domingo, 30 de dezembro de 2007
sexta-feira, 28 de dezembro de 2007
Fim de Ano para o Mercado
Melhor investimento do ano, o Ibovespa encerrou 2007 valorizado em 43,65 por cento, aos 63.886 pontos, registrando a quinta alta anual consecutiva da bolsa brasileira, uma das mais rentáveis do mundo.
Com expressivo aumento de investidores, inclusive pessoas físicas, e um número recorde de aberturas de capital, a Bovespa ultrapassou 1 trilhão de reais em giro financeiro este ano e caminha para pelo menos manter esse ritmo em 2008, se nenhuma crise externa atrapalhar.
Inflação e PIB
De acordo com o Relatório de Inflação do quarto trimestre, o BC estima que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechará o ano com alta de 4,3 por cento, mesma variação esperada para o fechamento de 2008. A meta de inflação fixada pelo governo para 2007, 2008 e 2009 é de 4,5 por cento, com margem de variação de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.
As estimativas estão acima das projeções do relatório do terceiro trimestre, divulgado em setembro, quando a autoridade monetária calculava uma alta de 4 por cento para o IPCA em 2007 e de 4,2 por cento para 2008.
Mas no ano a moeda norte-americana, que encerrou cotada a 1,777 real, acumulou forte queda de 16,8 por cento, o dobro da desvalorização registrada em 2006, de 8,13 por cento. Em dezembro, o dólar recuou 0,95 por cento.
A Ptax (média ponderada diária do dólar) de fim de mês é usada na liquidação dos contratos futuros da BM&F e nos ajustes dos contratos de swap cambial reverso, realizados pelo Banco Central. No meio da sessão o BC voltou a realizar leilão de compra no mercado à vista, definindo a taxa de corte a 1,7660. Na véspera, a autoridade monetária havia deixado de atuar na compra de dólar no mercado pela primeira vez em quase três meses.
Estados Unidos
Mercado Imobiliário
A venda de casas novas registrou uma queda de 9 por cento, para uma taxa anual de 647 mil unidades em novembro, ante dado revisado para baixo em outubro de 711 mil unidades, informou o Departamento de Comércio.
Os dados sobre vendas desta sexta-feira sugerem que o mercado de imóveis novos pode ter espaço para novas quedas, já que os estoques de casas à venda subiram para 9,3 meses ante taxa de 8,8 meses em outubro. O preço médio de venda para uma casa nova no mês passado caiu para 239.100 dólares, ante 240.100 dólares no mesmo período do ano passado.
Europa
As ações européias fecharam em queda nesta sexta-feira, quebrando uma sequência de quatro altas consecutivas na última sessão completa do ano à medida que uma queda nas vendas de imóveis nos Estados Unidos e preocupações com o aperto do crédito abalaram os mercados.
O índice FTSEurofirst 300, que reúne as principais ações das empresas européias, caiu 0,2 por cento, para 1.506 pontos, após subir quase 2 por cento nas últimas quatro sessões.
Restando apenas uma meia sessão, na próxima segunda-feira, para o encerramento do ano, o índice europeu acumulou alta de 1,5 por cento em 2007, pior marca anual do índice desde 2002, quando ele caiu mais de 30 por cento. No ano passado, o índice registrou uma valorização de 16 por cento.
Ásia
As preocupações políticas fizeram os investidores desistirem do dólar para comprarem ienes.
A combinação dos dados fracos com notícias relacionadas à morte de Bhutto levaram o índice Nikkei, da bolsa de TÓQUIO, a fechar em queda de 1,65 por cento, em uma sessão curta que finalizou 2007. O indicador caiu mais de 11 por cento em 2007, a primeira queda anual em cinco anos. O desempenho caminha para ser o pior entre as principais bolsas de valores do mundo este ano.
Fonte: ReutersLB . Lucrando na Bolsa
Marcadores: Lauro Bonfim
Adeus 2007!!!
Daqui a pouco terminam os negócios no mercado. Na verdade, as bolsas podem até oscilar alguma coisa mas o volume - como já fora reduzido ontem - não deve ser nada representativo. Depois do almoço, então, a festa deve tomar conta de vez.
Nos tempos de pregão viva-voz as caras dos operadores refletiam isso! Hoje vamos nos contentar com os telefonemas e emails de saudação para um ano bom em 2008.
E não faltam motivos para comemorar: a Bolsa de São Paulo alcançou pela primeira vez a marca de 1 TRILHÃO de reais negociados em 2007. A Petrobras, mistura de empresa de vanguarda e esteio político, deu muitas alegrias aos seus investidores. Tivemos o lançamento da Bovespa Holding - a IPO do ano. A Vale mudou sua marca e estabeleceu-se como uma das maiores mineradoras do mundo. Seria melhor deixar este espaço aberto para que cada um escrevesse nos comentários o fato marcante deste ano que se encerra.
E para a virada, muita festa, champagne (a francesa mesmo!), uma ceia farta, amigos, família e tudo mais que o dinheiro conquistado com a valorização das ações não pode comprar. Isto nunca terá preço: a satisfação de um dever bem cumprido, a alegria, a saúde, a paz interior, a harmonia, o AMOR!!!
Desejo a todos os amigos, colaboradores, leitores, um reveillon de muita reflexão e dádivas, que tudo de bom seja ainda melhor em 2008!!! Afinal, a vida nos ensina a cada dia uma lição para nosso processo evolutivo como seres humanos. Que possamos melhorar também as condições de nosso planeta, do ar que respiramos, a água que precisamos, que as crianças tenham escola, os necessitados recebam assistência médica e a população possa se deslocar com mais segurança!
Em 2008 teremos muitas novidades!!! Boas Festas!!! ^v^
Seagull Trading
Marcadores: Marcio Relvas
Inflação do aluguel dobra e bate 7,75%
A alta de preços de alimentos fez o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) fechar o ano em 7,75%, mais que o dobro de 2006. O índice é muito usado para reajustar aluguéis.
Com alta de 1,76% em dezembro, o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), da Fundação Getulio Vargas (FGV), encerrou o ano com alta de 7,75%, a maior desde 2004. O resultado, mais que o dobro dos 3,83% de 2006, deve pressionar os reajustes de aluguéis, que têm no IGP-M o principal indexador, provocando intensas negociações entre inquilinos e proprietários em 2008. Os preços agrícolas, particularmente de alimentos, foram os grandes vilões do IGP-M no ano, tanto no atacado quanto no varejo.
Dos 7,75%, cinco pontos percentuais são da cadeia agroalimentar. Do Índice de Preços por Atacado (IPA), que compõe o IGP-M e fechou o ano com alta de 9,19%, soja, milho e bovinos responderam por 4,36 pontos percentuais. Da variação de 4,64% do Índice de Preços ao Consumidor (IPC), os alimentos responderam por 2,7 pontos percentuais. No IPA, enquanto os produtos agrícolas fecharam o ano com aumento médio de 24,22%, a alta dos produtos industriais foi de 4,24%. No IGP-M, a soja subiu 38,71% e o milho, 51,27%.
Marcadores: Arquivo Etc
BC VÊ INFLAÇÃO COMO RISCO MAIOR QUE CRISE INTERNACIONAL
Projeção de 4,3% para 2008 está dentro da meta, mas superaquecimento da demanda ameaça pressionar índices
O Banco Central alertou ontem que o superaquecimento da economia, impulsionada pelo crédito mais barato e comemorado pelos brasileiros neste Natal, está aumentando as incertezas sobre a evolução da inflação e constitui fator “tão ou mais importante” que as ameaças do cenário externo. As projeções para 2008, anunciadas ontem pelo diretor de Política Econômica do BC, Mário Mesquita, apontam para uma inflação de 4,3% no próximo ano, um décimo de ponto porcentual acima da previsão divulgada em setembro, mas dentro da meta de 4,5%.
As mudanças nas expectativas do mercado ainda são suaves, mas o Relatório de Inflação divulgado ontem sugere que as pressões inflacionárias decorrentes de fatores internos são maiores e menos localizadas do que se pensava anteriormente.
No setor de alimentos, por exemplo, os dados indicam uma “progressiva exaustão” dos efeitos da recente elevação dos preços sobre o restante da economia, mas, em contrapartida, estariam surgindo outros potenciais focos de preocupação, como o aumento dos preços dos serviços e outros impulsionados pelo aumento do consumo.
“A nossa avaliação é de que o balanço dos riscos de inflação se deteriorou”, afirma Mesquita. “O processo inflacionário nunca começa de forma uniforme, e nossa função é evitar que processos localizados se tornem generalizados.”
A estimativa do BC é que a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) feche este ano em 4,3% e o Produto Interno Bruto (PIB), com expansão real de 5,2%. Para o próximo ano, as projeções do BC indicam crescimento econômico de 4,5%, menor do que o esperado pela equipe do Ministério da Fazenda.
Marcadores: Arquivo Etc
Hugo Chávez, Evo Morales, Lula - Os três patetas e uma imagem que diz tudo.
País superou apenas Suriname, Guiana, Bolívia e Equador
Incluindo-se toda a América Latina e Caribe, Brasil é 17º
Considerando-se a atuação de 12 países da América do Sul, o Brasil registrará, em termos percentuais, apenas o quinto melhor desempenho econômico. Crescerão bem mais a Argentina (8,6%), a Venezuela (8,5%), o Peru (8,2%), o Uruguai (7,5%) e a Colômbia (7%). O Paraguai (5,5%) vai cravar um índice ligeiramente superior. E o Chile (5,3%) terá crescimento semelhante.
O PIB brasileiro ficará percentualmente acima apenas de Suriname (5%), Guiana (4,5%), Bolívia (4%) e Equador (2,7%). Os dados foram extraídos de um estudo divulgado neste mês de dezembro pela Cepal (Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe), entidade vinculada à ONU.
O documento (íntegra aqui, em espanhol) faz uma análise do desempenho econômico dos 34 países da América Latina e do Caribe. Nesse universo mais amplo, o Brasil ocupa a 17ª colocação. O que obteve melhor desempenho foi o Panamá (9,5%), mais bem-posto no ranking do que a Argentina (8,6%), segunda colocada; e a Venezuela (8,5%), na terceira posição.
Divulgado antes da manifestação oficial do Banco Central, o texto da Cepal estimara que o PIB brasileiro em 2007 havia crescido 5,3% -índice muito próximo dos 5,2% divulgados pelo BC. Entre os países de maior peso econômico da lista de 34 da Cepal, o Brasil vai superar apenas o México (crescimento de 3,3%), que em 2007, ficará equiparado ao Haiti (3,3%), um pouco acima da Nicarágua (3%) e do Equador (2,7%).
O estudo da Cepal anota que o “desempenho regional” só não será melhor em 2007 em função do “menor dinamismo do Brasil e do México, que representam cerca de dois terços do PIB” do continente. A despeito disso, a atual fase econômica da região, em crescimento contínuo desde 2003, só é comparável, diz o documento, aos “últimos anos da década de 70 e começo dos anos 80, período em que se registraram as maiores taxas de crescimento regionais.”
Para 2008, a Cepal é mais generosa com o Brasil do que o próprio Banco Central brasileiro. Prevê que o PIB brasileiro crescerá no próximo ano 5%, contra a estimativa de 4,5% divulgada pelo BC. A se confirmarem as previsões da Cepal, o Brasil ficará, de novo, acima do México (3,3% para 2008). Abaixo, porém, de países como Panamá (8,5%); Peru, Argentina e Uruguai, todos com 6,5%; e Venezuela (6%).
Segundo a análise da Cepal, a perspectiva de desempenho econômico do continente em 2008 está condicionada, “em grande medida, à evolução da economia mundial.” Anota que o “cenário mais provável é uma desaceleração da economia dos EUA e certa reativação posterior”.
Mas sustenta que “não se pode descartar uma recessão [nos EUA], que teria impactos maiores em nível mundial.” Nesta hipótese, anota o documento da Cepal, “caberia esperar uma ligeira desaceleração da economia mundial, que poderia afetar de maneira limitada as economias emergentes.” Algo que levaria a uma diminuição do ritmo de crescimento da América Latina e do Caribe, que cairia dos 5,6% de 2007 para 4,9%.
Ao se deter especificamente sobre a análise do quadro econômico do Brasil (leia aqui, em espanhol), os técnicos da Cepal acrescentam uma segunda condicionante à manutenção do ritmo atual de crescimento. Além “da evolução dos mercados financeiros internacionais”, o comportamento do PIB brasileiro dependerá “da oferta e do custo da energia.”
Fez-se, porém, uma ressalva: “Diferentemente do que ocorreu em outros períodos, a economia brasileira reduziu sua vulnerabilidade à evolução desfavorável da economia internacional.” Há, de resto, algo que a Cepal deixou de levar em conta: a taxa de crescimento do otimismo de Lula. Como disse o presidente em rede nacional de rádio e TV, o Brasil será, em 2008, "um canteiro de obras" (Josias de Souza)
Marcadores: Touro Louco
Mais de 1 trilhão em 2007
Volume financeiro movimentado na Bovespa no mercado a vista (ajustado pelo IPCA)
Ano - volume negociado (em R$)
2000 - 260 bilhões
2001 - 195 bilhões
2002 - 168 bilhões
2003 - 207 bilhões
2004 - 297 bilhões
2005 - 367 bilhões
2006 - 530,8 bilhões
2007* - 1,019 trilhão
* Até 26 de dezembro.
Fonte: Economática
Marcadores: Tobeca
Os EUA e a tragédia paquistanesa
Robert Fisk, correspondente no Oriente Médio do jornal The Guardian, o melhor da Inglaterra e um dos melhores do mundo, considerado o mais profundo conhecedor da política da região, sempre disse que o grande problema da Ásia não é o Iran e nem o Iraque, é o Paquistão.
O assassinato de Benazir Butto faz parte do contexto de ingovernabilidade nesse pais-potência nuclear.
Benazir era a maior aposta de Washington na região, sua volta foi patrocinada pelos EUA e Inglaterra, ela era a face moderna e ocidentalizada desse complicado País. A Casa Branca esperava de Benazir, em condomínio de poder com Musharaf, o esforço e a determinação para combater o fundamentalismo islâmico que tem no Paquistão sua matriz ideológica através das madrassas, escolas de religião que tem grande força política e influência no governo e nas forças armadas.. A consternação hoje em Washington é a maior desde o 11 de setembro. O The Guardian relata com precisão o abalo que a Casa Branca sofre vendo ruir todos os seus planos para o Paquistão.
Alguns leitores alegam que a CIA está por trás do homem bomba.
Nem o maior delírio de teoria conspiratória seria capaz de semelhante contra-senso. Pois se foram os americanos que bancaram a volta de Benazir para combater os fundamentalistas, que interesse teriam em matá-la? Até a conspiração exige certa lógica de objetivos e ai nesse quadro o objetivo maior da Casa Branca era manter Benazir viva e levá-la ao poder.
Agora a situação no Paquistão é imprevisível.
enviada por Luis Nassif
Marcadores: Luis Nassif
Previsões para 2008 - Mais previsões grafistas para o ano novo....
Análise técnica: Ibovespa pode ter mais um ano positivo em 2008
Cada vez mais próximo do fim, 2007 vai ser o quinto ano consecutivo em que o Ibovespa fecha em alta. O comportamento recente do índice, se por um lado anima, por outro, deixa no ar a possibilidade de o mercado assumir, a partir de agora, um movimento corretivo.
De uma forma geral, os analistas técnicos consultados pela InfoMoney fazem tal ressalva, mas, ao mesmo tempo, concordam que este não parece, ao menos por ora, ser o cenário com materialização mais provável. Todavia, embora seja esperado mais um ano de valorização para o índice, não há, exatamente, um consenso quanto à sua magnitude.
Volatilidade em 2008
Na opinião de Theodoro Fleury, da XP Investimentos, depois de uma alta de cerca de 700% nos últimos cinco anos, o Ibovespa já está chegando perto de objetivos de longo prazo importantes. O topo formado ao redor do patamar dos 66 mil pontos se tornou uma resistência relevante, cujo rompimento é imprescindível para que o índice siga em ritmo mais forte no ano que vem, reforça o analista.
Se conseguir passar pela barreira citada, o Ibovespa pode esticar o movimento de alta até a região dos 75 mil pontos. Mas, de acordo com Fleury, se o Ibovespa conseguir chegar até tal patamar, encontrará muita dificuldade para superar este nível.
Tanto que, dentro do contexto atual, Fleury prevê muita volatilidade para 2008, com a bolsa oscilando dentro de uma faixa larga de preços compreendida entre os 45.000 pontos, que é o suporte, e os 66.000 pontos, resistência (ou 75 mil pontos, se a barreira for superada).
Ibovespa aos 85 mil pontos?
Por sua vez, Rubens Góes, analista técnico da Ativa Corretora, projeta o Ibovespa aos 85 mil pontos no fechamento de 2008. O analista explica que os gráficos de longo prazo ainda revelam a existência de um padrão de alta e que este é o desdobramento mais provável.
Por outro lado, o cenário menos provável contempla a confirmação de algumas figuras gráficas observadas no gráfico mensal pela formação de um candle negativo em janeiro, o que indicaria uma reversão do movimento e o início de uma correção mais forte.
Neste caso, o Ibovespa teria como objetivo o patamar dos 45.000 pontos, suporte cuja perda abriria espaço para uma correção até a zona compreendida entre os 40.000 e os 41.000 .
Marcadores: Investmaniacos
Operando ações: sem psicologia das negociações é impossível obter sucesso
Grande parte dos investidores chega ao mercado de ações com planos já confeccionados, com poucas noções de psicologia das negociações e de gestão do dinheiro. A maioria depreda seu patrimônio e foge correndo. Outros, mais afortunados, continuam jogando, em busca de entretenimento.
Em seu livro Aprenda a Operar no Mercado de Ações, Alexander Elder, operador profissional e psiquiatra radicado nos Estados Unidos, defende que os operadores bem-sucedidos devem transpor várias barreias elevadas - e prosseguir na corrida de obstáculos. “Só ganha quem tem conhecimento e disciplina”, enfatiza.
Elder avalia que a intensidade do treinamento depende do emprego almejado. “Se você quiser ser faxineiro, uma hora de treinamento pode ser suficiente. Já se, por outro lado, você quiser realizar cirurgias, terá de aprender muito mais”.
Em relação à disciplina, o especialista completa que desenvolver, testar e seguir seu sistema de negociação é aprender a entrar e sair dos mercados em resposta a sinais predeterminados, em vez de saltar para dentro ou para fora ao sabor de impulsos.
Qual serão as metas e estratégias a serem usadas?
Por exemplo, você compra 500 ações da Petrobras. Embalado por boas notícias, os papéis sobem 10% em uma semana, proporcionado ganhos similares a sua remuneração salarial mensal. Qual sua reação? Será que vale a pena vender e realizar lucro? Ou será melhor comprar mais e aumentar as perspectivas de ganho?
Outro exemplo, você liga seu computador em uma bela tarde e vê que seus papéis perderam 4% de seu valor. Seu estômago dá um nó, você se inclina sobre a mesa e, dominado pela ansiedade, sente toda tensão do momento.
Duas perguntas importantes precisam ser respondidas: “qual é a minha meta de lucro?” e “como proteger meu capital?”. Ressaltando que o único motivo racional para se operar nos mercados é ganhar dinheiro, o experiente Elder conta que os operadores bem-sucedidos já sofreram duros golpes, mas aprenderam com seus erros e não voltaram a repeti-los.
Siga sempre o plano!
Em primeiro lugar, Elder ressalta que os perdedores adiam o reconhecimento das perdas. Já os vencedores aceitam os prejuízos ocasionais, os absorvem e seguem em frente. “Os operadores ruins compram a 35 e colam stop a 32. A ação chega a 33 e ele recua seu stop para 30. Esse é o erro fatal - transgrediu sua disciplina e violou seu próprio plano”.
A única forma de descobrir se suas operações estão sendo bem realizadas é manter bons registros, sobretudo um Diário de Operações e uma curva patrimonial. “Caso o ângulo de sua curva patrimonial incline para cima, com poucas guinadas para baixo, você estará em uma posição confortável. Caso contrário, estará fora de sintonia com o mercado e se sabotando”.
Por fim, Elder reitera que o bom operador assume total responsabilidade pelos resultados de todas as suas operações. “Você não pode culpar os outros por tirar seu dinheiro. Você precisa melhorar seus planos de operação e seus métodos de gestão do dinheiro. Isso levará tempo e exigirá muito estudo e disciplina”.
Marcadores: Marcello de Almeida
Retrospectiva 2007 e perspectivas 2008
O MUNDO
Em 2007: Começamos pelos Estados Unidos, afinal todos se lembram que a economia norte-americana passou por maus momentos em 2007. A crise do subprime balançou o mercado financeiro e levou grandes bancos e corporações a resultados pífios. As agências de risco tiveram, até certo ponto, sua imagem arranhada já que foram incapazes de prever os problemas de crédito. Empresas do ramo imobiliário tidas como excelentes instituições simplesmente sumiram do mapa.
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EURUSD|Gráfico 4 horas - Antecipação de sinal.
Neste post quero mostrar o que acontece quando há o rompimento de uma linha de tendência (vermelha) no indicador RDMM.
Note na figura que normalmente quando ocorre este rompimento ele já sinaliza que a LTB do gráfico (magenta) será também superada.
Este aviso veio na cotação 1,4440 – sinalizada no gráfico por uma linha vertical (azul). O rompimento da LTB do gráfico (magenta) foi confirmado em 1,4590; portanto 150 pips de antecipação.
Na pior das hipóteses poderíamos deixar nosso target da operação nesta LTB e ganhar até 150 pips em apenas um dia.
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Marcadores: Alberto Mengozzi
Pôquer e a Vida
Quanto a importância, os números são impressionantes. O pôquer está presente na televisão, sendo seus jogos transmitidos com câmeras que permitem ao espectador conhecer as cartas que estão no jogo. Mais do que isto, a audiência faz com que o jogo seja o terceiro esporte (?) mais visto na televisão a cabo dos Estados Unidos, após corrida de automóvel e football americano, mas na frente da NBA. A ESPN World Series teve mais de 1 milhão de espectadores. O número de jogadores, só nos Estados Unidos, está entre 80 a 100 milhões. E o pôquer tem atraído a atenção de celebridades (Ben Affleck, Toby Maguire etc). A sua importância é tamanha que dezenas de empresas patrocinam o jogo, mesmo considerando a questão moral de apoiar um jogo de cartas.
O segundo aspecto é mais complicado. O pôquer é bom ou ruim? A resposta desta questão passa por responder se o jogo é de sorte/azar ou é um jogo de probabilidade, onde o aspecto psicológico é importante. Ao contrário do xadrez, onde os jogadores possuem a informação completa e a psicologia teria um papel limitado (segundo a revista. Discordo), no pôquer a informação não é completa e o cálculo das chances e a possibilidade de blefe pode fazer diferença. Talvez esta visão do pôquer como um jogo de probabilidades seja aceitável pelo argumento de que os novatos dificilmente têm chances contra um jogador experiente (um novato é geralmente chamado de ATMs, uma referência aos terminais de caixa de bancos; em outras palavras, os novatos irão fatalmente perder numa partida contra um veterano).
Mesmo considerando que é um jogo matemático, é interessante incentivá-lo. Algumas pessoas opinaram que sim por várias razões: O jogo afasta o jovem de problemas maiores como o álcool; o jogo pode ser uma forma de melhorar a visão estratégica e as habilidades cognitivas, inibe a super-confiança (existente entre os analistas de mercado, por exemplo, mas não entre os jogadores), entre outros aspectos.
Três curiosidades: (1) Steven Levitt, economista co-autor de Freakonomics, está estudando o jogo, num projeto chamado de Pokernomics; (2) Nixon obteve fundos para sua primeira campanha eleitoral, numa mesa de pôquer; e (3) a internet e os livros provavelmente contribuiram para melhorar a curva de aprendizagem dos jogos (por isto a Annette, de 19 anos, tornou-se campeã)
Finanças Comportamentais
Marcadores: Cesar Tiburcio
Será o fim da bonança?
Então ficamos assim: 2007 saiu melhor que o esperado, mas em 2008 entramos em um mundo mais perigoso, aqui e lá fora.
Lá, a verdade é que ninguém sabe bem como vai se desenvolver a crise do crédito e, sobretudo, como as economias americana e global reagirão a ela.
Aqui, também não sabemos como serão os efeitos de uma eventual crise mundial. Também não sabemos como o governo Lula vai reagir à perda da CPMF, uma questão relevante. Mas sabemos que temos inflação no horizonte próximo.
Resumo antecipado da ópera: 2008 tanto pode ser bom, até um alívio, quanto pode ser um desastre.
(Esse é o tema de minha coluna de segunda no Estadão).
Marcadores: Carlos Alberto Sardenberg
Poder e suspeitas marcaram vida de Benazir
da Folha SP
Vista com simpatia no Ocidente, Benazir Bhutto, 54, era uma líder política desgastada, mas ainda muito significativa, em seu próprio país. Ela fora duas vezes eleita premiê e duas vezes derrubada em meio a escândalos de corrupção; até ontem, era novamente uma das favoritas nas eleições marcadas para 8 de janeiro.
Benazir nasceu em 21 de junho de 1953 em Karachi, numa família de políticos tradicionais no Paquistão - comparáveis, para o jornal britânico “Financial Times”, à dinastia Kennedy nos EUA. Seu pai, Zulfikar Ali Bhutto, um político nacionalista -”exibicionista e pró-democracia”, segundo o “New York Times”-, foi premiê do Paquistão entre 1973 e 1977.
O governo de Zulfikar Bhutto foi derrubado em 1977 por um golpe do general Mohammed Zia-ul-Haq. Dois anos depois, Zulfikar seria executado por ordem judicial. Antes da morte do pai, Benazir foi presa por motivos políticos. Libertada, seguiu para Londres, só retornando à terra natal em 1986, prometendo levar o Partido do Povo do Paquistão (PPP) de volta ao poder. Ela havia herdado a lealdade a seu pai dentro do partido, que ele fundou e ela veio a personificar.
Governo sob suspeita
Em 1988, aos 35 anos, ela cumpriu sua promessa. A paquistanesa educada em Harvard e Oxford após sair de um convento em Karachi encantou o Ocidente ao eleger-se a primeira mulher chefe de governo de uma nação muçulmana moderna. Substituía o ditador Zia-ul-Haq, morto em circunstâncias suspeitas em um acidente de avião.
Benazir levou o apoio de Washington e de Londres ao Paquistão. Mas seus dois governos -de 1988 a 1990 e de 1993 a 1996- foram dissolvidos por diferentes presidentes em meio a acusações de desvio de dinheiro. Ela enfrentou processos por corrupção não apenas no Paquistão mas também na Suíça (que a condenou em 2004 por lavagem de dinheiro), Espanha e Reino Unido.
Benazir sempre alegou inocência. Após a segunda queda, ela se impôs um auto-exílio de oito anos para escapar dos processos, enquanto seu marido, Asif Ali Zardari, 51 -conhecido como “Mr. 10%” no Paquistão-, cumpria sete anos de sentença. Com três filhos, o casal, que possuía casas em Dubai, Londres e Nova York, era suspeito de ter desviado US$ 1,5 bilhão.
Marcadores: Marco Bahé
Ibovespa 27/12/2007
Marcadores: Abaco
O assassinato de Benazir e a tragédia do Paquistão
A morte de Benazir Bhuto aumenta a tragédia do Paquistão. O evento dramático mostra que se aprofundaram as divisões internas do país. Além do mais, lá é onde está se reorganizando o grupo terrorista Al Qaeda.
Benazir era figura controversa, que nunca explicou completamente as denúncias de corrupção que envolveram seu governo. De qualquer maneira, era uma líder incontestável do país, foi eleita e reeleita democraticamente e tinha a maioria das intenções de voto nas últimas pesquisas. Provavelmente voltaria ao poder. Foi também a primeira mulher a ser eleita presidente de um país islâmico, quando tinha apenas 34 anos.
O fato mostra também, mais uma vez, o erro da política externa americana de concentrar sua estratégia no Paquistão no apoio ao atual ditador Pervez Musharaff. Ele, claramente, tem sido incapaz de deter o aumento do extremismo e das divisões internas do país.
Recentemente, o Paquistão foi considerado o país mais perigoso do mundo pela revista "Neewsweek". Não se pode negar que essa classificação, por mais arbitrária que seja, tem pontos de verdade.
Em artigo, Benazir criticava postura internacional
Para quem lê em francês, o Le Monde republicou um artigo de Benazir Bhutto, de setembro deste ano. No texto, a ex-primeira-ministra do Paquistão defende que seu país estava num momento-chave de transformação, precisando se afastar de dias de terrorismo e extremismo. Benazir Bhutto chamava a atenção para o fato de que os extremistas religiosos, quando em eleições, conseguiram, no máximo, 11% dos votos. Ela também comenta o golpe militar de 1999 e afirma que "o general Musharraf continua se beneficiando do apoio da comunidade internacional e das forças armadas paquistanesas. Esse apoio não pode passar por cima da vontade da população, que se encontra privada de seus direitos e sem esperança".
O artigo pode ser lido aqui.
Mais em Miriam Leitão.com
Marcadores: Míriam Leitão
BOVESPA ENGATA MARCHA A RÉ
A BOVESPA abriu em alta, mas não resistiu à pressão vendedora e cedeu, fechando com perda de 0,89% em 63.713 pontos. Parece que os investidores não gostaram do presente de Natal, e voltaram às lojas para trocar por outra coisa.
Se amanhã lá fora cair, teremos sinais de venda que irão se refletir por aqui.
PREPARAR! APONTAR!
Pânico em Wall Street
O assassinato da ex-ministra do Paquistão Benazir Bhutto, trouxe inquietação aos mercados, pois este incidente lamentável, contribuiu para aumentar a tensão no Oriente médio. Em função disto, os preços do petróleo fecharam em alta, trazendo medo aos investidores americanos.
No gráfico vemos que ocorreu um sinal de reversão, conhecido como Chave de Reversão (assinalado em azul). Sinais de venda não ocorreram no indicador e no oscilador, mas se os mercados caírem amanhã, certamente aparecerão. Preparar vendas.
Veja os gráficos em BOLSA HOJE
Marcadores: Humberto dos Santos
Barômetro Financeiro
Marcadores: Marco Aurélio Rossi
Final feliz da Bovespa depende em boa parte de NY não atrapalhar
... Antes de pular as sete ondas, o pedido que muita gente reserva para hoje, no último pregão doméstico do ano, é que NY desta vez não atrapalhe e abra alas para um grand finale da BOVESPA. De qualquer maneira, ainda que não venha o rali tão desejado, a verdade é que a bolsa rendeu muitas alegrias durante quase o ano todo e, até aqui, resistiu bem à crise lá de fora. É por essas e outras que, ainda que já se antecipe um começo difícil de ano, com uma nova temporada de balanços das companhias mais vulneráveis ao SUBPRIME, as expectativas para 2008 continuam as melhores possíveis.
... Nem mesmo a perspectiva de que a SELIC não volte a cair tão cedo desencoraja o otimismo. Entre a maioria das instituições financeiras ouvidas pela jornalista Sueli Campo (AE), a projeção é de que a bolsa termine 2008 entre 75 mil e 80 mil pontos. No médio prazo, o que poderia dar uma injeção e tanto de ânimo seria a conquista do INVESTMENT GRADE, que continua nos planos. Nesta quinta-feira, o secretário-adjunto do TESOURO, Paulo VALLE, disse que o Brasil pode chegar lá ainda no primeiro trimestre de 2008.
... A favor disso, tem o compromisso do governo com a meta de superávit fiscal de 3,80% do PIB, mesmo com o fim da CPMF, além da promessa de cumprimento das metas de INFLAÇÃO. Nesta quinta-feira, alguns operadores consultados por Silvana Rocha (AE) levantaram a suspeita de que o BC já possa estar operando no câmbio para conter as pressões inflacionárias, depois de não ter chamado leilão de compra no mercado à vista.
... Pode ainda ter preferido ficar de fora do mercado para não atrapalhar a disputa entre “comprados” e “vendidos” no mercado futuro para a formação da PTAX hoje. A taxa será usada no dia 2 (próxima quarta-feira) para a liquidação do dólar para janeiro e também para os ajustes do vencimento de US$ 1,472 bilhão em contratos de SWAP CAMBIAL REVERSO, que foram rolados integralmente pelo BC na semana passada.
... Mais do que o câmbio, porém, fica hoje o suspense para o comportamento de NY, que pode definir tudo por aqui. Além do risco de o SUBPRIME continuar atuando como fonte inesgotável de más notícias, também a agenda de indicadores dos EUA pode oferecer perigo hoje, se, de repente, os dados decepcionam. Na hora do almoço, às 13h, saem as VENDAS DE IMÓVEIS residenciais novos em novembro, com previsão de queda de 1,79%. Pouco antes (12h45), a Associação dos Gerentes de Compras de Chicago divulga a atividade industrial, que deve cair para 52 em dezembro. O componente do preços pagos deve recuar para 74, novas encomendas, para 51,5, e emprego, para 52.
AQUI, o destaque da agenda é o resultado de novembro do SETOR PÚBLICO consolidado, que inclui, além do Governo Central (BC, Tesouro e INSS), também os Estados, municípios e estatais federais. O número sai às 10h30 e deve vir entre R$ 6,8 bilhões e R$ 11,5 bilhões (mediana em US$ 8,65 bilhões), segundo pesquisa do AE-Projeções. Ainda que venha no teto, ficará abaixo de outubro (R$ 15,3 bilhões).
Final feliz?
... O mercado financeiro doméstico chega ao último pregão de 2007 repetindo os momentos de cautela que têm se mostrado recorrentes durante o segundo semestre, depois do agravamento da crise do SUBPRIME nos EUA. Nada do que aconteceu ontem ajudou a dissipar as nuvens que vêm embaçado o horizonte de negócios, a despeito de um ano positivo no front doméstico. Mas a torcida segue forte por um desfecho positivo hoje.
... Atingida pelo comportamento internacional negativo, a BOVESPA fechou o pregão desta quinta-feira em queda de 0,80%, com 63.774 pontos. Agora que perdeu a marca dos 64 mil pontos, operadores no Broadcast comentaram que o próximo suporte técnico possa estar nos 63.200 pontos. Isso, se cair hoje. Ontem, os investidores não conseguiram declarar independência de NY, mas mesmo com o impacto de alta dos preços do petróleo (abaixo), as ações preferenciais da PETROBRAS chegaram ao final do pregão em queda de 1,10%, realizando lucro. Já as ações preferenciais da VALE, que também estiveram entre as que mais pressionaram o IBOVESPA ontem, perderam 2,02%.
... Além de WALL STREET ter atrapalhado, por aqui, os temores continuaram recaindo sobre a inflação. Um dos eventos mais esperados da semana, o Relatório Trimestral do BC, numa primeira leitura, até foi bem recebido pelos investidores. Afinal, não era novidade para ninguém que o documento poderia reprisar o tom duro da última ata do COPOM. O que o mercado não esperava era ver toda essa preocupação com a inflação exacerbada pelas palavras do diretor de Política Econômica do BC, Mario MESQUITA.
... Disse ele que o balanço de riscos para inflação se deteriorou de setembro para dezembro e que há sinais de estreitamento da margem de ociosidade da economia, o que traz riscos de elevação dos preços, porque aumenta a chance de as pressões localizadas se generalizarem. MESQUITA ressaltou ainda que a surpresa da alta de inflação no final de 2007 afetou as expectativas e que os riscos do cenário interno, como o aquecimento da demanda e as restrições ao crescimento provocadas pela incapacidade do setor produtivo de atender a esse consumo, são “tão ou mais importantes” do que os do cenário externo.
... Também chamou a atenção do mercado o fato de ele ter dito que a forte PRODUÇÃO INDUSTRIAL de outubro refletiu as condições monetárias de alguns trimestres anteriores e de ter ressaltado que o BC sempre tem que atuar de forma preventiva. Ficou a sensação de que podem estar certas as especulações de que a estabilidade da SELIC deve durar mais do que se esperava inicialmente. E olha que também não é difícil de aumentarem as apostas de que o viés para a trajetória do juro a partir de agora é de alta.
... Até porque, o BC elevou de 4,7% para 5,2% as projeções para o PIB em 2007 e estimou um crescimento de 4,5% para o ano que vem. Do lado da inflação, o Relatório não surpreendeu, ao ajustar para cima (de 4% para 4,3%) as projeções do IPCA deste ano. Para 2008, a taxa subiu de 4,2% para 4,3%, ficando mais próxima do centro da meta, fixado em 4,5%. Em 2009, o BC espera ver uma inflação de 4,2%.
... Confirmando o cenário de maior pressão inflacionária, ainda nesta quinta-feira, o IGP-M de dezembro (+1,76%) veio perto do teto das estimativas dos economistas do mercado (+1,80%). A taxa anual ficou em 7,75%, muito acima do acumulado de 2006 (+3,83%).
... O desconforto com a inflação afetou, principalmente, o comportamento das taxas mais longas dos DIs, que depois de recuarem na abertura, chegaram ao final do dia em alta. O contrato para janeiro de 2009 projetou 12,08% (de 12,13%) e o 2010 subiu para 12,87% (de 12,79%). Já o mais curto, janeiro de 2008, fechou estável, em 11,11%.
... Nos negócios com DÓLAR, o mercado ameaçou reagir em alta aos indicadores fracos da economia norte-americana, mas a ausência do BC nas mesas de operações falou mais alto. A falta do habitual leilão diário de compra de dólares no mercado à vista garantiu a queda das cotações da moeda norte-americana, que encerrou a sessão de ontem valendo R$ 1,761 (-0,62%). Nos contratos futuros, a liquidez foi expressiva, com os investidores já se preparando e antecipando a briga da PTAX.
Muito atrapalha quem não ajuda
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quinta-feira, 27 de dezembro de 2007
Mercado renega a política, mas milita
Por Maria Inês Nassif, em "O Valor" de hoje
Foi preciso uma grande crise política, a do mensalão, em 2005, para que o governo de um partido à esquerda do espectro político fugisse da timidez de contrariar o modelito da racionalidade imposto principalmente nos governos FHC. Não foi apenas timidez, aliás: no primeiro mandato, a opção de Lula foi mexer o menos possível num país que estava na corda bamba, frágil o suficiente para quebrar ao primeiro movimento especulativo. A promessa de "manter os contratos" feita pela Carta ao Povo Brasileiro, aprovada pelo PT antes das eleições de 2002, era um pacote que incluía manter a Lei de Responsabilidade Fiscal, a independência do Banco Central - senão de direito, ao menos de fato -, o câmbio flutuante (sem interferência sequer da autoridade monetária independente) e um vigoroso superávit fiscal. O primeiro ministro da Fazenda, Antonio Palocci, tomou a ferro e fogo e gostou da fórmula. Foi dando certo. E foi ficando.
A crise política lembrou ao governo e ao PT que nem a autonomia burocrática de parte da máquina governamental, destinada a manter pressupostos exigidos pelo mercado, é inocente. Ela é complementar à ideologia que nega a legitimidade das decisões de um governo eleito (e a negação foi orquestrada pelos próprios eleitos na última década). E, no limite, essa ideologia, é essencialmente antidemocrática.
No livro "Tudo à venda" (1996), o norte-americano Robert Kuttner, ao analisar a perturbadora adesão - inclusive de presidentes democratas dos EUA - ao pré-conceito de que quanto mais governo, pior, aglutina num único bloco de pensamento antidemocrático a teoria da Escolha Pública e a da Escolha Racional (e trata ambas por Escolha Pública). Elas são uma transposição radical do liberalismo econômico para o mundo da política e são quase totalmente montadas em torno de silogismos que decorrem da crença incondicional de que o mercado tem o dom de corrigir suas próprias falhas - e por isso dificilmente falha. Ao historiar a construção dessas teorias, Kuttner acaba expondo o tamanho da armadilha política em que caíram os países e governos que assumiram acriticamente o neoliberalismo como verdade indiscutível, como "racionalidade".
A primeira premissa da Escolha Pública é a de que as mesmas razões que tornam o mercado virtuoso desqualificam a política. Se o homem maximiza o comportamento auto-interessado na economia, faz o mesmo na política. A escolha democrática é mais imperfeita do que o consumo: o mesmo cidadão que se informa e compra no mercado o melhor, tem informações imperfeitas para escolher os seus representantes - o eleitor médio é, em princípio, incapaz de separar o bom político do ruim. Nem eleitores, nem políticos, aliás, estariam interessados no bem comum, já que a lógica é que cada um defenda o seu próprio interesse. Se a concorrência, na economia, regula o mercado, é ela que corrompe a política.
Como os políticos são movidos por interesses próprios, o processo legislativo tem grandes possibilidades de não expressar o que de fato a maioria quer, assim como tem pouquíssimas chances de ter racionalidade, segundo a Escolha Pública. Assim, os tribunais não apenas têm legitimidade para desautorizar legisladores, como devem fazê-lo. Num regime democrático, convivem a conveniente liberdade do mercado e a inconveniente submissão do cidadão (e do mercado) a um governo das maiorias, que por esta ótica nada mais é do que a soma de interesses individuais inconfessáveis, difusos e pouco inteligentes.
A generalização feita acima pode parecer grosseira, mas ilustra o tanto que o país foi contaminado pelo preconceito com a política, que veio embutido no período de hegemonia absoluta do neoliberalismo econômico. Os dois governos de FHC nada mais foram do que a expressão máxima desse pensamento: a maioria governista foi amplamente utilizada para neutralizar o seu papel e o do governo na área econômica - o Legislativo era "menos pior" porque cumpria o papel de retirar a política da cena econômica. As chamadas reformas estruturais foram, na verdade, a desconstitucionalização do poder de regular do Estado. O primeiro mandato de Lula seguiu na mesma linha, embora sem maiorias. No último ano, a revelação foi a de que, independente do grau de adesão à máxima de que, quanto menos Estado, melhor, o mercado também tem as suas preferências políticas e partidárias. O mercado renega a política, mas milita na política durante todo o tempo.
O fim da lua-de-mel com os mercados e com as elites econômicas trouxe de volta a política à democracia brasileira - a política transparente, sem disfarces. Com todos os seus defeitos: os partidos são frágeis; as eleições são movidas a interesses privados, já que dependem de altos financiamentos que vêm de grupos com poder econômico; existem obstruções sérias de representação de setores sociais. Mas essa é a política que temos - e dela o país deve partir para construir uma sólida democracia, amadurecer seus partidos e desenvolver mecanismos que dêem eficiência à representação política.
A democracia, por mais imperfeita que seja, é mais sábia do que o mercado.
Publicada em Luis Nassif Online
Marcadores: Luis Nassif
Que o petróleo não embote nosso cérebro!
Esse é o título da minha coluna em Época que começa assim: "A recente descoberta do potencial do campo petrolífero chamado Tupi e a possibilidade de que isso possa dar qualificação ao Brasil para fazer parte da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) deixaram muita gente entusiasmada. A mim, não. Por quê? Basta olhar a lista dos dez primeiros integrantes da Opep: Arábia Saudita, Irã, Iraque, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Venezuela, Rússia, Líbia, Nigéria e Casaquistão". O restante você pode ler na própria revista ou clicando aqui
Ricardo Neves - Negócios e Organizações
Marcadores: Ricardo Neves
RETROSPECTIVA 2007
Bom, final de ano, época de festas e de desejar aos amigos e familiares tudo aquilo que vem escrito naqueles cartões de natal pré-fabricados e correntes de e-mails repassadas e repassadas.Final do ano é época também de retrospectiva 2007, afinal este não foi um ano como outro qualquer... este ano foi um ano pra lá de especial. Foi ano em que você, junto conosco, tomou uma das decisões mais importantes da sua vida: Quero Ficar Rico!
E quando falo em ficar rico, entenda-se financeiramente independente!(...) rico
de dinheiro mesmo (...).
25 de Abril, 2007
Assim demos início ao blog QueroFicarRico, com a proposta de criar um canal de troca de informações e pesquisas sobre métodos e práticas eficientes e eficazes para tornar as pessoas ricas – financeiramente.
A criação do blog coincidiu logo com um dos momentos mais importantes para o mercado financeiro brasileiro: a bolsa de valores de São Paulo batia um recorde histórico atingindo a barreira psicológica dos 50.000 pontos! Naquele momento, ninguém imaginava que ainda este ano ela voltaria a quebrar o próprio recorde por mais 45vezes neste ano...
De lá pra cá discutimos diversos assuntos úteis e inúteis baseados principalmente nos três pilares da educação financeira: economizar, poupar e investir! Coisas que estão presentes no nosso dia-a-dia, aventuras e até coisas para se pensar depois da morte!
Dentre os assuntos, no início tiveram destaque as redes de marketing multinível e as armadilhas e oportunidades das propostas fáceis da Internet (Junho). Logo depois, recebemos alguns e-mails e vimos que o nosso público estava sedento de curiosidade para que nós ajudássemos a traduzir os complexos termos do economicês para linguagem do povão... E assim o fizemos! Falamos de SELIC, Bovespa, Fundos de Renda Fixa, Agronegócio, Responsabilidade Social, Tesouro Direto, Bolsas Mundiais, Imóveis, Imposto de Renda, Franquias e Dividendos além de um panorama geral de investimentos, tarifas bancárias e diversas outras coisas que fazem parte do bê-a-bá do (novo) investidor, que quer encontrar o melhor caminho para conquistar o seu primeiro milhão.
Este ano tivemos acontecimentos importantes, dos quais fizemos a cobertura completa, como a crise imobiliária dos EUA e da novela da CPMF, do início ao fim. Ainda acompanhamos os maiores IPOs da história do Brasil, entre ele os da Bovespa da BM&F, além de outros, como o do Banco do Brasil. Este ano ainda aconteceu a aquisição do Banco Real pelo Santander (inclusive “Bancos” foi um assunto bastante falado esse ano) e a briga de gigantes travada entre a Petrobrás e a Vale para ver quem é a maior empresa do Brasil, enquanto a Petrochina tornava-se a empresa de capital aberto mais valiosa do mundo!
O sucesso do blog foi percebido através do reconhecimento da nossa Planilha de Projeção Financeira, publicada em Maio, a parceria firmada com o JC Online para a produção da coluna “Educação Financeira” em Agosto e a publicação da Calculadora Financeira, em Outubro.
Acima de tudo, falamos de ações, ações, ações, ações, ações, ações, ações, ações, ações e ações! E é lógico, com a consciência de que isso não é uma coisa simples, discutimos também os riscos, erros comuns, e os principais pecados (do mercado de) capitais cometidos por investidores. Acima de tudo, buscamos sempre suprir nossos leitores de informação para combater o medo e a insegurança de tratar o seu dinheiro como um ativo de verdade. O planejamento financeiro esteve sempre presente também.
Entre os assuntos menos técnicos, trouxemos diversas metáforas sobre educação financeira e chegamos até a discutir traços de personalidade de investidores, além de, como não poderia faltar, elas: as fofocas!
Assim encerramos o ano. O resultado disto tudo? Um ano de aprendizados constantes, estabelecimento de novas amizades, parcerias e felizes interações com vocês, nossos leitores – que sem dúvida fizeram este negócio acontecer! Além dos nossos agradecimentos, fica também a certeza de que 2008 também será uma ano cheio de conteúdo, novidades e investimentos rentáveis... Afinal, é pra isso que estamos aqui, não é mesmo?
Feliz ano novo!
Marcadores: Rafael Seabra
John B. Taylor! John B. Taylor! Eu já falei: John B. Taylor?
Since the mid-1980s, monetary policy has contributed to a great moderation of the housing cycle by responding more proactively to inflation and thereby reducing the boom bust cycle. However, during the period from 2002 to 2005, the short term interest rate path deviated significantly from what this two decade experience would suggest is appropriate. A counterfactual simulation with a simple model of the housing market shows that this deviation may have been a cause of the boom and bust in housing starts and inflation in the last two years. Moreover, a significant time series correlation between housing price inflation and delinquency rates suggests that the poor credit assessments on subprime mortgages may also have been caused by this deviation. Leia a íntegra aqui
Rabiscos Econômicos
Marcadores: Guilherme Stein
Shoppings têm aumento de 12% nas vendas, maior alta em dez anos.

As vendas do Natal deste ano tiveram o melhor resultado dos dez últimos para os lojistas atuantes em shoppings centers, com aumento de 10% a 12% em relação ao mesmo período do ano anterior. A estimativa é da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), que revelou o resultado das vendas nesta quarta-feira (26), em coletiva de imprensa na sede da entidade.
Segundo o presidente da Alshop, Nabil Sahyoun, o aumento do poder de consumo das classes de menor renda foi o principal responsável pelo bom desempenho do setor. "Fala-se na inclusão de até 2 milhões de novos consumidores nos shoppings ao longo deste ano", explicou. Sahyoun atribui o avanço à facilidade de crédito, ao aumento de emprego formal e ao crescimento de renda real, fatores que possibilitaram às classes mais baixas compras mais fartas neste Natal.
"O crescimento dos cartões de crédito também foi algo assustador", comentou Sahyoun. Ele destacou a maior possibilidade de parcelamento como importante contribuição dos cartões às vendas recordes do comércio. As vendas reais nos shopings brasileiros devem atingir R$ 66,91 bilhões em 2007, considerando cerca de 3.500 novas lojas abertas ao longo do ano.
Alicia González
alicia@enfoque.com.br
Marcadores: Sergio Luiz Valle
BC subestima risco inflacionário
O que parece bem mais provável do que está no relatório de inflação do Banco Central é que a incerteza da economia mundial aumentou muito nos cenários do ano que vem. Os riscos de desaceleração americana cresceram e é difícil prever o impacto disso sobre outros países, pelas mudanças que aconteceram nos últimos anos na estrutura da economia mundial, com muito mais peso das grandes economias emergentes.
Leia mais em Miriam Leitão.com
Marcadores: Míriam Leitão
O dilema americano
Agora, com a crise do “subprime”, tornaram-se “salvadores” de bancos americanos. Esse dilema está bem claro no artigo “Acabou o dinheiro fácil”, de Charles Wyplosz, publicado no “Valor” de hoje.
enviada por Luis Nassif
Marcadores: Luis Nassif
Ibovespa e as suas Jóias
Mas como tudo depende de um contexto globalizado, mesmo com as tentativas de descolamento do Ibovespa (que também está congestionado perto de seu TH), o Brasil ainda é refém da economia mundial e do fluxo de capital estrangeiro ingressando em nossa bolsa de valores. Não bastasse isso, as empresas em questão também possuem ADRs negociadas em Wall Street, o que ainda acrescenta o fator cambial às suas cotações.
Portanto, devemos estar sempre atentos ao comportamento dos demais mercados e cientes de que mesmo as blue chips não são imunes a correções mais acentuadas que possam vir a ocorrer em períodos de maior incerteza, onde prevalece a volatilidade.
Acompanhar a grande valorização contábil que experimentamos nos últimos anos é algo bastante satisfatório, mas havendo liquidez (o que exclui as aplicações envolvendo o dinheiro do FGTS) é sempre possível realizar o lucro e, eventualmente, recomprar os papéis por cotações mais baixas, diminuindo os custos de aquisição em cada ativo. Aqueles que não pretendem se desfazer da carteira ainda podem lançar mão dos derivativos como forma de proteção, mas nada é tão eficiente como estabelecer "stop gains" para apropriar os ganhos conquistados.
O Ano Novo está aí, e com a virada, logo em janeiro, podemos ter muitas novidades. Boas ou más, o importante é estarmos preparados! ^v^
Marcadores: Marcio Relvas
Boas Festas?
Marisa Gabbardo
Impulsionadas pela mídia, milhares de pessoas caminham freneticamente pelas ruas, entrando e saindo de lojas em busca dos presentes de final de ano. Natal, amigo secreto, regalos pelo longo ano vencido... Entra dezembro e é sempre a mesma coisa, nossa sociedade se transforma num verdadeiro templo coletivo de consumo.
Inebriadas pelo impulso de dar e dar-se presentes, as pessoas deixam-se envolver pela egrégora natalina e consomem, consomem, consomem... Muitas vezes além das possibilidades, além do que deveriam ou poderiam consumir.
Continua em Educação Financeira
Marcadores: Alvaro Modernell
ANO NOVO IMPOSTOS NOVOS
Marcadores: Humberto dos Santos
É uma boa hora para sair da bolsa 1/2
O ano de 2007 está acabando para os investidores. Amanhã, sexta-feira, dia 28 de dezembro, será o último dia em que o mercado funcionará no ano; depois, só em 2008. Na prática, a mudança do ano é uma mera convenção, pois as coisas não mudam apenas porque a Terra completou mais uma volta em torno do Sol. Mesmo assim, nessas horas em que (atentados à parte) as notícias escasseiam, é hora de pensar um pouco no ano que está se encerrando e no que nos espera no próximo período gregoriano de 12 meses.
Não tenha dúvidas de que 2007 vai deixar muita, mas muita saudade. No momento em que escrevo, o Índice Bovespa está em baixa de 0,8% a 63 800 pontos. Confirmando-se esse fechamento, o principal indicador do mercado acionário brasileiro vai fechar o ano com uma valorização expressiva de 43%, em comparação com os 11,9% de juros médios em 2007.
Traduzindo, quem ficou na Bolsa e atravessou os solavancos de fevereiro, de agosto, de novembro e de dezembro ganhou quase quatro vezes mais do que se tivesse ficado na renda fixa. Claro que essa conta é simplista, não considera os momentos de quem comprou e vendeu ações ao longo do ano, mas vale o raciocínio.
Para 2008, há vários indicadores e sinais que mostram que as ações não deverão ter um comportamento tão positivo quanto em 2007. A saber:
- a economia americana vai amargar um período difícil. Além da crise provocada pelo estouro da bolha de financiamento imobiliário, os perdulários consumidores americanos terão de enfrentar um período de cotações do petróleo em alta, pressionando os preços da energia, dos combustíveis dos ineficientes veículos que dirigem e dos alimentos (que têm de ser transportados). Por isso, o prognóstico dos especialistas é de que os juros por lá permaneçam razoavelmente elevados, ao redor de 4,25% ao ano. Nesse patamar, não haverá muita folga para grandes investimentos em ações e em países emergentes como o Brasil. Não nos esqueçamos de que os Estados Unidos continuam vivendo alegremente de dinheiro emprestado, receita infalível para ter problemas.
- as perspectivas para Europa e Ásia são menos brilhantes. Devido aos problemas da economia americana, europeus, japoneses e chineses vão vender menos. Embora suas economias estejam menos desequilibradas que a americana, a diminuição das encomendas piora o humor de todos. Menos incentivo a investir fora dos países de origem, portanto.
- finalmente, a situação brasileira não é mais tão tranquila.
Leia a segunda parte (2/2) deste artigo no Blog do Investidor
Marcadores: Cláudio Gradilone
Novo salário mínimo deve ser de R$ 408,90
da Agência Brasil
O salário mínimo deve passar, a partir de abril, dos atuais R$ 380,00 para R$ 408,90, segundo informou hoje (26) o deputado José Pimentel (PT-CE), relator-geral do Orçamento Geral da União para 2008, em entrevista por telefone à Agência Brasil. O valor inicial, previsto na proposta orçamentária do governo federal, enviada em agosto passado ao Congresso Nacional, era de R$ 407,33.
O mínimo de R$ 408,90 foi estabelecido na segunda reestimativa orçamentária, feita já pela Comissão Mista de Orçamento (CMO), diante dos dados que confirmaram um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 4,9% para 5,4%. Esse crescimento gerou um adicional de receita para o governo de R$ 8 bilhões, suficientes, segundo Pimentel, “para cobrir o aumento do salário mínimo”.
Marcadores: Marco Bahé
CESP3 - Cia Energética de SP
Mas olhando o gráfico da CESP3, observamos que ela havia fechado o pregão de sexta-feira no alto de sua congestão, para abrir ontem em GAP sem, entretanto, ter atingido seu objetivo de alta segundo os números de Fibonacci. Hoje, logo na abertura puxaram as cotações até lá (R$39) para em seguida iniciarem o movimento corretivo de realização. A pergunta que fica é a seguinte: o papel vai retomar forças para romper seu topo, ou ainda vem fechar o gap que deixou?
As notícias é que vão direcionar o mercado. Quem já detinha o papel, e colocou o lucro no bolso nesta puxada teve uma sábia decisão!
Veja em Seagull Trading as matérias mais recentes nos comentários
Abs ^v^
Marcadores: Marcio Relvas
Bancos lucram alto com Selic baixa
Os sucessivos cortes na taxa básica de juros (Selic), promovidos desde setembro de 2005 pelo Banco Central, finalmente tiveram algum efeito prático no bolso do consumidor. A celebração da estabilidade econômica, refletida na Selic, fez com que a taxa de juros média cobrada pelos bancos para a pessoa física atingisse, em novembro, o menor patamar desde julho de 1994: 44,8% ao ano, o que representa queda de um ponto percentual em relação a outubro e 8,8 pontos percentuais em um ano.
Na ponta do lápis, contudo, fica evidente que as instituições financeiras não repassaram integralmente para os clientes a benesse concedida pelo governo. Entre setembro de 2005 e novembro de 2007, a Selic caiu 43,04% (de 19,75% para 11,25% ao ano), enquanto, no mesmo período, a taxa de juros média cobrada pelos bancos para pessoas físicas apresentou redução de módicos 7,1% (de 141,12% para 131,10% ao ano).
Marcadores: Arquivo Etc
Receita da Cesp saltará em 2013
A Cia. Energética do Estado de São Paulo (Cesp), com privatização prevista para o primeiro trimestre de 2008, está longe de ser um ativo qualquer do setor elétrico. Um verdadeiro mico alguns anos atrás, quando estava afundada em dívidas, a empresa foi saneada e tem capacidade para gerar sozinha mais energia do que as duas hidrelétricas projetadas para o rio Madeira. As seis usinas da Cesp têm capacidade instalada de 7,46 mil megawatts (MW). As hidrelétricas de Santo Antônio, recém licitada, e Jirau, terão 6,45 mil megawatts.
Depois que o Conselho Diretor do Programa Estadual de Desestatização (PED) aprovou na sexta-feira a privatização da empresa, dissipando dúvidas que ainda existiam sobre os reais planos do governo paulista, analistas e investidores voltaram de vez sua atenção para o potencial da companhia num cenário futuro de escassez de energia. Ontem, as ações da empresa dispararam. Os papéis PNB (mais líquidos) subiram 15,21% e as ações ON tiveram forte valorização de 26,62%, à medida que os investidores ajustavam os preços de acordo com a expectativa de preço mínimo no leilão.
Além da sua enorme capacidade de geração - quarta maior do país em potência instalada e terceira em energia produzida -, um ponto em especial passou a chamar a atenção do mercado financeiro. A empresa já contratou a venda de toda a energia que produzirá até 2012. Mas o que poderia ser considerado um fator de segurança, limita o seu faturamento.
Marcadores: Arquivo Etc
PETR4 - Petrobras PN
A descoberta da maior jazida de petróleo do Brasil, anunciada pela Petrobras, fez com que o valor de mercado da companhia se multiplicasse com a possibilidade de haver outras reservas de óleo leve na mesma região.O mercado se animou com a notícia de que o megacampo de extração localizado na área de Tupi, na Bacia de Santos, vai fazer saltar em mais de 50% as reservas de petróleo brasileiras, permitindo ao país se tornar exportador da commodity numa época em que a falta do produto é motivo de preocupação mundial. O fato provocou alta expressiva nos papéis da Petrobras.
Agora, o mercado deve começar a analisar com mais calma as informações referentes ao megacampo. Especialistas ouvidos pelo americano The Wall Street Journal (WSJ) sugerem cautela, pois "as estimativas iniciais do tamanho de um campo não são confiáveis". Mas, de qualquer forma, o assunto é visto de forma muito otimista pelo mercado. O analista Roger Diwan, sócio-diretor da consultoria PFC Energy, disse que ao WSJ que a descoberta indica que pode haver mais petróleo em águas ultraprofundas no mundo. "Não vai ser apenas uma descoberta isolada", afirmou Diwan. "Pode existir mais petróleo nesses lugares do que as pessoas pensavam." Pelas suas previsões, um campo da envergadura do Tupi poderia chegar a uma produção diária de 500 mil barris de petróleo.
Marcadores: Lauro Bonfim
Conformidade
Talvez uma outra justificativa esteja na tendência a procrastinar (atrasar, delongar, demorar): as pessoas são confiantes e terminam por deixar para o último momento.
Jovens são mais propensos ao risco
"Em outras palavras, os jovens necessitam proteção deles mesmos para retirar oportunidades de maior risco"A experiência tem-se mostrado uma forma de se tornar avesso ao risco. Em geral os jovens tendem a assumir mais riscos, fazendo atividades mais arriscadas. Qual a razão disto? Aqui, uma tentativa de resposta.
Leia mais em Finanças Comportamentais
Marcadores: Cesar Tiburcio
Começou a semana de apenas 03 pregões
Ibovespa - Retorno Natalino
A semana no Ibovespa "começou" confirmando o que foi comentado na análise anterior: a continuidade do movimento de alta. O IBOV fechou a quarta-feira (26) em alta de 1,89% a 64.288 pontos. A maior probabilidade para o próximo pregão (27) é o teste da resistência em 64.735.A partir deste valor o Ibovespa entra em uma região de resistência que vai de 64.735 até a máxima histórica em 66.528 pontos. Nesta região podemos ter a ação dos ursos (vendedores), dificultando o rompimento das resistências. A queda no volume financeiro do atual movimento de alta é um pequeno alerta para os comprados. Por outro lado, esta redução no volume pode ser o resultado das festas de fim de ano. Vamos acompanhar!
Continua em Dalton Vieira
Marcadores: Dalton Vieira
Spread
A diferença entre a maior oferta de compra (procura) e a menor oferta de venda (oferta) se chama spread.
O spread sozinho não serve como indicador, mas algumas observações podem ser extraídas do spread.
1 - Grandes spreads geralmente são encontrados em papéis com pouca liquidez, ou seja, papéis que tem poucos negócios diariamente.
Isso é fácil de se explicar, pois tem pouca gente comprando e pouca gente vendendo, é normal que compradores e vendedores finquem o pé em suas ofertas até que alguém resolva acatá-las.
Já em papeis de maior volume, sempre que o spread começa aumentar, surgirá um comprador ou vendedor interessado em aumentar ou diminuir sua oferta de compra ou venda, reduzindo novamente o spread.
Vamos ver alguns exemplos:
Grande spread = pouca liquidez
Se a casa está numa região isolada, ou seja, com pouca liquidez, é provável que o vendedor fixe um preço de venda alto, e por não terem muitos compradores interessados, receberá poucas ofertas de compra, a maioria bem abaixo do que deseja, e terá que esperar bem mais para conseguir efetuar a venda.
Já se é um apartamento num condomínio bem situado, é provável que o vendedor tenha que mudar o preço constantemente, assim como provavelmente receberá mais ofertas e bem mais próximas do seu objetivo, em função da concorrência com outros apartamentos à venda e de vários compradores interessados.
2 - Spread CRESCENTE geralmente é um sinal de indecisão. Importante considerar a palavra crescente, ou seja, spread maior que o normal para um papel, é sinal de indecisão.
Seguindo a mesma lógica anterior, se o spread de um papel de grande volume começa a aumentar e não aparece nenhum comprador ou vendedor interessado em aumentar ou diminuir sua oferta de compra ou venda é porque um clima de insegurança começou a surgir.
Spread crescente = indecisão
Se as ofertas de compra e de venda para o apartamento que estava a venda no condomínio começam a ficar muito diferentes, significa que compradores e vendedores já não tem mais a mesma visão do imóvel, seja uma visão de valorização ou de desvalorização.
3 - Grandes spreads são sinal de alta volatilidade. Essa é bem simples: se tenho uma diferença muito grande entre oferta de compra e oferta de venda, significa que qualquer negócio efetuado pode empurrar o papel muito para cima ou muito para baixo, o que numa visão de proteção de riscos não é muito aconselhável.
Sobre a quantidade de ofertas de compra e de venda, se tem mais gente querendo comprar do que vender, a tendência é que o papel comece a subir, e vice-versa, mas CUIDADO pois esse jogo pode virar muito, muito rápido.
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Só há crédito quando não há inflação
Este é o principal motivo das excelentes vendas de Natal. E do ano todo: as vendas no comércio varejista, em volume de mercadorias, estão subindo 10% em relação a 2006.
Está aí na primeira página de Economia e Negócios: os juros caem ao nível mais baixo desde 1995. Os prazos dos crediários são os mais amplos.
Tudo isso é consequência direta do controle da inflação. Em nenhum país pode haver crédito com inflação alta e crônica, como a que tivemos até 1994.
Nunca se pode dizer que a inflação morreu. Sempre pode reaparecer. Mas pode-se dizer que está controlada. No nosso caso, significa que há mais de quatro anos está dentro das metas fixadas para o Banco Central.
Por isso mesmo, é caso de preocupação o fato de terminarmos o ano com a inflação em alta, conforme mostram todos os índices. Ainda está dentro da meta – 4,5% ao ano, na medida do IPCA, índice do IBGE. Mas está em clara aceleração.
O Banco Central não pode bobear. A inflação alta destruiria o crédito e os salários.
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IGP-M fecha o ano em 7,75%
do Estadão
A inflação medida pelo IGP-M subiu 7,75% em 2007 e ficou acima da taxa registrada em 2006, quando o índice fechou o ano em 3,83%, segundo informações divulgadas pela Fundação Getúlio Vargas na manhã desta quinta-feira, 27. A fundação divulgou o resultado de dezembro do índice - que apresentou alta de 1,76%, ante aumento de 0,69% em novembro. O resultado é o maior desde fevereiro de 2003, quando a taxa teve alta de 2,28%.
A taxa mensal ficou dentro das estimativas dos analistas do mercado financeiro ouvidos pela Agência Estado, que esperavam um resultado entre 1,1% e 1,8%, e acima da mediana das projeções 1,7%.
Com o resultado anual de 2007, o IGP-M desse ano atingiu a quinta maior taxa de sua série histórica, iniciada em 1989, perdendo apenas para a de 2005 (1,21%); a de 1998 ( 1,78%); a de 2006 ( 3,83%) e a de 1997 (7,74%).
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Ibovespa 26/12/2007
Marcadores: Abaco
BOVESPA DESCOLA
O gráfico mostra o IBOVESPA caminhando para testar o topo máximo, que acredito, não será rompido (apesar de alguns leitores não gostarem quando digo isso; paciência, e coerência).
O petróleo pode botar água nas Bolsas, pois os preços desfizeram a formação de baixa, e agora rumam para os US$99,00. A conferir.
AMERICANAS PATINAM NA NEVE
As Bolsa americanas tiveram um dia de ressaca. Ficaram em baixa todo o dia e fecharam meio sem graça.O índice Dow Jones fechou estável em 13.551 pontos. Possui resistências em 13.800 e 14.200 pontos. Não vejo a última barreira sendo rompida.
O Estocástico está entrando em área de sobrevendido. Preparar para as vendas.
Ver gráficos em BOLSA HOJE
Marcadores: Humberto dos Santos
Barômetro Financeiro
Bom dia...
Marcadores: Marco Aurélio Rossi
Relatório de Inflação deve manter DI no high. Bolsa quer 65 mil
... Começa cedo o dia, porque daqui a pouco, às 8h30, o BC divulga o Relatório Trimestral de Inflação, que deve funcionar como a prova dos nove do que os números já vêm mostrando: uma piora nas perspectivas para os preços não só neste último trimestre, mas também nas projeções para o ano que vem, que começa sob os reflexos de uma atividade econômica engatada na quinta marcha. A se confirmar um documento ao melhor estilo duro na queda com a inflação, a impressão entre os especialistas é de que, dificilmente, o mercado se convencerá a diminuir os prêmios dos contratos futuros de DI.
... "O mercado deve ficar na defensiva ainda por muito tempo, evitando assumir riscos desnecessários", como observou no Broadcast um operador à jornalista Lucinda Pinto. Já nesta quarta-feira, resistindo ao otimismo que dominou os demais mercados domésticos, a CURVA DO JURO voltou a subir, para não deixar dúvida de que, enquanto a inflação continuar dando trabalho, com os preços agrícolas disparando no atacado e a indústria trabalhando a todo o vapor, com a capacidade instalada lá em cima para tentar atender à demanda, difícil vai ser o COPOM ser menos conservador com a SELIC.
... Para usar hoje como base de comparação, no relatório anterior do BC, a previsão para o IPCA era de 3,50% em 2007 e 4,10% para 2008. De outubro para cá, como anotou Francisco Carlos de Assis (AE), todas as variáveis que influenciam a composição da inflação pioraram, o que leva a crer num ajuste para cima nas projeções. Por isso, há quem acredite em uma estimativa muito perto do centro da meta (4,5%) no ano que vem.
... Pouco antes do documento do BC, às 8h, ainda tem que dedicar atenção ao IGP-M fechado de dezembro, que deve vir entre 1,45% e 1,80%. Se confirmada a mediana calculada pelo AE-Projeções (1,70%), o índice da FGV terá subido mais que o dobro de novembro, quando ficou em 0,69%. Para o acumulado do ano, a expectativa é de uma alta entre 7,58% e 7,95%, com mediana em 7,68%, confirmando o arranque da inflação.
... É por essas e outras que tem fica difícil para os JUROS FUTUROS devolverem prêmio, mesmo quando vai tudo bem com a bolsa e o dólar, como nesta quarta-feira, em que a BOVESPA desafiou a hesitação dos mercados em NY e superou os 64 mil pontos. Faltam agora menos de mil pontos para chegar àquela melhor marca, a dos 65 mil, do RALI DO ANO NOVO. No câmbio, o DÓLAR pegou carona e caiu mais de 1%, perto das mínimas.
... Já WALL STREET voltou com medo do Natal, ainda temendo pelo impacto da crise imobiliária no consumo. Hoje, às 10h, sai mais um índice semanal de HIPOTECAS da Mortgage Bankers Association (MBA). Na seqüência, às 11h30, vêm as ENCOMENDAS DE BENS DURÁVEIS em novembro (previsão de +2,6%) e o auxílio-desemprego, que deve ter queda de mil pedidos. Às 13h, a CONFIANÇA DO CONSUMIDOR em dezembro, medida pela Conference Board (13h), tem projeção de recuo para 86. Estoques de petróleo (previsões abaixo) saem às 13h30. Ainda do lado da atividade, tem o índice do FED de Kansas City em dezembro (14h) e Chicago (novembro), às 15h.
LULA fará hoje pronunciamento em rede nacional de rádio e TV, com mensagem de otimismo para 2008 e previsão de maior crescimento. Que se cuide a inflação!
De mil em mil
... Se as bolsas americanas não conseguiram deslanchar, isso não foi o menor problema para o IBOVESPA, que seguiu firme na rota de alta, conquistou os 64 mil pontos e, ao que tudo indica, pretende ampliar ainda mais os ganhos hoje, para fechar o ano com chave de ouro. Ontem, a bolsa subiu 1,89%, aos 64.288 pontos, com volume financeiro de R$ 4,27 bilhões. Desde a quinta-feira passada, o índice à vista acumula alta de 4,2%. Fica agora a expectativa para a retomada dos 65 mil pontos até o último pregão do ano. Lembrando que o recorde dos recordes da bolsa ainda pertence ao último dia 6, com 65.790,8 pontos.
Continua em Bom Dia Mercado
Marcadores: Rosa Riscala
quarta-feira, 26 de dezembro de 2007
O Enigma do Barril
Em 2007 - mais uma vez - o preço do petróleo acabou muito mais alto do que o esperado no início do ano. Ele subiu 50% ao longo dos 12 meses e mais que isso: ultrapassou a barreira dos US$90, que era o preço (ajustado) a que chegou na segunda crise do petróleo. Para completar, o barril esbarrou nos US$100. Em 2008, a oferta e a demanda deverão permanecer bastante justas, o que significa mais momentos de volatilidade nos preços internacionais. Só uma possível redução no ritmo de crescimento mundial é que pode fazer este cenário mudar.
Os anos passam, os Natais passam, os investimentos em pesquisa aumentam, mas o planeta continua dependente de petróleo e sem encontrar um substituto a contento. Num mundo em que a oferta da fonte de energia não anda às mil maravilhas, isso significa que os preços vão continuar, ainda por um tempo, sujeitos a muitas variações. O que não deve mudar em 2008.
Entre 2000 e 2007, o consumo de petróleo aumentou de 76,5 milhões de barris/dia para 87 milhões de barris/dia. Mais da metade desse crescimento foi por causa da China e dos países asiáticos, exceto Coréia e Japão. Mesmo assim, o grande viciado em petróleo ainda são os Estados Unidos, que consomem 1/4 de toda a produção mundial. E é justamente por causa deles que o preço do petróleo tem alguma chance de cair um pouco no ano que vem.
Marcadores: Míriam Leitão
Petrobras: mais 2 megacampos
As descobertas da Petrobras abaixo da camada de sal na Bacia de Santos vão demandar o aumento dos recursos para a área de Exploração e Produção, hoje limitados a US$ 65,1 bilhões. A diretoria da empresa vai entrar 2008 debruçada sobre o novo Planejamento Estratégico, que deverá contemplar, pela primeira vez, os investimentos necessários para colocar em produção a nova província petrolífera gigante, cujo coração é a Bacia de Santos. A estatal já começou a perfurar duas novas acumulações no pré-sal de Santos, batizadas provisoriamente de Bem-te-vi e Júpiter, que ficam próximos ao campo de Tupi e prometem se revelar tão promissores quanto.
Embora a diretoria saiba das dificuldades materiais de se antecipar o cronograma de produção de Tupi e das demais acumulações do pré-sal, os gerentes de E&P da estatal trabalham a toque de caixa para conseguir antecipar o que for possível dos trabalhos exploratórios na nova província. Tanto que os trabalhos exploratórios no BM-S-21 - curiosamente batizado de Caramba pelos técnicos da empresa - foram interrompidos para transferir a sonda instalada no local para o BM-S-24 (Júpiter). Uma outra sonda também já opera no BM-S-8 (Bem-te-vi).
Marcadores: Arquivo Etc
Apetite das pessoas físicas segue firme
O frustrante desempenho das novatas do pregão em 2007 está longe de diminuir o interesse da pessoa física pela renda variável e, por tabela, pelas ofertas públicas de ações. A forte procura observada em 2007 está associada a uma mudança estrutural no mercado brasileiro ainda em curso, diz Paulo de Sá Pereira, da Fundação Cesp. "A renda fixa não proporciona mais os retorno que garantiu ao longo de duas décadas e o investidor é inteligente e começa a buscar outros ativos."
A evolução da quantidade de pessoas físicas na Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia (CBLC) dá uma fotografia dessa disposição para mudar: só neste ano houve um acréscimo de mais de 100 mil CPFs, para quase 328 mil até o fim de novembro. Esses números foram particularmente inflados pelos IPOs da Bovespa Holding, que atraiu 63,9 mil investidores, e da BM&F, com 253,7 mil aplicadores.
Apesar do quadro internacional de liquidez mais restrita, o investidor local não tem saída: se quiser retornos diferenciados, ele terá de deixar o conforto dos títulos públicos para assumir mais risco, em papéis de dívida privada ou ações, diz Marcelo Mello, da SulAmérica Investimentos. "Na bolsa, quem estiver preparado para a volatilidade de curto e médio prazo será premiado por isso."
O crescimento do PIB brasileiro, alimentado pela demanda interna, pelo crédito mais farto e aumento da renda traçam um cenário ainda promissor para a renda variável, afirma. E se o país ganhar o grau de investimento (não especulativo) nos próximos meses, tanto melhor. Conforme calcula, na média, as empresas brasileiras vêm sendo negociadas com uma relação de 11,5 vezes o lucro, abaixo do índice dos emergentes, entre 13 e 14 vezes, havendo espaço para novas valorizações. (AC)
Marcadores: Arquivo Etc
Em busca do equilíbrio
Para crescer mais de 5% sem fantasma da inflação, país precisa ampliar investimentos
Depois de ter adotado uma política mais ortodoxa no primeiro mandato para segurar a inflação, o governo Lula agora parte para uma receita de mais crescimento econômico. Mas, diante dos gargalos de infra-estrutura e logística e de uma expansão do crédito, o segredo agora é evitar que esse crescimento se traduza em inflação, preocupação deste fim de 2007. A alta de preços deve ficar abaixo do aumento de 5% previsto para o Produto Interno Bruto (PIB, o conjunto de bens e serviços produzidos no país) este ano. Em busca da calibragem ideal entre o ritmo de atividade econômica e o aumento do custo de vida, o Banco Central (BC) estará no centro das atenções no primeiro semestre de 2008.
Taxa de crescimento de 5% ou mais, alertam analistas, só será viável se for acompanhada de investimentos vultosos, que dêem fôlego para que a economia apresente saltos maiores do PIB sem pressionar os preços. Para o economista do ABN Amro Cristiano Souza, o ideal em 2008 será crescer em torno de 4%.
Marcadores: Arquivo Etc
JBSS3 / Friboi
Boa compradora!
A JBS/Friboi, segundo o jornal gazeta mercantil do dia 21/12/2007, pretende consolidar as compras realizadas nesse ano, melhorias de resultados e entrar no ramo de suínos! A entrada no mercado Chinês no ano próximo pode ser uma boa alavancagem para a empresa.
De qualquer forma, recentemente, o mercado posicionou as ações da empresa em queda forte parando em R$ 5,40 no último pregão. No momento ainda não há sinais de compra da ação vendo apenas o gráfico.
Veja o gráfico em RodriFernandes.com
Marcadores: Rodrigo Fernandes
Inteligência emocional e estratégia financeira
Karina comenta: “Navarro, 2007 já era. Quisera eu poder dizer o mesmo das minhas dívidas e compromissos financeiros. Enfim, por muitas vezes sinto-me desmotivada diante de minha desorganização financeira e sem expectativas para o ano que se inicia. Como tratar esse desânimo emocional de forma inteligente? O que esperar de 2008 no sentido de melhorar nossos investimentos e atitudes? Parabéns pelo blog e obrigada!”Karina, seja bem vinda. Você levantou um debate importantíssimo, ainda mais em épocas festivas e de muitos gastos como agora. O aspecto motivacional é tão ou mais importante que o conhecimento técnico de finanças e(ou) matemática financeira, mas poucas pessoas aceitam essa verdade. Os caminhos técnicos para a extinção das dívidas são bastante simples e objetivos. No entanto, não é nele que devemos focar quando há negligência da inteligência emocional
Continua em Dinheirama
Marcadores: Conrado Navarro
S&P 500
Marcadores: Marco Aurélio Rossi
Usiminas PNA - USIM5
Apesar da baixa liquidez desta semana a USIM5 está defasada se compararmos a CSNA3.
Se compararmos pelo preço antes do split a USIM5 estaria cotada a R$120 e a CSNA3 já está na casa de R$160. Há pouco tempo, a USIM5 estava na mesma faixa de preço e em alguns momentos mais cara que a CSNA3.
Porém isto não é suficiente para comprarmos USIM5. Estamos de olho no rompimento do candle de reversão deixado na sexta-feira. Ocorrendo isto temos os objetivos já citados no gráfico e o stop na mínima recente.
Veja o gráfico em TR3 Invest
Tivemos uma noticia boa diretamente ligada a empresa, onde a Moody´s elevou o rating de investimento da Usiminas, o que deve atrair mais especuladores ao papel.
Marcadores: Romulo Costa
Os próximos 526.600 minutos.
Se você me permite continuarei falando do futuro.
Proponho-lhe um exercício que, inicialmente, parece muito simples.
Você acaba de ganhar 526.600 minutos, pode utilizar-los segundo você bem entender. O jogo consiste em você investir seus minutos de forma de maximizar-los e, depois de transcorridos você não senta que simplesmente escorregaram pelas suas mãos. Fácil?
A melhor forma de iniciar o jogo é conhecer seu perfil de investidor. Reflita alguns poucos minutos (aproveite e que sejão ainda deste ano) para colocar no papel como você consumiu seus minutos do 2007...
Segue um exemplo de alocação de tempo:
175.531,2 dormindo (equivalente a 8hs por dia);
50.465,22 almoçando e jantando (equivalente a 2,3hs por dia);
52.660 para aprender coisas novas;
65.824,2 assistindo televisão;
115.200 trabalhando (equivalente a 8hs durante 20 dias por mês)
69.919,58 ainda sobrando para você fazer o que quiser com eles
(equivalente a 3,19hs por dia)
Podemos tirar algumas conclusões rápidas destes números.
O primeiro que salta à vista é que são gastos 55% em Dormir e Comer!!!
Vou adiantar que não importa quantas simulações você faça, sempre ira descobrir uma forma mais interessante na qual investir seus minutos... Alem de descobrir que perdemos muitos deles no caminho...
Aproveito para desejar um FELIZ NATAL e um PROSPERO 2008.
... E desfrute seus próximos 526.600 minutos da forma que mais agrade você.
Boa Semana, Bom Natal, Bom Ano !!!
Marcadores: Carlos Rubinstein
Investimentos em 2008 - Você está pronto para investir?
Depois de um ano em que as IPOs foram a febre para investidores e a despeito de muitas terem ficado abaixo do iBovespa - abaixo falo mais a respeito - e mesmo com blogs na área financeira, é possível afirmar que ainda há muito a trilhar para a educação financeira.
Para isso, vale lembrar algumas metas de investimento para 2008:
1. Ler mais sobre finanças (revistas, jornais e, evidentemente, sites na internet): compre e mantenha sob revisão constante aqueles artigos no estilo “Onde Investir em 2008″ (Aliás, estes também são excelentes para retrospectivas).
2. Questionar mais sobre as informações que se lê e ouve: o mercado financeiro é extremamente especializado. Ninguém sabe absolutamente tudo.
Um exemplo: o jornal Valor Econômico (o qual permite leitura da maioria de seus artigos somente ao assinante ) hoje no artigo “Perdas e danos” não menciona que o iBOV mede somente grandes empresas como Vale, Petrobrás e o Banco do Brasil e com devidos pesos no cálculo.
Portanto, a análise de performance entre as IPOs e o iBOV não demonstra grande nível de informação, quanto mais de performance deste portfolio.
3. Explore mais os conhecimentos de profissionais da área: Elabore uma lista, pois estes podem aumentar de forma exponencial o modo crítico de se entender o mercado. Seu gerente de banco deveria estar nas primeiras posições.
4. Separe dinheiro para investir (seja em fundos, ações e afins) ou para fazer um curso em finanças: Pesquise e estude antes de tomar uma decisão.
Assim você mesmo será capaz de responder se está pronto para investir em 2008.
Mais em Mercado & Malagueta
Marcadores: Maria Gabriela Pereira
PIBB - Você conhece esse papel?
Comecei a estudar esse ativo depois de uma sugestão da Vi0linha. Obrigado por me apresentá-lo, princesa Léa!!
PIBB não é exatamente uma ação, mas é negociado diretamente na Bovespa (código PIBB11), e pode ser comprado através do seu homebroker como se fosse uma ação.
Os PIBBs (Papéis de Índice Brasil Bovespa) são quotas do fundo PIBB Fundo de Índice Brasil - 50 - Brasil Tracker, o primeiro fundo de investimento em índice de mercado, regulado pela Instrução 359 de 22 de janeiro de 2002 da Comissão de Valores Mobiliários - CVM.
Trata-se na prática de um fundo de ações que emula o índice IBrX-50. Quer dizer que ao investir em PIBB você está investindo indiretamente nas ações que compõe o IBrX-50, que vem consistemente batendo o Ibovespa. Ou seja, é um fundo bem diversificado, e que compreende as 50 melhores ações da Bovespa, só tem filé.
A cada revisão da composição do IBrX-50, o fundo elimina as ações de baixo desempenho e as substitui por ativos melhores, tudo isso de forma automática.
Se você quer diversificar em vários papéis mas não tem dinheiro para fazê-lo ou se quer investir nas melhores empresas da Bovespa, mas não tem grandes capacidades em Análise Fundamentalista, os papéis PIBB podem ser uma ótima opção.
Desvantagens
Ao meu ver, o PIBB tem algumas desvantagens:
1 - a liquidez não é tão grande quanto uma ação top de linha;
2 - você não recebe dividendos diretamente. Ao auferir dividendos das ações que compõe o fundo, estes são automaticamente reinvestidos em mais ações componentes do índice.
Métodos para investir no PIBB
Você pode comprar PIBB diretamente no seu home broker (com o código PIBB11) ou pode investir indiretamente através de fundos de bancos.
Se você só pode investir pouco por mês, os fundos de banco são a melhor opção. O PIBB do Banco do Brasil aceita investimentos a partir de R$ 200,00 apenas e cobra 1,5% a.a. de taxa de administração.
Se você pretende aportar um volume maior, pode economizar a taxa de administração do banco e obter uma renda ligeiramente maior investindo diretamente pelo home broker. Assim como ações, podem ser negociados no fracionário, alugadas, dá pra colocar ordens de stop etc.
Podcasts do Mauro Halfeld sobre o PIBB:
Fundo PIBB rendeu 228% em pouco mais de três anos
Fundo PIBB continua disponível e com a menor taxa de administração do mundo
O que é melhor: investir o 13º salário em PIBB ou títulos do Tesouro Nacional?
Mais em Mensalinho
Marcadores: Mauricio Katayama
O jornalismo de Veja
Da Veja desta semana
Comentário
Repito o que escrevi durante a semana. O contato de Veja com Daniel Dantas era e é o diretor de redação Eurípedes Alcântara.
Durante dois anos pelo menos há inúmeras evidências de que Veja foi instrumento ativo nas disputas empresariais e jurídicas do empresário. E continua nesse jogo, apesar de manobras de despiste, como essa matéria – só agora publicada, depois do fato ter ocorrido e do Blog ter chamado a atenção para as ligações entre Eurípedes e Dantas.
A estratégia do do diretor de redação consiste em atacar Dantas em questões acessórias, para melhor poder apoiá-lo em temas essenciais, como a repercussão que deu a esse caso da intérprete. Depois, cercar-se de guarda-costas que atuam como fogo de barreira, para desviar o foco dele. No caso do falso dossiê, foi obrigada a revelar a fonte, porque, depois de apurada a falsificação, não havia como fugir ao tema. Mas o fez da forma mais dúbia possível.
Justamente a perda do critério jornalístico foi que transformou Veja em território livre, manobrado por Eurípedes e Mário Sabino. É como a empresa que passa a usar caixa 2 e acaba perdendo o controle sobre os atos de seus executivos, por ter aberto mão dos instrumentos formais de controle.
Quando se seguem critérios jornalísticos, basta alguma reportagem fugir do critério para acender a luz amarela. Com a perda do referencial, perdeu-se igualmente o controle e conferiu-se aos diretores o direito de matar – burlando inclusive os controles internos.
Repito, tudo isso foi feito em contato direto de Dantas com Eurípedes. Mas como é período natalino, vamos deixar passar as Festas para aprofundar o tema.
enviada por Luis Nassif
Marcadores: Luis Nassif
Governo paulista anuncia que pretende privatizar Cesp até março de 2008
A informação foi dada em fato relevante divulgado na noite de sexta-feira no site da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
Conforme recomendado pelo Conselho Diretor do Programa Estadual de Desestatização (PED) e aprovado pelo governador José Serra, a empresa será vendida em bloco e não de forma pulverizada.
Segundo o comunicado, a venda das ações ordinárias e preferenciais do tipo B de propriedade da Fazenda paulista ocorrerá em um leilão a ser realizado na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).
A participação do governo no capital ordinário da Cesp é de 93,68% se forem consideradas apenas as ações de posse da Fazenda, e de 95,31% se entrarem na conta os papéis detidos pelo Metrô e outras empresas estatais. Já do total do capital preferencial, a participação direta é de 3,34% e a indireta de 17,99%. Do capital social total a companhia, o governo paulista possui 43,31%.
Considerando o preço das ações no mercado, é possível estimar que a operação deve render de R$ 3,2 bilhões a R$ 4,4 bilhões para o governo, dependendo se a estratégia for vender também as ações que hoje pertencem a outras empresas estatais.
Na sexta-feira, antes do anúncio oficial da decisão pela privatização, as ações PNB da Cesp tiveram o terceiro maior volume de negociação do dia, fechando com alta de 8,64%, a R$ 36,94.
Marcadores: Lauro Bonfim
Padrões de Candles 12: Martelo Invertido »
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O padrão de candle conhecido por Martelo Invertido é formado por um candle de corpo pequeno e uma sombra superior longa. A cor não importa. Ele indica que uma tendência de baixa pode ser revertida para uma de alta.
A sombra superior deve ser pelo menos duas vezes maior que o corpo. A inferior não pode existir ou deve ser muito pequena.
Para ser de fato um Martelo Invertido, a tendência do momento deve ser de baixa.
A tendência obrigatoriamente deve ser de baixa.
Continua em Iniciante na Bolsa
Marcadores: Alessandro Martins
Seu futuro num tripé
Liquidez
Como posso converter minha aplicação em dinheiro?
Quanto mais fácil é rápido você puder converter seu dinheiro, maior a liquidez de sua aplicação. Por isso, quando guarda dinheiro para emergências você pode precisar dele da noite para o dia. Mas, se você estiver investindo no longo prazo, já não precisa dar tanta importância a liquidez. Nesse caso, sua preocupação maior deve ser com o potencial de retorno da aplicação.
Segurança
Qual o risco envolvido?
Investir significa assumir alguns riscos em troca de um premio, que é a taxa de retorno de suas aplicações. Para muitas pessoas risco é perder qualquer dinheiro, e nesse caso elas optam por concentrar todas as suas economias em aplicações extremamente conservadoras. Do lado oposto estão pessoas que temem que suas aplicações não acompanhem sequer a inflação e, por isso, sofram perdas reais, ou seja, não acompanhem o gradual aumento do custo de vida.
Nesse caso, elas optam por aplicar uma parcela em investimentos de maior risco.
Mas o grande risco, na verdade, é não investir e deixar que seu dinheiro perca valor ao longo dos anos.
Rentabilidade
O que você espera obter do seu investimento?
Este é o retorno da aplicação. Investidores conservadores prometem retornos seguros e menores. Aqueles que envolvem maior risco acenam com oportunidades de ganhos maiores. No entanto, há a possibilidade também de sofrerem perdas maiores do que as aplicações conservadoras.
por Ângela Barros, Coordenadora do Mulheres em Ação da Bovespa
Marcadores: Conexão Dinheiro
Temas para 2008
Sendo assim, creio que os acontecimento mencionados abaixo ganharão o devido destaque nos meses que se seguirão:
EUA
- Muito provável que o País enfrente uma recessão 'oficial' antes do fim do segundo semestre. Aliás, não fossem as maquinações estatísticas com o ajuste da inflação ao PIB, eles já estariam em recessão desde o meio de 2007;
- Esse ano vimos o começo dos problemas no mercado imobiliário americano, porém o setor atingido foi o residencial. Minha avaliação é que o próximo setor a ser atingido (já está sendo) é o comercial, porém as perdas nele tenderão a ser mais concentradas. Já o mercado residencial deve continuar sendo atingido, e não só no hoje 'famoso' nível Subprime, mas também no Alt-A e até mesmo Prime.
- O setor de crédito ainda sentirá a pressão dos muitos empréstimos mal-feitos, de modo que as taxas de delinqüência nos pagamentos devem continuem subindo, e não só em empréstimos imobiliários, mas também nos de veículos e cartões de crédito;
- Em se confirmando a recessão 'oficial' nos Estados Unidos, espero também que o restante do mundo experimente também uma certa desaceleração, sobretudo a China, cujo grande mercado de exportação é o americano;
- Há um risco muito alto nesse momento de que os grandes seguradores de títulos americanos (bond insurers como Ambac e Mbia) vão à lona, peçam falência e deixem em aberto a cobertura de trilhões de títulos municipais e estaduais;
- Espero ainda que mais perdas sejam anunciadas pelos grandes bancos americanos e europeus;
- Dólar deve continuar 'fraco' perante à algumas moedas, mas creio que não continuará perdendo valor no mesmo ritmo. As outras moedas devem iniciar uma nova etapa na competição para ver qual vale menos.
Entendo que seja apropriado levar em conta ao menos a probabilidade dos fatos mencionados acima ocorrerem. Se os Estados Unidos realmente confirmarem uma recessão, como imagino que ocorra, ainda que de curta duração, dificilmente o mercado brasileiro irá ficar alheio.
No más, um bom ano novo a todos.
Great Sucess!!!Cinco Pesos de Dois Quilos
Marcadores: Samuel Ramos
Carteira CBN para 2008
Petrobras PN
Itausa PN
ALL ON
Perdigão ON
Bradesco PN
Vale PNA
Transmissão Paulista PN
Usiminas PNA
CPFL ON
VCP PN
Importante: Todas as recomendações foram feitas por corretoras. O que cada corretora indicou será detalhado no próximo post.
Isso porque para montar a carteira precisava que houvesse pelo menos uma indicação coincidente. O que era muito fácil no passado está ficando cada dia mais difícil. Sinal dos tempos. A oferta de papéis na Bovespa, antes bem reduzida, aumentou bastante no último ano. Isso significa que vocês terão mais trabalho para montar suas próprias carteiras.
Observem que este é um trabalho de jornalista, que consultou analistas para fazer um levantamento sobre o que eles estão pensando. Vocês vão ver que as indicações diferem bastante, por isso, avaliem com cuidado. Antes de colocar a mão no bolso para comprar esta ou aquela ação, por favor, vocês precisam ler pelo menos dois relatórios de corretoras diferentes para avaliar o que os analistas estão dizendo sobre as empresas.
Mais em CBN Blog - Mara Luquet
Marcadores: Mara Luquet
Fundos soberanos
Assim, os acionistas do Merrill e do Citi, logo de cara, demitiram os presidentes que os haviam colocado na enrascada e nomearam novos diretores. Que foram à luta. Com apenas algumas semanas, eles já venderam ativos, reestruturaram fundos, assumiram passivos e, talvez o mais importante, encontraram compradores para ações do banco.
Merrill Lynch recebeu US$ 5,6 bilhões de capital novinho em folha. A maior parte (4,4 bi) veio de um fundo de investimento chamado Temasek – e aqui a coisa fica mais interessante. Trata-se do fundo soberano de Cingapura – ou seja, formado com reservas acumuladas pelo governo de Cingapura – uma cidade-estado, tipo plataforma de exportação.
Temasek comprou ações não a preço de banana, mas a valores interessantes. As ações foram vendidas pelo próprio Merrill Lynch, a US$ 48 cada, dez dólares a menos que o preço de mercado. Outros fundos soberanos estão fazendo a mesma coisa. O do governo de Abu Dabi comprou US$ 7,5 bilhões em ações do Citi.
É um excelente investimento para as reservas, se você acredita que aqueles grandes bancos passam por dificuldades graves, mas momentâneas, e que logo voltaram aos negócios normais. Ou seja, os fundos compram na baixa. Melhor negócio que as aplicações regulares das reservas, em geral em títulos de governos dos países ricos, de risco menor e rentabilidade idem.
Bem, nosso ministro da Fazenda, Guido Mantega, também está querendo formar um fundo soberano. Pode ser uma boa idéia, se for para esse tipo de negócios. Será péssima idéia se resolver financiar projetos, digamos, duvidosos, de Chávez, Morales, Kirchner etc.
Mas que será engraçado, será. Já imaginaram? O fundo soberano do governo do PT resgatando os grandes bancos do sistema global…
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Pedra, papel e tesoura
Errado. Estudos mostraram que existe um elemento psicológico no jogo e que muitos jogadores não perceberam. Conforme a New Scientist (aqui e aqui) a melhor maneira de vencer o jogo é começar com tesoura. A razão desta escolha decorre do fato de que pesquisadores descobriram que a escolha mais popular para começar o jogo é "pedra". Isto significa que seu oponente provavelmente irá começar o jogo com papel, pois ele espera que você comece com pedra.
Uma situação no mundo dos negócios mostra como o conhecimento desta estratégia pode ser útil. Um colecionador de arte japonês estava na dúvida na escolha da casa de leilão para vender uma pintura impressionista. A solução foi jogar o "pedra, papel e tesoura" para decidir quem ficaria com o leilão. A decisão da vencedora, a Christie's foi tomada segundo esta estratégia e baseado no conselho de uma garota de onze anos.
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EURUSD|Gráfico de 1hora
Este gráfico de 1hora nos mostra que estamos em um movimento lateral desde 17 de dezembro.
As linhas azuis escuras do gráfico e do indicador (RDMM) mostram a divergência de movimento que está ocorrendo confirmada pela linha azul clara vertical. Vemos uma linha vermelha no RDMM que está servindo de suporte ao movimento de alta, portanto podemos dizer que enquanto esta linha vermelha não for cortada para baixo continuaremos tendo o movimento de alta. Tudo isto é válido para operações de curto prazo.
Como já expliquei em post anteriores o RDMM é um indicador, criado por mim, utilizado para localizar possíveis Reversões De Movimento, ele que dispara as ordens do EA 0123Patterns.
Já no longo prazo, como falo no post: EURUSD-Mensal E agora o que podemos esperar? – estamos aguardando a confirmação do candle de queda que se formou no mês de novembro. Pelo atual movimento que está desenhando este mês (dezembro) deveremos iniciar um movimento de retração desta última perna de alta que vem desde novembro de 2005.
Enviado por Alberto MengozziMarcadores: Alberto Mengozzi
De volta com os presentes
Uma boa notícia deve ser a abertura forte devido ao comportamento no meio pregão de segunda-feira em Wall Street, quando as bolsas americanas promoveram um belo rally de véspera de Natal. E a Europa acompanhou...
Em NY, as ADRs brasileiras tiveram um ótimo desempenho, com destaque para Brasil Telecom, Petro, Vale e Aracruz. Sem falar no anúncio, ainda na sexta-feira, de que o governo do estado de SP vai mesmo privatizar a CESP nos primeiros meses de 2008! Venho dizendo que as ações da empresa estão subavaliadas com o o seu VPA na faixa de R$32, e logo no leilão de abertura de hoje já deve vir com um GAP de responsa! Lembrando que o tag along garantido é para as ações ON (CESP3).
E nesta madrugada as praças asiáticas também reagiram bem com Nikkei subindo 0,65% e o Hang Seng em alta de 1,82%. Na Europa não foi diferente e o FTSE, CAC e DAX apresentam boa valorização.
O alerta continua sendo com os números da inflação. Tanto aqui como na terra de Tio Sam, as compras natalinas evidenciaram um consumo excepcional, o que deve refletir na divulgação dos próximos resultados. Os mini futuros americanos operam em baixa antes do início dos negócios por lá.
Agora, ainda temos 3 sessões (ou duas e meia) até o final de ano. A liquidez não deve ser grande mas a euforia pode predominar. Depois começa janeiro e os investidores voltam à realidade.
Como disse ontem, no seu Especial de Natal, o "Rei" Roberto Carlos:
são tantas emoções!!!
Bons trades!!! ^v^
Seagull Trading
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Barômetro Financeiro
... alguns ainda com o Perú nas mãos !!!
No Indice Futuro, as oscilações foram irrelevantes.

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DI deve seguir pressionado, mas a Bovespa pode tentar um rali
... Mais do que os economistas, os traders estão pessimistas... Deixaram de se perguntar quando o juro volta a cair para aceitar o fato de que há boas chances de subir. Neste contexto, a expectativa pelo RELATÓRIO DE INFLAÇÃO, que o BC divulga amanhã, 27, fica ainda maior. O documento mostrará em detalhes com que cenário de inflação e atividade econômica o BC está trabalhando... E, a partir daí, será possível avaliar melhor cada indicador e tentar desenhar o SHAPE DA CURVA de juros do ano que vem.
... Já a BOVESPA pode abrir em alta para se ajustar ao desempenho positivo das bolsas em WALL STREET, na segunda-feira... Operadores no Broadcast acham que o mercado pode tentar um RALI nesta semana, em busca dos 65 mil pontos, se NY deixar.
... HOJE, em boa parte, o desempenho dos índices norte-americanos depende de vendas no NATAL, que, embora não sejam suficientes para salvar o ano, parecem ter ido muito bem (leia abaixo). Entre os indicadores da semana, o dia mais quente é amanhã, quinta, quando serão divulgados: encomendas de bens duráveis de novembro, o índice de confiança do consumidor de dezembro, estoques de petróleo e derivados. Na sexta-feira, as vendas de imóveis residenciais novos são importantes para medir a crise do setor.
... AQUI, a quinta-feira tem o IGP-M de dezembro, que deve mostrar forte alta sobre o mês de novembro (0,69%), e o SUPERÁVIT PRIMÁRIO de novembro - que tem previsões entre R$ 8,8 bilhões e R$ 10,2 bilhões, de acordo com o levantamento do AE Projeções.
JAPÃO HOJE. BOJ divulgou, nesta madrugada, a Ata de seu último encontro, mostrando que os diretores estão preocupados com a crise global, o que deve adiar ainda mais a expectativa de aumento do juro japonês... Na Bolsa de Tóquio, os papéis de exportadoras de bens de consumo, como Canon, puxavam o Nikkei. Já a Toyota, que está prestes a ultrapassar a GM, subia 2% depois de projetar aumento de 5% em suas vendas de 2008.
Inflação no foco
... O mercado de juros deve recuperar hoje os números da FOCUS divulgados na última segunda-feira, 24, pelo BC. As estimativas do mercado subiram muito, embora ainda estejam abaixo daquelas com as quais os traders operam, o que significa que a correção pode continuar nas próximas semanas... A questão fiscal, após a perda de receita da CPMF, ajudou a pressionar os prêmios do DI, mas, a causa principal ainda é o consumo elevado do espetáculo do crescimento, que tem estimulado os preços.
... Segundo a FOCUS, a projeção do mercado para o IPCA em 2007 subiu de 4,21% para 4,35%. Há um mês, essa projeção estava em 3,94%. Para 2008, as estimativas foram elevadas de 4,20% para 4,25%, enquanto o IPCA para 12 meses à frente subiu de 4,10% para 4,32%. Há quatro semanas, a projeção era de 3,93%. Para o IGP-DI de 2007, as projeções também subiram, de 7,25% para 7,76%... E, para 2008, de 4,20% para 4,50%.
... Paralelamente, o mercado mostra-se mais otimista com o avanço da economia, não só neste ano, como também para o próximo. Segundo a FOCUS, a projeção para o crescimento do PIB de 2007 subiu de 5,06% para 5,12%. Para 2008, de 4,4% para 4,5%.
... A combinação do PIB forte com inflação em alta não poderia resultar em outra coisa, a não ser a elevação na estimativa para a taxa SELIC. Em vez de 10,25%, os analistas esperam agora que o juro básico chegue ao final do ano em 10,75%.. Ou seja, acreditam em apenas uma redução de 0,50 ponto da taxa SELIC em 2008. E essas previsões ainda são mais otimistas do que aquelas que o mercado de JUROS futuros trabalha.
... Na BM&F, a curva do DI mostra que o mercado já retirou dos preços a possibilidade de haver uma redução da SELIC em 2008. Mais, em cima desse cenário, acrescentou prêmios, porque é alto o custo de carregamento de posições prefixadas em um momento de tantas incertezas. Na sexta-feira, os contratos ampliaram ainda mais esses prêmios, dando seqüência ao IPCA-15 forte da véspera, que consolidou o cenário de inflação mais alta na virada do ano.... O DI janeiro de 2009 fechou a 12,09% (de 12,03%), e o DI janeiro de 2010 avançou de 12,69% para 12,72%.
... Ao contrário do mercado de juros, a BOVESPA mostrou que vai encerrar o ano em um clima de muito otimismo... Na sexta-feira, a notícia da descoberta da nova jazida da petróleo na Bacia de Santos trouxe o entusiasmo de volta, e levou o índice para cima dos 63 mil pontos de novo, com PETROBRAS PN em alta de 3,19% e a ON, de +2,77%. No fechamento, a bolsa subia 2,24% (63.097,7 pontos), após oscilar entre 61.725 pontos (+0,01%) e 63.398 pontos (+2,72%)... Neste ano, o índice acumula um ganho de 41,88%.
... Outro destaque foi CESP PNB, que subiu 8,65%, para R$ 36,94, com a expectativa da oferta ao mercado da participação do governo de SP, confirmada à noite. O leilão deve acontecer no primeiro trimestre de 2008, possivelmente, em março. Segundo o Estado, o preço mínimo deve ficar na casa de R$ 45 por ação, o que significaria R$ 14 bilhões. Mas já se fala na possibilidade de R$ 60 por ação, o que elevaria o valor total para R$ 20 bi.
... Já o DÓLAR se beneficia do noticiário corporativo, que sinaliza para a continuidade do fluxo positivo de recursos. Na sexta-feira, a moeda americana passou todo o dia em trajetória de queda, para fechar cotada a R$ 1,794 (-0,61%), oscilando entre a máxima de R$ 1,802 (-0,17%) e a mínima de R$ 1,785 (-1,11%).
Vale um presente
... Nos EUA, as varejistas devem ocupar boa parte das atenções hoje, no dia seguinte ao feriado do Natal, quando as pessoas pegam seus vale-presentes e vão às compras... O vale-presente é tão popular no país que as lojas vão estender o horário de funcionamento para tentar amenizar a previsão de menor crescimento dos últimos cinco anos do mais importante período de vendas para o comércio americano, e que começa no day after do Dia de Ação de Graças.
Continuaem Bom Dia Mercado
Marcadores: Rosa Riscala
domingo, 23 de dezembro de 2007
ONS manda ligar térmicas a óleo no Nordeste
Míriam Leitão.com
Marcadores: Míriam Leitão
Alerta
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| Mauro Halfeld: Segunda a sexta, às 8h02 na Rádio CBN |
Não basta dinheiro para ter paz e saúde. Mas a falta de recursos financeiros leva à guerra e a doenças
Marcadores: Mauro Halfeld
Preparando o álibi
enviada por Luis Nassif Online
Marcadores: Luis Nassif
Comemore…

Há alguns assuntos que gostaria de comentar antes do início das comemorações, mas brindemos já. Boas festas a todos, com muita alegria e entusiasmo, pois este ano e o vindouro merecem. Um forte abraço.
Marcadores: Fernando Botti
Cyrela ON - CYRE3
Em julho do ano passado, a Cyrela realizou uma oferta pública de ações com captação de mais 837 milhões de reais. No início deste ano, a empresa realizou uma emissão de debêntures no valor de 500 milhões de reais.
Feliz Natal, um Próspero Ano Novo
e continuem LB - Lucrando na Bolsa
Marcadores: Lauro Bonfim
De novo é Natal...
Marcadores: Marco Aurélio Rossi
Aconteceu no Dinheirama
Olá a todos os leitores do Dinheirama! Tivemos uma semana com ótimas notícias sendo a melhor delas a de que o Dinheirama é o melhor blog sobre mercado e finanças do Brasil! Bem, mas essa notícia vocês já devem ter visto por aqui, certo? Quanto ao nosso resumo semanal, vimos principalmente que o Morgan Stanley rebaixou a recomendação para o mercado brasileiro.
Além disso, enquanto Cyrela e CSN mostram desejo de lançar nova oferta de ações no ano de 2008, a ArcelorMittal deve fechar o capital da Acesita. Outro fato importante no mercado de ações é a proposta de subscrição dos papéis do Bradesco. Destaques também para o leilão de licenças de terceira geração para as operadoras de celular e para a nova descoberta de petróleo da Petrobras na bacia de Santos. Um Feliz Natal e boa leitura a todos.
Marcadores: Arthur Gouveia
A hora de bolar o “plano B” é quando tudo vai bem
Fazer planejamento estratégico é definir onde você quer chegar e como vai chegar lá. Executivos de talento gastam um tempo de qualidade definindo esse plano para seus negócios e também para sua vida pessoal.
Você já sabe o que quer conseguir em 5 ou 10 anos? Isso já é um grande passo. Mas o que ainda é raro é a prática de pensar algo muito simples mas muito importante: e se esse plano der errado? Pouca gente sabe a sua segunda preferência e, principalmente, o que fazer agora para se precaver caso a primeira opção falhe.
Esse texto existe para convencê-lo e ajudá-lo a fazer um “plano B” - uma alternativa caso seu desejo não se concretizasse. Parece simples, mas todos ficam tão ocupados e, principalmente, confiantes com o seu “plano A” que se acomodam. Quando ele dá errado, o mundo desaba e nasce o arrependimento de não ter colocado uma proteção para não cair no chão.
Raramente as pessoas trocam e-mails com desconhecidos se apresentando, querendo simplesmente trocar informações e cultivar uma rede de contatos. Por outro lado, é impressionante a frequência com que aparecem e-mails do tipo: “Prezado desconhecido, meu plano de carreira falhou e agora procuro emprego”. Exageradamente falando, isso é o mesmo que um homem mandar um e-mail para uma mulher desconhecida pedindo que ela considere a possibilidade de casar com ele. Pulou o primeiro contato, o namoro e o noivado, ou seja, o networking.
Continua em Conexão Dinheiro
Marcadores: Conexão Dinheiro
GOAU4 - Padrão de baixa anulado
Gráfico diário
Na sexta-feira (21) a GOAU4 fechou o dia em alta de 5,22%, cotada a $70,50. Esta alta anulou o padrão de baixa Dark Cloud Cover ocorrido no dia anterior, o que é excelente para a compra realizada após o sinal de alta do dia 19/12, divulgado na análise "GOAU4 - Sinal de alta". O candle do dia 21 proporcionou elevar o stop loss. O mesmo será acionado se houver um fechamento abaixo da mínima ($66,89) do dia 20/12.
Gráfico semanal
O fechamento desta semana é o maior fechamento (histórico) já ocorrido no gráfico semanal, o que aumenta a probabilidade de haver na próxima semana uma máxima superior a esta, provavelmente rompendo a resistência de $71,68.
Vamos acompanhar o decorrer da operação.
Feliz Natal a todos. Boas festas e até breve!
Postado em Dalton Vieira
Marcadores: Dalton Vieira
Feliz Natal e um Próspero Ano Novo

Como já devem ter notado, estou em ritmo de férias. Até o próximo ano, as postagens aqui no blog serão esporádicas. A partir do dia 02/01, a atividade volta ao normal.
Queria agradecer à todos que participaram aqui no CHR Investor durante o ano de 2007. Seja comentando, mandando emails, debatendo ou simplesmente visitando. Meu sincero muito obrigado !
Desejo a todos um feliz natal e um ano novo repleto de muita saúde e paz.
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TEM BACALHAU NORUEGUÊS NA MESA DOS TRADERS BRASILEIROS
De qualquer maneira, deveremos ter uma semana em alta, claudicante, por causa dos problemas dos gringos, que, ao contrário do que diz o lula, podem bater às nossas portas.
Os americanos estão receosos, de que os US$400 bilhões das subprimes não sejam honrados, e que os mercados financeiros se contaminem com isto. Semana passada, os Bancos Centrais de todo o mundo, injetaram mais de US1 trilhão de dólares nos bancos, para evitar crise de solvência. Isto não quer dizer que solucionaram o problema. Apenas empurraram pra frente este orangotango.
IBOVESPA tem resistência em 66.600 pontos. Vai depender dos irmãos do norte. Como sempre. Olho vivo.
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Os ingressos do Oriente
O exemplo mais recente é o da corretora e banco de investimentos Merrill Lynch, que anunciou uma baixa contábil de 8,4 bilhões de dólares em ativos lastreados por empréstimos hipotecários no dia 24 de outubro passado, notícia que custou o emprego do presidente Stan ONeal. Segundo analistas, a Merrill poderá ter de anunciar uma baixa contábil de mais 8,6 bilhões de dólares referente ao quarto trimestre.
A Merrill deverá receber 5 bilhões de dólares do fundo Temasek Holdings, gerido pelo governo de Cingapura. O fundo foi criado em 1974 para administrar os ativos financeiros estatais e hoje possui cerca de 100 bilhões de dólares em ativos. Fundos como o Temasek estão aproveitando a crise para comprar bancos americanos mais baratos.
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Marcadores: Cláudio Gradilone
Conselho da Fortune
A revista Fortune fez uma lista das recomendações de ações para 2008 (THE BEST STOCKS FOR 2008, Jon Birger e Katie Benner, 24/12/2007, Volume 156; Issue 13).
Uma das ações recomendadas é a Petrobrás:
PETROBRAS ENERGIA PZE, $11
For those unfamiliar with Heebner, understand that his stock picking over the past eight years has been genius (as it has been for much of his 30-year career). He made a bundle short-selling tech and telecom stocks in 2000 He bet big on homebuilders in 2001 only to get out just before they crashed. He plowed his homebuilder profits into energy stocks in 2005 and eventually doubled down on commodities with a big bet on copper. The result: His CGM Focus fund was up 66% through early December--while juicing his returns with short positions on Indymac and Countrywide Financial, mortgage lenders whose stocks have been circling the drain.
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CESP6 : será que agora vai?
Marcadores: Abaco
Petrobrás anuncia nova descoberta de petróleo e ações sobem. Isso é positivo?
Em novembro a Petrobrás anunciou a descoberta de uma grande bacia de petróleo, e suas ações dispararam 14% em apenas um dia.
Logo depois decobriram que os agentes exageraram no preço estipulado, e logo voltou ao normal, com a incorporação desta descoberta, já que ela aumenta o valor de mercado da Petrobrás.
Ontem à noite anunciou nova descoberta de petróleo, e as suas ações preferenciais sobem agora 4%.
A questão é: é positivo estes anúncios de descoberta?
A princípio sim, já que a empresa está declarando oficialmente ao mercado uma vantagem competitiva. Em um mercado eficiente essas informações são incorporadas rapidamente ao valor da ação, como deve ser.
O problema é que o mercado de ações no Brasil ainda não está acostumado a tanta transparência e reage exageradamente para cima. Este é um fenômeno conhecido como overreaction, ou reação exagerada. É considerada uma anomalia de mercado.
Mas estes anúncios são excelentes, e a princípio inibe utilização de informações privilegiadas por parte de especuladores no mercado. Já é comum em mercados mais desenvolvidos, e mostra que o Brasil está avançando.
Marcadores: Pierre Lucena
Passando a régua. Rentabilidade anual de 102,59% na carteira small caps.
Fonte: Palpite Ações
É interessante que quase nenhum ativo que consta da carteira é analisado por estas mesmas instituições. Ou seja, não sabem o que estão perdendo. Basta verificar o ganho das ações de segunda linha (todos os ativos da carteira indicadas por Small Caps são de 2ª. Linha) conforme o índice Valor Econômico no ano, de 11,92%. Em outras palavras, o índice foi batido em mais de 8 (800%) vezes pela carteira Small Caps!!! 102,59% x 11,92%.
Continua em Small capsMarcadores: Anderson Lueders
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
Moody’s lista as empresas brasileiras mais sensíveis à crise dos EUA

Embraer, Gerdau, Braskem, Cosan, JBS-Friboi, Cesp e Independência Alimentos podem ser bastante afetadas pelo mau momento da economia americana
A desaceleração dos Estados Unidos não deixará ilesas as empresas brasileiras que dependem, direta ou indiretamente, do nível de atividade da maior economia do planeta. Um relatório da agência de classificação de risco Moody’s, divulgado nesta quinta-feira (20/12), mostra quais são as companhias brasileiras que podem sofrer mais com a crise americana.
Segundo a Moody’s, sete brasileiras apresentam maior grau de exposição às turbulências americanas: a fabricante de aviões Embraer; a siderúrgica Gerdau; a petroquímica Braskem; a usina de açúcar e álcool Cosan; os frigoríficos JBS-Friboi e Independência Alimentos; e a Companhia Energética de São Paulo (Cesp). Os motivos vão desde eventuais impactos sobre o nível de atividade de subsidiárias das companhias brasileiras instaladas em solo americano até a dificuldade de renegociar dívidas com investidores estrangeiros.
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Petrobras a 101 reais
Os motivos para a euforia são o anúncio, pela empresa, da descoberta de mais um campo de óleo leve na bacia de Santos. O petróleo está bem no fundo, a mais de 5 mil metros de profundidade no subsolo marinho, e a 280 quilômetros da costa brasileira, mas mesmo assim o mercado comemora. É difícil de explorar e caro, mas sempre é uma boa notícia para os investidores.
A descoberta animou a bolsa, que está em alta de 1,54%.
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O medo de perder é bem maior que a vontade de ganhar
Considerando as chances de 50% e o alto retorno pelo investimento, seria lógico que todos topassem o desafio na maioria das rodadas, certo? Mas não foi isso o que aconteceu - os jogadores investiram apenas em 58% das rodadas. O mais interessante é que os pesquisadores incluíram no grupo 15 pessoas que haviam sofrido danos no cérebro, tendo sua capacidade de sentir emoções anulada. Estes, ao contrário dos demais, assumiram o risco em 84% das vezes. O resultado final? Os medrosos saíram do jogo em média com U$ 22,80 e os insensíveis com U$ 25,70. Curiosamente, todos começaram o jogo arriscando. Mas a partir das 1as experiências de perda, os participantes capazes de sentir emoções começaram a frear os investimentos, movidos pelo medo de perder posições e regredir.
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Ladeira acima
A chamada dívida mobiliária (aquela expressa em títulos públicos) aumentou de R$ 1,18 trilhão para R$ 1,21 trilhão de outubro a novembro. A dívida externa passou de R$ 108 milhões para R$ 110 bilhões, em função da alta do dólar. Além disso, o percentual de dívida préfixada (que tem a taxa de juros fixada no momento do leilão) aproximou-se da pós-fixada (que é corrigida a posteriori, pela taxa Selic ou pela TR).
O Tesouro Nacional andou pagando caro para que o investidor aceitasse a troca de papéis pós-fixados por pré-fixados. Ao primeiro sinal de crise, no primeiro semestre, permitiu correndo a volta para o pós-fixado. Perdeu na ida e perdeu na volta, para alegria dos investidores e decepção dos contribuintes. Em outubro, os pré-fixados representavam 35,18% da dívida mobiliária interna. Em novembro, subiram para 36,1%.
Esta história de que melhora o perfil da dívida pública é blefe. O perfil melhora quando é permanente. Não é o caso da dívida brasileira. Todas as mudanças ocorridas visam, sempre, ampliar o seu custo. E o perfil retorna ao ponto zero em poucos dias, a qualquer sinal de crise.
enviada por Luis Nassif
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Desemprego caiu e inflação subiu
A medida do desemprego brasileira é muito parcial, e a série é muito curta, o que prejudica a análise e a comparação. Essa metodologia foi iniciada em 2002 apenas, e só entram dados de seis capitais brasileiras. Ou seja, o Brasil não consegue saber, nem no seu melhor indicador que é o do IBGE, o que realmente está acontecendo com o desemprego no país. Para um ano em que a economia cresceu tanto, o desemprego ainda está alto.
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Mais crescimento, mais inflação
Empresas, setores e analistas fazendo balanços nesta que é a última semana útil do ano. E o resumo básico é o seguinte: comparando com as previsões feitas no final de 2006, este ano termina com mais crescimento e, de certo modo, em compensação, com mais inflação.
Para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), a expectativa era de um crescimento entre 3,5% e 4%. Só saberemos os números oficiais em março, mas praticamente todos os analistas acham que o país cresceu entre 5% e 5,5% - o que faz diferença. O PIB do ano passado foi de R$ 2,32 trilhões. Coloque 1%, real, descontando a inflação, em cima disso – se verá que dá muito dinheiro na forma de produtos e serviços.
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Marcadores: Carlos Alberto Sardenberg
Laudo de Avaliação
CVM quer debater regras de laudo com o mercado
Valor Econômico - 21/12/2007
As avaliações de patrimônio líquido a preços de mercado são peça obrigatória nas operações de incorporação de companhia ou de ações de empresas, dentro de um mesmo grupo de sociedades. Trata-se de uma das movimentações societárias mais polêmicas, especialmente, quando a sociedade incorporada tem capital aberto.
Continua em Avaliação de Empresas
Marcadores: Cesar Tiburcio
Nova oportunidade
por Delfim Netto
É impossível deixar de reconhecer que estamos em um momento novo, com a recuperação da crença da sociedade brasileira na possibilidade de aceleração da taxa de crescimento. Pela primeira vez nos últimos 25 anos, confirma-se a melhora substancial das condições econômico-sociais e há esperança de que possa continuar e consolidar-se. Devolverá ao País uma taxa de crescimento robusto e, como bônus, os equilíbrios interno e externo e uma queda visível (estatisticamente detectável) das desigualdades. O quadro Indicadores Macroeconômicos do Brasil mostra os fundamentos dessa crença.
O avanço salta aos olhos. Entre 1995 (início do Plano Real) e 2002, a exportação brasileira cresceu à taxa de 3,8% ao ano, em razão da trágica política cambial de 1994 a 1998, enquanto a dívida externa de médio e longo prazo aumentou à taxa de 6,6%, apesar da venda às pressas de patrimônio nacional da ordem de 100 bilhões de dólares (o que não foi um mal em si). Nessas condições, a restrição externa tornava impossível a aceleração do crescimento.
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Petro anuncia mais um Poço
Situada a mais de 5.000 metros de profundidade, a descoberta só foi divulgada "aqui" depois do fim de pregão, mas não impediu que os investidores partissem para cima durante o after market. E juntando com a nova recomendação do Citigroup as ações da petrolífera terminaram valorizando mais de 3% com um expressivo volume negociado.
E ainda nos contam "piadas de português". Foi o consórcio com os nossos patrícios da GALP que acertou mais esta megasena!!! Consulte nas bolsas internacionais como se comportaram as ações da empresa portuguesa nos dias anteriores desta semana... de bobos, os gajos não tem nada!!! Descobriram o Brasil, e desde aquela época souberam explorar nossas riquezas. Primeiro como colonizadores e agora como parceiros, é notória a evolução nas relações entre os países. Imagina se os ingleses tivessem chegado primeiro à "Ilha de Vera Cruz"...
Continua em Seagull Trading
Marcadores: Marcio Relvas
BOLSAS AMERICANAS SINALIZAM ALTA
Bovespa no Tobogã
As pessoas que investem em ações, aqui na terra descoberta por Cabral e lula, têm o hábito de ler jornais, ver noticiários sobre economia na TV, e saírem comprando ações, achando que descobriram o mapa da mina. Normalmente a BOVESPA sobe bem, até a abertura das Bolsas americanas. Aí vem o desespero que, normalmenbte, custa uma grana. Não sabem operar e depois dizem que só tem ladrão na Bolsa. Desculpa do esfarrapado.
Hoje foi assim, a BOVESPA subiu bem, depois ficou no vermelho, e no final, meio que sem graça, fechou quase mo zero a zero.
Deu sinal de alta no Estocásico, e está em área de sobrevendida, sinais positivos para o momento atual. Deverá subir aos solavancos, igual a ônibus em estradas brasileiras.
Papai Noel mandou dizer que, por causa das filas nos aeroportos (que só o Jobim não vê - o negócio dele é segurar sucuri), talvez chegue atrazado. Se vier para o reveillon em Copacabana, já vai estar de bom tamanho.
Corra velhinho. Ho, HO, HO!
Leia mais e veja os gráficos em BOLSA HOJE
Marcadores: Humberto dos Santos
Barômetro Financeiro
Estamos no apagar das luzes de 2007... Praticamente hoje o último dia útil do ano ( Nos EUA temos vencimento de vários Indices ) e portanto, na próxima semana, já se espera um movimento mais "morno" nos negócios, com o início dos feriados de fim de ano...
Depois de um dia sem maiores oscilações. o índice Nikkei nas horas finais acabou fechando em alta de 1,5%, impulsionado, principalmente, pelo bom desempenho do setor de tecnologia; Hang Seng +2,26% e Shangai +1,15% também finalizaram positivamente.
A redução do negativismo nos mercados e a performance positiva das Bolsas corroboraram para a desvalorização do iene frente às principais moedas. A notícia de que a Temasek (empresa estatal de investimentos de Cingapura) sinaliza injetar até US$ 5 bi na Merril Lynch também animou os investidores.
Londres abriu o pregão de hoje com o índice geral FTSE em alta de 0,94%, idem a Madri 0,74%, Milão 0,69%, Zurique 0,71%, Frankfurt 0,8% e Paris 1,08% .

Nos contratos em aberto do Indice Futuro, uma trégua nesses últimos dias, com oscilações sem muita expressão, salvo a manutenção dos suportes nas posições compradas dos estrangeiros na região dos 65000.
No mais, um bom final de semana e bons negócios !
Marcadores: Marco Aurélio Rossi
Petrobras, aqui, e tech, em NY, garantem abertura positiva
... A descoberta de uma jazida de óleo leve na região pré-sal da Bacia de Santos, que foi anunciada pela PETROBRAS no início da noite, deve garantir abertura positiva para a BOVESPA hoje... A informação ainda pegou o AFTER MARKET operando, o que permitiu às ações da companhia subirem 3,3%, a R$ 84,04, com grande volume de negócios. Também em NY as Bolsas têm uma boa notícia para contrapor o pessimismo, o lucro da RESEARCH IN MOTION fez a festa no AFTER-HOURS norte-americano.
... Mas, se o entusiasmo dos mercados, sobretudo em WALL STREET, dura até o fim do dia é o que ainda não se sabe. A agenda dos indicadores nos EUA é importante, com destaque para o PCE de novembro, a medida de INFLAÇÃO favorita do FED... Se o dado vier pressionado deve remeter aos receios de ESTAGFLAÇÃO, que voltaram a afetar os mercados no contexto de uma atividade recessiva. Então, assim como ontem os investidores esqueceram um pouquinho a crise para abrir alas à ORACLE, um PCE ruim pode deixar o lucro da RESEARCH IN MOTION em segundo plano.
... Na quarta-feira, o presidente do FED de Richmond, Jeffrey LACKER, advertiu para um resultado desfavorável da inflação. Segundo ele, os números do PCE para novembro serão ainda piores do que em outubro e setembro, quando já subiram significativamente. Os números serão divulgados às 11h30. Às 13h, também pode mexer com as expectativas o índice de confiança do consumidor da Universidade de Michigan, final de dezembro. Leia abaixo mais sobre os mercados internacionais!
... AQUI, o terceiro IPC-S de dezembro, às 8h, pela FGV, deverá mostrar desaceleração. Se não, será mais um motivo de desconforto com a inflação. Pesquisa AE Projeções apurou estimativas entre 0,60% e 0,70%, com a mediana em 0,67%. Nesta quinta-feira, a pressão do IPCA-15 e do IGP-M levou à nova rodada de alta das taxas do DI (abaixo).
... Ainda na AGENDA do dia, o Tesouro divulgar o resultado primário do Governo Central, e a Receita, a arrecadação federal e previdenciária. Ambos de novembro.
... Quanto ao NOVO POÇO da PETROBRAS, está localizado a 280 quilômetros da costa do Estado de São Paulo, a 5.350 metros de profundidade. A descoberta, feita pelo consórcio firmado entre a petrolífera brasileira e a Galp Energia para exploração do bloco BM-S-21, no qual a brasileira tem 80% de participação, foi comprovada por indícios de petróleo e interpretação de perfis. A PETROBRAS informa que o poço não foi testado por questões operacionais e de logística, que não há ainda definição do potencial da jazida.
VIVO. Anunciou, também à noite, a venda da TELE NORTE CELULAR, controladora da Amazônia Celular, para a OI, TELEMAR NORTE LESTE, por R$ 120 milhões, o mesmo valor pago quando adquiriu empresa da TELPART. Segundo a VIVO, a venda visa solucionar as dificuldades regulatórias, que estariam atrasando a aprovação do negócio com a TELPART pela ANATEL.
Só alegria
.... Como você viu, a BOVESPA tem argumentos para retomar o fôlego nesta sexta-feira, último pregão antes do feriado do Natal. O anúncio pela PETROBRAS da descoberta da nova jazida de petróleo, desta vez na região pré-sal da Bacia de Santos, deve dar impulso aos papéis da blue chip... Quando o anúncio foi feito, a bolsa já estava fechada, mas, deu tempo para uma bela reação no after market. PETRO PN fechou na máxima, com giro de R$ 24,737 milhões. Também houve reação dos ADR da empresa na NYSE, que subiram 2,64%, para US$ 108,00. No mínimo, o preço ajusta na abertura.
... Antes mesmo do anúncio da nova jazida, os papéis de PETROBRAS mostravam vigor, por causa da notícia de que CITIGROUP elevou a recomendação para as ações ON da companhia de manter/médio risco para comprar/médio risco, bem como do preço-alvo do papel, de R$ 100 para R$ 115. Em comunicado, a analista TEREZA Mello disse que o target maior reflete a mudança de previsões para a petrolífera, resultante de estimativas maiores para o preço do petróleo. Em conseqüência, a PETROBRAS PN subiu 1,32% e negociou R$ 946 milhões; a ON teve alta de 2,19%, com giro de R$ 152 milhões.
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Certezas e ilusões sobre o mercado
Há algo muito reducionista a respeito do mercado em geral. É possível estar certo pelas razões erradas ou estar errado pelas razões certas, mas para o mercado, ou se está certo ou se está errado. Compara-se essa situação com a do professor que pergunta se alguém na turma pode citar dois pronomes. Como ninguém se apresenta como voluntário, o professor chama o último da fileira, que responde: “Quem, eu ?” Para o mercado esse aluno está certo e, portanto, embora seja improvável que fique com A em português, é muito provável que acabe rico.Leia mais em Investimetria
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quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
10 motivos para fazer análises simples (mas não simplistas) da Bolsa de Valores
Tenho lido textos de diversos especialistas em análise técnica e percebi que cada um gosta de operar através apenas de um ou dois tipos de índices (volume, IFR, Bandas de Bollinger, MACD, médias móveis, estocástico, etc), se especializa no comportamento de três ou quatro candles e se aprofunda disciplinadamente em como agir quando um preço atinge um suporte ou resistência.
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Telecom - Ágios caem nos novos leilões da 3G
Nextel recua e ágio do leilão cai para 79%
A postura menos agressiva da Nextel derrubou ontem o valor dos ágios no leilão de licenças para a telefonia celular de terceira geração (3G). O espanto pela competição acirrada, que havia marcado a véspera, foi substituído por disputas e preços previsíveis no segundo dia de licitações. Na região metropolitana de São Paulo, tida como a área mais nobre para a prestação do serviço, deu o óbvio: as licenças foram arrematadas por Vivo, TIM, Claro e Oi, com ágio entre 34% e 67% sobre os valores mínimos.
Mesmo assim, com 20 dos 36 lotes já leiloados até o fechamento desta edição, a Anatel havia arrecadado R$ 5,1 bilhões com a venda das licenças - bem acima da previsão inicial, de R$ 3,5 bilhões. O adicional sobre o valor mínimo das outorgas, que na terça-feira havia ficado 154%, caiu ontem para 79%. A estimativa da agência, agora, é de que o leilão some R$ 5,3 bilhões.
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Notícias da Rússia
Por Pyotr Konstantin Schitikoff
RÚSSIA SE DESTACA ENTRE LÍDERES ECONÔMICOS MUNDIAIS
A Rússia figura hoje dentro do ranking mundial das economias em crescimento e emerge como um dos líderes do grupo dos países BRIC , pólo alternativo ao monopólio dos Estados Unidos na esfera política e económica.
A Rússia melhorou em últimos 10 anos suas posições internacionais ao passar do lugar 140 ao 66 , o que lhe permitiu superar a China e entrar no chamado pólo emergente BRIC ( Brasil, Rússia, Índia, China), afirma um estudo do Goldman Sachs.
Atribui à Rússia também o rápido acesso ao desenvolvimento da telefonia digital e informática , segundo o índice global (Growth Environment Store), tomado a partir de uma apreciação da estabilidade macroeconómica , clima inversionista e capital humano.
Em contraste um uniforme do Banco Mundial coloca a Rússia como a oitava economia entre 146 nações por volume do produto Interno Bruto (PIB). Segundo este ranking , a Rússia supera o Brasil, mas está detrás da Índia e China , que ocupam o quinto e segundo lugares, respectivamente. Pela paridade do poder aquisitivo, nos preços de 2005 , produz 3,09 % do PIB global , superior do Brasil (2,88).
FONTE: Pravda.ru enviada por Luis Nassif
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O risco elétrico
Há uma regra que determina esse acionamento, a partir da queda dos níveis dos reservatórios para determinados limites. Mudou-se o nível, para adiar o acionamento das termoelétricas.
Está-se entrando em um território arriscado.
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Os 6 fatores que influenciam o preço das opções
Para quem opera a algum tempo no mercado de derivativos já deve ter descobrido estes fatores na prática. Você que ainda está começando já iniciará com um passo a frente, impedindo assim você faça algumas bobagens de iniciante.
Preço do ativo base
Preço de exercício
O tempo
Taxa de Juros - CDI
Volatilidade
Dividendos
Como Comprar Meias
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A culpa é do governo
Algumas observações sobre essa decisão da Comissão Européia de impor restrições à importação de carne brasileira:
Há alguns anos, quando comecei a prestar atenção no agronegócio brasileiro, ouvi de um dos líderes do setor uma previsão que então parecia ambiciosa: o Brasil vai se tornar o maior exportador mundial de carnes.
Advertia, porém: só um fator pode atrapalhar isso, o controle sanitário, que é a parte do governo. Batata. Aconteceu exatamente assim.
Ingênuo, perguntei, na ocasião, por que os produtores não cuidavam eles mesmos desse controle.
Porque não pode. A regra internacional determina que isso é função do governo – e faz sentido. É claro que os bons produtores são os primeiros interessados na saúde do rebanho e na qualidade de sua carne. Também são os mais interessados no controle dessas condições sanitárias e, de fato, investem pesado nisso. Mas está claro que o controle tem de ser externo, feito por terceiros e pelo setor público.
A Comissão Européia deu todas as chances antes de colocar restrições à importação de carne brasileira. Durante dois anos, enviou seguidas missões técnicas para visita fazendas e frigoríficos brasileiros, apresentou relatórios, apontou problemas, deu prazo para o governo resolver.
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Um estranho na Fiat
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Marcadores: Cristiane Correa
Gafisa ON - GFSA3
O ativo é um dos poucos que no curto prazo vem respeitando a seqüência de topos e fundos ascendentes, e há alguns dias chegou a romper seu TH.
No momento está bem próximo de sua LTA vinda de setembro.
A região atual de R$30,40/31,00 é uma região de suporte, pois eram topos anteriores. Ontem o ativo largou um candle de reversão, mas até o momento não rompeu sua máxima e com isso ainda não confirmou um possível fundo.
IFR 14 tb próximo ao suporte. Boas características para um swing, com objetivo inicial na MM21 em R$32,40 e R$33,00 que é a resistência mais forte.
Veja o gráfico em TR3 InvestMarcadores: Romulo Costa
Educação Financeira e Investimentos
Quando alguém pretende diversificar seus investimentos, primeiramente, deve criar uma reserva de poupança (se já não tiver uma) para poder então buscar a melhor rentabilidade para o seu patrimônio.Juntar o excedente da renda mensal não é o mais difícil. É preciso estabelecer metas e adequar seus ganhos aos custos fixos e despesas extraordinárias. Sem essa disciplina não há como gerar o capital livre para as aplicações. Quando os gastos ultrapassam o valor de todos os recebimentos temos um problema sério. Sempre digo que quem ganha R$ 10 mil e gasta R$9.000/mês, está melhor do que aquele que recebe R$20.000 e consegue detonar tudo e mais um pouco!
O importante é ter o saldo positivo para poder investir, já que a poupança bem aplicada é que gera renda, e por isso considero imóveis desocupados como despesa, embora também façam parte do patrimônio.
Contudo, faço antes uma ressalva para aqueles que pensam em largar o seu trabalho e carreira para simplesmente viverem da bolsa de valores. O maior investimento que uma pessoa pode fazer durante sua vida é em conhecimento. Tanto em si mesmo como em seus dependentes. Um bom colégio para os filhos, cursos de idioma, domínio da informática, tudo acrescenta na capacitação de cada um, e vai criar enorme um diferencial na hora de se candidatar a um processo seletivo em uma empresa.
Portanto, o salário já é uma renda, fruto do investimento em estudos e do trabalho braçal / intelectual. Isto também pode ser visto como um patrimônio do qual jamais devemos abrir mão. Então vamos prezar e agradecer pelo resultado de nosso empenho como profissionais, independente da área de atuação. Este é sagrado!!!
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Marcadores: Marcio Relvas
O que me impede de usar o Skype no telefone 3G?
Essa é a pergunta que não quer calar. Já que eu tenho um palm/telefone, que tem instalado o Skype, e se a outra pessoa também tiver um, e se a conexão for rápida, o que me impede de parar de fazer ligações telefônicas e conversar pelo Skype?
Essa pergunta fiz a um amigo que trabalha na Claro. Ele me respondeu que por enquanto a empresa tem como interceptar a conversa, e a princípios daria a chance de ser realizada, com uma determinada quantidade de minutos no sistema Voip.
Mas ainda não existe marco regulatório para isso, e vai acontecer em breve. Daqui a pouco todos terão celulares com conexão de dados rápida, e seria justo que pudessem optar por um sistema mais barato, ou mesmo de graça como o Skype.
Na verdade a conta telefônica da maneira que conhecemos, sendo cobrada em minutos, vai morrer no médio prazo, a não ser que as operadoras atuem para barrar isso, coisa que não acredito, já que a concorrência está acirrada no setor.
Mas enquanto isso estou curioso para saber como vai funcionar o Skype.
Se você quiser baixar a versão 2.2 do Skype para smartphones, basta clicar aqui.
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STF dá sinal verde para as obras de transposição do rio São Francisco
O bispo de Barra (BA), dom Luiz Flávio Cappio, que completou ontem 23 dias em greve de fome para protestar contra a continuidade das obras de transposição, foi internado semiconsciente no início da noite de ontem em Petrolina (PE), por orientação médica. Porém, o jejum não havia sido suspenso até às 22h30. A decisão sobre a paralisação ou não do jejum seria tomada, segundo nota do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), após a retomada completa de consciência do bispo.
Leia na íntegra
Marcadores: Arquivo Etc
Contas externas do Brasil têm o pior resultado em cinco anos
BC diz que déficit não preocupa, mas economista vê fragilidade externa que pode impedir melhora de avaliação do Brasil
Pela primeira vez no governo Lula, as contas externas devem apresentar déficit em 2008, segundo previsão do Banco Central. O resultado deste ano ainda deve ser positivo, mas os números apurados nos últimos meses, influenciados pela forte valorização do real, ficaram abaixo do esperado e ajudam a explicar a estimativa do BC.
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Marcadores: Arquivo Etc
SERIA O MOMENTO DA RENDA FIXA?
A produção industrial acima do esperado e o PIB (Produto Interno Bruto) surpreendendo positivamente as projeções aumentaram os riscos de pressões de demanda sobre a inflação para 2008. E como se não bastasse a piora de cenário no front doméstico, o ambiente externo coberto por apreensão e volatilidade colaborou com o mau humor dos investidores.
Na expectativa de que nenhum dos três principais motivos que resultaram na alta dos juros prefixados deva se dissipar no curto prazo - os problemas de crédito na esfera internacional, o aumento dos riscos inflacionários e as medidas após o final da CPMF -, a equipe de analistas do HSBC Investimentos acredita que, no atual momento, os fundos de renda fixa aparecem como uma interessante alternativa de investimento.
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Marcadores: Rafael Seabra
Petrobras anuncia investimentos de R$ 54,8 bi em 2008
A empresa prevê alcançar no próximo ano uma produção diária nacional de 2,36 milhões de barris de óleo equivalente (BOE) de petróleo e gás natural.
Marcadores: Clederson Bucci
Feliz Natal e um próspero 2008
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Marcadores: Matheus Zeuch
CSNA3 - Novo sinal de alta

Esta forte alta e excelente volume de negociações representam um novo sinal de alta na CSNA3.
O fechamento deste dia é acima da média móvel exponencial de 13 períodos (MME13), máxima do dia anterior e da resistência proporcionada pelo gap de baixa do dia 13/12. Ao chegar na resistência de fechamento histórica ($153,54) ocorreu uma pressão vendedora fazendo com que o fechamento do dia ficasse abaixo deste patamar.Continua em Dalton Vieira
Marcadores: Dalton Vieira
O Encontro das LTBs
Um olho no monitor da Bolsa de São Paulo e outro em NY, onde o balanço do Bear Stearns decepcionou ao divulgar prejuízo trimestral pela primeira vez na história, como reflexo das apostas do quinto maior banco de investimento dos Estados Unidos em hipotecas de alto risco. Cuidado para não ficar míope! :-)
Seagull Trading.com
Marcadores: Marcio Relvas
Falando sobre a crise. Cautelosamente, claro
- Na madrugada de hoje, o Banco do Japão, autoridade monetária japonesa, informou que manteve os juros inalterados em 0,5% ao ano porque o ritmo de crescimento da economia "parece estar desacelerando" devido à queda no setor imobiliário local. O pronunciamento veio um dia depois de o governo japonês ter anunciado que espera um crescimento de 1,3% em 2008, abaixo dos 2,1% previstos anteriormente. Esse comunicado contrasta com os últimos 17 comunicados mensais, em que o Banco do Japão informa que a economia está "crescendo moderadamente".
- Do outro lado do Mar Amarelo, a China elevou os juros pela sexta vez seguida no ano, tentando conter o superaquecimento de sua economia e a inflação. Os índices de inflação ao consumidor em novembro registraram o maior valor em 11 anos.
- No dia 11 de dezembro, John Lipsky, primeiro vice-presidente do Fundo Monetário Internacional (FMI) disse em uma entrevista ao jornal da casa que espera um crescimento mundial menor em 2008. A economia global deverá crescer 5,2% em 2007 e os prognósticos para 2008 são de 4,8%. "Os riscos para a economia americana são maiores do que se supunha, devido às dificuldades no setor imobiliário e aos problemas no mercado financeiro", disse Lipsky.
Lendo nas entrelinhas, dá para traduzir assim: "as maiores economias do mundo estão com problemas: Estados Unidos e Japão estão crescendo menos, e a China, onde a economia é planificada, deve reduzir seu ritmo porque o governo teme a inflação".
Cuidado, portanto.
Blog do Investidor
Marcadores: Cláudio Gradilone
Ibovespa 19/12/2007
Marcadores: Abaco
BOVESPA DESCOLA DAS BOLSAS AMERICANAS
No gráfico acima podemos ver sinais de compra no Estocásrtico e no histograma Da MACD.
Tem grande barreira na poróxima alta, em 66.000 pontos. Firmando amanhã, dá para fazer uma fezinha de curto prazo, com o rifle engatilhado, pois os apaches podem surgir em Wall Street. Acho que dá para desencostar da parede, sem se afastar muito dela, para poder voltar rapidinho, ao primeiro sinal de mudança de humor.
Bolsas americanas não emplacam... ainda
As Bolsas da terra do George W. Bush, tiveram comportamento de cego em tiroteio. Subiram no início, caíram, subiram de novo e terminaram em queda. Dow Jones fechou em queda de 0,24% em 13.200 (antigo suporte). O FED informa que a inflação de 2008 ainda preocupa, e que o problema das subprimes não está resolvido de todo.
Os gráfico continuam mostrando um mercado sobrevendido, com o Estocástico em 12,99. Também apresenta divergência de alta. A qualquer momento, a alta de curto porazo irá mostrar a cara.
Veja os gráficos em BOLSA HOJE
Marcadores: Humberto dos Santos
Política econômica e ideologia
Coluna Econômica - 20/12/2007
Países mais pragmáticos que o Brasil costumam definir objetivos a serem alcançados, nas políticas econômicas. Depois, recorrem ao instrumental existente, sem preocupações maiores em classificar ideologicamente as ferramentas utilizadas.
No Brasil, o empobrecimento da discussão pública levou a uma simplificação sobre as formas de se atingir os objetivos.
***
Recentemente, sob a coordenação da professora Eli Diniz, saiu uma bela coletânea de artigos sobre o desenvolvimentismo. Acertadamente, ela aponta o chamado “neoliberalismo” dos anos 90, com o enfraquecimento da ação do Estado, como responsável pela perda de dinamismo da economia e do ritmo da inclusão social.
Mas inclui, nesse “modus operandi”, a tentativa de dotar o setor público de ferramentas gerenciais, segundo ela, mais adequadas aos países anglo-saxões. E aí confunde as bolas
Continua em Luis Nassif Online
Marcadores: Luis Nassif
Fundo soberano chinês acode banco americano
Hoje o Morgan Stanley, que no passado foi grande detentor de dívidas de países latino-americanos, anunciou um rombo de quase US$ 4 bilhões no quarto trimestre. Ao mesmo tempo, o Fundo Chinês de Investimento, fundo formado por capital do governo chinês, o chamado fundo soberano, fez uma aplicação de US$ 5 bilhões. Recentemente o Citibank teve o socorro do fundo soberano dos Emirados Árabes. Olha só as voltas que o mundo dá!
Marcadores: Míriam Leitão
Quem paga mais, público ou privado?
Diz o presidente Lula que o governo federal tem ampliado os serviços que presta à população e por isso precisa de mais funcionários. Acrescenta: “é preciso acabar com essa mania que se vende todo santo dia, que os funcionários públicos federais ganham bem… na verdade, quase todos ganham mal” (discurso no último dia 14).
Lula não apresentou dados precisos, mas fez algumas comparações para mostrar que o setor privado paga mais. Equivocadas.
Tome-se este dado do IBGE, referente a outubro último, para as seis principais regiões metropolitanas (São Paulo, Rio, Recife, Salvador, Porto Alegre e Belo Horizonte). O rendimento médio real dos trabalhadores do setor privado com carteira assinada foi de R$ 1.083,70. O rendimento do grupo “militares e funcionários públicos” foi de R$ 1.939,10.
Mais ainda: para os trabalhadores do setor privado, não houve ganho de renda em relação a outubro de 2007. Para militares e funcionários, o ganho real foi de 5,1%.
Blog do SardenbergMarcadores: Carlos Alberto Sardenberg
FED faz hoje novo leilão de liquidez. Aqui, é dia de IPCA-15
.. Mais um leilão de recursos a termo do FED nesta quinta-feira, para suprir a liquidez dos mercados em NY, deve influenciar o ânimo dos negócios. Um detalhe que pode fazer diferença é que a taxa mínima fixada para ofertas, 4,15%, está abaixo da taxa do primeiro leilão: 4,17%.. Numa leitura mais otimista, o mercado deve reagir positivamente ao fato de o FED estar facilitando. Mas, a prevalecer o mau humor, os investidores podem dizer que as coisas vão mal, por isso o FED está mais amigável. No socorro ao crédito, serão leiloados hoje US$ 20 bilhões para 35 dias, com resultado previsto para amanhã, às 13h.
... Na agenda dos balanços, é a vez do BEAR STEARNS, que também pode pegar. Estão na lista, ainda, FEDEX e RESEARCH MOTION. Ontem à noite, o bom resultado da ORACLE, que reportou aumento de 34% no lucro líquido do seu segundo trimestral fiscal, levou as ações da companhia a subirem forte no AFTER-HOURS, mais de 4%. Se isso é um sinal de que WALL STREET pode amanhecer bem é outra história. Perdidos em combate, os investidores americanos não sabem mais a hora de rir e de chorar (abaixo).
.... Nesta quarta-feira, eles gostaram, é claro, da taxa de corte do leilão de segunda-feira, de 4,65%, que ficou abaixo da taxa de redesconto (4,75%). Esse fato e mais o aporte de US$ 5 bilhões do fundo chinês no MORGAN STANLEY permitiu um ligeiro fôlego aos mercados. Mas, isso não acabou com a VOLATILIDADE e com os pregões instáveis. Em NY, foi um sobe-e-desce o dia inteiro, seguido pela BOVESPA. Só perto do fechamento é que a bolsa brasileira arriscou uma carreira solo, reforçando os ganhos. Já o DÓLAR e os JUROS, com mais prêmios acumulados, aproveitaram a deixa para realizar.
... Na AGENDA de hoje, pode ser importante para a curva do DI o IPCA-15 de dezembro, que o IBGE divulga às 9h. Economistas consultados pelo AE Projeções esperam aceleração com a alta dos preços dos alimentos. As estimativas para o índice estão entre um piso de 0,55% e teto de 0,65%, mediana em 0,59%. Antes, às 8h, a FGV divulga a segunda prévia de dezembro do IGP-M, com a mediana das previsões em 1,40%... Outra pesquisa do IBGE é a do EMPREGO em novembro, com expectativa de que a taxa de desemprego tenha recuado para 8,50%, contra 9,50% registrado em novembro de 2006.
... Em Brasília, o CMN faz a última reunião do ano e o BC realiza pesquisa de demanda para decidir a rolagem de US$ 1,5 bilhão em SWAP CAMBIAL REVERSO, de 2/1.
... Nos EUA, o calendário dos indicadores traz a revisão final do PIB do terceiro trimestre, às 11h30, com previsão de 5%, acima da última preliminar (4,9%). Também será monitorado o índice de confiança do consumidor da Conference Board, às 13h, que deve recuar 0,3% em novembro. Além desses, sai mais um balanço do seguro-desemprego, a previsão é de aumento dos pedidos (+2 mil), e as atividades de Chicago e Filadélfia.
DRU. O plenário do Senado aprovou, no início da noite de ontem, por 65 votos a seis, a emenda que prorroga a Desvinculação de Receitas da União até 2011.
O show da CSN
... O destaque da BOVESPA foram as ações da CSN, que dispararam, consolidando sua posição de maior alta do IBOVESPA no ano. Os papéis fecharam com valorização de 7,15%, a R$ 152,51, com giro financeiro de R$ 282,3 milhões.. No ano, acumulam ganho de 143,77%, o maior do índice teórico... Para se ter uma idéia, VALE PNA teve ganho de 86,51%; VALE ON, 85,46%; PETROBRAS ON, 81,45%; e PETROBRAS PN, 60,29%.
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Marcadores: Rosa Riscala
quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
Leis básicas para ser bem sucedido no mercado
2) compre no suporte/venda na resistência
3) realize seu lucro "sempre" cedo demais
4) pior que ganhar pouco ou não ganhar nada é perder
5) compre ao som dos canhões e venda ao som dos violinos
6) não se aborreça por perder uma alta e sim por perder dinheiro
7) sucesso é hábito, fracasso também. Habitue-se a ganhar sempre
8) disciplina: seja fiel à sua estratégia
9) ousadia: arrisque-se dentro da sua estratégia
10) no mercado, o otimista perde muito e o pessimista ganha pouco. Seja realista.
11)humildade: liquide imediatamente uma posição perdedora
12) stop: fere a vaidade, mas preserva o bolso
13) olhe para o gráfico com olhos de criança
14) "feelings".... só deu dinheiro ao Morris Albert. Seu uso no mercado é desastroso...
15) descubra à noite no noticiário o que o gráfico lhe mostrou durante o dia
16) lugar de torcedor é na arquibancada, seja um especulador
17) no mercado o mais importante não é participar, é ganhar
18) aprenda a operar em mercados de alta(compra) e baixa(venda)
19) não jogue, especule
20) viciados em mercado geralmente morrem de overdose
21) após uma seqüência de erros, pare e ajuste o foco.
22) o mercado jamais estará contra você, mas você poderá estar contra si mesmo.
23) sorte é o encontro mágico entre a competência e a oportunidade.
24) encare a perda com serenidade
25) administre os lucros com discrição.
26) o que está ruim, poderá ficar ainda pior
27) não queira se tornar milionário da noite para o dia, mas queira se tornar milionário dia após dia.
28) ao liquidar uma posição, tome do vendedor e/ou enfie no comprador
29) por um tostão você pode perder um milhão.
30) se o mercado lhe envia sinais confusos, fique fora dele
31) se em determinado momento você achar que o mercado está errado, volte à realidade, o errado é você !
32) o mercado será cruel ou generoso com você tanto quanto sua própria disciplina permitir.
33) se o barco começar a afundar, não reze, abandone-o !
34) a esperança em ganhar mais, fará com que você ganhe menos.
35) jamais especule usando um achômetro ou o teorema de chutágoras.
36) entre no mercado somente quando tiver certeza de que as condições são favoráveis à sua operação.
37) você precisa confiar em suas próprias análises se quiser ser um especulador de sucesso.
38) somente entre no mercado tendo uma porta e uma janela para sair.
39) o lucro é como picolé ao sol, ou você chupa ou ele derrete na sua mão.
40) enxergue não só as árvores, mas toda a floresta.
41) você pode saber o que fazer e mesmo assim perder dinheiro, se não fizer rápido o suficiente.
42) se você acredita que pode ou que não pode, de qualquer maneira você tem razão.
43) os principais inimigos de um especulador estão em sua própria mente: medo, esperança, pânico e euforia.
Palpite Ações
Marcadores: Clederson Bucci
Sobre operar nas 2 pontas!
Nem sou médico (o mais louco de todos) para operar no corpo dos outros. Mas eu acho que o investidor que só trabalha na compra é o mais doido de todos: esta subida prolongada ajudou a criar os "filhos da alta". Isso acostuma mal!
Se o mercado sobe e desce (ultimamente mais sobe!) o que se faz quando a tendência inverte?
- fica na torcida para voltar a subir?
- zera tudo e espera outra chance de comprar?
- habitua a ser espectador do mercado?
- vai fazendo preço médio para baixo?
- aprende a trabalhar na ponta de venda?
Uma exceção a isso é o cara muito estudioso que consegue "pescar" algumas oportunidades na contra-tendência, ou possui informações privilegiadas.
No caso do HG Verde, os caras são mestres em operações multimercados, usam o câmbio, juros, e até devem explorar a volatilidade, acho eu!
Mas operar "manco" (capenga), só na ponta de compra, é muito bom para os corretores.
Não estou sugerindo que novatos se atirem aos leões. Mas tenho certeza absoluta que amplia bastante os horizontes de qq investidor na renda variável. Os que acreditam que dá para sobreviver operando apenas na compra é pq nunca viram um mercado em queda de verdade.
E tomara que nunca vejam!!!
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Marcadores: Marcio Relvas
Investidores Racionais?
Alexandre Rezende - sócio da Plenus Gestão de Recursos
Um dos pilares das teorias modernas de finanças é que investidores racionais processam informações objetivamente, ou seja, quando diante de incertezas (risco), tomam sempre a decisão mais racional.
Será isso verdade? Será que um investidor pessoa física de bolsa no Brasil, quando diante de incertezas, faz sempre a escolha mais racional? Neste artigo estudaremos alguns efeitos que mostram que em geral isto não ocorre, e a c





























