e por pessoas mais próximas, mas pedi demissão da empresa em que trabalhava e comecei a ser trader. Antes de um mês, já tinha perdido praticamente todo o dinheiro da rescisão, o que me deixou muito abalado e sem grana - conta.

As dificuldades obrigaram Coelho a voltar a procurar um emprego fixo.

- Em mais cinco meses de trabalho como analista, vi que ali não era mais o meu lugar, pois me sentia melhor no dia-a-dia do mercado financeiro. Continuando meus estudos, descobri os erros cometidos no início e aperfeiçoei minhas técnicas - relata, contando ter pedido demissão do cargo.

O gaúcho Sandre Juraci da Silva, de 48 anos, também deixou um emprego em um grande frigorífico para operar no mercado. Mais prudente, no entanto, ele diversifica sua carteira: tem de 25% a 30% em renda fixa e o restante em ações. Além disso, faz alguns trabalhos como projetista.

- Eu tiro o que eu preciso das minhas aplicações para meu sustento mas, quando os papéis estão caindo, agüento firme e evito vender. Neste caso, eu tiro meu 'salário' da renda fixa - conta.

Já Marco Aurélio Rossi ( vulgarmente conhecido como Bancotario), administrador de empresas, sempre trabalhou em bancos, mas investia seu dinheiro em fundos, sem gerenciar as cotações das ações.

Nos últimos meses, deixou o emprego, fez uma pós-graduação em mercados de capitais e não deixa de ler revistas e jornais especializados, além de participar de fóruns de discussão.

- Eu tenho uma carteira de ações que está sempre defendida por derivativos (instrumentos do mercado futuro). Não obstante, tenho recursos para operações de entrada e de saída rápida de capital, que geram receita para o dia-a-dia - diz.

Edgar Serra, no entanto, insiste nos riscos:

- O mercado de ações deve ser encarado como um instrumento de capitalização na medida em que você investe o que poupou sistematicamente, ao longo dos anos, parcelas da sua renda obtida na sua atividade profissional principal, aquela que você elege por alguma vocação superior. Revejam a biografia de grandes nomes do mundo dos investimentos, como (George) Soros, (Warren) Buffett e outros. Eles ficaram ricos gerindo o capital de terceiros, criaram grandes fundos ou grandes companhias de investimentos e ganham com corretagens, comissões e prêmios de desempenho. Nenhum deles fez fortuna multiplicando o próprio pequeno capital inicial - alerta.

Hoje nos Mercados

Wall Street
As bolsas de valores dos Estados Unidos fecharam em queda nesta quarta-feira, por preocupações de que os problemas no mercado imobiliário podem piorar e prejudicar a economia, deixando investidores inquietos antes do feriado de Ação de Graças no país.

O índice Dow Jones recuou 1,62 por cento, a 12.799 pontos, menor fechamento desde abril. O Standard & Poor's 500 declinou 1,59 por cento, para 1.416 pontos. O termômetro de tecnologia Nasdaq perdeu 1,33 por cento, a 2.562 pontos.

Bovespa
Com isso a Bolsa de Valores de São Paulo confirmou nesta quarta-feira sua segunda forte queda na semana, com o pessimismo do cenário externo ditando o ritmo do dia. O principal indicador da bolsa paulista, o Ibovespa, recuou 2,81 por cento, para 60.581 pontos, terminando a sessão no menor patamar de fechamento desde 4 de outubro. Na mínima do dia, o índice chegou a perder o patamar dos 60 mil pontos. O volume financeiro foi de quase 6,7 bilhões de reais.

Entre as poucas ações que subiram no Ibovespa ficaram as do setor de telecomunicações. Os papéis preferenciais da Vivo, por exemplo, registraram ganho de 2,3 por cento, a 9,78 reais. As blue chips Petrobras e Companhia Vale do Rio Doce, as mais negociadas do pregão, caíram 1,88 por cento e 3,09 por cento, respectivamente. A maior queda do dia foi da empresa de açúcar e álcool Cosan S.A., que despencou 13,9 por cento, para 20,65 reais.

Câmbio
O estresse nos mercados globais impulsionou o dólar nesta quarta-feira, e a moeda americana voltou a se aproximar do patamar de 1,80 real. A divisa subiu 0,62 por cento e terminou o dia a 1,778 real. Na máxima, o dólar chegou a ser negociado a 1,797 real no pregão à vista da Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F). A moeda registra alta de 2,3 por cento em novembro, mas a queda no ano ainda é expressiva --16,8 por cento.

O mercado de câmbio foi dominado pelo aumento da aversão a risco no exterior. Na visão dos investidores, a crise imobiliária e a alta do petróleo, que ficou a poucos centavos da marca de 100 dólares por barril, pressionam a economia norte-americana, que vê o crescimento desacelerar em meio ao aumento da inflação. Ao mesmo tempo, o prejuízo dos bancos com hipotecas de alto risco (subprime) ainda assusta o mercado, que não consegue estimar com exatidão o impacto sofrido pelo setor financeiro.

Risco-país
Essa convergência de fatores negativos derrubou as bolsas de valores em todo o mundo e empurrou o dólar ladeira abaixo ante outras moedas fortes, como o euro. O risco Brasil, que vinha sendo cotado nas últimas semanas abaixo de 200 pontos, escalou 11 pontos e atingiu 232 pontos-básicos.

Petróleo
Também pesou sobre os mercados o aumento do preço do petróleo, que chegou a ficar perto dos 100 dólares por barril em Nova York. Em Wall Street, ações de varejistas e de grupos industriais foram prejudicadas pelo receio do impacto de combustíveis mais caros sobre os lucros corporativos e sobre os gastos dos consumidores.

Informações da Agência Reuters

sábado, 17 de novembro de 2007

Onde está o comportamento padrão da bolsa brasileira?

O mercado brasileiro vive um momento atípico, em que a bolsa sobe junto com a volatilidade. Levantamento feito pelo chefe do Departamento de Economia e Finanças da ESPM-RJ e sócio da Plenus Gestão de Recursos, Alexandre Espírito Santo, revela que, desde 2002, quando o mercado passou a ter certa normalidade após tantas crises econômicas, a bolsa vem seguindo o mesmo tipo de comportamento. Quando o Índice Bovespa sobe, a volatilidade cai, e quando o índice se desvaloriza, a oscilação aumenta.

Espírito Santo considerou no estudo períodos em que o Ibovespa subiu ou caiu pelo menos 15%. A partir daí, analisou esse período até o momento em que o índice mudou de tendência. Além do momento atual, o Ibovespa e a sua volatilidade andaram na mesma direção somente entre janeiro e março de 2005. Naqueles três meses, o índice subiu 18,06% e a volatilidade, medida em 100 dias e em termos anualizados, subiu de 19% para 22%. Já no momento atual de valorização da bolsa, que começou em 16 de agosto, o Ibovespa já subiu 34,6% e a sua volatilidade saltou de 22% para 30%.

A correlação negativa entre o Ibovespa e a volatilidade (um sobe enquanto o outro cai) tem explicação. Quando as ações estão numa tendência de alta, as pessoas ficam confiantes e investem no mercado por mais tempo, fazendo com que a volatilidade caia, analisa Espírito Santo. Já em momentos de queda, os investidores ficam mais confusos. Alguns preferem vender as ações para não ter maiores perdas. Outros aproveitam a queda para comprar os papéis a preços mais baixos. Esse entra e sai acaba provocando maior volatilidade, lembra o professor. De forma geral, esse comportamento padrão também costuma ocorrer nas bolsas de outros países, diz Espírito Santo.

Para ele, a correlação atípica no mercado local é sinal de que algo está errado no movimento atual de valorização da bolsa. "Acredito que é hora de os investidores acenderem todas as luzes amarelas possíveis, pois, em algum momento, algo irá mudar para que a correlação volte ao normal", diz. E, na opinião do professor, é a alta da bolsa que deve chegar ao fim, impulsionada pela deterioração do cenário internacional.

"Se a crise hipotecária americana for grave como está se delineando e a economia dos EUA desacelerar fortemente, não acredito que os emergentes passarão ilesos, como muitos têm esperança", diz Espírito Santo. O fato de a crise hipotecária e seus reflexos nos EUA terem voltado à baila nos últimos dias pode ser um sinal de que a festa da bolsa está próxima do fim. "Esse mercado esquizofrênico, em que o Ibovespa cai mais de 4% num dia e sobe 2% no seguinte, também mostra como os investidores estão perdidos, sem saber o que vem pela frente", diz.

O sócio da Modal Asset Management Alexandre Póvoa pondera que, desde 2002, a volatilidade caiu gradativamente porque a bolsa, desde então, veio numa forte valorização. "Sempre que há uma forte tendência de alta ou de queda, a volatilidade fica em segundo plano", diz Póvoa. Para ele, o momento é preocupante e o executivo acredita que a lua-de-mel do mercado depende principalmente de quanto o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) conseguirá baixar os juros. "O momento é de surfar na onda de alta da bolsa, mas com moderação."

Ontem, novos anúncios de perdas de bancos derrubaram as bolsas no exterior. Nos EUA, o S&P 500 caiu mais de 1%, o que pode se refletir na Bovespa hoje.

Daniele Camba é repórter de Investimentos
Valor Online

Barril de Tupi vai custar 4 vezes mais

Para retirar o petróleo leve encontrado na camada de pré-sal do bloco de Tupi, na Bacia de Santos, a Petrobras terá de gastar mais de quatro vezes o valor médio que investe atualmente na produção do óleo dos campos de águas profundas da Bacia de Campos.

Segundo projeção do geólogo Giuseppe Bacoccolli, as reservas de óleo leve encontradas pela estatal a mais de 6 mil quilômetros da superfície, em águas ultraprofundas, não deverão ter um custo inferior a US$ 30 por barril, ante os US$ 7,5 hoje gastos pela estatal, conforme divulgado no balanço financeiro da companhia.

Mesmo assim, o geólogo e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) acredita que a exploração pode ser viável, graças à manutenção dos preços do barril em nível mais elevado no mercado internacional. "Ninguém espera uma queda do valor do barril para algo inferior a US$ 60. E isso já justificaria produzir na área de Tupi”, comentou. Isso sem contar a compra dos equipamentos pesados necessários à produção.

A dificuldade de acesso, a atual elevação dos custos de equipamentos do setor de petróleo e ainda a larga extensão do campo devem dificultar o trabalho da Petrobrás e encarecer os investimentos. Para o geólogo, seriam necessárias entre seis e 12 plataformas, do tipo FPSO, que são sistemas flutuantes de produção e armazenagem.

Em razão da profundidade a que estarão conectadas, as unidades não podem ser fixas, explicou o professor. Para produzir em média um milhão de barris por dia, cada uma delas terá de ser ligada a dez poços ou 15 poços. Considerando que a Petrobras gastou em torno de US$ 240 milhões para perfurar o primeiro poço em Tupi, e reduziu esse custo para US$ 60 milhões nas investidas seguintes, Bacoccolli estima que os próximos poços devam ter seu custo em torno de US$ 30 milhões.

O geólogo observa, entretanto, que esse volume de investimentos seria apenas para explorar os cerca de cinco bilhões a oito bilhões de barris de óleo equivalente existentes em reservas de petróleo na área de Tupi, sem considerar o volume potencial que pode ser confirmado, caso seja comprovado que há uma continuidade dessa mesma reserva em outros pontos da extensão de 800 quilômetros da camada pré-sal. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Analistas prevêem novas realizações de lucros na Bovespa

Passada a euforia com a descoberta do megacampo de petróleo na Bacia de Santos, as atenções no mercado acionário voltaram a ser direcionadas para a crise do crédito hipotecário nos Estados Unidos. Os balanços dos bancos comprovam que o estrago causado pelo segmento subprime (de maior risco) é maior que o esperado, podendo atingir até 400 bilhões de dólares, segundo estimativas do Deutsche Bank.

E as perdas, segundo analistas, não devem parar por aí. "Enquanto não ficar claro o real tamanho do rombo provocado pelo subprime, as bolsas de todo o mundo devem ficar instáveis. E isso só vai ser possível contabilizar após a divulgação de todos os balanços", diz Fausto Gouveia, analista da corretora Alpes.

Até o momento, grandes instituições, como Citigroup e Merrill Lynch, já registraram perdas de 40 bilhões de dólares com o subprime. Os resultados negativos provocaram a renúncia dos presidentes das duas instituições e deixaram outras à beira da falência. Pelos cálculos do Deutsche Bank, existem hoje 10 trilhões de dólares em hipotecas nos Estados Unidos, sendo 1,2 trilhão de dólares classificado como subprime. Desse total, 30% a 40% não deve ser honrado.

Os reflexos dessa crise já são notados na economia real americana. Em pronunciamento, o presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos), Ben Bernanke, afirmou que a economia do país deve sofrer forte desaceleração ainda neste ano e durante todo o ano que vem, voltando a se fortalecer somente no final de 2008. Além disso, a alta no preço do petróleo no mercado internacional justamente no período de inverno no hemisfério norte, quando há considerável aumento no consumo de óleo para calefação, pode vir a pressionar a inflação, colocando a economia americana em situação ainda mais delicada.

"Os mercados emergentes vinham embalados pela perspectiva de novos cortes nos juros americanos. A expectativa ainda é de redução de 0,25 ponto percentual em dezembro, mas o Fed já deu sinais de que isso pode não acontecer. Na dúvida, os investidores devem ficar mais cautelosos, e é provável uma realização de lucros principalmente pelos estrangeiros, que estão tendo ganhos dobrados devido à valorização do real", diz o economista-chefe da corretora Fator, Vladimir Caramarchi.

No Brasil, o cenário é positivo, com o aumento do consumo e da renda elevando o resultado das empresas. "Se fosse contar apenas o mercado interno, o Ibovespa já estaria próximo dos 70.000 pontos", afirma Gouveia.

Somente as discussões em torno da prorrogação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) podem vir a balançar esse panorama. "Se a prorrogação da CPMF não for aprovada, provavelmente o governo reduzirá os investimentos em infra-estrutura para cobrir os custos com o Bolsa-família e a saúde. Isso pode acabar minimizando o crescimento do país e impactando diretamente no desempenho das empresas", diz o analista da Alpes.

Fonte: EXAME

Por Francine De Lorenzo

domingo, 28 de outubro de 2007

Varig lança nova identidade

Logotipo agora tem um toque de laranja em meio ao azul e ondas que simulam a aerodinâmica de um avião

Cauda de aeronave da Varig com o novo logotipo

A Gol Linhas Aéreas, controladora da VRG Linhas Aéreas, apresentou a nova identidade visual da Varig. As primeiras mudanças estão representadas no novo logotipo: "um toque de laranja em meio a forte presença do azul e ondas que simulam a aerodinâmica de uma aeronave em vôo." As novas linhas também estarão presentes na pintura das aeronaves e nos uniformes da tripulação, além dos aeroportos nos quais a Varig opera.

Para as rotas internacionais, a companhia criou o conceito "Espaço Vita", que inclui um cardápio especial. "Jornais e sete títulos de revistas ampliam as opções de entretenimento. Já nos vôos domésticos o passageiro terá uma nova proposta de serviço de bordo, chamada de 'Sabores e Aromas do Brasil'.