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Mostrando postagens com marcador Sergio Luiz Valle. Mostrar todas as postagens
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terça-feira, 22 de abril de 2008

O Mundo dos Shoppings.

Na revista Veja Rio de 23 de Abril de 2008, uma reportagem sobre o os shoppings aqui da cidade do Rio de Janeiro.
Rumo às compras
Para cativar 1 milhão de consumidores que diariamente circulam por suas quase 6.000 lojas, os 31 shoppings cariocas estão investindo 550 milhões de reais em reformas e obras de expansão. Em troca, esperam faturar 8 bilhões em 2008.
Números do gigantismo
Há 367 shoppings no país, 31% a mais do que em 2000. Até o fim do ano, serão abertos mais quinze. Em 2007, eles faturaram 58 bilhões de reais.No estado do Rio existem 49 shoppings.
Só na capital são 31, que atraem 29 milhões de pessoas por mês e geram 80 000 empregos diretos.
O faturamento desse comércio no município atingiu 7 bilhões de reais no ano passado.
Os shoppings cariocas, que juntos ocupam 1,8 milhão de metros quadrados de área construída, reúnem 5 980 lojas, 1 218 bares e restaurantes e 130 salas de cinema.
No estado há três novos complexos em construção, em Macaé, Duque de Caxias e Cabo Frio.
58% do público carioca que vai a esses lugares são mulheres, 37% têm entre 20 e 29 anos e 51% concluíram o ensino médio.
64% dos clientes visitam um shopping semanalmente; 30%, quinzenalmente ou mensalmente; e 6%, de forma eventual.
Fazer compras é a motivação principal de 40% das pessoas que entram em um centro comercial. Outros 20% vão para passear; 11%, em busca de serviços; 10%, para pagar contas; 7%, por causa da praça de alimentação; 6%, para encontrar pessoas; e 3%, para lazer.
O tempo médio de permanência é de 73 minutos.Os meios de transporte mais usados são ônibus e metrô, que conduzem 40% dos clientes. Outros 30% chegam de carro ou moto; 27%, a pé; e 3%, de outras formas.
Fonte: abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers).

terça-feira, 15 de abril de 2008

Testosterona ajuda corretor da bolsa a ter lucro, diz estudo

4/04/2008 - 17h30 da France Presse, em Washington FOLHA
Quando os corretores da bolsa têm um elevado nível de testosterona, principal hormônio sexual masculino, têm mais tendência a assumir riscos e obtêm maiores ganhos, revelou um trabalho de pesquisadores britânicos divulgado nesta segunda-feira (14) nos Estados Unidos.
A pesquisa permite também explicar decisões irracionais responsáveis por bolhas especulativas e "cracks" na bolsa, segundo os pesquisadores da Universidade de Cambridge.
Os cientistas acompanharam 17 corretores da Londres durante oito dias de trabalho consecutivos e mediram seus níveis de testosterona por meio de amostras de saliva duas vezes por dia: às 11h, em plena atividade da bolsa, e às 16h, ao final da sessão.
A cada vez que mediam o nível de testosterona eram registradas também as perdas e os ganhos.
Comparando os dados recolhidos, os pesquisadores determinaram que os ganhos obtidos eram muito maiores que a média diária quando os corretores tinham níveis de testosterona muito mais elevados.
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sexta-feira, 11 de abril de 2008

BR Malls versus CDI. (custo de oportunidade)



O custo de oportunidade é um termo usado na economia para indicar o custo de algo em termos de uma oportunidade renunciada, ou seja, o custo , até mesmo social, causado pela renúncia do ente económico, bem como os benefícios que poderiam ser obtidos a partir desta oportunidade renunciada ou, ainda, a mais alta renda gerada em alguma aplicação alternativa.Como podemos observar no gráfico da BRML3 dividido pelo CDI acumulado, o papel está no mesmo nível de quando foi lançado no mercado, a 1 anos trás..

Com relação ao Ibovespa, a BRMALLS está perdendo, pois subiu 8% contra 36% do Ibovespa no mesmo periodo, com uma taxa mensal de rentabilidade de 0,58%.

Vamos observar se monta alguma coisa daí! Estamos num (PP) "ponto de parada", mas ainda não é um (PC) "ponto de compra"!

terça-feira, 18 de março de 2008

Eu continuo não recomendando...


Eu continuo não recomendando a compra e muito menos ficar comprado nas ações das ESCs, muito pelo contrário, existiu uma possibilidade com JHSF, mas foi indicação falsa, "dou o braço a torcer", por sinal já estopada sem prejuízo, quando saiu o balanço o papel deu uma subida de 3,4%, dando uma saída boa, estratégia é tudo de bom.

Pelo meu sistema CEACIOM viemos de uma alta iniciada (ponto de compra) no dia 28 de janeiro de 2008 e no momento estamos em baixa desde 29 de fevereiro de 2008 (ponto de venda).

Fique fora das compras para médio e longo prazos, ou faça como eu nesses momentos, fique operando opções (principalmente "day-trade"), concentrando em Vale, tudo curtinho mesmo. Nesse ambiente de incerteza, ainda mais com cada gráfico assustador (indicando baixa forte, mas sem confirmação ainda)...

Por exemplo se General Shopping Brasil perder o nível de R$ 12,50, vai direto nos R$ 8,50. E por aí vai...

Conforme havia alertado no dia 21 de Dezembro de 2007 aqui no Blog (Os contratos de DI Futuro sairam do canal de baixa) as taxas de juros longas iam se elevar.


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sexta-feira, 14 de março de 2008

Ouro BM&F chega no objetivo de R$55,20!



O ouro BM&F 250 gramas, atingiu o seu primeiro objetivo hoje, está R$ 55,00. Com uma rentabilidade de 10 %, em 2008, acima do CDI.
Com um canal de alta amigo!
Enquanto isso o FED dos EUA continua apertando o botão da "morfina de emergência". Voltemos aos gráficos, olhando com lupa, pois o momento pede isso.
Bom final de semana!

sábado, 8 de março de 2008

Tentando analisar Multiplan (MULT3) graficamente


Toda verdade é sinuosa (Friedrich Nietzsche)
Tento analisar Multiplan (MULT3) graficamente mais fica difícil, dei um "nível 2" de tecnicidade no momento (de uma escala de 1 a 4 que criei), logo não opero o papel, só "nível 4".Volume Médio : 2517.3 mil R$ (15 pregões) 3655.4 mil R$ (80 pregões)Rendimento : 7.90 % (30 dias) -12.18 % (6 meses) -12.92 % (12 meses)Ação deu uma subida boa de final de janeiro pra cá, de 26% contra o CDI, mas nada que anime para o longo prazo, segue gráfico com o custo de oportunidade do CDI.Como Vale tem que chegar na cotação de R$ 46,00, acho que ainda o mercado cai mais.

sábado, 1 de março de 2008

Análise gráfica não funciona com formador de mercado!

Olá todos, espero que estejam bem.

Obrigado pela audiência, mesmo não conseguindo atualizar o Blog diariamente, no momento.

Recebo muitas mensagens, geralmente anônimas, com essa afirmação que dá título a postagem, questionando a presença forte do formador de mercado nas ESCs. E dizendo para mim, que a análise gráfica não funciona quando "essa turma" com poder financeiro aparece e que ainda opera por outras corretoras, levando para onde quer o preço do papel...

Me deparei com essa notícia num dos vários sites de finanças que leio:

"- O ciclo negativo enfrentado pelos mercados no mês de janeiro abriu espaço para muitas oportunidades, ainda mais considerando-se a recuperação recente dos índices acionários. Mas em relação ao setor brasileiro de shopping centers, a visão dos analistas do UBS é de que os fundamentos do setor ainda não estão incorporados nos ativos. Duramente penalizados pelos impactos da crise, os papéis do setor ainda reservam grande potencial para a instituição. "A performance abaixo da média parece completamente `disconectada` dos fundamentos do setor", salienta o UBS. A conclusão de projetos de expansão e o forte potencial de crescimento das vendas do segmento colocam as perspectivas para os ativos entre os melhores do mundo dentro do setor, mas que no momento são negociados a múltiplos baixos na comparação com os papéis do setor ao redor do globo."

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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Br Malls (BRML3) um erro... Brascan (BISA3) um acerto.

A Brascan (BISA3) que realizou o maior negócio no setor de shopping centers no país. Continua no seu canal de baixa, como coloquei numa postagem antiga que ia a R$ 8,00, já chegou a R$ 8,40, vamos continuar observando o movimento do papel.Quanto a BRMALLS furou pra cima de novo e venceu aquelas "torcidas" todas que falei, acontece! Pois a BR Malls anunciou nesta segunda-feira passada que irá gerenciar a Villa Daslu, shopping com 70 lojas anexa à boutique de luxo Daslu. Segundo a empresa, foi firmado um consócio onde a BR Malls ficará responsável pela administração da Villa Daslu, sem nenhuma espécie de pagamento ou troca de ações entre as duas partes.Tanto a Daslu como a operação das marcas internacionais feitas pela boutique de luxo ficam de fora desta negociação.Com o negócio, a BR Malls --que já gerencia 30 shoppings centers-- entra em definitivo no segmento de alto luxo. Para a Daslu, repassar a administração da Villa Daslu dá fôlego para que a empresa foque seus esforços em sua própria loja, incluindo planos de expansão para outras cidades.A Daslu e a Villa Daslu --localizados na Vila Olímpia (zona sul de São Paulo)-- foram o Espaço Daslu, que possui cerca de 15.500 metros quadrados de área."Para a BR Malls, o acordo significa se posicionar em um empreendimento de marcas extremamente qualificadas, complementando seu portfólio atual", disse a empresa em comunicado ao mercado. "A BR Malls pretende levar seu conhecimento em shoppings centers para a Villa Daslu, implementando uma gestão profissionalizada no empreendimento."

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sábado, 9 de fevereiro de 2008

BRMALLS (BRML3) "enfrenta as torcidas" agora!

BRMALLS (BRML3) perdeu o seu nível comprador importante, o dos R$ 18,90, chegou a ir, na recente baixa, a uma mínima de R$ 16,10. Fechou ontem a R$ 18,00, alta de 2,85%. A projeção dessa perda de suporte é lá pelos R$ 13,00 (glup).
Continua, com gráfico e tabela do movimento do pregão, em Shopping Center Bursátil.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Shoppings tentam ficar longe da crise.

Segue a matéria do Jornal Valor da Claudia Facchini 01/02/2008.

A crise no mercado imobiliário americano não deve esfriar neste ano o frenesi de aquisições por que tem passado a indústria brasileira de shopping centers desde meados de 2006. Este é o diagnóstico feito por analistas e empresários do setor ouvidos pelo Valor.

O nervosismo e a volatilidade nas bolsas tendem a inibir novas captações por meio de emissão de ações, mas existem outras fontes de recursos às quais as grandes empresas poderão recorrer para continuar bancando seus investimentos, como os empréstimos bancários. As instituições financeiras não fecharam as torneiras e as linhas de crédito para o setor continuam abertas.

Os shoppings são vistos pelos investidores como um negócio imobiliário, setor que está no epicentro da crise que arrastou para baixo as bolsas no mundo todo. Nos Estados Unidos, as ações das grandes empresas de shoppings foram penalizadas. Os papéis do Simon Group, o maior grupo do setor no mundo, e da General Growth Properties (GGP), que é sócia da Aliansce no Brasil, acumulavam em 12 meses quedas de 28% e 42%, respectivamente, até 18 de janeiro na bolsa de Nova York.

Continua em Shopping Center Bursátil.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Bolsa de Mercadorias Futuros "fez o combinado"! Está faltando a Bovespa Holding agora.


Antes de tudo, quero avisar que não trabalho só com "gaps", mas no caso das ações novatas, é um dos padrões que devem ser observados, como também os "candlesticks", pois o "gap" não precisa de muitos períodos para se chegar a uma conclusão técnica.

Ação da Bovespa Holding (BOVH3) já começou "a entortar" depois de dia 14 de dezembro do ano passado, deixando um gap a R$ 35,30, esse fechado no primeiro dia desse ano, numa "visita da saúde" em que deu uma máxima de R$ 35,35. Depois daí já esta caindo 28% (R$ 25,24) indo para uma outra banda do gráfico, rumo aos preço que saiu no seu lançamento (IPO) de R$ 23,00.

Não sou cientista político, mas acompanho, pois a economia está presa à política, e observo que o governo Lula está fazendo água e não é transposição do rio São Francisco. Não é bom para Bolsa, pois não se sabe o que vem por aí!

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sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Foco nos EUA.

O Índice Dow Jones no suporte do canal de alta!


Nos EUA apesar das quedas evidenciadas durante a negociação de ontem, os principais mercados acionistas norte-americanos tiveram uma forte recuperação na reta final do pregão, tendo os mesmos encerrado com valorizações entre 1,2% a 1,4%.

Na base deste movimento, esteve a significativa repercussão verificada por alguns dos principais grupos financeiros norte-americanos, bem como do segmento tecnológico, este último suportado por comentários favoráveis da Hewlett-Packard para a evolução dos lucros em 2008.

Na esfera macro-económica destacamos a divulgação das reservas semanais de crude pelo Departamento de Energia norte-americano as quais registraram um decréscimo de 6,7 mn de barris, tendo os estoque de gasolina aumentado para 5,2 mn de barris, um movimento que se encontra justificado pelo incremento significativo da capacidade de refino ( +1,93% vs +0,10% antecipados).

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quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Multiplan me mostre um gráfico que faça sentido!


A Multiplan ( MULT3 )que administra o MorumbiShopping e o BarraShopping, entre outros, testa hoje, mais uma vez o suporte onde aparecem compradores, a R$ 20,00. Mas nada que mostre que devemos ir junto dessa turma.

Continuamos observando de fora, comprados em outras ações melhores no presente momento!

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terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Shoppings mortos...nos EUA!


A eventual recessão nos EUA parece aquele cartaz de botequim: "Fiado só amanhã"!

A associação de shopping centers dos EUA divulgou que a temporada de vendas foi a mais fraca dos últimos cinco anos, com avanço dos gastos na casa dos 2,3%, foi baixo, mas não pouco significativo.

Lendo a The Economist, a revista fala que tantos shoppings morreram, ou estão morrendo, que um novo hobby surgiu: a história diletante dos shoppings. Esta tem sido facilitada pela Internet. Sites como o Deadmalls.com e Mallaise recolhem fotos de estacionamentos cheios de mato, praças de alimentação vazias e Papai Noel entediado e tentam explicar como os outrora prósperos shopping centers entraram em uma espiral de queda.

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quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Shoppings têm aumento de 12% nas vendas, maior alta em dez anos.


As vendas do Natal deste ano tiveram o melhor resultado dos dez últimos para os lojistas atuantes em shoppings centers, com aumento de 10% a 12% em relação ao mesmo período do ano anterior. A estimativa é da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), que revelou o resultado das vendas nesta quarta-feira (26), em coletiva de imprensa na sede da entidade.

Segundo o presidente da Alshop, Nabil Sahyoun, o aumento do poder de consumo das classes de menor renda foi o principal responsável pelo bom desempenho do setor. "Fala-se na inclusão de até 2 milhões de novos consumidores nos shoppings ao longo deste ano", explicou. Sahyoun atribui o avanço à facilidade de crédito, ao aumento de emprego formal e ao crescimento de renda real, fatores que possibilitaram às classes mais baixas compras mais fartas neste Natal.

"O crescimento dos cartões de crédito também foi algo assustador", comentou Sahyoun. Ele destacou a maior possibilidade de parcelamento como importante contribuição dos cartões às vendas recordes do comércio. As vendas reais nos shopings brasileiros devem atingir R$ 66,91 bilhões em 2007, considerando cerca de 3.500 novas lojas abertas ao longo do ano.


Alicia González
alicia@enfoque.com.br

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

BR MALLS na "teia de aranha".


Conforme já postei aqui a BR MALLS PAR (BRML3) continua na figura que chamo de "teia de aranha", ficando ali presa, pulando de quadrante em quadrante, sem definir, caiu 11,1 % nos dois últimos pregões, indo para outro quadrante embaixo da "teia", agora tem uma "gap" para fechar a R$ 22,20. Indefinida no momento!

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segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Shoppings superam expectativas e faturam R$ 50 bilhões em 2007.



da Folha Online

Os shopping centers devem fechar o ano com faturamento 13% maior em relação ao ano passado, segundo a Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers). A estimativa é que as vendas atinjam R$ 50 bilhões no acumulado de janeiro a dezembro.

Em 2006, o faturamento do setor foi de R$ 44 bilhões --crescimento nominal das vendas de 10,45% em relação a 2005.

A perspectiva de expansão de 13% neste ano supera a projeção inicial da Abrasce, de 10%. Para o presidente da entidade, Marcelo Carvalho, "a ampliação na oferta de crédito, a extensão dos parcelamentos decorrentes de juros menores e o aumento no ganho médio dos brasileiros motivaram o bom desempenho do mercado".

Segundo o diretor-executivo da Abrasce, Luiz Fernando Veiga, os negócios gerados pelo setor também ajudaram a consolidar os resultados. "Somente nos últimos dois anos, cerca de R$ 4 bilhões foram levantados, juntando a captação de recursos na Bolsa de Valores e os investimentos estrangeiros", disse.

"Os que ainda não fizeram captação ou negócios com investidores estrangeiros vão fazer ou estão com dinheiro em caixa e em condições de crescer", prevê Veiga.

Nos próximos dois anos, conforme a Abrasce, devem ser inaugurados 23 novos empreendimentos, "que vão gerar cerca de 40 mil novas vagas de empregos, em um setor que já é responsável por 525 mil postos de trabalho".

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terça-feira, 11 de dezembro de 2007

O maior negócio já realizado no setor de shopping centers no país.


A Brascan (BISA3) continua no seu canal de baixa, apareceram uns compradores no nível de R$ 10,40, agora eu acredito que vai mais embaixo perdendo esse nível, podendo ir a R$ 8,00.

[Começa texto do Jornal VALOR] grupo fechou ontem a compra da participação do grupo Malzoni na rede de shoppings Plaza e já promete novas aquisições em 2008. Com presença no Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e no Paraná, a estratégia agora é aumentar a presença no mercado mineiro e paranaense e partir para o Norte e Nordeste do país, disse ontem o presidente da holding Brascan Brasil, Luiz Ildefonso Simões Lopes.

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sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Mercado de shoppings continua comprador.


Claudia Facchini
Jornal VALOR


A movimentação na indústria de shopping centers brasileira continua a todo vapor. Por enquanto, dizem empresários do setor, o mercado ainda não foi contaminado pelas incertezas causadas pela crise das hipotecas nos EUA. "A indústria brasileira de shoppings tem uma grande vantagem para os estrangeiros: ela é madura. Mas, como sempre, tudo é uma questão de preço. Se o Brasil ficar caro demais, os investidores deixarão de vir", diz Marcelo Carvalho, presidente da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce) e principal executivo da Ancar, empresa nacional de shoppings que associou-se em 2006 ao fundo canadense Ivanhoe Cambridge.

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quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Gaps dos IPOs da BOVH3 e BMEF3.


Já estou cansando vocês com esse assunto de gaps, mas de novo dois "buracos" foram abertos, e tenho que comentar, para falar do porque da existência dos "flippers" pois eles só cumprem o seu papel de fechar esses gaps, se é que tem tanto poder assim, pois só sai uma merreca para eles.

Ação da Bovespa Holding saiu de R$ 23,00, no teto das estimativas e abriu no dia seguinte a R$ 32,00 (alta de 39%), o mesmo aconteceu com a BMEF3 da BMF (Bolsa de Mercadorias Futuros) agora, que saiu de R$ 20,00 e abriu a R$ 25,00 (alta de 25%) como mostram os gráficos deste "post", vão voltar nos preços de lançamento. É esperar para ver.

Então para que entrar em IPOs, se o preço vai voltar?? Só mesmo para pegar esse "pulo do gato" e por não pagar corretagem.

PS: Me perguntaram que eu acho da BRML3, acho que fica nisso aí, quietinha, pois está no que chamo de "teia de aranha", apesar de ter pontos de compra e venda definidos, mas numa faixa curta, não dá jogo. Continuemos observando... Fora!

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