sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Irracionalidades da bolsa

O oba-oba desta manhã com as ações da BM&F é mais um retrato de todo o movimento que tem acontecido na bolsa brasileira. Hoje foi recorde a participação de pessoa física no lançamento, ao ponto do sistema de muitas corretoras terem problemas, e não conseguirem mais cadastrar ninguém. Alguns dizem que o papel da BM&F é de muita qualidade, mas está longe de ser uma barganha, ou seja, está caro. Hoje, ele já aumentou 23%. A Bovespa também estaria bem cara.

Ninguém discute que é excelente que esteja havendo este movimento de crescimento da bolsa. Mas o perigo é a proporção. No mundo, a bolsa brasileira é a que mais cresce no ano, atrás apenas da chinesa (onde, acredita-se, há uma bolha pronta para estourar). No ano, o volume médio diário de negociações está crescendo 95%, em real e 120% em dólar. O Ibovespa cresce 40%.

Ou seja: é preciso ficar atento, afinal, não há como tanta fartura durar assim para sempre.

Por Míriam Leitão

A solução é nacionalizar (?)

Em seu blog, Pedro Doria chama a atencão para o empréstimo de 51 bi, fornecido pelo FED ao Contrywide, como consequência da crise dos subprimes. Doria cita Nouriel Roubini, responsável pelo Departamento de Economia e Negócios da Universidade de Nova York:

Em casos nos quais uma quantidade enorme de dinheiro público é necessária para salvar uma instituição insolvente, a penalidade justa para os acionistas é limpar suas ações e promover uma tomada de comando pública – isto mesmo, uma nacionalização do banco. Tal nacionalização deve ser temporária, apenas para limpar a bagunça, deve servir para se livrar dos sócios e gerentes incompetentes, reestruturar o banco e então revendê-lo para o setor público. Capitalismo sem punição para empréstimos mal feitos traz a peste à tona.
O post completo, no blog de Roubini, pode ser lido aqui.

A discussão é boa, afinal, se a bancarrota de um banco do porte do Countrywide seria desastrosa, há também o tal "risco moral" envolvido, como apontado por José Paulo Kupfer ainda em agosto:

(...)a ação intervencionista dos BCs tem, sim, um problema sério o bastante para merecer reflexões: o chamado “moral hazard” (normalmente traduzido aqui para “risco moral”).

Trata-se da situação em que, ao se lançar em operações de salvamento, como emprestadores de última instância, as autoridades sinalizam aos investidores que sua ganância e irresponsabilidade diante dos riscos, na hora H, será premiada – e não castigada. Se ganharem convicção de que serão socorridos, os investidores poderiam resolver correr riscos ainda maiores, com conseqüências ainda mais desastrosas para todos. Como intervir e não distorcer os princípios do investimento saudável é uma delicada questão cuja resposta não é trivial.

Fed pode voltar a reduzir juros para enfrentar a crise nos EUA

O presidente do Federal Reserve (Fed, o BC americano), Ben Bernanke, disse nesta quinta-feira (29) que o banco deverá "estar excepcionalmente alerta e ser flexível" para enfrentar os efeitos das turbulências financeiras e da crise imobiliária.

A declaração foi interpretada como o anúncio de uma nova redução dos juros, na reunião de 11 de dezembro, a última do ano. O banco reduziu sua taxa (hoje em 4,5%) em 0,5 ponto percentual em setembro e em mais 0,25 ponto percentual em outubro.

Em um evento ontem na Câmara de Comércio de Charlotte (capital da Carolina do Norte, costa leste dos EUA), ele avaliou os "ventos contrários" que atingem o país. Entre eles, um endurecimento nas condições dos empréstimos hipotecários, o arrefecimento da atividade imobiliária, e a forte alta nos preços da energia.

Apesar dos problemas, disse, a despesa continuará crescendo, com os consumidores mostrando, porém, mais cautela. Isso permitirá ao país lidar com a situação sem entrar em recessão, previu.

A Casa Branca reduziu ontem em 0,4 ponto percentual a previsão de crescimento dos Estados Unidos em 2008, até 2,7%. O Federal Reserve, por sua vez, prevê que o PIB (Produto Interno Bruto) americano crescerá entre 1,8% e 2,5%.

O Departamento do Comércio informou ontem que o PIB do país cresceu 4,9% no terceiro trimestre deste ano (dado anualizado), contra 3,9% da estimativa anunciada em outubro. Foi o maior crescimento desde o terceiro trimestre de 2003, quando houve expansão de 7,5%.

Para o atual trimestre, no entanto, a expectativa é de que o ritmo da economia americana tenha registrado uma desaceleração. A divulgação da primeira estimativa sobre o desempenho da economia no quatro trimestre deste ano está programada para o dia 30 de janeiro de 2008.


TR3 Invest

Jovem Invest

Começo o dia indicando o recente lançado sistema de simulação de operações do mercado financeiro.

Jovem Invest

É de suma importância que você inciante, antes de começar a operar com seu suado dinheiro, treine suas táticas, estratégias, medos e operações em um simulador do mercado. Não é de hoje que venho falando sobre isso. Leia mais clicando aqui.

Esse sistema chegou para deixá-lo dentro da realidade do mercado financeiro. Literalmente deixa o usuário simulando suas operações como se estivesse em um Home Broker.

Você pode usá-lo até para montar seu streamer, caso por algum motivo não tenha acesso. Possui ordens de start e stop, custódia enfim, é exatamente como um HB.

A minha “série” de simulações lançada no início do ano, já foi transferida para esse sistema.

Vale a pena conferir! Acesse www.joveminvest.com.br

RodriFernandes.com

A Selva contagia.

via continentaleconomics.
Acredita-se que o FED irá reduzir ainda mais sua taxa de juros.
E amanhã sai o dado de outubro do deflator... Veremos o que acontece.

Rabiscos Econômicos

10 MAIORES IPO'S DA BOVESPA

Veja abaixo a relação das 10 maiores ofertas iniciais de ações (IPOs, na sigla em inglês) do País realizados na Bolsa de Valores de São Paulo:


1.º Bovespa Holding: R$ 6,626 bilhões, + 52,13% na estréia, em 26/10/07

2.º BM&F: R$ 5,983 bilhões, em 30/11/2007

3.º Redecard: R$ 4,643 bilhões, + 24% na estréia, em 13/07/07

4.º JBS: - R$ 1,617 bilhão, - 12,12% na estréia, em 29/03/07

5.º Amil: R$ 1,401 bilhão, + 16,21% na estréia, em 29/10/07

6.º MRV Engenharia: R$ 1,193 bilhão, + 19,23% na estréia, em 23/07/07

7.º Brascan Properties: R$ 1,188 bilhão, + 6,25% na estréia, em 23/10/06

8.º Energias do Brasil: R$ 1,185 bilhão, + 11,17% na estréia, em 13/07/05

9.º MMX Mineração: R$ 1,119 bilhão, - 0,12% na estréia, em 24/07/05

10.º Daycoval: R$ 1,092 bilhão, + 2,06% na estréia, em 29/06/07


Agora é aguardar o desempenho da BM&F ao final do dia...

Fonte: Ações da BM&F geram um dos maiores negócios do País

Quero Ficar Rico

INDIGNAÇÃO

Não consigo entender o porquê de tantos falarem mal de "DAY TRADERS".

Hoje lendo um artigo no VALOR econômico, mais uma vez li um gestor que entre outras coisas sugeriu uma "tibutação ainda mais punitiva" para todos os tipos de day traders. Acredito que estava falando para "punir" as operações intra dia nas IPO, mas convenhamos, que birra com aqueles que lucram numa operação desta.

O que me parece é que ninguém gosta de ver o outro ganhando algum dinheiro. E ainda falam que é um dinheiro fácil.

Não sou gestor, não tomo conta de dinheiro de ninguém. Apenas optei a colocar o meu suado dinheiro neste mercado de renda variável. E digo, passados mais ou menos 5 anos, que mesmo com esta euforia da bosa não é nada fácil.

E renda variável tem disto. Possibilidade de ganhos maiores com risco também maior. Por isto não entendo esta raiva com quem ganha numa operação intitulada de "flipper". Quem quiser arriscar que faça o mesmo.

Continua em Ploober

Ranking das Carteiras Recomendadas até 29-NOV

Palpite Ações

Responsabilidade social em xeque!

O empresário José Pessoa de Queiroz Bisneto, em cuja empresa foram encontrados 831 indígenas trabalhando em condições consideradas degradantes pela equipe móvel do Ministério do Trabalho, é do Conselho de Responsabilidade Social da Única, associação dos produtores de cana-de-açúcar do Estado de São Paulo.


E mais, ele participou de diversas reuniões para fazer o planejamento sócio-ambiental pelo qual a Unica tentava melhorar a imagem dos usineiros.

Continua em Miriam Leitão.com

As Tulipas da BMF

por Bastter

tulipomania_1637.jpgHá muitos e muitos anos atrás, na Holanda, houve uma febre de tulipas. Todo mundo queria comprar tulipas e as tulipas passaram a valer mais do que ouro. Toda a economia do país passou a viver em torno de tulipas.

Os mercadores para poderem ter um preço garantido, já que os preços não paravam de subir, começaram a fazer contratos de opções de compra com os fazendeiros. Aos poucos foram vendo que mais valia vender os direitos do que ter todo o trabalho de transportar tulipas e muitos mercadores passaram a apenas fechar contratos com os fazendeiros e passar estes contratos a frente pelo dobro, pelo triplo do preço.

Aos poucos uma atividade que envolvia um bem real (ainda que inflacionado) foi se transformando cada vez mias em pura especulação, já que quem comprava os direitos dos mercadores, passava adiante mais caro ainda na cidade e assim por diante.

Óbvio que chegou a hora que os vendedores não conseguiram respeitar suas obrigações e como que uma corrente a quebradeira começou. A Holanda quebrou e levou anos e anos para se recuperar da tulipomania. Este é um dos mais clássicos exemplos históricos da irracionalidade humana e da euforia nos mercados.

Continua em Mensalinho

A vez da Huawei

Huawei é acusada de sonegação previdenciária pela PF
:: Ana Paula Lobo*
:: Convergência Digital ::

Depois da Operação Persona, considerado o maior escândalo do setor de TI do país e que envolveu as empresas Cisco e MUDE, a Polícia Federal, agora, mira e acerta o setor de Telecom.

A PF realizou uma operação na Huawei, fabricante chinesa que, nos últimos tempos, arrebatou importantes contratos na área da telefonia brasileira. A PF flagrou 73 chineses trabalhando de forma irregular. Os diretores da companhia, também chineses, foram presos em flagrante.

Luis Nassif Online

WEGE3 - Weg ON


Empresa com sede em Santa Catarina (Jaraguá do Sul), fabricante de motores e turbinas, além de transmissores de energia. Muito conceituada e com bom posicionamento em seu segmento. tem um PL relativamente alto, mas sua margem bruta - e o patrimônio líquido, vêm aumentando em boa progressão nos últimos exercícios fiscais. Está passando por um momento de sucessão na sua liderança. Mas apesar da tradição familiar, sua gestão tem sido bastante profissionalizada. O presidente está transmitindo o cargo para seu sucessor sem conseguir atingir um de seus maiores intentos: incluir a ação no IBOVESPA. Mas isto parece que não deve tardar a acontecer.



Pelo gráfico diário, depois de sair de uma longa congestão o ativo fez topo em 28,50, quando entrou em movimento corretivo de baixa, desenhando, porém, um belo triângulo simétrico. Neste momento está bem próximo ao rompimento, o que deve ocorrer brevemente e já houve uma sinalização com a entrada de volume. Para o lado que seguir tem grandes possibilidades de firmar tendência. É, sem dúvida, um HOT PICK para bons investimentos, posicionando o stop na faixa de R$ 22,50!

Continua com matéria sobre a empresa em LB -Lucrando na Bolsa

O dia em que a Bovespa travou

Isso estava no meu HB:

“Um congestionamento de ordens de compra e venda atrasada a abertura dos negócios com as Açoes da BM&F, segundo fontes. Os papéis que estréiam hoje na Bovespa continuam em leilão. Os título saíram a R$ 20,00 na oferta pública. (Silvia Araujo)”

Será que a procura foi grande?

BMEF3 faz a bolsa de valores ficar fora do ar

Mais notícias da Agência Estado no HB:

“A quantidade expresiva de ordens de compra e venda para as ações da Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) travou as operações no Mega Bolsa, afetando outros negócios. Com quase uma hora de negociação do pregão regular na Bolsa de Valores de São Paulo, os papéis da BM&F continuam em leilão e ainda não estrearam. A movimentação é grande nas mesas das corretoras e os operadores aguardam um comunicado oficial da Bovespa sobre o problema.”

O negócio é fazer posição na BOVH3, porque nesse rumo ela vai cair…

Be wise.

Em bu$ca do primeiro milhão

Informação em Excesso

Mais informação pode piorar o processo decisório. Um estudo com investidores italianos (citado aqui) encontrou que investidores que obtem mais informação reduzem seu retorno. Isto é explicado pela confiança excessiva (over-confidence), que tem sido objeto de estudos das finanças comportamentais. Seria então o caso de reduzir o volume de informação, em lugar de aumentar? Parece que não. Este resultado da pesquisa não deve significar que as políticas de regulação não busquem a divulgação da informação. Uma das razões é que a divulgação de informações passa o erro da decisão para o investidor e não para a empresa (É a troca entre "a decisão foi ruim pois as informações não eram boas" para a situação onde "o investidor sabia o que era importante sobre a empresa. O erro foi dele").

Finanças Comportamentais

Proventos

Conheça a diferença entre as formas de remuneração dos acionistas.

Embora praticamente todo mundo que acompanha o mercado de ações já tenha se deparado com os conceitos: dividendos ou juros sobre o capital próprio, muitos ainda têm dúvidas em relação à diferença entre estes dois conceitos e como eles se comparam com outros proventos, como bonificação e subscrição.

Em primeiro lugar, é importante diferenciar os proventos pagos em dinheiro, como dividendos e juros sobre o capital próprio, dos proventos no qual o benefício ao acionistas se dá na forma de ações, como subscrições ou bonificações.

Distribuição de parte dos lucros da empresa

O conceito básico por trás dos proventos em dinheiro é a distribuição de parte dos lucros obtidos por uma empresa para seus acionistas. Ao comprar uma ação, você se torna acionista e, portanto, tem direito a receber a sua parte dos lucros que a empresa gera.

Assim, quando você recebe dividendos de uma empresa, você está recebendo uma parcela do lucro, que é determinada pela legislação brasileira em pelo menos 25% dos lucros gerados pela empresa em um determinado período de tempo.

Para a empresa, os dividendos são distribuídos a partir do lucro líquido, ou seja, após o pagamento de IR, CSLL e outros impostos ou contribuições.

Com isso, os valores que são anunciados em dividendos para os acionistas já são líquidos de imposto de renda, já que a empresa efetuou o pagamento de impostos sobre estes lucros.

Mais em Conexão Dinheiro

Pergunta impertinente: o IPO da BM&F foi bem conduzido?

O resultado do processo de abertura de capital (Initial Public Offering - IPO) da Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F) foi um anti-climax depois de tanta animação. Cada investidor que participou do pregão levou apenas 91 ações, ou 1 820 reais, muito abaixo das expectativas. Os profissionais do mercado esperavam que cada pessoa física levasse um lote de, pelo menos 5 000 reais.

Em termos macro, o processo mostra a pujança do mercado, como as ações de fato conquistaram os pequenos investidores, etc, etc, etc (você já cansou de ler isso aqui). Em termos micro, a chiadeira está sendo geral devido aos tratamentos diferentes dados aos pequenos investidores. Pessoas como eu e você levaram 91 ações ou, os funcionários vinculados não levaram nada e os funcionários não-vinculados levaram 250 ações a 20 reais.

Como? O que são funcionários não-vinculados de corretoras? Para responder essa pergunta é preciso escarafunchar os meandros da legislação e consultar o artigo 55 da Instrução nº 400 da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o xerife do mercado. Lá, definem-se os funcionários vinculados como os sócio e administradores das corretoras, seus cônjuges e parentes (não há definição quanto a namorados, rolos & ficantes diversos) além dos funcionários "diretamente vinculados" à oferta.

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Novo Guia Exame de Sustentabilidade - sobre o processo

Hoje, com o Guia Exame de Sustentabilidade já nas bancas, posso contar para vocês um pouco dos bastidores, de como foi o processo de preenchimento dos questionários pelas 206 empresas de diferentes portes, setores e regiões do Brasil que se inscreveram para participar da publicação. Bem, como divulgamos que, desse universo, apenas 140 empresas preencheram os quatro questionários, a primeira constatação é a de que muitas empresas não deram conta do recado, certo? Sim. E isso não foi necessariamente uma surpresa para nós da editoria de gestão da revista, responsáveis pela reestruturação do Guia. Sabíamos que quando deixássemos a metodologia de análise das empresas que utilizávamos há sete anos --- baseada nos indicadores do Instituto Ethos --- e adotássemos outra, muitas companhias iam chiar. Normal. Processos de mudança geram incômodo, receio. Só não sabíamos com precisão que incômodos seriam esses, embora tivéssemos algumas suspeitas. E algumas delas se concretizaram. Imaginávamos, por exemplo, que as multinacionais iriam reagir à introdução de um questionário de governança corporativa e ao pedido de relato de informações financeiras mais apuradas. Batata!

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Crescimento no setor bancário

O crescimento bancário através de aquisições, como é o caso do ABN e Santander, deverá gerar sinergias? Aparentemente, não.

Tudo faz crer, a partir desse entendimento, não ser mais possível crescer e, portanto, sobreviver nesse setor, senão por meio dessas aquisições. Visão obliterada essa de que crescer significa apenas comprar "share" ou participação acionária. A suposição implícita é a de que o mercado financeiro atingiu sua dimensão final. Que essa dimensão não se alterará nos próximos períodos, nem para cima nem para baixo.

(...) Os problemas gerenciais dessas aquisições já são antigos conhecidos da administração bancária. Integração cultural, gerenciamento das questões trabalhistas e tributárias, contingências do negócio, disputas com acionistas minoritários, sobreposições de infra-estruturas, incompatibilidades tecnológicas, políticas de marcas e um sem-número de itens que requerem encaminhamentos e soluções. (...)

O crescimento das instituições financeiras no Brasil
Gazeta Mercantil - 30/11/2007
Celso Cláudio de Hildebrand e Grisi


BOVESPA E BM&F PODEM SE FUNDIR

BM&F e Bovespa podem se fundir, afirma o Wall Street Journal
EXAME DE 29.11.2007

Analistas apostam que a abertura de capital da BM&F ajudará num eventual processo de fusão e busca de capitais externos

A abertura de capital da Bolsa de Mercadorias e Futuros de São Paulo (BM&F), destaque do mercado brasileiro de ações nos últimos dias, consolidou caminho para uma possível fusão com a instituição "irmã", a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), afirma o periódico nova-iorquino Wall Street Journal (WSJ), na edição desta quinta-feira (29/11).

Aquecida pela injeção de capital que a oferta pública inicial deve proporcionar – a operação de venda de papéis captou ontem 5,98 bilhões de reais, ante os 6,62 bilhões de reais obtidos pela Bovespa em seu processo de abertura, há pouco mais de um mês – a BM&F ganharia força para negociar a unificação de suas operações com as da Bovespa e, com isso, buscar os benefícios do ganho de escala que a fusão proporcionaria, dizem analistas ouvidos pelo WSJ.

Uma das principais vantagens para as empresas seria a criação de um monopólio das operações com ativos e a redução de custos pela unificação das plataformas de negociação. A medida também aumentaria a atratividade da empresa resultante aos olhos dos investidores estrangeiros, numa fase em que a busca de parceiros torna-se tendência entre as bolsas de todo o mundo.

"A fusão faria do mercado de capitais brasileiro um dos mais fortes do mundo", afirmou ao WSJ um dos sócios da consultoria financeira Equity Research Desk, Diego Perfumo.

Segundo Diego, o fato de 60% a 70% das ações da BM&F já estarem nas mãos das mesmas corretoras que detêm a Bovespa aumenta a possibilidade de um acordo de união.

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Como operar na bolsa de valores de maneira simples, eficiente e sem complicação

Claro que saber usar e conhecer o funcionamento de diversos indicadores pode aumentar a sua eficiência na hora de acertar a compra e a venda de suas ações, proporcionando mais lucros.

Porém, dominar conceitos básicos e usá-los com disciplina na hora de analisar o gráfico de uma ação e no momento das decisões - sem ser influenciado por emoções ou pelo oba-oba da boiada - pode ser mais eficiente do que qualquer coisa.

  1. Saiba identificar topos e fundos como ninguém: os topos e fundos vão ajudar você a saber com certeza a tendência de uma ação, se altista ou se baixista. O pleno domínio desse conceito dos mais básicos ajuda também a definir quando um papel muda de tendência.
  2. Entenda o funcionamento de suportes e resistências: saiba como eles são formados, o que os torna mais fortes e o que os torna mais fracos, bem como quando uma resistência se transforma em suporte e quando um suporte se transforma em resistência.
  3. Saiba traçar uma linha de tendência e uma linha de retorno do canal: linhas de tendência de baixa (LTB) unem os topos e linhas de tendência de alta (LTA) unem os fundos, ambas passando pelo máximo de pontos possíveis. Aprenda quando essas linhas funcionam como resistências ou suportes.
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Último dia do mês e a BMEF3

Hoje termina novembro. É o último dia para tirar o atraso na rentabilidade dos fundos. Para não decepcionar os quotistas, os gestores, responsáveis pela movimentação de enormes quantias depositadas em suas mãos, vão fazer peripécias para recuperar as perdas que as aplicações em bolsa vêm registrando no mês.

Serão ajudados pela entrada das ações da BMEF3 no pregão da Bovespa que, mesmo congestionando os HB e o próprio sistema da bolsa, devem gerar um certo frisson no mercado fracionário. Concorre também para isto o discurso proferido ontem pelo presidente do Fed declarando que as turbulências voltaram e a condução da política monetária americana deve ser "flexível". Foi dada a senha para um novo corte nos juros na reunião do dia 11 de dezembro. E o mercado já está se antecipando e vai precificar isto. Que bom para o fechamento no balanço dos fundo de renda variável!

Outro aspecto positivo é a queda do preço do óleo, abaixo dos U$90 (o que não é bom para a nossa auto-suficiente Petrobras). Mas a Vale do Rio Doce e, principalmente, as siderúrgicas nacionais devem compensar isto com sobras, depois do anúncio da Arcelor-Mittal de que vai investir U$ 5 bi no país nos próximos cinco anos.

Na BM&F os contratos futuros de índice já operam em forte alta na casa de 2%. O dolar cai mais, e o DI fica estável, dando uma trégua na expectativa de maiores juros. Na Ásia e Europa todas as praças registram altas, e os futuros americanos também reagem positivamente ao novo cenário, apesar do resultado da fabricante de computadores Dell apresentar ganhos decepcionantes, que levaram suas ações a registrar queda de até 10% durante o after-market.

Mas apertem os cintos que hoje o foguete deve subir bem por aqui. Se tudo correr bem, a LTB do Ibovespa pode ser superada, com boas chances do índice testar de novo os patamares de 64k!

Lets GO!!! ^v^

Seagull Trading

Apenas 91 ações !

logotipo_bmf_ofertaO investidor[bb] de varejo que foi classificado com “prioridade de alocação” na oferta de ações da Bolsa de Mercadorias e Futuros (BMF) levou apenas 91 ações, ou seja, seu pedido de reserva foi atendido integralmente em R$ 1.820. Isso demonstra a forte demanda pelos papéis e uma elevada participação dos investidores não institucionais.

Conforme o esperado, o preço de emissão foi fixado em R$ 20 por papel, teto da estimativa de preço. Com isso o montante pode bater R$ 5,98 bilhões caso seja exercido integralmente o lote suplementar de 15%. O valor de mercado da BMF é de R$ 18 bilhões.

Hum mil oitocentos e vinte reais, sem dúvida é um valor muito baixo. Mas se pensarmos bem, e deixarmos de lado todas as teorias conspiratórias, o forte rateio se justifica.

Desde o início do prazo de reservas, no dia 19, o ritmo de abertura de contas pelas corretoras foi intenso. Mesmo as pequenas chegaram a cadastrar mais de 300 CPFs por dia. Para não ficar com um lote pequeno, foi prática entre os investidores encomendar lotes de ações em até dez CPFs diferentes. Houve também quem recorresse a empréstimos das corretoras para abocanhar uma fatia maior e tentar vendê-las com lucro logo no primeiro dia, o chamado “flipping”.

Continua em CHR Investor

Titulos Americanos

Somente atualizando.... ( clique aqui )


AMOMUITOTUDOISSO !!!

Elucubrações Grafistas

VALE5 - Vale do Rio Doce PN

Uma das grandes estrelas do nosso mercado acionário! Preferida de 9 (ou 10?) entre 10 analistas - para fazer parte da carteira dos fundos por eles administrados. Graficamente está dentro de uma congestão, porém ameaçando retomar a tendência de alta, com a possibilidade do rompimento de seu Topo Histórico. É sempre uma boa aposta para os investidores mais conservadores, que aplicam seu dinheiro visando maiores retornos no Longo Prazo.



Uma ação modelo para quem quer investir em empresas sólidas na renda variável. Pelo seu potencial, apresenta múltiplos razoáveis, mas como as aplicações em bolsa devem objetivar retornos no longo prazo, suas expectativas futuras não poderiam ser melhores. Ela vem apresentando um crescimento consistente no valor de seus ativos, assim como um substancial aumento de patrimônio (com a aquisição de novas empesas), e elevação de suas receitas e lucros.

Desmistificando Futuros Administrados



Situação atual da VALE5 - pregão 29/11

Ibovespa mensal dividido pelo CDI sai do canal de baixa.

Em termos de análise técnica, reparei que no ExpoMoney deste ano, alguns analistas ainda estão usando o dólar como indexador para o Ibovespa. O dólar deixou de ser indexador há tempos, pois não é constante como o CDI acumulado que eu utilizo preferencialmente em minhas análises, privilegiando também a observaçao do custo de oportunidade.

Conforme mostra o gráfico abaixo do Ibovespa mensal, dividido pelo CDI acumulado desde 1991, vemos um canal de baixa de 16 anos, rompido para cima com volume significativo no corte da resistência inclinada. Presenciamos neste ano de 2007 um considerável aumento de volume que não aparece no gráfico. Temos agora, outra resistência horizontal, que já foi sentida em outubro e agora em novembro pelo Ibovespa.

Isto pode ser também uma figura de bandeira, um "bandeirão de torcida organizada" de alta. Podemos dizer desta forma que teoricamente passamos para um outro patamar.

Devemos mesmo é ficar sempre com um olho na Bovespa e outro em Brasília, para a aprovação da CPMF, pois o nível de influência da política na economia é preponderante.


Shopping Center Bursátil

Plano B prevê o aumento da taxação sobre lucro de banco

O Palácio do Planalto joga contra o tempo e os próprios erros para evitar que a oposição alcance aquele que é o seu objetivo real na votação da CPMF: impor ao governo federal uma noventena à cobrança do imposto do cheque, o que deve ocorrer se o projeto só for votado e aprovado no próximo ano e pode custar uma perda de receita estimada entre R$ 10 bilhões e R$ 20 bilhões, em 2008. Derrubar o imposto do cheque é uma proposta que divide PSDB e PFL, especialmente os tucanos, cujos governadores apóiam sua manutenção.

O tempo joga a favor da oposição, mas, sem articulação política, o governo comete uma série de erros que ajudam PSDB e PFL, segundo a avaliação dos próprios encarregados de articular a aprovação do imposto do cheque. O último deles seria a revelação de que o governo dispõe de um Plano B para o caso da rejeição da CPMF que prevê o aumento da alíquota do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) no exercício de 2008. "É um tiro no pé", reagiu o senador petista Delcídio Amaral (MS). Mais enfático ainda foi o líder do governo, Romero Jucá.

Continua

Bernanke abre o jogo sobre juro. Aqui, BM&F estréia na bolsa

... Um importante discurso do presidente do FED para empresários da Carolina do Norte, ontem à noite, é o principal DRIVER dos negócios, nesta sexta-feira para os mercados globais. Admitindo que as turbulências financeiras voltaram (nos EUA) nas últimas semanas, revertendo parcialmente a melhora em setembro e outubro, BERNANKE disse que: “Nós, do FED, teremos que continuar excepcionalmente alertas e flexíveis”... A fala, em linha com os comentários de seu vice Donald KOHN, que entusiasmaram WALL STREET, fecha a aposta em novo corte do juro no FOMC, no dia 11.

... É uma boa notícia, a sinalização clara de mais desaperto nos EUA, sem dúvida, e que autoriza prognósticos positivos para NY, pelo menos para a abertura (já que, depois sempre podem voltar as preocupações com o tamanho dessa crise para a economia, que ainda é uma incógnita). Seja como for, com ou sem BERNANKE a BOVESPA, hoje, ia de todo jeito operar descolada, e EM ALTA, com a estréia das ações da BM&F.

... O IPO da Bolsa de Mercadorias & Futuros alcançou R$ 5,983 bilhões, o segundo maior já realizado no Brasil. A colocação ficou atrás apenas dos R$ 6,6 bilhões da Bovespa Holding, lançada em outubro, superando a Redecard (R$ 4,6 bilhões).. A BM&F chega ao pregão avaliada em R$ 18 bilhões, e com free float de 33%.. A Bovespa, precificada em R$ 16,2 bilhões, após um mês, está valendo R$ 22,8 bilhões. No book building, a ação da BM&F foi fixado em R$ 20, no teto do intervalo de preços sugerido (e revisado).

... No CÂMBIO, ganhou força o jogo da PTAX, com os movimentos recentes de zeragem de posições, que provocaram um ajuste nos preços. Ontem, a BM&F registrou o segundo maior número de contratos de dólar futuro negociados (906.302), na sua história, equivalente a um volume financeiro de US$ 45,27 bilhões. Hoje, dia de formação da taxa pela qual serão liquidados os contratos na segunda-feira, 3, ainda poderá haver volatilidade... Nos JUROS FUTUROS, o medo de que o governo venha a perder a CPMF foi mencionado como o motivo para a pressão dos prêmios .

... A AGENDA de indicadores é fraca, aqui, prevendo apenas a divulgação da Sondagem da Indústria da FGV, de novembro, às 8h. Atenção para o NUCI e os estoques.

... Nos EUA, três dados importantes serão divulgados, embora não devam prevalecer em relação ao pronunciamento de BERNANKE... O PCE de outubro, às 11h30, tem estimativas de alta de 0,2% para o núcleo.Às 12h45, os analistas esperam que suba para 50,5 o índice de atividade industrial dos gerentes de compras de Chicago (novembro). Já às 13h, os gastos no setor de construção em outubro têm previsões de recuo de 0,4%.

Leia mais em Bom Dia Mercado

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Amanhã...

Acordo cedo...


...tomo um café gostoso com as crianças... uma leve pescoçada na Bloomberg, jornais matinais, e saio para o escritório...

MAS JÁ DEIXO AVISADO HOJE...

AMANHÃ NÃO TEM BARÔMETRO...

AMANHÃ NÃO TEM GRÁFICO...

AMANHÃ A CORRETORA NÃO VAI ATENDER A DEMANDA DE LIGAÇÕES...

AMANHÃ A SARDINHADA VAI FICAR NOS FORUNS METENDO O PAU NAS CORRETORAS...

AMANHÃ NÃO HAVERÁ CONEXÃO DISPONÍVEL COM QUALQUER HB...

AMANHÃ É DIA DE ESTRÉIA !!!

DÁ- LHE BMEF3 !!!

91 ações pra fazer a festa !!! hehehe fracionário !!!

AMANHÃ !!!

Abcs

Elucubrações Grafistas

Campanha pela transparência online!

Construir o futuro!Esse é um manifesto de profissionalização, comprometimento e transparência, criado pelos blogs Dinheirama e PapodeHomem, que surgiu diante de questionamentos recentes sobre a ética e os valores de um blog que publica artigos patrocinados e outras formas de propaganda.

Pela profissionalização.
Nossos blogs surgiram de uma paixão por escrever, por compartilhar nossas idéias. Mas, nem de longe, são hobbies de fim de semana. Deixamos isso para o futebol e a cerveja com os amigos. Aqui você vai encontrar uma postura congruente com nossas aspirações e completo respeito por todo tipo de leitor. Escrevemos com responsabilidade e compromisso com a boa opinião.

Pelo comprometimento.
Seguimos pela máxima “Se você não está caminhando para frente, está indo para trás”. Nos esforçamos para crescer continuamente, trazendo inovação, conteúdo de qualidade e mantendo os ouvidos abertos para o que você tem a nos dizer. Queremos nos transformar em um espaço diferenciado, de conteúdo inteligente e de grande abrangência.

Continua em Dinheirama

INTELIGÊNCIA CREDITÍCIA

Você já se perguntou se está preparado para pegar dinheiro emprestado? Seja de bancos, financiadoras ou até mesmo de amigos, quais são os aspectos do empréstimo que devem ser observados?

O Site InfoMoney disponibiliza um simulador, que mede a sua inteligência creditícia, para ajudá-lo a saber se você está preparado para encarar essa situação.

Aproveitem para testar os seus conhecimentos sobre crédito.

Num post seguinte comentaremos cada uma das questões. Fiquem ligados!

Quero Ficar Rico

Mastercard, não tem preço (RDCD3)!!!

A Redecard (RDCD3), é uma ação nova na Bovespa, que realizou sua a IPO neste ano, sendo a 3ª maior IPO da história (perdeu o posto de 2ª maior ontem, com a divulgação da BM&F).

O gráfico diário acima mostra uma acumulação, na faixa de preços entre R$ 28,30 e R$ 38,00.

Pode ser uma boa opção para o próximo ano, visto que as vendas no cartão de crédito estão aumentando bastante. Hoje, o cartão de crédito praticamente tomou o lugar do cheque.

Veremos...

IBOV - Forte sinal de alta no suporte

No dia 28/11, o Ibovespa fechou em forte alta de 3,84% impulsionada pela alta em Wall Street.

Expectativa por corte do juro impulsiona Wall Street

NOVA YORK (Reuters) - As bolsas de valores dos Estados Unidos fecharam em forte alta nesta quarta-feira, diante das expectativas por um corte na taxa básica de juro pelo Federal Reserve em dezembro, que deram fôlego às ações de companhias do setor financeiro pelo segundo dia consecutivo.

O candle desta quarta-feira representou um forte sinal de alta que aumenta consideravelmente a probabilidade de uma nova máxima no próximo pregão. Fatores importantes neste sinal de alta:
  1. Volume financeiro alto;
  2. Grande candle de alta com fechamento próximo à máxima do dia;
  3. Ocorreu após testar o importante suporte em 58.292 pontos e da média móvel simples de 65 períodos;
  4. Fechamento acima:
    1. da média móvel exponencial de 13 dias;
    2. da máxima do dia 26/11;
    3. dos antigos suportes que tornam-se resistências em 59.472 e 60.894.
Próximas resistências:
  1. 64.630 pontos - máxima de fechamento do topo do dia 14/11;
  2. Linha de tendência de baixa (LTB).
Continua em Dalton Vieira

Saiu a parcela do investidor na IPO da BM&F

Cada candidato à uma fatia dos papéis da Bolsa de Mercadorias e Futuros, na sua abertura de capital, vai levar apenas o equivalente à módica quantia de R$1.820. Traduzindo em miúdos, isto corresponde a um "lote" na quantidade de 91 ações ao preço do teto estabelecido no intervalo da oferta (R$20). Os flippers ( e os ávidos compradores de primeira viagem) vão logo descobrir desta vez o que é o mercado fracionário!!! Rsrs

Pelo menos não vai nem faltar a grana para a pinga!

Não foi à tôa que muita gente saiu abrindo contas na corretora em nome da mãe, da tia, da sogra, do pai, do filho, do espírito santo... amém!

Seagull Trading

Tudo bem, mas . . .

Postado por Carlos Alberto Sardenberg

Nos jornais de hoje, farto noticiário sobre as contas externas e as contas do governo federal. Nos dois casos, olhando os grandes números, há um equilíbrio básico e alguns problemas.

Nas contas externas, o ponto mais importante agora é verificar que as reservas do Banco Central, o caixa, hoje acima dos US$ 180 bilhões, está quase empatando com a dívida externa total, em torno de US$ 195 bilhões. Antes do final do ano, vai ficar no zero a zero – e isso quer dizer que a dívida externa, eterno problema da economia brasileiro, simplesmente desaparece. O país passa a ser credor em dólares.

Isso resulta da forte entrada de dólares na economia nacional, principalmente pelo superávit do comércio externo e, depois, pelos Investimentos Externos Diretos (IED). E depois vêm as aplicações em bolsa e no mercado de títulos públicos.

A contrapartida disso é o dólar baratinho – que pressiona diversas indústrias brasileiras, na medida em que barateia o importado e encarece as exportações brasileiras. Mas a importação, no conjunto, exige mais competitividade e produtividade da economia nacional. E é boa para o consumidor.

No caso das contas públicas, do governo federal, a coisa vai bem, do ponto de vista do governo. As receitas crescem fortemente, permitindo pagar as despesas de pessoal, previdência, programas sociais e funcionamento da máquina e mais uma parte da conta de juros.

Qual o problema? É que, nadando em dinheiro, o governo Lula jogou fora as preocupações com o controle das despesas – um tema da era Palocci – e mandou bala. Todas as despesas crescem acima da inflação e acima do crescimento da economia. Ou seja, aumenta o peso do Estado na economia, tomando dinheiro do setor privado. E programou despesas maiores ainda para 2008, supondo que bonança, local e internacional, é para sempre.

E nunca é. Ou seja, o governo está comprando risco futuro. Como se vê, economia é complicada, uma no cravo outra na ferradura.

Blog do Sardenberg

Saldo Investidor Estrangeiro Bovespa


BM&F: no teto do intervalo, preço das ações fica em R$ 20,00

A aguardada oferta pública secundária de ações ordinárias da BM&F já tem o valor de estréia das ações definido. Foi divulgado na quarta-feira (28) que, pelo procedimento de bookbuilding, o preço dos papéis foi fixado em R$ 20,00, teto do intervalo estimado pelos coordenadores da oferta (R$ 18,00 e R$ 20,00).

Vale ressaltar que, tendo em vista a expressiva demanda registrada para a oferta, o intervalo sofreu alteração, passando dos R$ 15,50 a R$ 18,50 determinados inicialmente para a nova faixa de preço estabelecida.

Considerando as 299.184.846 ações distribuídas, a instituição captou um montante de R$ 5,98 bilhões, valor que representa a segunda maior captação dentre todas as ofertas realizadas desde a reabertura do mercado (em 2004), atrás apenas da Bovespa Holding. O montante já considera o exercício da opção de lote suplementar.

Palpite Ações

Ainda há muita Volatilidade nos Mercados

O Óleo, o FED, as Bolsas e a CPMF

O dia de ontem foi de alívio: puxados por Wall Street os mercados experimentaram sessões de repiques causados, principalmente, pela declaração do vice-presidente do Federal Reserve de que a atual turbulência no mercado financeiro aumenta os riscos de uma deterioração na economia. Mas isto seria bom? Para os investidores, pesou mais o complemento da mensagem, onde ele afirmou que os membros do Fed devem ser agéis para evitar um maior contágio generalizado, o que foi interpretado como uma insinuação de que os juros podem ser reduzidos mais uma vez na próxima reunião do Fomc - a ser realizada no dia 11 de dezembro.

A Bovespa seguiu esta trilha, e os ganhos só não foram melhores devido à baixa no preço do óleo, que impactou negativamente as ações da Petrobras, responsáveis por um peso considerável na composição do índice da bolsa paulista. Méritos para a Vale do Rio Doce - que juntando os papéis VALE3 e VALE5 - respondem por mais de 13% do Ibovespa. E como suas valorizações foram expressivas, deram um alento a quem continua posicionado e já andava ressabiado com os sucessivos fundos mais baixos, dentro de uma tendência terciária que vinha drrubando todos os primeiros suportes.

E hoje, justamente, o repique nos preços internacionais do barril de petróleo faz com que os índices americanos indiquem, pelo comportamento nesta pré-abertura, que a grande volatilidade que tomou conta do mercado não deve acabar tão cedo. Na BM&F os contratos para dezembro (INZ7) estão operando em queda de meio ponto percentual antes do início do pregão viva-voz. O dolar opera perto da estabilidade, enquanto o DI para janeiro de 2010 tem ligeira alta de 0,25%, para uma taxa de 12,03 até o momento.

Na Ásia tivemos altas consideráveis durante a madrugada, com Nikkei subindo 2,38% e o Hang Seng valorizando 4,06%. Na Europa as bolsas giram de forma mista em torno do 0x0, com DAX no campo positivo, e o FTSE, CAC e IBEX sofrendo pequenas perdas.

Vou deixar o asssunto da CPMF (e a chantagem do governo) para daqui a pouco, porque os negócios na Bovespa já estão começando!

Bons trades! ^v^

Barômetro Financeiro




Bom dia...

Se os stops (gains ou loss) são acionados, zera, depois vai resolver o que fazer... parece que foi o que rolou ontem pelos mercados mundo afora...

O dia é de agenda carregada nos EUA, com dados de atividade econômica e do setor imobiliário. Mr Bernanke fala após o fechamento dos mercados ...

Agenda americana
11:30hs : PIB e Pedidos por Auxílio-Desemprego
13:00hs : Vendas de Casas Novas

Pessoal acompanhando a escalada nos preços do barril de petróleo, que sobem forte depois de explosão em um oleoduto no Canadá, interrompendo o transporte. Oil futuro cotado agora a 94,40 com alta expressiva de 3,78 %.

Contratos em aberto, tivemos os estrangeiros reduzindo a posição comprada em 2245 contratos... saldo atual de 63.600... no compto geral, reduziram vendas (net) em 7850 contratos ( stops comeram soltos) ...bem... aqui acendeu a LUZ VERMELHA... óbvio que trata-se apenas de mais um indicador que complementa o nosso complexo cenário... mas mais um "contraditório" ...

Por aqui, o Cade fechou um Termo de Compromissos de Cessação de Condutas com a Friboi, na última terça-feira (28), isentando a empresa da participação do cartel no setor frigorífico. Sobrou uma multinha para empresa e para os gestores...

O processo de bookbuilding da oferta de ações da BM&F , realizado ontem, fixou o preço em R$ 20,00 por ação e as reservas foram atendidas integralmente até o valor de R$5.000,00... sequer começaram a ser negociadas e já rola boato em Wall Street que após a abertura de capital, BM&F e a Bovespa deverão se unir.

Bons negócios !!!


De boa vontade, NY resgata aposta em desaperto e amplia alta

.. Quando NY quer subir, nada segura, vira o cenário do avesso, acha bom o que achava ruim, não quer nem saber, como nesta quarta-feira. Bastou um leve aceno do vice presidente do FED, Donald KOHN, para que saíssem todos, de novo, apostando no corte do juro americano, em dezembro... E aí rolou a festa. No embalo, a BOVESPA recuperou os 60 mil e os 61 mil pontos, enquanto os índices em WALL STREET (leia abaixo) disparavam, com os investidores entusiasmados com os indicadores fracos da economia, porque vêem aí os argumentos para o que eles querem. Não foi a primeira vez.

... Também o LIVRO BEGE, divulgado no final da tarde, foi recebido com esse espírito. A fragilidade econômica admitida no documento ajudou a reforçar as apostas de continuidade do desaperto... Nem mesmo quando outro FED Boy, Richard FISHER, falou mais tarde, contrapondo o otimismo de KOHN com um discurso mais cauteloso sobre a política monetária, o mercado se abalou. Mas, hoje é outro dia.. E NY não rasga dinheiro.

... O pronunciamento de BERNANKE poderá desempatar esse jogo, mas o presidente do FED só fala às 22h (de Brasília), o que significa que qualquer sinalização sobre o juro apenas repercutirá sexta-feira. Outro dirigente, o diretor Frederic MISHKIN fala às 19h30.

... A agenda dos indicadores é pesada e também pode mexer com as expectativas. Entre os dados, destacam-se a primeira revisão do PIB do terceiro trimestre (11h30), com estimativas de +4,9%, acima da preliminar (+3,9%) e do segundo trimestre (+3,8%). Mais tarde (13h), são importantes as vendas de IMÓVEIS NOVOS em outubro. Ontem, as vendas de residências usadas caíram 1,2% em outubro, mais do que o esperado (-0,8%). Já as encomendas de bens duráveis caíram 0,4%, contra projeções de recuo de 0,1%.

... AQUI, são destaques o resultado consolidado do setor público (às 10h30), que deverá mostrar um SUPERÁVIT PRIMÁRIO entre R$ 6,4 bilhões e R$ 13 bilhões em outubro, mediana em R$ 10,8 bilhões, em pesquisa do AE Projeções, e, logo cedo (8h), o IGP-M de novembro, com as estimativas entre 0,56% e 0,76%, com mediana em 0,62%. Na atividade, são importantes o INA e o NUCI da FIESP em outubro. Ainda em Brasília, será realizada reunião do CMN, que fixará periodicidade para o reajuste de tarifas bancárias.

Continua em Bom Dia Mercado

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Pensamento

Em tempos de volatilidade, vale recordar uma célebre máxima do Dr. Buffet
que diz:

"O mercado acionário é feito para transferir dinheiro dos apressados para os pacientes"




Bussola de Finanças


Os gurus do marketing mundial

Quer saber quais são os maiores bambambãs do marketing do mundo? Uma pesquisa feita pela consultoria americana Anderson Analytics com mais de 600 executivos das áreas de planejamento estratégico, vendas e marketing, apontou que o maior guru para esse pessoal é o escritor Seth Godin (veja aqui o site dele), seguido pelo todo-poderoso da Apple, Steve Jobs. Os outro oito indicados, pela ordem, foram: Peter Drucker, Warren Buffet, David Aaker, Tom Peters, Jim Collins, Jack Welch, Malcolm Gladwell, Al Ries e Phil Kotler.

Por Dentro das Empresas

Golpe usando o nome da Bovespa

Recebi este comunicado através de meu corretor sobre aquele velho golpe do fishing scan onde se manda um email com algum link malicioso.

É engraçado que o email oferece informações privilegiadas de empresas para você fazer bons negócios. Será que alguém ainda acredita nesses emails oferecendo mundos e fundos?

Veja na imagem o exemplo. As matérias legislativas que me interessam eu assino para receber informações do legislativo. Pois bem, passando o mouse sobre o link (caixa azul) pode-se verificar na barra de status que o verdadeiro link pararece ali (caixa vermelha) se o endereço que ali aparece não é de seu conhecimento, desconfie.

exemplodeconferencialink_1.png

Continua em Como Comprar Meias

Bovespa muda ações de carteira ‘sustentável’

No novo índice de sustentabilidade divulgado pela Bolsa,
empresas de aviação perdem espaço para as de energia

Andrea Vialli

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) anunciou ontem a nova carteira de ações do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE). O índice reúne ações de empresas que, segundo critérios de avaliação da Bolsa, aliam preocupações socioambientais e de governança corporativa a um bom desempenho econômico. Foi a segunda revisão da carteira do índice, que passou a vigorar em dezembro de 2005 e é considerado o único com esse perfil na América Latina.

A nova carteira, que entra em vigor em dezembro, vai reunir 40 ações de 32 empresas. Juntas, essas empresas têm um valor de mercado de R$ 927 bilhões. Esse montante corresponde a 39,6% da capitalização total da Bolsa, que atualmente é de R$ 2,3 trilhões.

As sete novas empresas a integrar o índice são AES Tietê, Cesp, Eletrobrás, Light S/A, Sadia, WEG e Sabesp. Na contramão, oito empresas que figuravam na listagem até então foram excluídas: ALL, Gol, TAM, Celesc, Itaúsa, Localiza, Unibanco e Ultrapar.

Continua em Palpite Ações

Positivo - Mantendo a liderança

A Positivo Informática continua liderando o segmento de computadores no Brasil. Recentemente a empresa informou os dados do market share[bb] do setor. No 3T07, o market share da Positivo Informática foi 4,0 p.p. maior do que no 3T06.

posi1

A supremacia no setor é tamanha, que empresas do porte da Dell[bb] , parecem quase desistir da concorrência. Recentemente a empresa americana inaugurou uma fábrica em Hortolândia, São Paulo. A expectativa era que a Dell, que havia decidido entrar no varejo brasileiro ao invés de continuar vendendo apenas através de meios diretos (internet, telefone e mídia impressa), começasse a incomodar a liderança da Positivo. Mas isso não está ocorrendo. A produção da fábrica em São Paulo é destinada, boa parte, para atender os pedidos vindos da América Latina e da África. A impressão que fica é que a empresa americana de fato “jogou a toalha”.

Continua em CHR Investor

TODO MUNDO DOIDÃO NOS STATES

Mercado firme em NY e no Brasil. Todos os índices com mais de 2,5% de alta. Dow Jones fechou com +2,53%; vai buscar os 13.400 e depois os 13.800; aí deve dar uma recuada. BOVESPA irada: +3,84% em um só dia. Equivale a sete meses de poupança e CDI. Tem resistencia em 64.000 e 66.000 pontos.

Amanhã os vendedores vão sair da toca para realizar lucros, tanto lá como cá.

Olho vivo. Quem comprou se deu bem. Quem não comprou vai me xingar aqui no Blog. E agora José. O que é que faço desse amor.

Novas emoções nos próximos dias. Olho vivo.

CHAVES PERDE TUTU


É isso aí! O ouro negro despencou. Tudo tem preço limite. Sinais de queda forte no curto prazo. Maná para as Bolsas de Valores. Hoje foi mais um dia de queda em NY. O óleo fechou em $91,45, com perda de 3,16%. Chaves não vai conseguir ser o novo ditador latino. A camisa dele vai ficar desbotada. Com o óleo brasileiro do pré sal, vai vender pra quem? Vamo q vamo.

Vejam os gráficos em BOLSA HOJE

CSAN3 - Cosan ON

Uma ação que apresenta este comportamento gráfico, perdendo todos os suportes, ladeira abaixo seguindo o seu canal, já deveria ter sido estopada há muito tempo. Chama a atenção o volume descomunal antes da perda do suporte na faixa dos 37. Quem se manteve posicionado deve estar amargando a falta de um estudo mais apurado em AT.



Os números da empresa também espelham bem a situação que ela vivencia. Apesar da significativa redução de seu PL, suas receitas e lucros operacionais despencaram. Não dá mesmo para ficar posicionado em um ativo que apenas em uma semana desvaloriza mais de 21% sem tomarmos nehuma atitude. Pior é pensar em vender depois de tanta queda. Ela deve estar agora com um monte de "maridos" e "esposas" que sentem-se "casados" com o papel! Fazer o quê? Antes tarde do que nunca... o divórcio já está oficializado no Brasil faz tempo!

Leiam em LB - Lucrando na Bolsa, um trecho da matéria na Exame

Brasil chega pela primeira vez ao grupo com alto IDH


O Brasil chegou pela primeira vez ao grupo de países com alto desenvolvimento humano, com um IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) de 0,800, o mínimo necessário. O país está em último lugar entre as 70 nações que fazem parte do grupo este ano, como Islândia, Noruega, Japão, Canadá e Estados Unidos. O resultado está no Relatório de Desenvolvimento Humano (RDH) 2007-2008, divulgado nesta terça pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento Humano (PNUD). Os dados utilizados pela pesquisa são de 2005. O ranking deste ano tem 70 países no grupo com alto desenvolvimento, 85 no de médio e 22 no grupo de baixo desenvolvimento humano, de um total de 177 países e territórios. O IDH é a síntese de quatro indicadores: Produto Interno Bruto (PIB) per capita, expectativa de vida, taxa de alfabetização de pessoas com 15 anos ou mais de idade, e taxa de matrícula bruta nos três níveis de ensino (relação entre a população em idade escolar e o número de pessoas matriculadas no ensino fundamental, médio e superior). Quando o IDH de um país está entre 0 e 0,499, é considerado baixo; entre 0,500 e 0,799, é considerado médio. E entre 0,800 e 1 é considerado alto.

Folha de pagamento como ativo

A questão da folha de pagamento e sua avaliação apresenta alguns aspectos interessantes:

1. A folha de pagamento é realmente um ativo

2. As prefeituras e os Estados ganham recursos importantes. Quem perde são os bancos oficiais e seus acionistas, em especial a União (maior acionista do Banco do Brasil e da CEF).

3. Para as instituições financeiras, o valor está condicionado a possibilidade de rentabilidade da folha. Ou seja, cobrança de tarifas, empréstimos, etc. Existindo a cobrança de tarifas, os funcionários podem perder desde que o valor cobrado seja superior a situação atual. Entretanto, para o funcionário público, o ideal seria a livre escolha.

4. Quanto maior a concorrência, melhor o resultado final. A diferença é mostrada no preço obtido por Porto Alegre (87 milhões) e Curitiba (140 milhões), e pode ser significativa.

5. Não existe problemas legais para este leilão, conforme demonstrou Alexandre Jatobá na sua dissertação de mestrado, quando analisou o valor da folha de pagamento dos funcionários da União. (Ao interessado, poderei enviar cópia desta dissertação, que orientei)

6. Onde usar os recursos? O mais adequado seria usar em gastos não recorrentes, em especial investimento (ou despesa de capital, conforme terminologia da área pública). O uso destes recursos para pagar 13o. salário, ou seja, despesa de custeio, não é adequado.

7. Apesar da prática prejudicar os bancos oficiais, ainda existem áreas que estes bancos detem o monopólio. Uma forma de obtenção de elevados lucros nestes bancos - em especial CEF, são os recursos financeiros em processos judiciais, que quando depositados em juízo são aplicados com rentabilidade de mercado e rendem para o depositante juros reduzidos. A diferença representa um valor considerável e fonte de lucro sem muito esforço para este tipo de instituição.

8. Para os bancos que compram as folhas, o interesse está no salário do funcionário. Mesmo assim, o caso do INSS mostra que é possível receber dinheiro onde atualmente o governo gasta dinheiro. Neste caso, a preocupação do TCU não deveria ser sobre a ineficiência do setor público, que não faz o leilão, e não sobre "legalidade" das normas do leilão?

Avaliação de Empresas

As Opções do Jogo

Para os que gostam de uma especulada nas opções, a ValeL56 e PetrL84 são as que mais estão para jogo. Não sou muito favorável a este tipo de postura (gosto mais de operar na técnica, considerando os juros embutidos nos financiamentos com o papel - ou, ao menos, dormindo travado em outro strike, quando operando apenas com opções), mas, como sei que tem uma turma que aprecia um "cassinão", apresento o pedaço da tela onde acompanho os gráficos de 5 minutos.

No caso, elas encontram-se em congetões intradiárias, e apesar da alta do Ibovespa, como ficaram bem OTM (fora do dinheiro) definiram uma boa resistência nesta faixa (psicológica?) de 1 real!



Observem que é possível traçarmos linhas de tendência de curtíssimo prazo para balizar nossas operações de Daytrade! Mas lembrem-se que isto é sempre MUITO arriscado, devido à extrema volatilidade dos derivativos e, quanto mais perto ficamos do vencimento, os elevados gammas tendem a tornar os movimentos altamente explosivos, proporcionando bons ganhos, como também, podem fazer todo o "investimento" (?) virar pó de uma hora para outra! ;-)

Take care! ^v^

Seagull Trading

Análises

VALE5

Meu objetivo para novas compras está entre os R$43,50 e R$45,50. Pelo retângulo perdido projeta para os R$43,50, porém temos a LTA do canal e a mm21 no semanal já na faixa de R$45,50.

ITAU4

Um dos meus papeis favoritos para LP. Lucros crescentes, bons dividendos, e um gráfico lindo, sempre em alta, sem solavancos. Estudando o gráfico vemos um suporte pelo semanal no IFR de 14 períodos em 46 e 41. Atualmente estamos no primeiro em 46. Notem que sempre ao atingir um desses níveis, o papel sempre está perto de sua longa LTA e forma seu fundo.

IBOVESPA

Ibov atingindo o primeiro suporte – 58.000 pts , topo anterior... acredito que possa segurar o mercado no curtíssimo (até o fim da semana), mas o objetivo final são os 55.000 pts , ali pode segurar até o final do ano, pelo menos essa é nossa expectativa.

Gráficos em TR3 Invest

Lula aparecido Pavão-Pavãozinho da Silva


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai visitar, na próxima sexta-feira (30), o Morro do Pavão-Pavãozinho, em Copacabana, na Zona Sul do Rio, para o lançamento das obras de reurbanização que fazem parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). É a primeira vez, durante a sua gestão, que o presidente sobe uma favela no Rio.

Vai ficar pior

Do presidente da Suzano Papel e Celulose, Antonio Maciel Neto, durante a festa de premiação do Guia Exame de Sustentabilidade, realizada ontem: "Ainda nem começamos a sentir o efeito da China." Para o executivo, a força da economia chinesa está longe de ser resultado apenas da mão-de-obra barata, como muita gente pensa. Para ele, o país tem uma estrutura tributária muito atraente para os investidores (mais simples e menor que a brasileira, por exemplo) e crédito mais fácil. E mesmo o recente início do aumento dos salários não será capaz de tirar a competitividade do país. Ao contrário. Para Maciel, os salários mais altos vão esquentar o já gigantesco consumo local. Ou seja: se hoje a competição das empresas brasileiras com as chinesas já é difícil, o futuro não será nem um pouco mais fácil...

Por Dentro das Empresas

Saldo Estrangeiro Bovespa

Palpite Ações

Grandes petroleiras têm participação tímida no leilão

A retirada de 41 blocos próximos ao campo de Tupi pode até não ter prejudicado muito a nona rodada, que teve arrecadação recorde. Mas o fato de essas áreas, que eram consideradas as mais interessantes, terem sido excluídas fez com que o interesse de grandes do petróleo - como BG, Exxon ou Shell - diminuísse. Entre as grandes petroleiras estrangeiras, apenas a norueguesa Statoil arrematou. A Petrobras continua soberana, mas apareceram também novos players, como a Vale, preocupada em garantir seu suprimento energético, e a empresa de Eike Batista, que levou áreas na Bacia de Campos.

Miriam Leitão.com

São nos momentos difíceis que aparecem as melhores oportunidades!

AMBV4PETR4WHRL4

por Leonardo Baião

Será que realmente devemos ficar fora do mercado neste momento? Devemos ficar atentos, porque na análise dos gráficos estão surgindo oportunidades.

Vamos ver a situação de algumas ações:

Petrobrás (PETR4)

Continua em tendência de alta, só perde esta situação se perder a LTA ( linha azul). Repare que a Petrobrás montou o pivot de alta e chegou ao objetivo (onda 3).

Whirlpool (WHRL4)

Antes de fazer a análise da WHRL4, gostaria de avisar que esta empresa não faz parte das empresas em que eu opero. Só estou fazendo análise porque sempre aparece alguém aqui no blog perguntando.

A WHRL4 encontrou a última linha da fibonacci arcs, linha de 61,8% que está funcionando como suporte. Estocástico abaixo de 30. Repare que o estocástico deu alguns sinais falsos de cruzamento, indicando indecisão.

Ambev (AMBV4)

No fundo da onda 2, próximo da retração de 61,8% da seqüência de fibonacci. Estocástico abaixo de 30 e próximo do cruzamento .

Mensalinho

"A verdadeira razão da queda"

Para Shawn Tully, editor da Fortune, o mercado vem caindo por um motivo simples. Não, não é a crise do crédito de alto risco, a perspectiva de um menor crescimento nos EUA ou outro dos fatores apontados pelos especialistas. As ações vêm caindo simplesmente porque estão muito caras.

Neste artigo, ele defende que o que estamos assistindo é uma nova precificação das empresas, baseada mais nos fundamentos e menos no furor especulativo que tomou conta do mercado nos últimos anos.

Escolhendo uma profissão

Todo jovem tem de tomar pelo menos duas grandes importantes decisões na vida. A escolha da profissão e a do cônjuge. A maioria estuda e namora o futuro cônjuge nos mínimos detalhes, mas escolhe e descarta dezenas de profissões com uma única frase. Muitos passarão mais tempo no emprego do que com o marido, a esposa e a família. Quando chegarem em casa, todos já estarão dormindo.

Como melhorar a escolha da profissão com a mesma dedicação com que se escolhe um cônjuge?

1. Namore também sua profissão. Se seus pais possuem um conhecido que exerça uma profissão, peça permissão para acompanhá-lo por algumas semanas para sentir como é seu dia-a-dia. Mesmo que tenha de ficar nos corredores, você verá o ambiente, sentirá um pouco a rotina diária. Assista a uma semana de aulas em sua futura faculdade. Comece a explorar as variantes da profissão, descubra as linhas de pensamento, os estilos. Quem são as "feras" dessa área e como são os estilos de vida. Combinam com o seu?

2. Não se apresse. Se você estiver na dúvida quanto à escolha da profissão, tire um ano mochilando pelo mundo afora. É preferível "perder" um ano a perder toda uma vida profissional. A escolha da profissão precisa ser cuidadosa, porque hoje em dia é mais fácil trocar de cônjuge que de profissão. Aos 32 anos você não terá mais disposição para prestar um novo vestibular. Essa pressão da sociedade e dos pais para uma escolha imediata vem do tempo em que a expectativa de vida de um adulto era de somente quarenta anos. Hoje a expectativa média de vida é de 82 anos. Um ano ou dois não farão a mínima diferença.

3. O não por exclusão. Nossa tendência é sempre achar algum defeito numa idéia nova. "Engenheiros sujam as mãos", "contabilidade é para tímidos", "advocacia é para quem fala bem", "finanças e economia são para especuladores". Toda profissão tem seus defeitos. Se você andou escolhendo algumas profissões por exclusão, volte atrás e pense de novo.

4. Explore o cinza. Justamente porque o estereótipo do advogado é aquele que fala bem, existe enorme falta de advogados que sejam bons em matemática. Por isso, advogados tributaristas, os que mexem com números, são muito bem pagos no Brasil.

5. Não confunda interesse com proposta de vida. Todos nós deveríamos ter interesse em história e filosofia. Espero que nos fins de semana vocês leiam esses temas, e não mais um livro técnico. Todo mundo deveria estudar um pouco de economia, psicologia e direito, mas nem todos irão querer estudar essas matérias a vida inteira. O simples interesse não é suficiente para fazer de você um profissional dedicado e totalmente comprometido para o resto da vida. Uma fã do pianista Arthur Moreira Lima disse que daria a vida para tocar como ele. "Pois eu dei a minha vida", respondeu Moreira Lima. Se você está disposto a dar sua vida por história ou filosofia, aí não é um mero interesse, é sem dúvida uma vocação. Portanto, vá em frente. Se você escolher uma profissão no par-ou-ímpar, lembre-se de que poderá estar tirando a vaga de alguém que tem vocação, a vaga de um futuro Moreira Lima.

Faça um favor à sociedade e àqueles que adorariam estar em seu lugar: não tome a vaga de quem realmente precisa. A sociedade, os excluídos e seus futuros professores agradecerão efusivamente. Portanto, vá com calma. Estude a vida inteira e escolha sua profissão de uma forma profissional. Boa sorte e meus votos de sucesso.

Stephen Kanitz é administrador (www.kanitz.com.br)

Positivo e operante (POSI3)

A Positivo Informática, POSI3, conforme dados divulgados recentemente, é a líder do seu setor, pelo 12 trimestre seguido.

Conforme seu gráfico diário acima, a POSI3 está se comportando de maneira muito técnica, sempre seguindo seu canal de alta, com o ritmo ditado pelo suporte deste canal. A tendência desta ação é de alta, praticamente desde a sua oferta pública no ano passado.

O rompimento de R$ 49,50 poderá levar a ação a patamares superiores, ao passo que, a perda do suporte poderá gerar uma realização mais forte. Suporte imediato em R$ 41,50.

Equilibrando patrimônio e dívidas

Patrimônio e dívidas!Carlos comenta: “Navarro, estou em uma situação interessante e por isso decidi escrever. Tenho algumas dívidas de cartão de crédito e de empréstimos bancários que consomem muito de minha receita e não consigo quitá-las. Conversando com um amigo, ele sugeriu que eu vendesse parte do meu patrimônio (uma casa de veraneio usada apenas duas vezes ao ano) para sair do buraco. Achei meio absurdo na hora, mas pensando bem acho que ele tem razão. O que você acha? Há equilíbrio sustentável entre patrimônio e dívidas? Obrigado”.

Carlos, obrigado pela participação. O patrimônio acumulado mostra que você construiu sua vida financeira de forma inteligente[bb], mas deixou-se agarrar em algum problema no campo pessoal com o cartão e o empréstimo. Muitas são as causas para isso e não cabe julgar a coerência da atitude. A lógica por trás do raciocínio de seu colega é válida e merece sua atenção. Analise o aspecto financeiro: você tem um bem relativamente caro (casa de veraneio), pouco usado, enquanto sustenta dívidas com juros de quase 10% ao mês. Faz sentido?

Continua em Dinheirama

Como usar Fibonacci Arcs

Antes de entender o funcionamento e o posicionamento da Fibonacci Arcs é aconselhável que leia a matéria sobre pivot, linhas de tendência e seqüência de fibonacci.

Fibonacci Arcs são considerados como níveis de suporte e resistência. Os níveis de suporte/resistência são definidos por estes pontos de passagem das linhas.

É necessário notar que os pontos de cruzamento de arcos de uma curva preço pode variar dependendo da escala do gráfico, porque o arco é uma parte de um círculo, e sua forma é sempre constante.

Para a construção dessa ferramenta o usuário precisa definir a posição de dois pontos extremos.

Primeiro, a linha de tendência é estabelecida entre dois pontos extremos. Por exemplo, esta linha deve ser estabelecida a partir da onda 0 do pivot e o topo na onda 1 do pivot. Em seguida, com três arcos do centro no segundo ponto extremo, cruzando a linha de uma tendência em níveis de Fibonacci, 38,2%, 50% e 61,8%.

Neste momento, encontramos o ponto 0 e 1 do pivot. Repare que o preço perdeu a linha de tendência (linha verde). Vamos posicionar a Fibonacci Arcs! Posicionamos a Fibonacci Arcs, utilizando a linha entre os dois pontos extremos.

As linhas do arco representam a distâncias proporcional ao seu comprimento e são equivalentes aos níveis da Fibonacci, 38,2%, 50,0% e 61,8%. A interpretação de Fibonacci Arcs envolve antecipação de suporte e resistência.

Repare que o preço encontrou o suporte em 61,8% (última linha do arco), e reverteu a tendência. Na linha de 50% (seta vermelha) funcionou como suporte e na linha de 38,2% (setas azuis) funcionou como resistência.

Nota-se que, como os Arcs são desenhados de forma circulares ao eixo do gráfico, os pontos onde ocorrem os cruzamentos, os dados do preço irá variar de acordo com o escalonamento.

Conexão Dinheiro

Grau de investimento para quê?

Ao mesmo tempo em que procedo a atualização dos números que seguem, faço questão de afirmar novamente: Se ratings movessem mesmo o mercado, os melhores retornos dos últimos anos não estariam nos emergentes, e sim nos países mais ricos.

Além disso, não consigo entender como alguém ainda concede alguma credibilidade às agências que 'calculam' essas avaliações de risco. Ou melhor, recebem uma fortuna dos clientes a quem desejam avaliar, num claro conflito de interesses.

Basta considerarmos os acontecimentos mais recentes. Vários títulos que elas avaliaram como AAA (a qualificação mais alta), se mostraram em verdade verdadeiros 'micos'. Alguns deles chegaram a perder 90% do valor de face nos últimos meses, outros viraram literalmente pó e não valem um centavo furado hoje. E isso só para ficar no exemplo mais recente, pois eu ainda lembro o início desta década quando deram um upgrade no grau de risco da Enron, poucos dias antes da empresa anunciar que estava quebrada.


Isso posto, vamos aos números:

Fonte: Birinyi Associates

BM&F: Já sobe + de 20% antes da estréia!!!!

Prezados,

O apetite pela BM&F está voraz!!!!

Antes mesmo da estréia de sexta próxima, dia 30/11, a BM&F comunicou hoje ao mercado que elevou o intervalo de preços estimados para o bookbuilding, em função do excesso de demanda constatado no livro de ordem de investidores institucionais, o intervalo de preço previsto para os papéis ordinárias da BM&F (BMEF3) passou para R$ 18,00 a R$ 20,00.

A faixa indicativa anterior era de R$ 14,50 e R$ 16,50.

Ou seja, o ponto médio subiu de R$ 15,5 para R$ 19, o que representa um aumento de 22,58%!!!

Oxalá os ventos continuem soprando a favor até sexta, hoje a Bovespa apresenta leve recuperação....

Bussola de Finanças

Melhora burocraticamente

Postado por Carlos Alberto Sardenberg

Sobre o Índice de Desenvolvimento Humano:

1. o Brasil vem melhorando há muitos anos, melhora todos os anos, mas muito lentamente. Atrasa-se em relação a outros países. Comparando-se o Brasil com o Brasil, o copo está meio cheio. Comparando com outros países, está meio vazio.

2. O avanço é, digamos, burocrático. O país cresce e, assim, vai melhorando em consequência dos ganhos de renda. Mas não se vê nenhuma mudança forte, um salto em algum setor.

3. Educação, por exemplo, é tratada como se estivesse tudo bem, bastando deixar andar. Não se vê um grande projeto nacional para colocar todas as crianças na escola boa. Não se vê nem mesmo um bom programa para levar computador com banda larga a todas as escolas públicas, o que nem é muito caro.

4. Idem para saúde. Os políticos só fazem a demagogia de reservar mais dinheiro no orçamento para a saúde, quando está claro que o problema é eficiência do gasto, a produtividade. Também não há nada nessa direção.

5. O gasto público aumenta todo ano, em todos os itens, e não se nota ganhos reais. Ao contrário, o gasto público aumenta, por exemplo, a desigualdade de renda. Exemplo? O PIB per capita em Brasília é três vezes maior que a média nacional. E o que tem lá em Brasília de maior atividade? O serviço público federal, com sua elite. E a pior distribuição de renda entre os estados é justamente em Brasília.

Educação Privada no Brasil

Uma reportagem interessante da Gazeta Mercantil sobre a venda de instituições de ensino superior no Brasil. É interessante que a participação de sócios estrangeiros, antes com sérios limites na legislação, não é mais um problema. Esta venda tende a aumentar a concentração do setor, reduzir a concorrência e prejudicar as pequenas instituições de ensino. Além disto, algumas destas instituições não possuem um comprometimento com pesquisa ou extensão. Isto significa que o movimento de aquisição destas instituições pode reduzir a possibilidade de criação de instituições privadas de excelência no Brasil.


Aspectos interessantes apresentados na reportagem dizem respeito a questão do lado emocional no momento da fixação do preço de venda.

Universidade privada acirra disputa aluno por aluno
Gazeta Mercantil - 27/11/2007

Dois anos depois de ter comprado 51% da Universidade Anhembi Morumbi por US$ 69 milhões, o grupo norte-americano Laureate International deve anunciar mais três aquisições em distintos pontos do País. Estão em fase adiantada de negociação - mas ainda em um penoso processo de auditoria das contas e da saúde financeira das instituições (due diligence) - a Universidade da Amazônia (Unama), de Belém do Pará; a Universidade Veiga de Almeida (UVA), do Rio de Janeiro; e o Centro Universitário do Norte (Uninorte), de Manaus.

Continua em Avaliação de Empresas

Cheiro de Repique no Ar



Depois de tanta maré vazante, dinheiro dos gringos saindo, dolar e DI subindo, baixos volumes negociados na Bovespa, hoje tem tudo para dar um refresco!

Petrobras deve respeitar bem este suporte dos 74,00, Vale do Rio Doce também pode voltar com força para cima de 48, e o Ibovespa tem tudo para recuperar os patamares de 60k, depois de uma violinada nos 59.000.

Olhando apenas para o gráfico intra de 60 minutos, a M80 passa agora por volta de 62.100, mas a LTB ainda se encontra um pouco distante, na casa dos 64k, ou seja, há espaço para uma bela recuperação, mesmo que a tendência de alta não venha a ser retomada de imediato, com o rompimento do TH para, assim, o índice poder voltar a registrar novas máximas.

Mercados de Wall Street também indicam a possibilidade de sensíveis melhoras, com os futuros operando em alta nesta pré-abertura, devido ao enfraquecimento nos preços do barril de petróleo que vem influenciando mais, neste momento, do que as novas perdas com hipotecas e o fraco resultado nas vendas de imóveis residenciais.

Dentro destas perspectivas, as bolsas asiáticas operaram de forma mista com o Hang Seng valorizando 0,59% e o Nikkei 225 em baixa de 0,45%. Na Europa, todas as praças estão no campo positivo até a presente: DAX30 (+1,24%), FTSE100 (+0,96%), CAC40 (+0,86%) e IBEX35 (+0,26%).

Preparem seus corações e tomem decisões sensatas, bem fundamentadas, com bastante juízo! ;-)

Bons Trades!!!

Abs ^v^

Seagull Trading

UFA! QUE ALÍVIO

A queda de ontem fez muita gente pensar em largar a Bolsa. Por isso que eu digo que tem de ter nervos de aço. Bolsa é igual a Rapel; não é pra qualquer um.

O Dow Jones, e outros índices reagiram bem e respeitaram suportes.

Hoje o índice subiu bem, depois recuou no final, mas deu sinais de alta de CURTO PRAZO.

Deverá testar os 13.400 e 13.700 pontos. Os volumes não estão animando uma alta longa.

O IBOVESPA seguiu as Bolsas americanas, ms com menos ímpeto. Acho qua a BOVESPA está se ressentindo dos $5 bilhôes estrangeiros que saíram neste mês. Voltarão? É dúvida. Se firmar, pode atrair os gringos de novo. É ver para crer.

O Petróleo negociado em NY começa a dar sinais de cansaço. Talvez não vá subir até os $109 da projeção do Ponto&Figura; pelo menos até a próxima fala do falastrão (precisa mudar aquela camisa cafona, vermelha - poderia colocar lilás ou roxo).

Fez resistência em $99,00, deu sinal de queda no Oscilador e no Indicador de Tendência. Pode estar fzendo um "M", figura de reversão. Se isto ocorrer, será a alegria dos comprados em ações

Coerência, é a palavra.

Vejam os gráficos em BOLSA HOJE

Barômetro Financeiro

Bom dia...

E não é que um fundo árabe vai injetar US$ 7,5 bilhões no Citigroup, ajudando a reduzir as perdas com posições envolvendo o subprime ? A notícia serviu para reduzir momentaneamente o stress com o setor Bancario, retomando o mínimo de otimismo a Wall Street.

E pelos lados Orientais também não deveria ocorrer um reflexo positivo ? Pois é... Ouro, Prata, Niquel, Cobre, Petróleo... em franca queda... e o temor pelo desaquecimento americano...

E a doleta ontem... quem teve a oportunidade de acompanhar no intradiario, pode perceber a "correria" para recompra de posições quando abriu em gap... depois durante o dia foi se ajustando (quem acompanhou nossas msgs sobre o ativo pode constatar que a região seria de resistência...). Cabe a lembrança da formação da PTAX do mês na Sexta feira, bem como, o vencimento dos contratos futuros de Dolar na 2ª, o que deve apimentar aina mais a volatilidade.


Para os apaixonados por indices americanos, teremos Bens duráveis (11:30hs) , venda de imóveis usados (13:00hs) e o grand finale, o Livro Bege às 17:00hs.


No Risco Brasil, após atingirmos a 2ª resistência em 254 bps >(clique aqui) , conseguimos abaixar a poeira e retomar os patamares de 241 bps.


No mais, por aqui teremos:

ex juros FHER (Fer Heringer); pag juros/divBanco do Brasil e pag div Grendene.


E os contratos em aberto do Indice futuro não tiveram oscilação dos estrangeiros na fotografia, porém, repito, porém... VENDERAM CONTRATOS DE COMPRA novamente retomando o patamar de 65.800...


Gentem... isso não está para brincadeiras... mercado volátil a extremo, com osciladores, rastreadores, indicadores CONFLITANTES... mas que o gráfico diario fez um candle de indecisão sobre o último TH e o fechamento dos negócios foi exatamente na região da perda do suporte antigo... ficou uma pintura...


Bom ... vamu trabaiá que alguém precisa pagar as contas !
Bons negócios !

Elucubrações Grafistas

Dólar ainda é expectativa com dados do setor externo e ptax

.. Mal acostumado com um CÂMBIO muito tranquilo, sempre em queda, alheio às crises de volatilidade em NY, que sacodem (quase) o mundo inteiro, o mercado aqui ainda estranha esse dólar, que agora deu de subir. Operadores no Broadcast relacionam todos os motivos que têm à mão para justificar o comportamento atípico, que até pode ter exageros, mas leva todo mundo no arrastão... E no embalo do STOP LOSS, você sabe, a ordem é comprar primeiro, para zerar posições vendidas, e entender depois.

... É claro que no meio dos motivos mais técnicos, rola o jogo, às vésperas do vencimento do dólar futuro de dezembro, na próxima segunda-feira, dia 3/12. Isso significa que até sexta-feira (30), quando será tirada a PTAX para a liquidação dos contratos, a volatilidade deve persistir, para cima ou para baixo, segundo a força dos players posicionados.

... Na AGENDA de hoje, pode mexer com o CÂMBIO a nota do SETOR EXTERNO, que o BC divulgará às 10h30. A maioria do mercado aposta em um déficit nas transações correntes, como conseqüência de fortes remessas de lucros e dividendos em outubro. As estimativas apuradas pela pesquisa do AE Projeções vão de US$ 700 milhões negativos até um superávit de US$ 100 milhões, com a mediana em um déficit de US$ 200 milhões.
Quanto maior o déficit, maiores as chances de o piorar o humor do câmbio... Já um superávit seria uma surpresa, mas não necessariamente um fator de queda para o dólar.

... Os Investimentos Estrangeiros Diretos (IED) devem continuar mostrando o ingresso de capital em outubro, de US$ 2,6 bilhões a US$ 3,5 bilhões, mediana em US$ 3,3 bilhões.

... Em Brasília, o Tesouro divulgará o resultado primário do Governo Central em outubro. Mas, a maior expectativa fica para o superávit primário consolidado do setor público, amanhã, que deverá estar em torno de R$ 10,8 bilhões, também em levantamento da AE.

... Nos EUA, a expectativa é para o LIVRO BEGE que será divulgado hoje pelo FED, com um sumário das condições econômicas norte-americanas, que servirá de base para a decisão de política monetária na próxima reunião do FOMC, no dia 11 de dezembro. Mas essa divulgação só ocorrerá no final da tarde, às 17h, o que significa que os mercados poderão virar no fechamento, dependendo do que o Comitê de MR BERNANKE sinalizar.

... Entre os indicadores, os dados da atividade no setor de hipotecas e vendas de imóveis residenciais usados estão entre os principais a serem divulgados nesta quarta-feira, juntamente com as encomendas de bens duráveis em outubro e estoques de petróleo na semana passada. Com os nervos à flor da pele, WALL STREET poderá reagir a qualquer desses números. Por isso, é bom acompanhar on-line na telinha do Broadcast.

... Para as hipotecas da MBA, 10h, a previsão é de recuo de 3,6% do índice composto do mercado... Os bens duráveis, 11h30, têm estimativas de leve baixa (-0,1%) das encomendas sobre setembro. Às 13h, as vendas de residências usadas devem cair 0,8% em outubro. Vendas de imóveis novos (mais importantes) saem amanhã, quinta-feira.. Já às 13h30, o petróleo pode reagir aos estoques, que têm previsão de queda para o óleo bruto (400 mil barris) e destilados (1 milhão) e crescimento para gasolina (900 mil barris).

... Mais dois FED Boys falam hoje, o vice-presidente Donald KOHN, 11h, sobre economia internacional, e Richard FISHER, de Dallas (16h30), num fórum de economia no Texas.

... A EUROPA entra no noticiário com mais uma decisão sobre juros, hoje, com a reunião do BC da Polônia (10h45), que deve elevar a taxa em 25 pontos-base, para 5,00%.

CMPF. Embora tenha prometido que não vai “fazer uma guerra”, porque é o “Lulinha Paz e Amor”, o presidente foi fundo, ontem, quando ameaçou revelar os nomes dos empresários, governadores e parlamentares que atrapalharem a Reforma Tributária, que ele condicionou à prorrogação da CPMF. “Nós vamos ter de dar nomes aos bois”.

... Segundo o Estado, a perspectiva de perder R$ 40 bilhões da CPMF levou o Planalto a suspender as discussões de um pacote de desoneração tributária de R$ 5 bilhões.

Continua em Bom Dia Mercado

terça-feira, 27 de novembro de 2007

IPO BMF - Mudança já esperada !

logotipo_bmf_ofertaEm comunicado ao mercado enviado hoje, a Bolsa de Mercadorias e Futuros (BMF) anunciou uma elevação na faixa estimativa de preço para a oferta secundária de ações que está em andamento. A faixa indicativa saiu de R$ 14,50 a R$ 16,50 para R$ 18 a R$ 20. Essa mudança que já havia ocorrido na IPO da Bovespa, ocorre devido a forte demanda constatada no livro de ordens.

Teoricamente, o potencial de valorização do papel perdeu 20%. Esse procedimento, apesar de ser legal, não é bem visto pelo mercado.

O investidor de varejo que já tinha efetuado seu pedido de reserva e não gostou de tal atitude tem até as 18 horas do dia 28 de novembro para cancelar seu pedido de reserva.

Com a alteração na faixa indicativa, a oferta da BMF pode movimentar mais de R$ 5,2 bilhões, caso o preço de emissão seja fixado no teto da estimativa.

Lembrando que a data limite para fazer a reserva continua sendo até hoje. Segundo o cronograma, amanhã será fixado o preço de emissão e as ações começam a ser negociadas no dia 30.

CHR Investor

Fed vai injetar recursos para assegurar liquidez

O Federal Reserve (Fed, banco central dos Estados Unidos) admitiu ontem a existência de tensões crescentes nos mercados de crédito e anunciou que injetará liquidez adicional no sistema financeiro. Amanhã, a autoridade monetária americana fará a primeira injeção, de US$ 8 bilhões.

As datas e os valores das próximas operações serão determinados pela resposta do mercado à crescente crise de liquidez. A injeção de recursos está prevista para ocorrer até o fim do ano, , segundo comunicado distribuído ontem, em Nova York, pelo Fed local, que opera em nome do "federal".

O objetivo é oferecer condições e liquidez para instituições com dificuldades no mercado de curto prazo. A garantia exigida pelo Fed será em títulos negociáveis como bônus do Tesouro americano.

Em operações dessa natureza, os bancos oferecem títulos com boa liquidez e o Fed os adquire por prazos predeterminados. Dessa forma, as instituições financeiras trocam títulos com vencimentos de médio e longo prazo por dinheiro para assegurar seu funcionamento normal.

Como a confiança dos investidores está abalada pela crise no setor de crédito, as negociações interbancárias se tornam mais difíceis para alguns bancos, devido ao prêmio de risco embutido nas transações diárias.

Operações de prazo maior que o comum costumam ocorrer no fim do ano, quando as instituições bancárias precisam de mais liquidez . Em geral, os bancos que recorrem a esse instrumento acabam ficando marcados como instituições em situação crítica, tendo no Fed a única fonte de empréstimos a juros razoáveis.

O Fed já havia adotado o sistema de empréstimos com prazo estendido no fim de 2003, 2004 e 2005. Neste ano, porém, o volume da operação será maior. Segundo uma fonte do Fed citada pelo "The Wall Street Journal", o aumento da incerteza causado pela crise de crédito desde agosto elevou as preocupações sobre a capacidade dos bancos de honrarem seus compromissos.

O Fed adotou o mesmo comportamento do Banco Central Europeu. Na sexta-feira, o BCE prometeu dar liquidez ao mercado da zona euro. A autoridade monetária européia prometeu aos bancos liquidez suficiente para que eles cumpram suas obrigações "pelo menos até o fim do ano".

Fonte: Valor Economico

PRGA3 - Perdigão ON


Observando os números da empresa identificamos um aumento substancial e consistente nos lucros líquidos apresentados, talvez em função de investimentos na sua estrutura que reduziram momentaneamente a receita operacional. E ainda ocorreu um aumento de seu valor patrimonial por ação. Nesta briga pelo marketshare com a Sadia, e também seguindo o desempenho do índice bovespa (do qual responde por 1,15%), o ativo perdeu mais de 20% em suas cotações de mercado.

Pelo gráfico, está atingindo a sua linha de tendência de LP, mas ainda segue a recente LTB, a qual deverá ser rompida para poder caracterizar uma reversão mais confiável deste movimento no curto prazo. Se já é hora de comprar? Talvez voltando para cima de 40,00 valha uma entrada com stop justo.

Mais em LB - Lucrando na Bolsa

A crise do dólar

Segundo a Merril Lynch, a situação do dólar, hoje em dia, representa o maior risco em dez anos para a moeda. O que poderia deflagrar um processo adicional de desvalorização seria uma decisão dos Bancos Centrais de reduzir a acumulação de dólares ou passar parte das reservas para outras moedas. Também assustou a ameaça dos membros da OPEP de trocar o dólar por uma cesta de moedas também assustou.

De acordo com os estudos o banco, esse tipo de crise – caracterizada como uma "fraqueza intensa, normalmente de curta duração, que impulsione ou acompanhe um declínio em outros ativos norte-americanos", segundo a Reuters – ocorreu nos períodos 1977-78, 1987-88, 1990 e 1994-1995. Este ano, o dólar caiu mais de de 10 por cento, comparando com uma cesta de seis moedas. E o euro subiu 12,5%.

Luis Nassif Online


Ações que negociam ADR em N.Y.

As ações brasileiras negociadas em N.Y. pertencem a um grupo seleto e destacado. Primeiro: estas ações têm grande liquidez. Segundo: elas têm que cumprir o GAAP (Generally Accepted Accounting Principles) e outras exigências da SEC (U.S. Securities and Exchange Commission). Portanto, elas já se enquadram nos critérios mais rigorosos de contabilidade e balanços mais confiáveis.

As ações de outros países (inclusive do Brasil) que conseguiram seu registro na Bolsa de N.Y. e negociam como ADR são como os melhores hotéis do mundo, com uma estrela a mais. Destacam-se:

Nokia, da Finlândia
Veolia, da França
Diageo, da Inglaterra
Thyssen Krupp, da Alemanha
Cânon, do Japão
Samsung, da Coréia
Petrochina, da China
Televisa, do México
Petrobrás, Vale do Rio Doce, do Brasil

I Invested My Way

O que é o que é (Risco-País)

O que é risco-país?

Pense em seus colegas mais próximos. Em quais deles você confia tanto a ponto de emprestar os seus games mais maneiros, porque sabe que eles irão devolvê-los inteiros? Em quais você confia menos, porque sabe — ou ouviu dizer — que eles não cuidam bem do que emprestam dos outros?


Imaginou? Agora tente dar uma nota para o grau de desconfiança que você tem de cada um deles. Quanto maior a nota, mais você precisará pensar antes de emprestar algo a determinado amigo. Risco-país é mais ou menos isso: é um índice que mede quanto um investidor deve "desconfiar" de um país antes de investir nele.

leia mais::

O risco-país, ou Emerging Markets Bond Index Plus (EMBI+), foi criado pelo banco internacional JP Morgan, em 1992, para medir o risco de investimentos em países emergentes, como o Brasil.


O índice leva em conta indicadores socioeconômicos desses países e os pontua. Só que essa pontuação é negativa, pois ela mede justamente o grau de desconfiança que os investidores devem possuir em relação ao país avaliado: quando o JP Morgan atribui muitos pontos a um país, está dizendo ao mundo que é perigoso investir nele.


900, 560, 2.100... e daí?


Enquanto escrevo esse texto, o risco-país brasileiro está em 208. Mas o que significa exatamente esse número? O EMBI+ considera os títulos do Tesouro dos Estados Unidos como o investimento mais seguro do mundo. Cada 100 pontos dados a um país indicam que os investimentos feitos nele precisam render 1% a mais que os títulos do Tesouro americano para que valham a pena.


Faça as contas: se o Brasil apresenta risco-país de 208, as aplicações financeiras feitas aqui por investidores estrangeiros devem render 2,08% a mais que as do Tesouro americano para serem consideradas vantajosas.


Entendeu por que é importante o Brasil apresentar um risco-país baixo? Porque quanto menor ele for, mais os investidores irão se interessar em fazer negócios aqui, movimentando a economia do nosso país, gerando mais renda, empregos e outros benefícios.


Antes da crise do subprime mandar tudo pelos ares, o Brasil comemorava o melhor (ou seja, o menor) risco-país de sua história. Especialistas consideravam que nosso país poderia atingir a condição de "investimento seguro" (ou seja, quase tão seguro quanto o tesouro americano) ainda este ano ou, no máximo, em 2008. Agora, ninguém sabe mais nada.


Fonte Site Aprendebrasil


Investmaniacos

Padrões de Candles 10: nuvens negras

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Nuvens negras. Com esse nome, espero que você não imagine que esse candle seja de reversão para alta.

Claro que não.

Ele é um candle de reversão para baixa. É bom levar a sério quando você o vir em um gráfico de alguma ação.

As características do candle Nuvens Negras são as seguintes:

  • a tendência é de alta até então.
  • o primeiro período do candle é dominado pelos compradores: você vai ver um grande candle claro. Os preços subiram bem.
  • o segundo período abre com gap de alta. Todos os compradores pensam: “Opa! É hoje. Mais um dia de alta”. Mas ao longo do dia os preços vão caindo e o candle fecha abaixo da metade do candle do dia anterior.
Continua em Iniciante na Bolsa

Delfim:"O Bacen é um banco de brincalhões"

Entrevista

A entrevista que Delfim Netto deu ao Valor Econômico, publicada ontem, está excelente. É sempre interessante ver as opiniões do ex-ministro. Mesmo para quem não concorda com ele, sempre é uma boa leitura.

O que chama a atenção na entrevista de ontem foi a pancada direcionada ao Banco Central. Segundo Delfim, hoje já não tem tanta importância, pois não vai frear crescimento, que está vindo do setor privado.

Como a taxa de juros do BNDES não depende mais do Banco Central, este apitaria pouco em relação à política monetária. Apenas atua sobre a gestão da dívida pública.

O ex-ministro neste caso exagerou. Apesar da importância do BNDES no financiamento do setor produtivo, o Banco Central ainda atua muito sobre a demanda das pessoas por produtos e serviços, já que a taxa de juros dele orienta o custo de financiamento das pessoas, e de muitas empresas.

Além disso, deixa os bancos atuarem da forma que quiserem, sem nenhuma regulamentação que proteja o consumidor de abusos. O Banco Central faz de contas que este assunto não é com eles.

Leia texto completo em Acerto de Contas

IBOV - Ursos no comando

Gráfico semanal

O candle da semana (19 a 23/11) confirmou um sinal de baixa ao fechar em 60.970, abaixo da mínima da semana anterior (12 a 16/11). Este sinal de baixa aumentou a probabilidade para a continuidade do movimento de baixa e possível teste do suporte em 58.292, destacado no gráfico semanal ao lado.

Gráfico Diário

No pregão desta segunda-feira (26/11) o Ibovespa quebrou a tendência de alta ao romper o suporte em 59.472 pontos. O fechamento de hoje em 59.069, abaixo da mínima do dia 22/10 e da média móvel de 65 períodos, aumenta a probabilidade de ocorrer uma nova mínima no próximo pregão e do possível teste do suporte em 58.292.

Leia mais em Dalton Vieira

BM&F e BB: Luzes no final do ano?

Prezados,

Nem os bons resultados do Black Friday e nem as subidas na Bolsas Asiáticas de ontem para hoje foram argumentos suficientes para, neste momento (repare bem que eu disse neste momento), dar o ânimo que faltava aos investidores....


A crise do Subprime ainda dá solavancos....

Por outro lado
Há uma ENORME expectativa quanto à reserva de ações da BM&F, há muito não via, lia e ouvia tanta gente falando da mesma coisa... E pasmem.... essa vou ter que contar... rsss... Até no Domingo às 23h comendo um maravilhoso sanduíche no Cervantes de Copa, aqui no RJ, o cara do meu lado da mesa falava com a (provável) namorada sobre a BM&F.... é mole ou quer mais????

Brincadeiras e curiosidades de lado, há um sentimento alardeado de que poderá ser a última oportunidade de pegar carona em um IPO que promete dar muitas alegrais. Aproveito, e lembro aos amigos que amanhã (27/11) é o último dia para efetuar a reserva, e dia 30/11 se iniciam as negociações....

Sei de corretora que nem aceita mais cliente novo para esta IPO da BM&F, simplesmente porque não dá tempo do cadastramento necessário na CBLC.

Continua em Bussola de Finanças

Onde você está e para onde quer ir

Quando falamos sobre investimentos, dinheiro representa apenas uma parte de equação. A outra metade é o prazo. Por isso, antes de iniciar sua estratégia de investimento ponha sempre seus objetivos em uma linha do tempo. O prazo que você tem para atingir cada um deles é que deve nortear sua estratégia de investimento, caso contrário, você poderá ficar em apuros.

Os analistas financeiros estipulam três divisões básicas: curto, médio e longo prazo. Para objetivos de curto prazo não há o que discutir, o investimento pode ser conservador. No entanto, esteja certo de que os rendimentos são modestos. Mas não é possível fugir dessa regra, você poderá enfrentar perdas desnecessárias.

Já objetivos de médio e longo prazo podem incluir uma parcela de investimento de maior risco. São eles que vão possibilitar maior rendimento. A parcela de risco que você colocará na sua carteira deve levar em conta o seu perfil como investidor. Ou seja, conhecer sua tolerância ao risco. Esteja certo de que as oscilações sempre aparecem. A melhor forma de passar por eles e ganhar com as oportunidades é ter feito um bom planejamento. Assim, conheça os riscos e as oportunidades de cada aplicação e veja como eles se encaixam em sua carteira de investimento. Confie, os resultados virão.

por Ângela Barros, Coordenadora do Mulheres em Ação da Bovespa

Conexão Dinheiro


Quem, afinal, ganha mal?

Vamos juntar as informações.

Primeiro, uma frase de Lula na entrevista ao jornal “O Globo”, no último domingo: “Vejo as pessoas dizerem que o funcionalismo público ganha muito. Fico com inveja do salário da iniciativa privada para as funções que eles acusam que aqui no Brasil (os funcionários) ganham muito.”

Depois, considere a informação divulgada hoje pelo IBGE, sobre as contas regionais: “Em 2005, o Distrito Federal continua com o maior PIB per capita (R$ 34.510). O Estado de São Paulo é o segundo, com R$ 17.977″. Outro dado do IBGE: o PIB per capita em Brasilia equivale a três vezes a média nacional.

Não é preciso entender de economia para se saber que a principal atividade de Brasília é o serviço público federal. Ou seja, o que explica o altíssimo PIB per capita só pode ser o salário do funcionalismo ali concentrado.

E, de fato, outros números mostram: o salário médio real nas principais regiões metropolitanas, também medido pelo IBGE, não passa de R$ 1.200. O salário médio entre os funcionários do Executivo federal é de R$ 4 mil. Entre funcionários do Legislativo e do Judiciário, a média passa dos R$ 11 mil.

Ou seja, o presidente está errado, muito errado.

Mas há funcionários que ganham mal, como médicos do SUS (Sistema Único de Saúde), por exemplo. Mas esses não estão em Brasília, estão ali nos postos de saúde e nos hospitais, trabalhando pesado em condições difíceis.

Blog do Sardenberg

Dias difíceis na Bolívia

Já era de se esperar que a decisão extremada de Evo Morales de aprovar num quartel, sem a participação da oposição, a nova Carta Magna boliviana ia dar nos conflitos que está dando.

Morales, quando assumiu, tinha o firme propósito de seguir o modelo chavista de "refundação" do país. (No Equador, Rafael Correa foi também bem sucedido na tarefa.) Só que a Bolívia é um país com características bastante diferentes da Venezuela.

1 - A Venezuela tem muito - mas muito mesmo - petróleo. Por mais que a Bolívia tenha gás, o que ela ganha é muito menos. (No caso da Venezuela, mesmo com a abundância do petróleo, seu governo já começa a enfrentar mais problemas com a oposição).

2 - A Bolívia é um país bem mais divido que a Venezuela, cujo poder está concentrado em Caracas. Na Bolívia, os departamentos (estados) mais ricos não são a sede do poder, que fica ainda em La Paz. Com isso, o poder acaba ficando dividido.

3 - O partido de Morales não conseguiu maioria suficiente (2/3) na Assembléia para votá-la a seu modo; diferentemente de Chávez.

4 - A Bolívia é um país bem mais pobre, com demandas urgentes e maiores da população.

Os próximos dias deverão ser ainda mais difíceis, não apenas na Bolívia dividida, como também na Venezuela, onde Chávez está lidando com rachas profundos na sua base de apoio.

Miriam Leitão.com

Emirado de Abu Dhabi investe US$ 7,5 bilhões no Citigroup

O Emirado de Abu Dhabi investirá 7,5 bilhões de dólares no Citigroup, o maior banco americano, para comprar 4,9% de seu capital, anunciou o grupo em Nova York.



O dinheiro será aplicado pela Autoridade de Investimentos de Abu Dhabi, o fundo de investimentos soberano deste Estado membro dos Emirados Árabes Unidos.



O Citigroup explicou ter concluído um acordo com Abu Dhabi para a venda de ações por US$ 7,5 bilhões, mas destacou que em troca o emirado aceitou não acumular mais de 4,9% das ações, não ter direitos especiais nem papel na direção estratégica do Citi, nem o direito de designar membros no conselho de administração.



Esta injeção financeira é bem-vinda pelo Citigroup, seriamente afetado pela crise dos créditos hipotecários de risco ("subprime").


Tr3 Invest

Voltando às postagens

Bom dia pessoal,

Tive um final de semana bastante movimentado que se refletiu também nesta segunda-feira. Fazia tempo que eu não passava um pregão inteiro sem conseguir postar. Ontem mal pude responder alguns emails que entupiam minha caixa e conversei com o Marco Aurélio por menos de 40 minutos. De resto foram outras tarefas profissionais, funções familiares, terminando o dia recebendo amigos que vieram de fora para nos visitar e tratar de outros assuntos.

Sobre o mercado, mal pude acompanhar o dia de ontem, como não tem sido fácil durante todo este mês. Olhando a tabela de rentabilidades das carteiras recomendadas pelas corretoras, principais sites financeiros, como também de alguns analistas conceituados, constatamos que os resultados de novembro devem fechar novembro com números amargos.

Comigo não teria sido diferente se uma venda em opções não tivesse compensado as perdas de minha ainda pequena posição. Ela sofreu uma desvalorização na ordem de 4%, mas o lucro nos lançamentos deve ser suficiente para fechar o balanço mensal (ainda faltam 3 saques) no campo positivo.

O Ibovespa fechou ontem bem em cima dos 59k, depois de agravar sua queda nos momentos finais da sessão, devido às preocupações dos investidores com o aumento do dolar - em função do anúncio do governo de comprar no mercado divisas para compor o tal fundo soberano. O risco-país tambem teve alta de 5%, voltando ao patamar de 250 pontos, não atingido desde julho de 2006!!!

Para quem estava acompanhando o desempenho gráfico do índice, não houve surpresa. Comentávamos aqui sobre a congestão que se formou com a retração de toda a alta iniciada em outubro. O movimento, com fundos sucessivamente mais baixos, vêm prevalecendo, e a possibilidade do repique levantar o índice até os 63.000 (onde passava a M80 no gráfico intra) acabou não se concretizando. Agora a coisa pode ficar esquisita...

Para o lado que for o mercado, é melhor seguirmos atrás (se não der para sair na frente!)

Seagull Trading

Análise Dow Jones - após pregão 26/11

Amigos,

vejam que o Dow Jones segue em tendência de queda enquanto abaixo da linha preta.

Próximo objetivo do índice descrito no gráfico abaixo!

Forte abraço,
Grande

Traderclass

O IPO mais quente do ano

Voltei! E voltei assombrado com a demanda das ações da Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F).

O prazo de reserva de ações vai até a terça-feira, dia 27 de novembro, mas os especialistas recomendam não deixar para a última hora. A venda de ações da BM&F promete ser a maior dos últimos tempos. E, na medida do possível, as expectativas são de que ela seja ainda mais bem-sucedida do que a da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), realizada há um mês.

Quais as diferenças? A BM&F tem duas vantagens em relação à Bovespa. Uma das grandes expectativas de quem comprou ações da bolsa de valores era a da participação dos investidores internacionais. No caso da BM&F essa participação já ocorreu. O fundo de investimentos americano GA Private Equity comprou um bilhão de reais nas ações da BM&F.

A segunda vantagem é que a BM&F tem espaço para crescer em outros mercados, como por exemplo o mercado de ações. "Sempre é bom lembrar que a BM&F comprou a Bolsa do Rio em 2002, e deve disputar o mercado de negociação de ações", diz um experiente profissional de uma corretora. A BM&F também fechou contratos de parceria com a Bolsa de Chicago, o que vai facilitar a realização de negócios internacionais. É uma conversa antiga: em meados dos anos 90, os executivos de chicago eram comensais frequentes do restaurante do último andar da praça Antonio Prado, buscando estreitar os laços entre os dois mercados.

Tudo isso é muito bonito, mas vale a pena comprar ações da BM&F? Sim, com certeza deverá ser um IPO tão bem-sucedido quanto o da Bovespa, mesmo que a idéia do investidor seja entrar, esperar um pequeno ganho e sair em seguida. Sempre é bom lembrar, porém, que ações são um investimento de risco e poderá haver pesados solavancos no curto prazo, pois muitos dos investidores que estão entrando agora poderão vender suas ações no próprio dia da abertura.


Blog do Investidor

BOLSAS SURPRENDEM

Tudo estava preparado para a continuação da festa. As Bolsas da Ásia haviam fechado em alta, na madrugada. Os gráficos indicavam alta para hoje. Então veio o imponderável; Petróleo subindo, medo das subprimes, perspectivas ruins para 2008 na economia americana. Resultado: dia de baixas na Europa, USA e Bovespa.

Os gráficos mostram uma situação peculiar: preços em queda, em área de sobrevendido, o qu prenuncia alta.

O Dow Jones hoje rompeu o suporte em 12.800, que não é bom sinal. O IBOVESPA teve queda e deverá testar o suporte em 58.000 pontos. Para ocorrer uma queda desatrosa, que asuste o pessoal dos fóruns, terá que ocorer uma coreção técnica.

Já ouviram falar em stop móvel?

Gráficos em BOLSA HOJE

Estrangeiro tira da bolsa R$ 5 bi no mês


Depois de uma semana entrecortada por feriados aqui e nos Estados Unidos, o mercado acionário brasileiro retoma o ritmo de olho em uma série de indicadores importantes dos EUA que prometem balançar o mercado até sexta-feira, quando a estréia dos papéis da Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) deve fechar a semana com chave de ouro.

A confiança do consumidor americano de novembro sai amanhã e já deve azedar os ânimos com uma queda razoável, avalia Eduardo Kondo, analista chefe da corretora Concórdia. O índice deve recuar para 91,2, ante 95,5 em outubro. Na quarta, além do livro bege, com seu raio-X da economia, saem novos números de vendas de casas usadas e, na quinta, de casas novas, que podem colocar mais lenha na fogueira do receio com a recessão americana. Ainda na quinta, o mercado conhecerá a prévia do PIB americano do terceiro trimestre, que deve subir 4,9%, o que pode dar um alento ao mercado, afirma Kondo. "A semana deve começar ruim e melhorar no final", diz ele. Na sexta-feira, porém, há números importantes: o deflator do PIB dos EUA (PCE na sigla em inglês) de outubro, indicador de inflação preferido pelo Fed, o banco central americano, e os gastos de consumo pessoal de outubro.

O mercado vai seguir volátil, de olho nos EUA, diz Pedro Galdi, analista da corretora do Banco Real. Na quinta-feira, o presidente do Fed, Ben Bernanke, faz uma palestra à noite e pode dar novos sustos nos investidores. E mais bancos internacionais podem mostrar prejuízos com as hipotecas de alto risco "subprime". As vendas do fim de semana, o primeiro da temporada de fim de ano, também devem vir ruins.

Apesar disso, Galdi acha que a Bovespa vai ter uma recuperação no médio prazo. Mas os papéis de maior peso no Ibovespa - como Petrobras, Vale do Rio Doce e Gerdau - devem seguir concentrando as atenções e ditando o rumo do índice, que já caiu no mês 6,66%, para 60.970 pontos. A queda reflete as fortes vendas de estrangeiros. Até dia 21, o saldo dos estrangeiros era negativo no mês em R$ 5,1 bilhões, o maior da história, elevando o déficit no ano para R$ 7,197 bilhões. Só no dia 21, o saldo foi negativo em R$ 1,890 bilhão. "Eles podem estar saindo desses papéis para comprar as ofertas iniciais, ou então estão esperando para ver como fica a economia dos EUA", diz Galdi.

Palpite Ações

Barômetro Financeiro

Buenas...

Impressão que o leite está fervendo... quase em ebulição... um mero descuido e começa a escorrer pela leiteira...

O mercado asiatico abriu muito feio, com esboço de reversão após a noticia do aporte de US$7,5 bilhões do Governo de Abu Dabhi no Citigroup.


Na Europa, novas aberturas em queda, corroborando com a situação pessimista vivenciada pelos mercados internacionais...


Agenda carregada hoje nos EUA:

S&P/Case-Shiller US House Price Index
Consumer Confidence
Richmond Fed Manufact. Index

Por aqui, a doleta atingiu as primeiras expectativas ( clique aqui ) e fechou cotada a 1,824.



ex dividendos CRDE (cr2)
ex juros/dividendos ITAUSA
ex juros Banco ITAU

Futuros do Petróleo em queda de 1,41 % = US$ 96,32

Pressão vendedora, que pode forçar a queda nos juros americanos em até 0,50% !

Nos contratos em aberto, estrangeiros venderam mais 3339 contratos, com um net vendido superior a 41.600 contratos ( sem reduzir a posição comprada que perambula pelos 70.600 contratos ).


Apesar do Indice futuro no intradiario ter rompido pivot de queda, furado a expansão de 100% estamos atentos para um pull back ... ali será crucial... senão o próximo ponto de meditação somente nos 56,8 mil pontos... (162% da expansão da alta desde o fundo "mais baixo").

Bons negócios !




NY derruba Bovespa e pressiona dólar com zeragem de vendidos

... Ganhou dinheiro quem apostou que a segunda-feira terminaria mal para os mercados. Reprisando o modus operandi dos últimos pregões, os índices norte-americanos acentuaram as quedas no fechamento, arrastando junto o IBOVESPA, que foi derrubado para baixo dos 60 mil pontos na meia hora final dos negócios. Rompida essa marca, a bolsa entrou em STOP LOSS, perdendo mil pontos, rapidinho. Mas, não é só questão de suporte gráfico. “Os (investidores) domésticos viram os gringos vendendo bastante e recolheram os flaps”, disse fonte da coluna, que não arriscou prognósticos para amanhã.

... Pode cair mais a bolsa? “Sim, só depende de NY, como sempre. Não dá pra descolar”. E lá as coisas estão feias... “Estão feias, e, mais do que isso, os americanos estão confusos, sem saber o tamanho do estrago e da crise”.. Num alerta, ontem, o economista chefe do MORGAN STANLEY, Gerard MINACK, disse que “não temos mais uma crise de crédito SUBPRIME, mas uma crise de crédito global, com uma das maiores bolhas de crédito da história de esvaziando dolorosamente”. Segundo ele, isso é “crítico para todos os investidores”, já que o crédito fácil (mais os juros baixos e a liquidez abundante) contribuiu para o forte crescimento econômico mundial. “E isso está se revertendo agora”.

... A volta das atuações coordenadas dos bancos centrais da EUROPA, BCE, e dos EUA, FED, foi interpretada pelos mercados globais como sinalização de que as principais autoridades monetárias continuam bastante preocupadas, temem o pior e, por isso, agem preventivamente (abaixo). Na agência DJ, a analista Sudakshina Unnikrishnan, do BARCLAYS Capital, previu que... “essa volatilidade continuará nos próximos meses e até persistirem as preocupações com o crédito e a desaceleração do setor imobiliário”.

... A agenda desta semana tem vários dados que poderão aumentar o estresse, inclusive, dados de MORADIA, com vendas de imóveis usados (amanhã) e novos (5ªF). E também amanhã, são importantes o LIVRO BEGE e a revisão do PIB. Na quinta-feira, tem BERNANKE e, na sexta-feira, PCE. HOJE, pode mexer com os negócios, a Confiança do Consumidor de novembro, da Conference Board (13h), que deve recuar a 91,0. Dois dirigentes do FED fazem discursos: Charles PLOSSER,15h20, e Charles EVANS,16h30.

... Na EUROPA, o BC Eslováquia deve anunciar às 9h sua decisão para a taxa de juro. A expectativa do mercado é de que seja mantida em 4,25% ao ano.

... AQUI, o dia começa com o terceiro IPC da FIPE (7h), que tem estimativa mediana em 0,15%, segundo o AE Projeções, entre o piso de +0,05% e o teto de +0,23%. Às 8h, a FGV divulgará a Sondagem do Consumidor de novembro, que deverá continuar elevada, refletindo o momento favorável do mercado de trabalho e a expansão do crédito. Em Brasília, o BC solta, 10h30, nota de Política Monetária e Operações de Crédito (outubro).

... No mercado, a pressão sobre o DÓLAR continua no foco das discussões.

Leia mais em Bom Dia Mercado

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Qual delas?

Parece que há duas Américas Latinas vistas aqui do Brasil. Uma, a da diplomacia brasileira, vê democracia plena, integração energética, união do Sul, relações pacíficas.

A outra visão resulta de uma olhada no noticiário destes dias: Uruguai fecha fronteira com Argentina, conflitos graves na Bolívia por causa da nova Constituição, idem na Venezuela, Argentina multa Bolívia pela redução nas remessas de gás, Venezuela congela relações com a Colômbia, Venezuela não cumpre regras econômicas para entrar no Mercosul, Petrobrás desiste de contratos para explorar petróleo na Venezuela, Hugo Chávez acelera a compra de armamentos.

Não podem ser a mesma coisa.

Blog do Sardenberg

Vem aí o Dezembro vermelho


Educador é o Empreendedor Social 2007

Perfil

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Tião Rocha, o reinventor da roda.

da Folha de S.Paulo

O mineiro Tião Rocha, 59, recebeu na última quarta-feira o Prêmio Empreendedor Social 2007, concedido pela Folha e pela Fundação Schwab. “Antropólogo por formação, educador por opção”, Rocha é mentor do CPCD (Centro Popular de Cultura e Desenvolvimento), organização que promove educação popular e desenvolvimento comunitário com uso de brincadeiras, bibliotecas ambulantes, teatro, música, criação de produtos.

Fundado em 1984, em Curvelo, porta de entrada do sertão mineiro de Guimarães Rosa, o CPCD já tem mais de 20 mil beneficiários diretos e criou e adaptou cerca de 2.000 tecnologias a partir do saber popular.

Para ler mais sobre o educador, clique aqui.

Acerto de Contas

Estocástico

Indicador do tipo oscilador muito utilizado por operadores. Criado por George Lane em 1950. O estudo baseia-se no fato, quando o preço sobe, o valor do fechamento tende a está próximo do valor máximo alcançado. Quando o preço desce, o valor do fechamento tende a está próximo do valor mínimo alcançado.

Assim como o IFR (Índice de Força Relativa) o indicador oscila entre os intervalos de 0 e 100. O indicador controla os dois níveis, por padrão, o nível inferior tem um valor de 30 (sobre-venda “oversold”) e o nível superior tem o valor de 80 (sobre-compra “overbought”) são fixados na tabela, com ajuda dos marcadores horizontais.

O oscilador é formado por duas linhas denominadas K e D (linha de sinal), a rápida (K), bem como a lenta (D).

É calculada da seguinte forma:
K = 100*[(C – L)/(H – L)]

C = Fechamento do dia
L = preço mais baixo (mínima) nos últimos n. períodos.
H = preço mais alto (máxima) nos últimos n. períodos.

D = média móvel de K

É recomenda a utilização da fórmula em um período entre 5 e 21 dias.

Regras de Interpretações
Existem diversas maneiras de interpretar. Vamos ver algumas delas:

Alcançando as linhas de 30 e 80

Quando a cotação alcança o topo (intervalo 80), consideramos o mercado comprado e quando alcança à mínima (intervalo 30) consideramos o mercado vendido. O momento considerado favorável para entrada é quando ele está vendido e para sair, quando estiver comprado.

Seta azul, mercado vendido. Seta vermelha, mercado comprado

Mais importante do que comprar abaixo de 15 ou vender acima de 85 é não comprar acima de 80 e não vender em um valor menor do que 30. Isso porque, apesar da vontade de aproveitar o momento forte de um dos lados, as chances de reversão são bastante grandes.

Cruzamento

O cruzamento da linha K, de baixo para cima, sobre a linha D na região de sobre-venda, indica compra. O cruzamento de cima para baixo da linha K sobre a linha D na região de sobre-compra indica venda.

Seta azul, indicando compra. Seta vermelha, indicando venda.

Divergências

As divergências ocorrem quando o preço torna uma nova alta (ou baixa), que não é confirmada por uma nova alta (ou baixa) no Estocástico.

Algumas vezes o gráfico dos preços faz um novo topo mais alto que o anterior, enquanto que o Estocástico não acompanha este movimento, ficando abaixo de seu último topo. O Estocástico está apresentando um sinal de fraqueza do mercado de alta e talvez seja uma boa oportunidade de vender. Se os preços fazem um novo fundo e o Estocástico não, poderá surgir uma oportunidade de compra.

Estocástico indicando queda, enquanto o preço encontra-se dentro do canal.

Combine indicadores

Para operar com mais segurança é indicado o uso de mais indicadores.
Você também pode usar o Estocástico Oscilador, com os gráficos de candlesticks, linhas de tendências (LTA/LTB), Seqüência de fibonacci e com canais que nos proporcionam mais segurança.

Conexão Dinheiro

Dólar pressionado na ptax

... Ainda sobram dúvidas no CÂMBIO sobre se o governo vai captar todos os US$ 10 bilhões em mercado para o fundo soberano. Seja como for, pelo sim, pelo não, os investidores trataram de reagir à informação, que coincidiu com o início da movimentação dos players para a rolagem de posições do dólar futuro de dezembro, que vence no dia 1º e que será liquidado pela PTAX a ser formada na próxima sexta-feira (30), quando vira o mês.

... Pressionada em duas frentes, a moeda norte-americana resgatou o nível de R$ 1,80 e fechou a R$ 1,804, o maior patamar desde 24 de outubro (de R$ 1,808), em alta de 1,35%. Após o fechamento, o BC ainda anunciou que fará pesquisa de demanda hoje para a oferta de contratos de SWAP REVERSO, para rolar o vencimento de US$ 1,7 bilhão do dia 3.

... A idéia do fundo é de que as reservas internacionais NÃO sejam utilizadas e que o TESOURO, via BC, compre dólares em mercado para financiar investimentos de empresas. Em entrevista ao Broadcast AO VIVO, o ex-diretor do BC DEMÓSTHENES Madureira Pinho Neto, do UNIBANCO Asset Management, disse que qualquer utilização de dólar que não considere o comprometimento das reservas é uma opção superior, já que elas (as reservas) devem ser preservadas como colchão de proteção a flutuações muito bruscas.

... Apesar da pressão do dólar na sexta-feira, analistas não acreditam que a trajetória de queda da moeda tenha se esgotado, já que a perspectiva ainda é de fluxo positivo de recursos. E, nesse cenário, os IPOs devem continuar dando uma boa contribuição. Em breve, deve haver a operação da BM&F (de cerca de R$ 4 bilhões), além da oferta secundária de ações do Banco do Brasil (de cerca de R$ 2,1 bilhões) em 17/12. Essas operações, se forem confirmadas, podem atrair fluxo cambial ao País, o que ajudaria a atender a um eventual aumento de demanda, seja do BC, seja do TESOURO.

... Acompanhando a melhora em NY, na sexta-feira, o IBOVESPA subiu 0,52%, aos 60.970,9 pontos, mas com pouco volume (só R$ 3,582 bilhões). Entre as BLUE CHIPS, PETROBRAS PN subiu 0,45% e negociou R$ 531 milhões. VALE PNA teve alta 0,82% e giro de R$ 344 milhões. Os dois papéis reduziram a alta perto do final do pregão.

... O fluxo de recursos externos para a BOVESPA segue negativo. No dia 21 de novembro, houve saída líquida de R$ 689,754 milhões. Com isso, o saldo negativo acumulado no mês aumentou para R$ 5,046 bilhões. No ano, registra saídas de R$ 7,042 bilhões.

... Apesar da recuperação das bolsas aqui e em WALL STREET na sexta-feira, os JUROS FUTUROS hesitaram em embarcar no otimismo. Os contratos até chegaram a reagir em queda à boa notícia do IPCA-15, que ficou em 0,23% em novembro, abaixo da mediana das expectativas, de 0,27%, afastando o temor de que a inflação estivesse se tornando mais "espalhada". De qualquer maneira, no final do dia, os investidores zeraram posição, refletindo a falta de interesse do mercado em carregar posições vendidas, diante da perspectiva de a taxa SELIC ficar estável e das incertezas com o cenário externo.

... No fechamento, o DI janeiro de 2010 projetava 11,87%, taxa quase idêntica ao pregão da véspera (11,88%), enquanto o DI janeiro de 2009 passava de 11,47% para 11,48%.

... No mercado da DÍVIDA, o pregão foi de pouca liquidez e de oscilações pouco expressivas. O Global-40 fechou aos 133,30 centavos de dólar, com leve elevação de 0,23%. Já o Risco Brasil avançou um pontinho, para os 235 pontos-base.

... No mercado corporativo, a USIMINAS informou ter contratado o UBS e JPMORGAN CHASE para coordenarem sua emissão de eurobônus de dez anos no valor de até US$ 400 milhões. A siderúrgica não anunciou a data exata em que será feita a operação.

Continuação de Bom Dia Mercado

Há quatro meses atrás.

Foi aparentemente em Julho que iniciou-se o consumo massivo de depressivos genéricos procurando combater o felizardo vírus da euforia. O resultado, inicialmente satisfatório, logro conter uma valorização da Bovespa na ordem de 30,49% nos primeiros 7 meses do ano.
Embora alguns efeitos colaterais indesejáveis se prolongarão até hoje, especificamente um mercado extremante volátil. Muito VoláTiL, diria.

Se você se lembra de Agosto, seguramente deve lembrar que muito se falava de que o mundo iria acabar logo. Você se lembra?

O importante hoje é enxergar o que pode vir acontecer durante 2008.

Isto nos leva a utilizar a desconhecida ferramenta de previsão metafísica registrada pela Stock Buster&Buster®: Temos, Se, Consideremos, Por um lado, Por outro lado...®

Confira:
Por um lado temos a probabilidade de Brasil atingir o patamar de Investment Grade. Probabilidade não é fato. Isto é, pode ser que as circunstancias levem ao Brasil há ter que aguardar ainda outro ano.

Temos também um contexto aparente de inflação controlada que pode ajudar a que o COPOM decida por retomar a queda da taxa SELIC.

Se como Bernanke diz, realmente, os Estados Unidos crescerão no próximo ano menos que em este ano, mas “crescerão”, o impacto da desaceleração da principal economia do planeta não deveria provocar grandes estragos durante um tempo prolongado.

Se o consumo de matéria prima no mundo cair no próximo ano, ou o valor destas matérias primas caírem, o Brasil pode ver o saldo da balança comercial diminuir.
Isto devera pressionar o valor do Dólar, que para muitos é coisa boa.

Por um lado, temos o consumo no Brasil crescendo com força. Devido a vários fatores, entre eles a estabilidade no emprego, a queda na taxa de desemprego, a estabilidade do Real graças ao controle da inflação, a queda na taxa SELIC que por sua vez impulsiona o consumo, incentiva os investimentos e aquece o setor imobiliário.

Por outro lado, temos o barril de petróleo a u$100, a desvalorização forte do Dólar no Brasil e no mundo, o preço dos commodities (Soja, Mineiro de Ferro, etc) em valores recordes, a China que não para de crescer ano trás ano. Será que vai continuar crescendo se Estados Unidos se desacelera? O déficit Americano em níveis estratosféricos pressagiando uma correção necessária.

Temos a guerra no Iraque e temos Irão confrontado com os Estados Unidos colocando tensão geopolítica na região de médio oriente, e contribuindo ainda mais para a escalada do petróleo.
...E temos também alguns indícios de problemas no abastecimento de energia, e gargalos nos portos provocados pelo déficit em infraestrutura.

O investidor já deve ter percebido como funciona esta ferramenta de analise. No qual o numero de analise é infinita assim como suas conclusões.
Embora quanto mais perguntas e condições você adicione, melhor você vai entender a realidade.

Por último:
Durante esses meses turbulentos (Junho, Julho e Agosto) comecei a aumentar o peso de Ideiasnet (IDNT3) na Plantação, como foi registrado neste blog. As compras mensais efetuadas elevarão o peso desta empresa no portfolio de 8% aos atuais 42%.

Ainda estou avaliando aumentar o peso de Perdigão (PRGA3), América Latina Logística (ALLL11) e Porto Seguro (PSSA3). Embora esteja hoje mais inclinado por Perdigão e Ideiasnet, em linha com a estratégia de consolidar a Plantação® em poucas empresas.

Boa Semana, Bons Negócios (definitivamente).

Sotck Buster

Mercados na Ásia sobem com sinais de força do varejo dos EUA


As bolsas de valores da Ásia tiveram forte alta nesta segunda-feira, cortando perdas de quatro sessões seguidas de quedas. Os negócios foram motivados por força nas vendas do varejo dos Estados Unidos. Além disso, relatório que sustenta que a China está buscando a compra de ações japonesas impulsionou a bolsa de Tóquio e o iene.

Sinais de um forte início de vendas da temporada de compras de fim de ano nos EUA impulsionaram Wall Street na sexta-feira e o otimismo acabou repercutindo nas bolsas da Ásia e da Europa.

"Muitas pessoas esperavam que os números (da Black Friday, primeiro dia da temporada de compras) seriam muito fracos, mas os dados sugerem que os gastos durante a época de Natal podem ser maiores que o esperado", disse Yasutoshi Nagai, economista-chefe do grupo de pesquisa econômica SMBC, da Daiwa Securities.

A bolsa de TÓQUIO encerrou em alta de 1,66 por cento, enquanto o índice MSCI que mede o desempenho dos outros mercados na região Ásia-Pacífico exibia alta de 3,66 por cento às 7h36 (horário de Brasília). O desempenho recupera parte das perdas de 4,7 por cento sofridas na semana passada, a quarta seguida de desempenho negativo.

O indicador, que acumula valorização de 32 por cento este ano, caiu mais de 10 por cento em relação ao pico de 1o de novembro, pressionado por crescentes preocupações com a crise do mercado imobiliário norte-americano e perdas sofridas por grandes bancos norte-americanos.

A bolsa de SEUL disparou 4,65 por cento, enquanto em HONG KONG o mercado saltou 4,09 por cento. Em XANGAI, entretanto, houve recuo de 1,46 por cento. A bolsa de CINGAPURA subiu 2,79 por cento e as bolsas de TAIWAN e de SYDNEY avançaram cada uma 2,23 por cento.

Investidores compraram ações de grandes companhias exportadoras por conta das expectativas de que os consumidores dos EUA continuarão comprando, o que fez as ações da Canon avançarem 2,6 por cento e as da Sony saltarem 4,56 por cento.

Os papéis da BHP Billiton dispararam 4,57 por cento e os da Rio Tinto, alvo de aquisição da primeira, saltaram mais de 7 por cento.

TR3 Invest

Negociação sobre preço de minério pode demorar

A gigante da mineração mundial Companhia Vale do Rio Doce informou nesta segunda-feira que as negociações globais sobre o preço do minério de ferro vão começar nos próximos dias e que um acordo pode demorar.

O vice-presidente financeiro da Vale, Fabio Barbosa, afirmou que é muito cedo para comentar sobre o tamanho dos aumentos de preços e que a Vale espera que eles reflitam condições de mercado.

"As discussões devem demorar por causa dos parâmetros que serão discutidos de uma maneira diferente", disse Barbosa à Reuters.

O executivo informou também que a companhia avalia uma listagem de ações na bolsa de valores da França. Segundo ele, seria interessante para a companhia buscar a Euronext para fazer essa listagem.

A companhia divulgou ainda que mesmo que a invista maciçamente no aumento de sua produção não conseguirá atender à demanda explosiva da China por minério de ferro.

"Mesmo se nós continuássemos investindo mais e mais nós nunca conseguiríamos acompanhar o crescimento chinês", disse o presidente-executivo da Vale, Roger Agnelli, a jornalistas durante entrevista em Paris. A Vale é a maior produtora e exportadora de minério de ferro do mundo.

O executivo afirmou ainda que a fusão entre o grupo de mineração Rio Tinto e a BHP Billiton é justificada e ressaltou que a empresa não planeja investir na Rio Tinto.

"Não há intenção da parte da Vale em adquirir capital na Rio Tinto", disse Agnelli por meio de um tradutor.

Palpite Ações

Djia Semanal



LOG com expansões de alta cumpridas, dado o fundo mais baixo... Indicador de força relativa sinalizando região de apetite para compras, possívelmente uma formação de reversão positiva...



Conforme venho comentando, a semaninha será decisiva !


No gráfico abaixo, o estudo intradiario "60 min- LOG" atualizado até sexta feira ...


Junior Traders - Sucesso Total


Acabei de receber outro comunicado, do meu amigo do estrangeiro, referente ao processo seletivo para as vagas de Junior Traders:
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Oi Marcio,

Tudo bem? Espero que tenhas aproveitado o fds para descansar e estar com a família e amigos. Acho que o mercado pode mexer bastante na próxima semana.

Quero te pedir que por favor dê por encerrada esta fase de envio de CVs no que se refere a procura de Junior traders. Já tenho uma boa amostra de candidatos, todos académicamente muito fortes. Vai ser muito difícil seleccionar apenas 10. Já comecei a contactar (telefone e email) alguns candidatos brasileiros. Espero que até terca-feira o processo de selecção esteja concluído.

Gostaria de agradecer muito a tua ajuda e espero em breve poder retribuir o favor de volta. A forma como tudo aconteceu foi um sucesso. Espero que também tenhas tirado boas conclusões desta experiência e que surjam novas oportunidades no futuro

Grande abraco amigo,
Pedro

--------------------------------------------

Portanto, aos candidatos que atenderam à esta primeira convocação, e enviaram seus CVs em tempo, basta aguardarem por um contato.

Devido ao sucesso deste processo seletivo, novas turmas poderão vir a ser formadas em um futuro próximo. Mantenham-se sempre aompanhando as notícias, que qualquer novidade será imediatamente comunicada através deste mesmo canal. Muito obrigado pelo retorno e confiança depositada.

Atenciosamente

Marcio Relvas ^v^

Seagull Trading

Black Friday: Sexta-Feira em nada 13!!!

Prezados,

O Dia de Ação de Graças (Thanksgiving), nos EUA é praticamente tão importante quanto o Natal, e para a economia a sexta-feira seguinte é conheciada como Black Friday, este dia marca o início da temporada de compras para o Natal. Muitos comerciantes abrem suas lojas muito cedo neste dia, normalmente as 5 da manhã e oferecem descontos absurdos nas mercadorias.


Os analistas ficam atentos aos resultados das vendas, pois são "loucos" por qualquer estatística ou índice que sirva para animar ou desanimar investidores.


Pois bem, pelos resultados preliminares o resultado desta "Black Friday" de 2007 foi muito interessante, pois pode demonstrar que o apetite consumista (uma das molas propulsoras da economia dos EUA, se não a mais importante) não diminuiu.


Os consumidores norte-americanos, ávidos por gastar por natureza, despejaram US$ 10,3 Bilhões em compras, um aumento de 8,3% em relação ao ano de 2006.


Este, meus caros leitores, pode ser um bom pretexto para os investidores também voltarem às compras, e aproveitar as quedas nas cotações recentes em diversos mercados, como a própria Bovespa, além de dar um ânimo adicional para quem ainda não fez sua reserva de ações da IPO da BM&F.


Enfim, caríssimos, fiquemos atentos à abertura do mercado nesta próxima segunda, e que não seja Black!!!

Bussola de Finanças

Ibovespa, mudando seu padrão?!?!

O Índice Ibovespa, na semana que passou, continuou dentro da sua zona de congestão, encerrando a semana com desvalorização de 5,63%, entra a máxima de 64.609,38 pontos e a mínima de 59.846,62 pontos, como mostra o gráfico diário acima.

O indicador IFR diário está baixo, em 40,52, com o índice oscilando dentro da faixa já indicada anteriormente, sem perder o suporte imediato na zona dos 59.500 pontos.

Apesar de um ajuste mais forte nos índices acionários mundiais e americanos, o Ibovespa continua forte. Porém, as coisas podem estar mudando, com o Índice buscando patamares inferiores.
O gráfico semanal acima mostra espaço para quedas maiores, podendo buscar o suporte na faixa dos 58.000 pontos, perto de sua média móvel 21 semanal.

É possível visualizar no gráfico também que a 4 semanas atrás o Ibovespa “bateu” na resistência do canal de alta (linha superior do canal), formado desde 2005, sem força para romper.

Na sexta-feira próxima, dia 30/11/07, encerrando a semana e o mês de Novembro, ocorrerá a estréia dos papéis da Bolsa de Mercadorias & Futuros, BM&F, com o código BMEF3, que promete agitar o mercado. O prazo final para a reserva de ações é terça feira próxima, dia 27/11/07.

Veremos...

Investmaniacos

Barômetro Financeiro

Bom dia a todos...


Passada a semana xoxa, cujos volumes por aqui não foram nada animadores, temos pela frente uma semaninha decisiva ... Prévia do Pib Americano, Venda de imóveis (novos e usados), Livro Bege (4ª) Discurso do Tio Bernanke (5ª), Petróleo zombando dos US$ 100,00, Reunião da OPEP 05/12, o tal do subprime, boataria na Europa de um fundo Chines fazendo uma suposta oferta a Rio Tinto... ufaaaa......


... e não é que o receio na queda das vendas após o Dia do Perú não ocorreu ? Parece que o destaque ficou para eletroeletronicos, com TV's de LCD's e Plasma batendo o recorde de vendas...


Por aqui... temos oscilações ínfimas nos contratos em aberto, com destaque apenas para o posicionamento COMPRADO das pessoas físicas... e os gringos permanecem ainda com mais de 70000 contratos comprados... e já estou ouvindo pessoas dizendo que temos suporte nos 65 mil... rsss....


Uma boa semana ....


Atchimmmmmmm... gripe maledeta !!!


Saúde ! a todos !


Agenda da semana oferece risco de volatilidade em Wall Street

... As incertezas sobre a economia norte-americana e, particularmente, sobre a extensão da crise do crédito (SUBPRIME) na atividade, ainda são o maior suspense para os mercados globais, que vão para onde NY for... Na sexta-feira, o medo de RECESSÃO foi esquecido com informações de que os consumidores lotaram as lojas na tradicional promoção da BLACK FRIDAY, que abre a temporada das liquidações após o Dia de Ação de Graças. Os papéis das grandes varejistas foram alvos de um rali (abaixo). Mas, como WALL STREET vive um dia de cada vez, ninguém está autorizado a baixar a guarda.

... É pesada a agenda dos EUA para os negócios, nesta semana que começa hoje, com destaque para a divulgação do LIVRO BEGE do FED (na quarta-feira) e uma fala do presidente da instituição, BEN BERNANKE (quinta-feira). Há também muitos indicadores importantes, entre os quais, a segunda prévia do PIB americano do terceiro trimestre, vendas de IMÓVEIS USADOS (quarta-feira) e NOVOS (quinta-feira) e dados atualizados do PCE de outubro (sexta-feira), que mede a inflação dos gastos com consumo.

... Além disso, o PETRÓLEO não deve deixar por menos. O teste dos US$ 100, esperado para a qualquer momento, causa apreensão. Para onde vão os preços, depois?

... Na EUROPA, o ressurgimento das tensões foi mencionado para justificar a decisão do BCE de voltar a injetar recursos nos mercados, nesta semana, segundo informou o Financial Times na sexta-feira à noite. Antes, o presidente Jean-Claude TRICHET havia prometido medidas para manter as taxas de juro de curto prazo equilibradas... Nos próximos dias, TRICHET viaja a PEQUIM, onde autoridades da União Européia voltam a pressionar o governo chinês por maior flexibilização do YUAN.

... Quatro bancos centrais da Europa se reúnem, nesta semana: a Hungria hoje, que deve manter o juro em 7,5%; a Eslováquia amanhã (terça-feira); Polônia (quarta-feira); e República Checa, na 5ªF. Na sexta-feira, sai a primeira revisão do PIB da zona do EURO.

... AQUI, a agenda está mais focada nas CONTAS PÚBLICAS de outubro. Amanhã, sai a nota de política monetária e operações de crédito. Na quarta-feira, o BC divulga os indicadores do setor externo (pode mostrar déficit em conta corrente com a forte remessa de lucros e dividendos) e o Tesouro Nacional, o resultado primário do Governo Central. O superávit primário consolidado do BC sairá na quinta-feira.

... Entre os indicadores de inflação e atividade, que interessam aos JUROS, a quinta-feira terá o IGP-M de novembro (IPA agrícola continuará sendo a maior fonte de pressão) e dados da FIESP de outubro (INA e NUCI). Ainda na quinta, tem reunião mensal do CMN. A terceira prévia do IPC-FIPE será divulgada amanhã, terça-feira.

... Hoje, a pesquisa FOCUS (8h) deve trazer algumas mudanças nas projeções do IPCA. Mas, o assunto do início da semana ainda é o CÂMBIO, pressionado, sexta-feira, por informações de que o Tesouro poderá comprar em mercado em torno de US$ 10 bilhões para formar um fundo soberano que financiaria investimentos.

Leia mais em Bom Dia Mercado

domingo, 25 de novembro de 2007

Era uma vez uma crise contida

Lembro como se fosse ontem, como de fato o era, que havia um grande consenso de que a crise imobiliária americana atingiria 'apenas' um pequeno setor, o chamado 'subprime', que englobaria as hipotecas de maior risco e, por conseqüência, os devedores de menor renda, determinando per se que a culpa, mais uma vez, era dos pobres, chicanos imigrantes e congêneres.


Foi preciso que se passassem alguns meses para mostrar que o 'subprime' não era apenas o 'subprime', mas também que outros níveis de risco haviam sido mal avaliados, dentre eles o Alt-A e o Prime. Mais uma vez o velho golpe de Wall Street havia se revelado: bastou passar batom nos lábios de um porco para que a massa exultasse a beleza do animal. Demorou para perceberem que, apesar do cosmético, ainda era o espécime um singelo suíno.


Agora que o suíno resolveu fazer óinc, as coisas estão ficando mais claras, e a julgar pelo barulho dos últimos dias, ainda há alguns porquinhos soltos por aí.

Continua em Cinco Pesos de Dois Quilos

Tudo como antes na Bovespa: o mercado ainda não se decidiu »

O volume de negócios na quinta e na sexta-feira foi ridículo, o que não dá certeza de nada.

Na quinta-feira, foi feriado de Ação de Graças nos Estados Unidos. E, pelo visto, ninguém gosta de tomar decisões importantes na sexta-feira, depois de um feriado, para não ficar com dor de cabeça no fim de semana.

Se você desconsiderar a questão do volume, diversos ativos importantes fecharam em seus canais de alta semanais. Inclusive o Ibovespa fechou em seu devido canal de alta semanal.

No nosso último capítulo, eu tinha comprado VALE5 a R$ 48,85. Depois vi os mercados nacional e estrangeiros perdendo suportes, rateando e tudo o mais. Quinta e sexta, fiquei de olho no gráfico da ação para caso ela caísse demais e desse indicações de correção forte. Assim, eu poderia reduzir as perdas - que haveria - e, quando a correção terminasse, comprá-las ainda mais baratas.

Por outro lado, estava disposto a vendê-las também a R$ 52 caso isso fosse possível. Aí eu poderia ficar em uma situação mais confortável enquanto o mercado decide para onde ir nesse momento de congestão. Se começasse a cair daqui a alguns dias, abaixo da faixa dos R$ 47 - para o caso da VALE5 (desculpe a imprecisão dos valores) - poderia tentar trabalhar na venda. Se começasse a subir, acima do patamar superior da congestão, R$ 56 se não me engano, poderia comprar ainda que a um preço mais elevado.

A questão é que o mercado, até momento, não quer se decidir.

O negócio, na segunda, é continuar atento e, antes da abertura da Bovespa, ficar de olho em mercados como o da China e Japão, além de lembrar que o primeiro dia útil da semana tem sido de baixa, em geral.

Iniciante na Bolsa

Aconteceu no Dinheirama

Dinheirama - Estrada para o futuro!Mais uma semana de fortes emoções no mercado financeiro. A crise de crédito nos EUA ainda mostra os dentes e o preço do petróleo vem buscando novos recordes. Isto posto, o Fed admitiu a desaceleração da economia norte americana no ano que vem. E agora, será que vem recessão por ai? A reação do mercado foi um novo “vôo para a qualidade” (ou flight to quality) - migração da renda variável para a renda fixa[bb] - e a consequente derrubada das bolsas ao redor do mundo.

No meio da tempestade, notícias sobre a redução de produção da Petrobrás, oferta de ações do Banco do Brasil, formação de área de livre comércio na Ásia, aprovação da entrada da Venezuela no Mercosul e péssimas notícias sobre o sistema tributário brasileiro. Boa leitura e, por favor, deixem seus comentários e opiniões sobre tudo isso!

Continua

Leilão de usina do Madeira

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou que o leilão da usina hidrelétrica de Santo Antônio, marcado para 10 de dezembro, terá cinco grupos interessados, sendo quatro consórcios e a Eletronorte.

Esta é a principal surpresa entre os inscritos, já que até o momento acreditava-se que a Eletronorte se associaria ao consórcio liderado pela Alusa. A estatal optou por concorrer sozinha no leilão. A empresa informou que a decisão foi tomada no último momento por motivos estratégicos.

As inscrições para o leilão terminaram nesta sexta-feira. Além da Eletronorte, os quatro consórcios que participarão da disputa são: Madeira Energia, formado por Odebrecht Investimentos em Infra-estrutura (com fatia de 17,6%), Construtora Norberto Odebrecht (1%), Andrade Gutierrez (12,4%), Cemig (10%), Furnas (39%) e o fundo Banif/Santander (20%); Energia Sustentável do Brasil, com Suez (51%) e Eletrosul (49%); Empresas Investimentos de Santo Antônio, com Camargo Corrêa (0,9%), Chesf (49%), CPFL Energia (25,05%) e Endesa do Brasil (25,05%); e Norte Energia, único puramente privado, formado por Alupar Investimentos (37,5%), Indústrias Metalúrgicas Pescarmona (15%), Schahin Holding (27,5%), UTC Engenharia (10%) e Schahin Engenharia (10%).

Além disso, 31 distribuidoras de todo o País também se inscreveram para comprarem a energia que será gerada pela hidrelétrica de Santo Antônio. (AE)

O pecado de todos os partidos

Na aba de ECONOMIA, a Coluna Econômica analisa a lógica dos "mensalões" no modelo político brasileiro.

enviada por Luis Nassif Online

Previsão na Economia

Um análise do livro “Imperfect Knowledge Economics”, de Roman Frydman e Michael Goldberg, feita pela The Economist, mostra dificuldade de fazer previsão em economia. Para Frydman, aquele que faz previsão usa métodos quantitativos, mas também a intuição e o julgamento. "Ele não é um cientista", afirma Frydman, e este fato tem sido ignorado pelos economistas, que perseguem a previsão perfeita, apesar de toda prova em contrário de que ela não existe. Frydman e Goldberg destacam o desempenho das agências de ratings no mercado de títulos versus o CDO. O desempenho no primeiro é melhor pois se usa um modelo matemático em conjunto com o julgamento de especialista, enquanto o segundo só trabalha com modelo quantitativo. A reportagem encontra-se a seguir:

A new fashion in modelling
Nov 22nd 2007 - From The Economist print edition
What to do when you don't know everything

“THE forecaster is like an entrepreneur,” says Roman Frydman. “He uses quantitative methods, but he also studies history, and relies on intuition and judgment. He is not a scientist.” According to the New York University economist, this fact has been lost on contemporary economists, who continue to pursue the perfect economic forecast despite abundant evidence that it does not, and cannot, exist. They dismiss their repeated failures in much the same way that self-styled reformers in Mr Frydman's native Poland once insisted that socialism was great, but just needed to be carried out better.

In the economics profession the leading inheritors of this communistic mindset, says Mr Frydman, are the proponents of rational-expectations theory, which assumes that the economy and the individuals within it act with perfect foresight. Yet he is equally critical of the more fashionable school of behavioural economics, or at least those of its practitioners who claim that although people are irrational, their irrationality can be modelled so precisely that the future can be forecast with great precision.

In a new book, “Imperfect Knowledge Economics”, written with Michael Goldberg of the University of New Hampshire, Mr Frydman sets out an alternative approach to prediction, in which the forecaster recognises that his model will inevitably be less than perfect. Their work has received glowing praise from Nobel-prize-winning economists such as Kenneth Arrow and Edmund Phelps, who wrote the introduction to the book—though it is unlikely to have gone down so well with Robert Lucas, who won the Nobel for his work on rational expectations.

Continua em Finanças Comportamentais

Quem ganhou com as privatizações

Paulo Renato Souza

As privatizações realizadas na década de 1990 no Brasil abrangeram vários setores: a siderurgia, a produção de aviões, a mineração, a infra-estrutura de transporte, o sistema financeiro e as telecomunicações. Constituem um caso emblemático de sucesso. Em muitos deles, o governo se desonerou de encargos importantes em atividades deficitárias ou que necessitavam de aportes financeiros do Tesouro para investir; em outros, arrecadou somas importantes indispensáveis para o equilíbrio das contas públicas, melhorou a eficiência da gestão de setores estratégicos, aumentou a oferta de serviços à população ou promoveu a expansão da produção e das exportações. Depois de cinco anos de um governo que, à época, foi muito crítico desse processo, não se produziu nenhuma evidência de que ele tenha sido nocivo para o País ou que irregularidades significativas tenham sido cometidas.

Nova polêmica surgiu recentemente a propósito do desempenho da Vale do Rio Doce desde a sua privatização, em 1997. Argumentou-se que a empresa estaria voltada para seu crescimento em escala mundial, em detrimento de investimentos no País que viessem a beneficiar a economia local e a geração de empregos. Segundo a imprensa, essa preocupação teria sido expressada pelo próprio presidente Lula. Se válido, esse seria um argumento importante a favor dos críticos do processo de privatização desenvolvido no governo FHC. Nesse caso, apesar de estarem em mãos nacionais, as empresas privatizadas tenderiam a olhar apenas o benefício para seus acionistas, e não os do País.

A análise do caso da Vale é singular por várias razões, que a fazem emblemática do processo de privatização. Desde logo, porque ela cumpriu um papel estratégico para o País, enquanto empresa estatal. De forma alguma se tratava de um peso morto ou oneroso para o Estado brasileiro que devesse ser privatizado para diminuir o déficit público. Por outro lado, ela havia realizado investimentos de longa maturação que dificilmente teriam sido feitos pelo setor privado, como a montagem da operação em Carajás, no Estado do Pará.

Em artigo publicado anteriormente neste mesmo espaço, mostrei que a Vale depois da privatização produz mais, exporta mais, gera mais empregos e paga mais impostos do que no seu tempo de empresa estatal. Mostrei também que nesse período ela cresceu mais do que as demais mineradoras do mundo e que sua congênere estatal, a Petrobrás. Além disso, demonstrei que o preço pago pela companhia na ocasião da privatização correspondia efetivamente a seu valor de mercado.

É verdade que o valor da empresa se multiplicou, gerando enormes benefícios para seus acionistas. É também verdade que a Vale se transformou numa empresa global, adquirindo empresas não apenas no Brasil, mas também em outros países. Isso não é mau para o País; ao contrário, fortalece uma empresa nacional, permitindo-lhe gerar mais riqueza, crescimento e empregos no País. Hoje, 84% dos empregos da Vale estão no Brasil e as compras de insumos e equipamentos no País cresceram 127% nos últimos quatro anos, destacando-se o estímulo ao renascimento da indústria nacional de vagões.

Nos próximos cinco anos a Vale vai investir US$ 59 bilhões, sendo 77% no Brasil e 23% no exterior. Apenas o Pará receberá 34% do total, gerando mais 68 mil empregos no Estado. Um ponto importante, e muitas vezes esquecido, se refere à aquisição de empresas estrangeiras situadas no Brasil. A Vale privada investiu US$ 2,5 bilhões para comprar o controle de ativos estratégicos, nacionalizando empresas originárias de sete diferentes países nas áreas de minério de ferro, cobre, níquel e alumínio.

Críticos tacanhos argumentam que a Vale produz para exportação, e não para o mercado interno. Isso se deve ao lento crescimento da produção de aço no Brasil: apenas 3% ao ano desde 1980, ante 10% ao ano na China, o que está relacionado ao ritmo de expansão de nossa economia. Entretanto, para estimular a produção de aço no País e aumentar o valor agregado de nossas exportações, nos últimos anos a empresa atraiu para o Brasil US$ 17,3 bilhões em novos projetos siderúrgicos, cerca de quatro vezes mais que os de todos os demais grupos nacionais do setor. Em face da escassez de energia, que lhe impõe limites para maiores investimentos, a Vale transformou-se na maior investidora privada em energia do País. Foram US$ 600 milhões na construção de sete hidrelétricas, que geram 3.109 megawatts (MW) e representam 1,3% da geração nacional.

Os dados demonstram que são infundadas as preocupações em relação aos benefícios das privatizações para o País: a empresa que mais cresceu vem investindo muito mais Brasil do que no exterior. Isso não quer dizer que a privatização seja uma panacéia a ser aplicada a todas as estatais. Ao contrário, as situações precisam ser analisadas de forma individualizada. No caso em tela, após um longo período de maturação, o aproveitamento para o País de todo o potencial da companhia dependia de uma gestão independente das amarras e da burocracia estatais, com um foco claro no seu negócio, no crescimento das vendas, no controle de custos e na eficiência de gestão. Era tempo de privatizá-la em nome do interesse nacional. O governo de então teve a visão, a coragem e a determinação para fazê-lo.

É oportuno relembrar tudo isso quando observamos os esforços de segmentos importantes do atual governo no sentido de promover a reestatização de vários segmentos da economia. O interesse nacional seria seriamente danificado se essas iniciativas prosperassem.

Lula quer CPMF permanente na reforma tributária

Em troca da redução de outros impostos...

da Folha Online

Num esforço para tentar retomar o diálogo com o PSDB, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva autorizou o ministro Guido Mantega (Fazenda) e articuladores políticos do governo no Senado a convidar os tucanos para discutir o projeto de reforma tributária que o Executivo pretende enviar ao Congresso em breve.

A idéia é tentar trocar a aprovação da prorrogação da CPMF até 2011 pela redução significativa ou completa de um ou mais tributos numa amplo acordo de reforma tributária. Mais: nessa operação, a CPMF poderia virar imposto permanente, com alíquota menor, caso haja mesmo um acordo em torno da reforma tributária.

O governo argumenta que o imposto do cheque, mesmo que venha a ter reduzida gradativamente a alíquota de 0,38% para 0,30%, é um tributo fundamental para o fechamento das contas públicas e o financiamento da Saúde e de programas sociais.

Leia texto completo em Acerto de Contas

sábado, 24 de novembro de 2007

Quanto deve ganhar um palestrante para participar de eventos?

Nesta quarta e quinta-feiras aconteceu em Porto Alegre, a simpática capital do Rio Grande do Sul, mais uma edição da Expomoney. Depois de passar por São Paulo e Rio de Janeiro, este evento gratuito foi prestigiar a cidade gaúcha.

Depois de conversar com vários profissionais experientes e de reputação comprovada, além de ouvir pareceres de novos investidores que tiveram a oportunidade de participar deste encontro, cheguei a algumas conclusões e questionamentos:

1- do feedback passado pelos mais novos, percebi que trata-se de um evento sem a menor expressão, onde, segundo palavras dos mesmos, o nível dos palestrantes deixava a desejar, e o objetivo maior dos expositores era angariar clientes, mesmo que às custas de falarem mal de terceiros, sempre enfatizando a qualidade de seus serviços em detrimento dos outros (isto quando não atacavam diretamente seus concorrentes)

2- da parte de renomados analistas, nenhum manifestou interesse em fazer parte deste encontro. Houve um amigo que declinou a dois convites de maneira polida, argumentando que não tinha espaço em sua agenda. Afinal, alguém viu a presença de um Mauro Halfeld, da Miriam Leitão, Carlos Sardenberg, ou Joelmir Beting, Luis Nassif, Stephen Kanitz... ? Então quais foram os ilustres palestrantes que abrilhantaram a festa?

3- se esta feira para tratar de "investimentos" era aberta ao público, quanto será que ganharam os candidatos a palestrantes, além de alguma visibilidade (restrita aos presentes) e a chance de inflarem um pouco mais seus elevados egos?

Nada mais chega a ser surpreendente quando ditos "professores" se prestam agora a oferecer cursos de graça! O que ganham com isso? Nem mesmo para cobrar um quilo em alimentos não-perecíveis? Assim, ao menos poderiam ajudar os mais necessitados. Será que seus conhecimentos (e capacidade de transmití-los) valem tão pouco assim?

Para finalizar, vou anexar um artigo de Stephen Kanitz - que já teve vários trechos de suas ótimas matérias publicadas no Monitor Financeiro - e trata exatamente deste assunto: a escolha de bons palestrantes e sua importância para o sucesso dos eventos.

LB - Lucrando na Bolsa

Aquecimento global derrota partido do governo

Eleição na Austrália

O principal tema da campanha australiana foi o aquecimento global. E foi isso que derrotou John Howard que buscava o quinto mandato consecutivo. O líder do Partido Trabalhista Kevin Rudd será o novo primeiro ministro da Austrália. Howard está sendo considerado pelos comentaristas políticos ouvidos em vários órgãos da imprensa internacional como o primeiro governante vitimado aquecimento global.


Howard seguia em tudo seu amigo e orientador George Bush. Da guerra do Iraque aos temas climáticos. A Austrália não assinou o Protocolo de Kyoto e, além disso, Howard, como Bush, nega a existência do problema, apesar das fartas comprovações dos cientistas reunidos pela ONU de que os gases de efeito estufa estão ameaçando o planeta. A Austrália é considerada pelos cientistas uma vitima antecipada do problema climático: nos últimos quatro anos enfrentou uma severa seca que pode ter sido causada já pela mudança no clima do planeta. Isso mobilizou o eleitorado em torno da questão.


Mas a batata de muito governante e de muito partido no governo por aí anda assando. Nos Estados Unidos a opinião pública está se mobilizando cada vez mais em torno do assunto, tanto que o Partido Republicano rachou sobre qual é a melhor forma de lidar com a questão. O candidato mais forte do partido, John McCain, quer alterar a posições republicana sobre a questão. O primeiro ministro do Canadá, outro conservador da linha bushista, também tem sido criticado por não assumir uma posição de liderança no combate ao aquecimento global. O assunto tende a crescer como questão política nos próximos anos.


Miriam Leitão.com


Demanda por ação da BM&F supera oferta e mercado vê preço maior

Período de reserva de ações começou na 2ª feira e termina no dia 27

Reuters

Em corretoras que participam da operação de abertura de capital da Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), ressoa a frase: quem comprou ações da Bovespa Holding está reservando papéis da BM&F. E quem não participou daquela oferta não quer perder mais uma.

A Reuters apurou que a procura já supera amplamente a oferta, com metade do período de reserva ainda por ocorrer. Por isso, uma fonte a par da situação dá como certa a elevação do preço por ação, estimado inicialmente pelos bancos coordenadores em até R $ 16,50.

O período de reserva de ações da quarta maior bolsa de mercadorias e futuros do mundo começou na segunda-feira e termina no dia 27.

Apesar do otimismo, analistas consideram difícil uma valorização como a vista na estréia das ações da Bovespa Holding - superior a 50% no primeiro pregão.

"Provavelmente a alta na estréia não vai ser tão acentuada como ocorreu com a Bovespa Holding, acima de 50%, mas pelo menos 20% é quase certo", opinou um operador sob condição de anonimato.

Momento diferente

O intervalo para a reserva coincide com um momento de volatilidade (oscilação) nos mercados financeiros, com temores sobre a crise global de crédito originada por problemas no setor imobiliário dos Estados Unidos e sobre a alta do petróleo para perto de US$ 100.

O principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, o Ibovespa, acumula queda de 7,25% em novembro até o dia 21.

De acordo com o prospecto da oferta da BM&F, os acionistas pretendem vender 260.160.736 ações ordinárias. Há ainda lotes adicionais.

A BM&F teve lucro de R$ 222 milhões de janeiro a setembro, resultado 55% a mais que no mesmo intervalo do ano passado.

Em setembro, a empresa de private equity General Atlantic fez acordo para comprar 10% do capital da BM&F, pelo preço de até R$ 1 bilhão. No mês passado, a BM&F assinou acordo para vender outros 10% de seu capital para o CME Group, controlador da maior bolsa de derivativos do mundo, por R$ 1,3 bilhão.

TR3 Invest

Senado gasta R$ 781,5 mil em "horas extras"

Em dez meses, o Senado já pagou R$ 781,5 mil de salário extra para um seleto grupo de funcionários. A justificativa para o gasto é que esses servidores recebem uma espécie de bônus para que desempenhem atividades específicas para a Casa.

A gratificação é concedida aos que participam de comissões especiais responsáveis por temas diversos, que vão do controle de compras até a organização de eventos, como os 200 anos da chegada de D. João 6º.

A Folha apurou que alguns nomeados recebem a mais, nos seus salários, até R$ 4.000 sobre os valores brutos. A folha de pagamento "paralela" tecnicamente não é computada como salário, o que permite elevar acima do teto definido pela Constituição (de R$ 24.500) os vencimentos de servidores, que ainda acumulam horas extras, computadas depois das 18h30 em dias de sessões deliberativas, além de outras gratificações previstas em lei.

Continua em Touro Louco

Ranking Recomendações Carteira até 23-NOV


Palpite Ações

Alguns pontos curiosos do leilão do Rio Madeira

A Aneel divulgou agora há pouco a lista dos interessados no leilão de Santo Antonio, a primeira das polêmicas hidrelétricas do Rio Madeira a ser leiloada. Alguns pontos sobre os grupos interessados:

1 - O grupo da Odebrecht, que foi quem fez o estudo inicial com Furnas, aparece firme e forte, junto com Andrade Gutierrez. Nesse mesmo pool, 20% são fundos de investimento. Furnas é a maior acionista sozinha, com 39%.


2 - A Camargo Correa, outra construtora interessada, que vinha fazendo enorme pressão até agora, equivale a apenas 0,9% do grupo que integra. Ela vai entrar no leilão junto com a Chesf, que tem 49%.


3 - Eletronorte vai disputar sozinha. Algo muito estranho, aliás. De todas as empresas do sistema elétrico, ela é a que dá mais prejuízo. Na outra ponta, está o grupo da Alusa, que entra sem nenhuma empresa pública. Ambos, a princípio, já parecem ter poucas chances.


4 - A Suez entra com 51%; junto, apenas, com a Eletrosul.


Com o governo tendo decidido participar do leilão com suas empresas, fica difícil imaginar que algum grupo possa ganhar a construção da usina sem a participação grande de uma estatal. Eletrosul está entrando com 39%, Furnas também com 39% e Chesf com 49%. Só se espera que isso não faça com que o preço final aumente, como sempre aconteceu na história das grandes construções.

Miriam Leitão.com

E la nave va!

Na “Folha”, o presidente do Banco Central diz que a economia brasileira.

"O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, reconheceu ontem que o país deve conviver com um possível déficit no balanço de pagamentos no futuro. Ele não precisou, no entanto, quando o desequilíbrio começará a ocorrer.

Para Meirelles, o déficit não será um problema nem afetará a economia do país, que vive um bom momento. "É normal que, na evolução do balanço de pagamentos, o Brasil possa ter um pequeno déficit em conta corrente. Isso não envolve maiores problemas devido ao dinamismo atual da economia brasileira. Temos um volume de reservas significativo e adotamos um regime de câmbio flutuante, que ajusta nossas cotações da moeda em razão das expectativas de fluxo."

Se a tendência é declinante, como Meirelles pode garantir que haverá “um pequeno déficit em conta corrente”? A tendência continua porque fruto dessa combinação deletéria de juros elevados e livre fluxo de capitais especulativos.

No “Radar” da Veja, beneficiário dessa combinação de juros elevados e livre fluxo de capitais, o ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga se diz “pessimista” com a economia mundial em 2008. Qual a solução para reduzir os riscos no Brasil? Limitar-se a prestar mais atenção nos gastos públicos.

E assim La nave va.

Aqui para ler a íntegra das notas.

Luis Nassif Online

Dolar Comercial

No gráfico Semanal - LOG exposto no link (clique aqui), podemos ter uma visão "aflorestada" da situação de Longo prazo...

Logo abaixo, o gráfico diario, onde, os noticiarios financeiros justificaram o repique "pós-feriado", por conta de remessas de Lucro e Dividendos de final de ano (cíclicas).

Graficamente uma formação de um pivot de alta, com projeção inicial nos 1,8075; 1,832 e posteriormente a resistencia dada pela região "AMARELA".

Um Bom final de semana a todos !




Elucubrações Grafistas

O BLOG VAI VIRAR SITE

Olá, amigos.

Estamos interrompendo os trabalhos do blog, porque optamos por um outro formato, o blog vai virar um site, com seções específicas na área de macroeconomia, finanças de empresas, mercado financeiro, renda fixa, mercado de ações, e outras análises.

Em breve estaremos informando aqui o endereço do site ECONOMEDITANDO, aguarde!

Análise Semanal 24/11 (com vídeo)

Semana de forte correção nos mercados mundiais. O Ibov perdeu 5,63% e o Dow 1,49%.

Tivemos logo na terça feira a divulgação da ata da última reunião do Federal Reserve[bb] , quando o banco central americano cortou 0,25% da taxa básica de juros. Os membros do Fed mostraram preocupação com as perdas ligadas ao mercado de crédito e uma projeção menor de crescimento econômico. Além disso, afirmaram que o corte na taxa não foi fácil. Deixando a impressão que as preocupações inflacionarias, continuam tirando o sono das autoridades monetárias americanas.

A projeção de crescimento da economia americana para o próximo ano, caiu bastante. Dos 2,5% a 2,75% projetado em Junho deste ano, passou para 1,8%.

Em relação aos mercados financeiros[bb] , a análise do Fed é de que eles ainda estão “frágeis”, indicando preocupação com “perdas inesperadas e não usuais” que estão sendo anunciadas, o que pode reduzir a confiança dos investidores e elevar os riscos de problemas para a economia.

Interessante e até certo ponto curiosa, foi a análise feita por economistas da Merrill Lynch. “Apesar de diversos diretores tentarem afirmar que o mercado não irá ditar o rumo da política monetária, o Fed tem cuidado e respeita o que o Sr. Mercado tem a dizer, a ponto de repetir a palavra ‘mercado’ 46 vezes na ata”.

O certo é, que mais uma vez, a decisão do Fed no mês de Dezembro, estará cercada por expectativas.

A semana se encerrou com o Black Friday, data em que tem início a temporada de compras de final de ano nos EUA. Apesar da conotação negativa que pode vir a ter aqui no Brasil, o Black Friday tem um significado positivo para o comércio americano. Nesta data, os grandes varejistas saem do vermelho para o preto (aqui no Brasil é usado o azul). Ou seja, começam os grandes lucros provenientes das festas de final de ano.

A sexta-feira mostrou um bom apetite para o consumo. Até terça ou quarta-feira o Wall Mart (maior rede varejista americana) apresenta os números de vendas do Black Friday. A performance das vendas neste final de semana será um importante indicador sobre os rumos da economia dos EUA, no curto prazo. Afinal de contas, o consumo representa aproximadamente dois terços do crescimento PIB americano.

Para a última semana de novembro, as atenções estarão voltadas nos EUA para os dados do PIB (Produto Interno Bruto), da inflação[bb] e do setor imobiliário.

No cenário nacional, a ênfase fica para o IGP-M (Índice Geral de Preços-Mercado) referente ao mês de novembro e às Notas de Política Monetária e Fiscal do Banco Central.

Vejam o vídeo em CHR Investor

Desemprego e falta de mão de obra

Sobre os dados de emprego e renda divulgados pelo IBGE:

A geração de empregos vai razoavelmente bem. Na comparação mês/mesmo mês do ano anterior, o número de pessoas trabalhando tem aumentado entre 2,5% e 3% - e isso há quase dois anos. Já a renda real média e a massa real de rendimentos (o total dos vencimentos pagos) estão desacelerando.

De outubro do ano passado até maio último, a renda real média (total dos rendimentos pagos dividido pelo número de pessoas trabalhando, descontada a inflação) vinha crescendo entre na média de 5% ao ano. Desacelerou - e agora cresce na base de 1,5% na comparação mês/mesmo mês do ano anterior. Com a massa real de rendimentos aconteceu a mesma coisa. Crescia na média de 8% ao ano, e agora se expande a 4%.

Duas explicações: 1) inflação acelerou, especialmente preço de alimentos; 2) a geração de empregos de salário menor, como nos setores de construção civil e serviço doméstico.

Outro dado importante do mercado de trabalho: há falta de mão de obra qualificada em diversos setores. Faltam engenheiros civis, por exemplo. Faltam mesmo vendedores em lojas especializadas, que exigem, por exemplo, bom conhecimento na utilização de programas de computadores.

Blog do Sardenberg

Chegando aos US$ 100....

Prezados,


O preço do barril de petróleo em Nova York bateu novo recorde de fechamento hoje, sexta-feira, impulsionado pela crescente desvalorização do dólar - moeda na qual é cotada a commodity- em relação às outras divisas.

Na Nymex (New York Mercantile Exchange), o barril de WTI para entrega em janeiro subiu 1,02%, para US$ 98,18.

O pregão desta sexta-feira foi menor do que a normal devido ao feriado de Ação de Graças nos Estados Unidos, ocorrido ontem.

O preço ainda segue influenciado pela última reunião da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo), ocorrida no final de semana passado em Riad (Arábia Saudita).

Na ocasião, os países-membros da organização --que produzem 40% do petróleo mundial-- avaliaram que ainda não é necessário ampliar a produção. Tal decisão só será discutida na reunião de dezembro, em Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos).

A perspectiva de um inverno rigoroso no Hemisfério Norte traz aos mercados a dúvida se a produção conseguirá atender a demanda, já que esta situação traria o aumento do consumo de combustível para calefação.

Bussola de Finanças

BOLSAS EM ALTA DE NOVO

Depois de um feriadão como o de quinta, quando os gringos se encheram de perú (teve até parada gay), as Bolsas americanas acompanharam as asiáticas, européias e sul americanas. Resultado: alta forte, que indica retomada da alta no curto prazo, mas que pode atrair vendedores momentâneos na segunda.

Parece que nem as subprime, nem a alta do Petróleo são capazes de tirar o otimismo das Bolsas,neste momento.

Interessante observar, que o Petróleo está entrando em área de sobrecomprado, mas ainda com projeção para US$109,00 o barril negociado em NY.

A BOVESPA oscilou muito, mas ao contrário das americanas que fecharam firmes, teve uma recaída, fechando um pouco mais fraca. Ainda não reverteu a baixa de curto prazo. Formou uma figura perigosa, Pá de Ventilador de Baixa. Se a terceira linha de suporte for rompida, vou tirar férias na Polinésia, ao som do Hula Hula.

O índice Dow Jones formou uma deriva de alta, uma divergência de alta, com sinais positivos no Estocástico e ma Média Móvel. O OBV é que me faz crer que nesta retomada, poderá ir, somente até uns 13.400 pontos ou 13.700 pontos. Ruma a testes de resistências mais adiante.
Conselho? Já dei antes. Quem acredita faz.

Gráficos em BOLSA HOJE

POSI3 - Positivo Informática

Positivo: dos pequenos se vai aos grandes


A Positivo Informática está disposta a lutar de igual para igual com as poderosas HP e Dell no mercado corporativo brasileiro. Para ganhar corpo neste segmento (que representa apenas 4% de sua receita), a estratégia da companhia paranaense de computadores é diferente de suas concorrentes.




Enquanto a Dell, por exemplo, dá assistência direta para as empresas, a Positivo está fazendo parcerias para este tipo de suporte. Atualmente, em todo o país, são mais de 60 lojas que têm contrato com a empresa de Curitiba. Para fortalecer a presença entre os executivos de pequenas e médias corporações, a Positivo anunciou nesta sexta um acordo com a Compujob, rede de lojas de informática de Porto Alegre. A partir do casamento, a revendedora gaúcha passa a representar a marca Positivo. Como em toda boa relação, a Compujob também quer sair ganhando.

A ambição é aumentar o peso que as pequenas empresas têm no seu faturamento – atualmente em 20%. Mesmo com os olhos voltados para as corporações de porte menor, pelo menos no começo a Positivo acredita que sua atuação deva respingar também nas grandes empresas ainda com mais afinco. “Já trabalhamos com Intelig, Transpetro, CSN, por exemplo, e contamos com estrutura suficiente para atender outras grandes empresas também”, esclarece Idel Bacal, diretor comercial para o segmento corporativo da Positivo Informática. Inicialmente, serão comercializados apenas PCs e notebooks, mas a oferta de outros produtos está em estudo.


Segundo a análise técnica, para o lado que romper esta congestão, as cotações devem seguir! Mas o triângulo é ascendente!!!

LB- Lucrando na Bolsa

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Nova Pesquisa de Opinião

Depois de implementada a decisão dos leitores na última enquete sobre suas preferências na cor do MF, estamos fazemos uma nova pesquisa com a comunidade de investidores que participa do Monitor Financeiro para saber o que a maioria mais aprecia nas postagens aqui publicadas:

As opções são:

1- Os ARTIGOS escritos pelos colaboradores

2- As NOTÍCIAS selecionadas na mídia

3- As ANÁLISES feitas por profissionais

4- Os GRÁFICOS dos analistas técnicos

A votação já está aberta e, mais uma vez, contamos com a participação dos amigos para fazermos do MonitorFinanceiro.net um espaço cada vez mais atrativo aos nossos leitores.

Att

Equipe Monitor Financeiro

Curiosidades...

Compare abaixo os principais fatos e números das duas maiores bolsas do país : Bovespa e BM&F

VOLUME DE NEGÓCIOS

A Bovespa movimentou 83 bilhões de reais em setembro deste ano, aumento de mais de 100 por cento em relação ao volume médio do mesmo mês de 2006.

Já o giro da BM&F atingiu 2,2 trilhões de reais em setembro, cerca de 10 por cento a mais que em setembro do ano passado. O número médio de contratos por dia subiu quase 62 por cento nos 9 meses de 2007 frente ao mesmo período de 2006, para 1,79 milhão.

LUCRO

A Bovespa Holding divulgou lucro de 243,7 milhões de reais no primeiro semestre de 2007, aumento de 71 por cento frente ao primeiro semestre de 2006.

Enquanto isso, o lucro da BM&F subiu 55 por cento nos nove primeiros meses deste ano, para 222 milhões de reais.

IPO

A Bovespa vendeu ao todo 288.066.125 ações ordinárias, levantando 6,6 bilhões de reais. O papel foi precificado a 23 reais, acima da estimativas inicial entre 15,50 e 18,50 reais, e dispararam 50 por cento na estréia.

Quase 80 por cento das ações foram compradas por estrangeiros e o lote mínimo para investidores do varejo era de 3 mil reais. O free-float está em torno de 40 por cento.

No caso da BM&F, serão vendidas inicialmente 260.160.736 ações ordinárias. O exercício do lote suplementar elevaria o montante em 39.024.120 ações. Como a estimativa de preço está entre 14,50 e 16,50 reais, o teto teórico dela coloca a oferta em até 4,9 bilhões de reais. O lote mínimo para o varejo é de 5 mil reais. São ações objeto da oferta 33,2 por cento do capital.

ACIONISTAS

Os maiores acionistas da Bovespa Holding antes da oferta eram os grupos Itaú e Santander com cerca de 4 por cento cada.

Na BM&F nenhum dos acionistas possui participação acima de 5 por cento. O Bradesco tem 4,9 por cento e está entre os maiores. Os principais vendedores na oferta serão: Miramar Holdings, Santander e Marcos de Souza Barros, da corretora Souza Barros.

Em setembro, a empresa de private equity General Atlantic LLC fez acordo para comprar 10 por cento do capital da BM&F, pelo preço de até 1 bilhão de reais. No mês passado, a BM&;F também assinou acordo para vender 10 por cento para o CME Group, controlador da maior bolsa de derivativos do mundo, pela quantia de 1,3 bilhão de reais.

HISTÓRIA

A Bovespa tem origem em 1890, com a criação da Bolsa Livre. A partir da década de 1960, assumiu a característica institucional de bolsa de valores, sem fins lucrativos. Já a BM&F foi fundada em 1985, como associação civil sem fins lucrativos.

Elucubrações Grafistas

E a sexta-feira foi Azul na Matriz

Encerrado o "meio-pregão" (às 16hs de Brasília) da chamada Black Friday (?), antes mesmo da apuração do resultado nas vendas do comércio varejista, as bolsas americanas reagiram com força neste último dia de uma semana marcada por mais incertezas.

O DOW fechou em alta de 1,42%, aos 12.980 pontos, segurando no suporte dos 12.800, mas também pode estar fazendo um pullback no patamar de 13k!!! A bolsa eletrônica NASDAQ acompanhou o movimento e valorizou 1,34%, enquanto o S&P apresentou ganhos na ordem de 1,69%, encerrando os negócios em 1.440 pontos.

A Bovespa, até o momento, continua em banho-maria, subindo 0,79% aos 61.130. Graficamente o índice da bolsa de SP sustentou-se sobre os 60k (mínima de 59.846 na quarta-feira) depois de retrair praticamente toda a alta iniciada há um mês atrás. Petro insinua uma acumulação nos tempos mais curtos, acompanhando a M80, e seus indicadores - veja abaixo no gráfico de 60 min - parecem ter quebrado a tendência de baixa (estocástico lento) .

Se não houver nenhum rally nesta hora final, vai mesmo ficar tudo para a semana que vem! Nada como viver em um país que produz muito, e exige que seus trabalhadores tenham direito à inúmeros feriados para descansar. Os folgados agradecem e o comércio nem tanto...

Ainda bem que amanhã é sábado. Assim o povo vai poder recarregar (de novo) suas baterias! Fazendo música, jogando bola... ;-)

Seagull Trading

Quanto dinheiro eu posso ganhar na Bolsa de Valores?

Este post surgiu pela pergunta enviada por email do Diego Hörlle Pfuetzenreiter que me perguntou o seguinte:

"Sem ser muito ganancioso…
Mantendo a disciplina…
Existe, realmente, a possibilidade de viver da bolsa?
Sendo um daytrader, em um mes normal, sem muitos sobressaltos, dá pra transformar 5 mil em quanto mais ou menos?

Eu sei que essa pergunta é dificil de responder
hehehehe
Mas, eu gostaria de ter uma base…"

E bota difícil nisso! Temos que ter em mente que tudo custa algo. Nada é de graça. Temos que investir em treinamento, tempo, dinheiro.

Não há meio fácil de dizer isso, então digo a queima-roupa: você VAI perder dinheiro. Não há meios de ganhar dinheiro na bolsa sem perdê-lo. A lógica da bolsa é que alguém perde para que alguém ganhe, inevitavelmente você será o ganhador e o perdedor em algum momento. Se todos ganhassem da onde viria o dinheiro?

Os títulos a seguir não são as perguntas feitas pelo Diego mas uma conversa hipotética com alguém…

Mas e quanto dá para tirar?

Bolsa não é emprego, logo não há “salário” garantido. Já me perguntaram quanto é preciso e quanto dá para fazer. A resposta é simples, quanto mais experiente você for mais você irá ganhar. Eu sempre surigo que você contabilize as perdas iniciais como custo de treinamento.

Pare de enrolar e me diga de uma vez quanto dá para ganhar!

Ok, por estatística espera-se que um recém treinado em Análise Técnica faça de 100% a 50% sobre o capital em 1 ano, ou seja, de 4% a 8% ao mês. Faz os seus calculos com o dinheiro que você tem disponível.

E quem começa no day-trade?

No caso de day-trade pode esperar por volta de 6 meses de resultados negativos sem sombra de dúvida. Isso se seu dinheiro durar tanto. Day-trade é feito em alguns momentos em especial e não é para iniciantes que ainda não tem experiência nem treinamento. É preciso gastar horas e cifras para conseguir operar com o mercado andando. Tenha certeza você vai errar muito mais no day-trade do que em um prazo mais longo, embora a recompensa seja tentadora.

O ganho é proporcional a experiência e maestria com as ferramentas que possui, assim como o modo como você lida com as rasteiras. Nenhum estudante de medicina sai fazendo cirurgias cerebrais no primeiro ano de faculdade, no day-trade considere o seu dinheiro o seu paciente que precisa de uma cirurgia. Não vá esquecer uma tesoura lá dentro hein!

Continua em Como Comprar Meias