segunda-feira, 30 de junho de 2008
sexta-feira, 13 de junho de 2008
quinta-feira, 5 de junho de 2008
domingo, 1 de junho de 2008
Resultados da Enquete
Carteira Usuários Palpites Ações para junho não teve alterações.
A nova enquete "Quais são seus ativos preferidos?" para JULHO já está no ar. Participe!
Palpites Ações
quinta-feira, 29 de maio de 2008
quarta-feira, 28 de maio de 2008
Log-In e BNDES assinam contrato para financiamento da construção de navios
do de Palpites Ações
de R$ 625,2 milhões, com recursos do Fundo da Marinha Mercante – FMM.
Do montante do financiamento, cerca de 72% serão corrigidos através da Taxa de Juros de Longo Prazo – TJLP, e os 28% restantes, serão corrigidos pela variação cambial do Dólar norte-americano frente ao Real, ambos acrescidos de 3,0% ao ano, podendo sofrer redução de 0,5% desde que seja atingido índice de nacionalização de 60%, conforme previsto no projeto de construção. O prazo desta operação é de até 276 meses.
O BNDES fará a liberação dos recursos de acordo com o andamento da construção dos navios.
Palpites Ações
domingo, 25 de maio de 2008
Investindo a Longo Prazo
1) Um investidor de longo prazo não deve ficar atrás de dicas ou informações privilegiadas, bem como não ficam tentando acertar o momento exato para a compra.
sábado, 17 de maio de 2008
quinta-feira, 8 de maio de 2008
A linha tênue entre o investimento e a especulação
A distinção entre investimento e especulação é um tema fascinante: os pólos são claramente definidos, mas entre eles as características das duas técnicas muitas vezes se misturam, freqüentemente sem que se perceba.
Um critério útil para a discussão é o apresentado por Seth Klarman em seu precioso livro "Margin of Safety". Tanto o investimento como o ativo especulativo estão sujeitos a oscilações de preço, mas apenas o investimento gera fluxo de caixa - isto é, rendimento - em benefício de seu proprietário (a possível exceção a esse teste são os metais preciosos). Dessa forma, "uma máquina produz objetos que podem ser comercializados, um imóvel é ocupado por inquilinos que pagam aluguel e uma área de reflorestamento produz árvores que serão em algum momento derrubadas e vendidas."
Ao tratar de especulação, Klarman explica: "Coleções, como obras de arte, antigüidades, moedas raras e figurinhas de futebol... não geram fluxo de caixa algum; o único caixa que podem produzir depende da venda final. Da mesma forma, o próximo comprador também é refém de oportunidades futuras" e de caprichos de um mercado regido por um raciocínio circular: "pessoas compram porque outras compraram recentemente; o efeito é a subida de preços, que atrai publicidade e cria a ilusão de retornos atrativos. Essa lógica pode falhar a qualquer momento."
Então, observa o gestor australiano Chris Leithner, na especulação, o retorno é menos confiável e a continuidade (e oscilação) de cotações é imprescindível para a validação do ato inicial - o especulador precisa de liquidez! No outro extremo, o investidor não necessita de cotações, pois tem o fluxo de caixa para se apoiar. A variação de preço de mercado é um subproduto de seu processo e pode ou não ser aproveitada.
O tema fica mais nebuloso quando se trata de valores mobiliários, que podem ser investimentos e ativos especulativos ao mesmo tempo. Benjamin Graham elucidou a questão da seguinte forma: "Uma operação de investimento é uma que, após análise completa, garante a segurança do principal e um retorno adequado. Operações que não satisfazem esses requisitos são especulativas".
Continua em Palpites Ações





